20 de fev de 2009

Dead or Alive Perdido nas Ondas da Stay nº01 e nº02

Seguem os links do primeiro e do segundo programa do mano Dead que estamos compartilhando
com vocês, esperamos curtam ouvir tanto qto curtimos fazer!!!
Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

17 de fev de 2009

Aerosmith - Honkin'on Bobo

Aqui pra mim uma das maiores injustiças desse chamado jet-set da música em relação a criar e destruir mitos.
Aerosmith vem na mesma sequência de grandes nomes que não vou ficar aqui repetindo, mas todas as criticas qdo eles lançavam algo eram destrutivas; mas mesmo assim fizeram um fã-clube respeitado em todo o mundo e uma carreira tão sólida que não teve problemas com drogas ou brigas internas que os fizessem parar, desistir ou se separar.

Este trabalho não poderia ser diferente e foi recebido com uma critica tão acida que se não fossem o que são nunca mais gravariam nada na vida e iriam se aposentar e viver de suas lembranças.
Mas não!!!!!
Refizeram o visual , mudaram as roupas e voltaram jovens e rejuvenescidos, mas escolheram o repertório mais difícil ao meu ver e que seria sim, eles sabiam, o mais criticado.
O Blues é considerado sagrado e não deve ser tocado por qualquer um.
Qualquer um??????
O Blues é uma musica do povo pobre, dos guetos, das plantações e da escravidão.... o Blues é um lamento e deve ser cantado por todos que possam pra que as novas gerações não torçam os narizes como se fosse algo inferior.
E nesse sentido estes "senhores" acertaram na mosca com um puta de um repertório de músicas de qualidade e clássicos que já foram recontados e cantados de várias formas por músicos excepcionais e que nesse trabalho eles simplesmente "detonam".
Sei que muitos não concordarão, mas para um amante da boa música e do Blues, eu simplesmente vi poucos com tamanha competência e respeito ao ponto de não mudar a música mas colorir o som, e quem conhece um pouco nota isso em toda extensão dessa obra.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Donwload de Blues

14 de fev de 2009

Luís Perequê - Encanto Caiçara

O rapaz aí da foto conheci ainda em outra vida que não na atividade em blogs, mas relacionada a cultura, arte e musica.
Ele é um daqueles que chamamos de artistas na concepção da palavra"completo"; nascido e morando em Paraty foi um dos idealizadores dessa tão badalada feira de livros, mas hoje pouco se ouve falar dele, afinal de contas importante são os "medalhões" e os "de fora"; mas o engraçado é que estes tão cultuados fazem questão de conhecer o talento e a obra desse caiçara.
Dércio Marques que já postei aqui é considerado um dos maiores compositores do pais no entanto em seus discos sempre coloca letras e músicas dele e o convida pra suas empreitas e shows, porque será que ele é respeitado assim?
Será que foi porque comprou sem ser rico um galpão em MG, desmontou, trouxe a Paraty, montou e criou o que chama de Silo Cultural? onde dá aulas pra crianças, jovens e adultos de todo tipo de arte junto a sua família? http://www.silocultural.org.br/home.html
Ou será que sua extensa atividade cultural e seu talento natural encantam a quem o conhece? http://luispereque.blogspot.com/ , Bem seja lá qual for a resposta eu fico sempre pensando como somos bairristas e só olhamos pro lado de fora e explico: Alguém sabe que o Toquinho é considerado um dos maiores violonistas do mundo? Porque Sinatra convidou o Tom Jobim pra cantarem juntos? Sérgio Mendes é o que é "lá" e deixa de citar que é brazuca? Airto e Flora Purin tem o respeito que conquistaram mudando de cidadania? Ah, tem o tal do Milton Nascimento, Dorival Caymmi e sei lá mais quantos não?
Amo os virtuoses; adoro o som progressivo europeu e sigo e persigo o rock pelo mundo em suas nuances, mas tento não esquecer de que país sou; tenho um acervo pequeno mas com qualidade e nele sempre tem espaço para "gênios" como Luis Perequê, um irmão que recebe a todos com um sorriso e uma prosa gostosa em sua casa e que invariavelmente acaba numa boa musica brasileira.
Sei que seu primeiro lp saiu mas não virou e sei que transformado em cd também não teve a divulgação necessária e agora ele está com seu segundo disco na praça; mas quer saber? Ninguém vai levá-lo aos programas de fama instantânea à não ser meu mestre Rolando Boldrin e o seu Sr.Brasil na Tv Cultura de terças com reprises aos domingos e por isso estou postando aqui sem sua autorização seu trabalho inicial e até então primeiro "Encanto Caiçara" onde com uma leveza e doçura incomparáveis ele exprime o que era a vida antes da estrada Rio-Santos cortar como faca a mata atlântica e expor a todo tipo de danos a flora a fauna e claro o ser humano que morava aí então e sua rica cultura.
Hoje estão sendo expulsos por governantes despreparados que atrás de suas mesas decidem o que será feito, destruindo casas de caiçaras de 3 gerações prq estão no "parque" criado por decreto, mas não ligando para os barões que constroem mansões em suas costeiras (aliás, entre os barões estão ex-presidentes, ex-ministros, políticos conceituados e claro aqueles que vivem no entorno do poder e dele desfrutam e pra quem duvidar é só levantar os dados de proprietários de imóveis no litoral norte de SP)

Obs: Este trabalho eu resgatei pra dividir com meu maninho Dexx e com sua mãe, que dizem adorar este estilo de música e que os remete a lembrança do pai e marido e aproveito pra dividir com quem quiser ouvir música típica caiçara.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Encanto Caiçara

13 de fev de 2009

Nektar - Recycled (1975) (Remaster Edit 2004)


Acho que todos preferem os originais sempre que possível, mas como achei essa pérola, resolvi presentear os amigos do blog e ao André que tanto busca algo sobre sua banda preferida o Sinergy.
Bem , dela aqui tem o Larry Fast e por isso resolvi postá-lo e nessa edição remasterizada o que acentua e ainda mais o trabalho do cara.
Espero que gostem como eu gosto ou curtam pra que valha a pena
.

Formado por 4 jovens ingleses que residiam temporariamente na Alemanha, teve sua carreira e primeiros discos lançados neste pais; por isso sempre que se fala em rock progressivo alemão um dos primeiros nomes que vem à mente é Nektar !

Tudo começou em Hamburgo por volta de 1965, quando Allan Freeman - teclados e vocal, Ray Albrighton - guitarra e vocal, Derek Moore - baixo, mellotrom e vocal e Ron Howden - bateria tocavam no circuito de clubes
O som da banda, baseia-se na guitarra, teclados eletrônicos, e baixo, num estilo gótico, com texturas densas e timbres inusitados.
Seu terceiro álbum, Remeber the Future, lançado na Alemanha em 1973, era o registro de inovação do grupo. A música que deu nome a este disco tornou-se grande sucesso nas rádios FM da Alemanha ! Este disco foi o primeiro de sua discografia a ser lançado nos Estados Unidos. O sucesso deste LP os levou a tocar em Nova Iorque no dia 28 de setembro de 1974.
O LP Magic in a Child marca o primeiro racha no grupo, Albrighton foi substituído por Dave Nelson na guitarra e Larry Fast, grande virtuoso do sintetizador participa das gravações deste disco em seguida entra para a banda de Peter Gabriel. Era o principio do fim !
Recentemente rumores tem dado como certa a volta da banda com sua formação original e contando com
Larry Fast nos sintetizadores. É difícil acreditar, afinal Larry Fast após sair do Nektar desenvolveu carreira solo
de sucesso.

Line-up:
- Roy Albrighton / lead vocals, guitars
- Mick Brockett / visual environment
- Alan "Taff" Freeman / keyboards, backing vocals
- Ron Howden / drums, percussion - Derek "Mo" Moore / bass, backing vocals
Guest:- Larry Fast (Synergy) / orchestral Moog arrangements & playing

Obs: Fazia tempo eu não fazia minha obs. falta de tempo acho; tenho aprendido a duras penas o viver entre seres humanos e as vezes achamos desculpas pra isso ou aquilo, mas na realidade lendo um recado de meu irmão Pirata do Rock, aprendi mais um pouco: fazemos nossas postagens independente de qqr coisa e sim por amor, senão estaremos sendo vaidosos e diminuindo seus valores. Por isso qqr motivo que não sejam técnicos ou de saúde como foi o caso da Lú, não justificam que não continuemos,mesmo que só nós saibamos.

Enjoy!!!!!!!!!!!!! (link do Voo 7177 pra lembrar enquanto não volta a ativa)

10 de fev de 2009

Ben Harper & Blind Boys of Alabama


Estou repostando esse som porque foi detonado pelos caras e acho um belissimo trabalho, então se tiver afim aproveite, antes que arranquem de novo!!!!!

Ao fazer uma homenagem simples ao dia 14/10; dia este que Martin Luther King recebeu o "Nobel da Paz", ao final de seu discurso ele cita um "spiritual" de nome "Free at Last" e aquilo ficou tão marcado em minha cabeça que fui procurá-lo e postei ao final da homenagem um grupo fantástico entoando essa música.

Mas não com essa chatice que os religiosos tupiniquins fazem; com amor, pra cima, felizes, como deve ser quem crê em algo maior e melhor na vida; e não essa choradeira do cacete de artistas encostados por aqui que acharam um filão pra ganhar dinheiro; porque nenhum deles dá seus "louvores"pros irmãos....eles que se virem pra comprar, afinal de que vão viver os artistas de deus?????????????

O que me deixa mais puto ainda é que os dvds são produzidos nos melhores estúdios do mundo à um custo absurdo e a manada vai atrás....bem essa é uma outra discussão, mas esse gancho é só pra chamar a atenção pra esses caras!!!!!
Ben Harper dispensa apresentações, mas o que chamo a atenção é para os velhinhos "Blind Boys of Alabama"....são simplesmente maravilhosos e cantam muito.....à anos na estrada fazendo do amor à Deus uma festa e não um velório, um presente e não um custo, uma dádiva que divido com todos meus amigos.

Eu não poderia dar um presente pra cada um que aqui me recebe todos os dias e também não saberia o que cada um gosta; então como somos ligados pela música, divido um som que me apaixonei com todos que quiserem aceitar e com aqueles que quiserem baixar; mas fiquem sabendo que é um presente de coração à todos que amo muito.

AH!!!! E não custa nada......."Estados Unidos e Inglaterra, mecas da música pop, são países de população majoritariamente protestante. Na música, isso se reflete de várias formas. Primeiro, é comum nesses países acontecer o crossover, ou seja, artistas que cantam música religiosa terem espaço em veículos de massa (casos de Michael W. Smith, DC Talk e Lara Fabian, por exemplo). Também é freqüente que artistas nascidos em berço evangélico partam para a carreira secular sem esquecer suas raízes, como aconteceu com Elvis Presley e, bem mais recentemente, com Lenny Kravitz. Situações ainda pouco comuns na música gospel brasileira, vítima de preconceitos mas também demais conservadora em alguns aspectos.

Em mais de seis décadas de carreira, o grupo vocal americano The Blind Boys of Alabama tornou-se um exemplo de como a música religiosa pode extrapolar os limites da igreja e chegar ao grande público. Criado em 1939 por cegos saídos do Alabama Institute for Negro Blind, o grupo é formado hoje por Clarence Fountain, Jimmy Carter, George Scott, Joey Williams, Ricky McKinnie, Bobby Butler e Tracy Peirce, quase todos na faixa dos 70 anos de idade.

Embora tenha como referência o gospel tradicional, os Blind Boys sempre buscaram a aproximação com a música contemporânea. Nos anos 2000, principalmente depois do disco Spirit of the Century, de 2001, o grupo entrou definitivamente para o mainstream da indústria fonográfica, gravando ao lado de grandes astros da música pop internacional.

Spirit of the Century e os dois CDs seguintes, Higher Ground (2002) e Go Tell It on the Mountain (2003), renderam aos sete senhores de Alabama o Grammy de Melhor Álbum de Soul Gospel Tradicional. Em 2004, a parceria com Ben Harper no CD There Will Be a Light rendeu-lhes mais um troféu, novamente de Melhor Álbum de Soul Gospel Tradicional; sozinho, Ben Harper levou o “Oscar da Música” por Melhor Performance Pop Instrumental, na faixa 11th Commandment. O disco – escolhido pelo UNIVERSO MUSICAL como o melhor de música internacional no ano passado – deu tão certo que gerou um DVD, Ben Harper and the Blind Boys of Alabama Live at the Apollo, lançado no último mês de março.

Além de Ben Harper, os Blind Boys já foram convidados para cantar com artistas como Tom Waits, Lou Reed e Peter Gabriel, dono do Real Word (selo da EMI Music), por onde gravam desde 2001

Os Blind Boys nunca se mostraram preconceituosos em seu repertório. Na longa discografia do grupo, músicas gospel tradicionais como Amazing Grace e o Salmo 23 convivem em harmonia com releituras para canções de Bob Dylan (I Believe in You), Tom Waits (Way Down in the Hole) e Ben Harper (I Shall Not Walk Alone). Eles também já gravaram músicas dos Rolling Stones, Prince, Jimmy Cliff, Stevie Wonder e Curtis Mayfield, entre outros. Além disso, participaram de trilhas defilmes e seriados de TV famosos nos Estados Unidos."

Obs: Este texto é de Marcos Paulo Bin escrito em 01/05/2005

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Download

Van der Graff Generator - Pawn Hearts (1971)

Gosto muito de navegar ler, ouvir e ver coisas interessantes, e isso acaba me levando a lugares distantes e diferentes na net e sempre um amigo ou amiga dá um toque sobre um som e ainda bem que tenho um acervo razoável e principalmente de coisa boa (rs!!!!) e isso me deixa feliz em poder compartilhar.
Mas tenho notado que gosto também de ler e trazer opiniões de pessoas que nem conheço sobre esse ou aquele trabalho; ao invés de fazer o que muitos safados fazem na internet, que roubam seu post na cara dura, não dão crédito e só trocam o seu arquivo pelo deles (com seu acervo é claro!!!) eu acho a opinião legal, copio e registro de onde retirei.
Bem, sobre o VdGG só tenho uma coisa a dizer e me perdoem os fãs do Crimson; Peter Hammil foi o Fripp que deu certo!!!!!!!
A opinião abaixo eu peguei do Thiago Valiati no http://themusical-box.blogspot.com/ ; aliás nem conheço, rs!!!

"Pawn Hearts é a obra prima da banda de rock progressivo inglesa, Van der Graaf Generator. Um dos melhores albúns da década, Pawn Hearts revolucionou o rock progressivo com o lirismo exarcebado de Peter Hammill, que para mim é indiscutivelmente o melhor vocalista que eu já ouvi cantar, ele é capaz de alcançar três oitavas e sua voz é, ao mesmo tempo, suave e alucinada, romântica e irônica, limpa e suja, quando lança seus excelentes poemas aos ouvidos dos que têm o gosto para o belo, o inovador... Não só se destacando como vocalista, Hammill coloca seus sentimentos e emociona qualquer um com suas músicas, seja pela voz, ou por suas letras fantásticas e lindas, sendo considerado um dos melhores letristas de sempre.
O Van der Graaf é uma banda diferente, contando com dois tecladistas, bateristas e um saxofonista, resultando num som mais diferente e progressivo. Na música Man-Erg há a participação especial de Robert Fripp, do Crimson, na guitarra. Palavras de Fripp sobre Hammill: "Peter Hammill fez para o "rock and roll" no vocal o que Jimi Hendrix fez na guitarra." Apenas isso já diz muita coisa...
Destaque para a suíte A Plague Of Lighthouse Keepers, fantasticamente bela em toda sua extensão.

Peter Hammill é o cara".


Mas que o Pete é o cara isso é e o VdGG, uma puta de uma banda de progressivo e com uma qualidade ímpar e sem as oscilações do Crimson, à quem gosto muito e tenho um vasto material também; respeito muito mas o que seria do verde se todos gostassem do ...........ah , escolha sua cor.

Pawn Hearts

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

8 de fev de 2009

Steve Hillage - "L" (1976)

Steve Hillage nasceu em Londres no dia 2 de agosto de 1951 em Epping Forest. Influenciado pelos velhos mestres do blues, comprou seu primeiro instrumento, um violão com a idade de 9 anos !
Aprendeu as técnicas básicas do violão tentando imitar o estilo de musicos como o saxofonista John Coltrane e principalmente Jimi Hendrix que em 1966 aos 15 anos viu tocar num show em Londres !
Nesta época matriculou-se na City of London School onde conheceu Dave Stewart, também um aspirante a guitarrista, Mont Campbell e graças a um anúncio na Melody Maker Clive Brooks, completando a formação daquele que viria ser Uriel, o primeiro conjunto musical do qual participaria!
O ápice da carreira do grupo foi tocar no Ryde Castle Hotel na Ilha de Wight com um repertório que consistia basicamente de versões cover de musicas de sucesso na época ! Em dúvida quanto a seguir carreira musical com num grupo com poucas perspectivas de sucesso comercial, Hillage achou mais sensato no final do verão de 1968 entrar para a universidade de Canterbury e estudar filosofia e história.
Os outros membros da banda não desistiram e continuaram sob a égide EGG; no futuro Steve Hillage participaria como convidado das gravações do disco Civil Surface !
Uma vez na universidade não abandonou a música completamente, entrou num conjunto chamado Spirogyra.
Steve Hillage de todos os músicos que começaram carreira na cena musical de Canterbury - Caravan, Soft Machine, Gong, Henry Cow - foi o que comercialmente obteve maior sucesso individualmente!
Pode parecer estranho que agora bem estabelecido como produtor e líder da banda techno/ambient Sistem 7 em parceria com Miquette Giraudy - ex Gong - ele faça parte do seleto grupo de musicos e bandas que contribuiram significativamente para o crescimento da cena progressiva, incluidos nas páginas da Progressive Egg !
Mas a época inicial de sua carreira nos grupos Uriel, Arzachel, Khan e Gong em sua melhor fase, sem duvida colocam-no como um dos expoentes máximos como compositor e guitarrista do rock progressivo


Faixas:
1-Song Title
2-Hurdy Gurdy Man
3-Hurdy Gurdy Glissando
4-Electrick Gypsies
5-Om Nama Shivaya
6-Lunar Musick Suite
7-It's All Too Much Notes

Músicos:
- Steve Hillage (Vocal, Guitarra e Sintetizador);
- Miquette Giraudy (Vocal);
- Don Cherry (trompete);
- Roger Powell (piano, Teclados);
- Kasim Sulton (baixo);
-John Wilcox (Bateria);
-Larry Karush (tabla)

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!

5 de fev de 2009

Munetaka Higuchi with Dream Castle

Gente, qdo eu falo de baterista eu lembro de Lee Kerslake, Chester Thompson, Moby Dick, Carmine Appice, e tantos outros que não cabem aqui como Neil Peart, Dennis Chambers, Ginger Baker e por aí vai.
É isso que discuto com os amigos sobre o Phil Collins e outros, não os desmereço, só que acho fraco como muitos que fazem até sucessso, por exemplo nunca gostei do baterista do Police, fazer o quê? É como diz o sábio Dio, bunda cada um tem uma........
Agora esse MH que já nos deixou eu duvido alguém achar muitos comparativos e lanço aqui um desafio,ré,ré,ré(lá vem encrenca Véia se liga) Só me deem 3 nomes do mesmo nível ok?
Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ah!!!Sei que aqui não tem bobo, mas se liguem no time que participa ok?


Free World is a project coordinated by Munetaka Higuchi, drummer from the Japanese band Loudness. The record features Steve Vai, Billy Sheehan, Terry Bozio, Stevie Salas, Don Dokken, Ronnie James Dio, Ty Tabor, Tracy G, Jeff Pilson, TM Stevens, Stanley Clarke and Michael Thompson.

The song list is as follows:
1. Nuclear Foot -- music by Munetaka Higuchi/Ty Tabor
Guitars: Ty Tabor // Bass: Billy Sheehan // Drums: Munetaka Higuchi
2. What Cost War -- words/music by Jeff Pilson
Vocals: Ronnie James Dio // Guitar: Tracy G // Bass: Jeff Pilson // Drums: Munetaka Higuchi
3. Free World -- music by Munetaka Higuchi
Guitars: Ty Tabor // Bass: Jeff Pilson // Perc: Paulinho Da Costa // Drums: Munetaka Higuchi
4. Speed -- music by Steve Vai
Guitar: Steve Vai // Bass: Steve Vai // Drums: Munetaki Higuchi
5. Macro Media -- music by munetaka Higuchi/Hiroaki Matsuzawa
Guitar: Michael Thompson // Keys: John Schreiner // Drums: Terry Bozzio + Munetaka Higuchi
6. Tell Me True -- words/music by Billy Sheehan
Vocals: Don Dokken // Guitars: Michael Thompson // Bass: Bill Sheehan // Drums: Munetaka Higuchi
7. Bell -- music by Munetaka Higuchi
Guitar: Ty Tabor // Bass: Billy Sheehan // Perc: Paulinho Da Costa // Drums: Munetaka Higuchi
8. Super Prime Mover -- words/music by Stevie Salas
Vocals: Stevie Salas // Chorus: Ritchie Kotzen // Guitar: Stevie Salas // Bass: TM Stevens // Drums: Munetaka Higuchi
9. Mars -- music by Munetaka Higuchi
Guitar: Ty Tabor // Bass: Tony Franklin // Drums: Munetaka Higuchi
10. Freeze Frame -- music by Munetaka Higuchi/Ty Tabor
Guitar: Ty Tabor // Bass: Stanley Clarke // Drums: Munetaka Higuchi


Download de um dos maiores bateras do mundo!!!!!!!!!!!!!!!!

Homenagem ao amigo e professor "Antonio Celso"



Antônio Celso (Cipolla)

Nasceu em Jaú/SP,onde começou como locutor na Rádio Jauense. Tinha 16 anos. Com 18 anos entrou na Rádio Panamericana (Jovem Pan) de SP.

Passou pela Excelsior, Tupi, voltou à Pan e retornou à Excelsior, quando criou A MÁQUINA DO SOM, aproveitando mudança na programação feita pela direção geral. Ficou de 1967 a 1980 na Excelsior.

Em 1968, Antônio Celso foi um dos narradores da A.I.C./SP, estúdio de dublagens. Alguns filmes como Jornada nas Estrelas, The Monkees, Missão Impossível, Guerra nas Estrelas e desenhos animados tiveram a narração de Antônio Celso.

A história da EXCELSIOR-A MÁQUINA DO SOM começou em 1968 e durou até junho de 1980. Hoje é a CBN em SP.

No Rio de Janeiro, a CBN tomou o lugar da co-irmã Mundial.

De 1980 a 1990, Antônio Celso foi locutor-produtor da Rádio Bandeirantes, onde criou e apresentou a Rádio Revista Bandeirantes (matinal) ,uma revista para ser ouvida.

Na TV Bandeirantes apresentou o Super Special em sua fase inicial, às 13 horas.

- Em 1990, transferiu-se para os Estados Unidos, onde foi trabalhar n’A VÓZ DA AMÉRICA em Washington-DC (1990-1994), ao lado do Capitólio.

- Retornou à Rádio Bandeirantes (1994-1998)

- Trabalhou na Rádio Capital (1998-2003)

No dia 3 de setembro de 2008, Antônio Celso lançou a EXCELSIOR-A MÁQUINA DO SOM na Internet, com as mesmas vinhetas e programas que criou na rádio: FLASH BACK,ROCK TIME,CASH BOX,BILLBOARD,SUPERSTAR,PEÇA BIS PARA O SUCESSO,FOFURA,PEDIU,TOCOU,GANHOU,DISCO BABY-O SUCESSO NASCENDO NA EXCELSIOR,DOBRADINHA EXCELSIOR, duas para você gravar,agora em DVD Antônio Celso convidou alguns dos locutores da época da Excelsior, e ainda em atividade, a dar sua colaboração neste projeto.

Estão todos no BLOG da EXCELSIOR- A MÁQUINA DO SOM. Mais uma vez saindo na frente. POLE POSITION

obs:material retirado de

Excelsior "A Máquina do Som"

Acesse e ouça o mestre:

Excelsior "Anos de Ouro do Rádio"

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

4 de fev de 2009

Arrakeen - Mosaique

Infelizmente a carreira oficial dessa banda de progressivo da França só conta com dois trabalhos oficiais, um já postado aqui "Patchwork" de 90 e agora este de 92.
Mas isso não desmerece a beleza e a qualidade da banda, que tem nos vocais de Maiko o ponto forte, mas se vc prestar atenção ao redor dela, aí sim nota que cada um sabia e muito bem o que fazer e faziam com maestria.


Trouxe dessa vez uma resenha francesa que define muito bem a curta carreira dessa banda.

"La fin des années 80 n’est pas propice au rock progressif. Il faut donc aux aixois une bonne dose de volonté et de chance pour exister. Et à force de la provoquer cette fameuse chance arrive : le producteur d’Arrakeen organise un concert de Marillion à Vitrolles en 1989 et obtient que le groupe assure la première partie. Les anglais sont impressionnés par la prestation des cinq provençaux et les invitent à poursuivre l’aventure sur l’ensemble de leur tournée hexagonale. Cette mini tournée donne naissance à « Patchwork », un album mi live mi studio où l’on retrouve notamment Steve Rothery, le guitariste de Marillion sur le titre « Folle Marie ». Mais le groupe et sa chanteuse peinent à trouver un public et une maison de disque. En 1991, Arrakeen cesse toute activité. Sylvain Gouvernaire filer à Londres et monte le projet Iris avec la section rythmique de Marillion. Quelques mois plus tard Arrakeen reprend du service avec Cyril Achard à la guitare et réussit à produire un second album. Mais l’engouement n’est toujours pas au rendez-vous".

Studio Album, released in 1992


Track Listings

1. Un nouveau Monde (6:41)
2. Le XI Commandement (4:21)
3. L'enfant des pluies (7:58)
4. Sizygie (4:26)
5. Mosaique (8:56)
6. Celebration (2:08)
7. White Moon Dreamer (6:36)
8. Rages (9:38)

Total Time: 50:44

Musicians:
- Maïko: vocals
- Cyril Archard: guitars
- Eric Bonnardel: keyboards
- Gauthier Mejanel: drums
- Yves Darteyron: bass

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

2 de fev de 2009

Arrakeen - Patchwork (1990)

Mais uma vez eu recorro ao meu amigo Nucci pra descrição de um trabalho progressivo e não faço isso por nada mais do que informação precisa e oferecer o melhor a quem quiser conhecer a banda ou saber mais dela.
Como ele convive em um centro cultural efervescente, que é a Europa, o respeito e por isso aprendo também apesar do som ser de meu acervo pessoal sempre procuro o melhor que posso em conteúdo e esse álbum é um dos meus queridinhos apesar de curtinho, rs!!

"Dopo il dovuto periodo di gavetta, arriva anche per i marsigliesi Arrakeen il momento dell'esordio ufficiale, rappresentato da questo mini CD, autoprodotto ma distribuito abbastanza bene tramite i soliti canali progressive e facilmente rintracciabile anche nei negozi specializzati italiani. Per chi non conoscesse il nome Arrakeen, dirò che in passato hanno pubblicato solo un demo-tape ("Folle Marie" 1989), ben realizzato tra l'altro, che li ha messi in luce quali maggiori seguaci della scuola new-prog in terra francese; la presenza di una cantante donna, la brava Maiko, fa sì che i toni siano alquanto ingentiliti, pur mettendo in evidenza un ottimo gioco di tastiere e chitarra.
Il CD in oggetto contiene 4 brani, di cui i primi 3 di recente fattura: si inizia con la potente "Le monde du quoi", molto veloce e di facile effetto se proposta in versione live, che mette subito in evidenza la voce della cantante che, forse, può dare fastidio al primo ascolto per il suo tono alto e squillante e necessita di un orecchio non troppo... intransigente. La successiva "Differences", molto più lunga e meditativa è, a mio giudizio, un piccolo capolavoro, sia per il testo, sia per i contenuti musicali che mettono in luce la validità dei musicisti, a partire dal chitarrista Sylvain Gouvernaire il cui modello, non lo si può negare, è Steven Rothery. Dopo l'episodio dal titolo "L'Entaluve", che sembra tratto direttamente da "Seasons end", è la volta del piatto forte del disco: la quarta traccia infatti è costituita dalla canzone "Folle Marie", versione live, con un lungo assolo finale eseguito in coppia dall'ottimo Sylvain assieme al maestro Rothery, nell'ambito di un tour francese dei Marillion organizzato dagli stessi Arrakeen e di cui essi stessi costituivano il gruppo spalla. Che dire di quest'ultimo pezzo? Ad un testo tutt'altro che banale, corrisponde una prima parte non molto convincente anche se ottima per preparare l'avvincente finale, nell'ascoltare il quale molti amanti del genere non potranno fare a meno di provare qualche brivido".

Track Listings
1. Le monde du Quoi (5:35)
2. Differences (11:25)
3. L'ent'aluve (4:30)
4. Folle Marie (Live Version) (9:15)

Total Time: 30:45

Line-up/Musicians
- Mejanel Gauthier / drums
- Yves Darteyron / bass, chorus
- Maïko / vocals
- Eric Bonnardel / keyboards
- Sylvain Gouvernaire / guitar, chorus
+ Steve Rothery / 2nd guitar solo (4)