31 de out de 2010

Stuff "Stuff it"

Considero este disco a "jóia da coroa" e consegui mais um álbum daqueles que considero, raro, impossível de achar e até pra comprar e o principal: Desconhecido de muitos.

É!

Sério, conheço bateristas e bons que nunca ouviram falar de Steve Gadd e nos blogs da vida só se ouve falar dos mesmos bateras de sempre.
Mas os bateras que a galera endeusa aprenderam e aprendem com o mestre Gadd, um dos mais talentosos bateristas que já existiram além de participar de mais de duas centenas de trabalhos, desde Chick Corea no "Leprechaun", até o Legends of Blues, show já postado aqui entre tantos outros.Mas o Stuff não foi só o Gadd claro e óbvio, mas a galera que se reúne nesse disco é algo de absurdamente profissional, como é o caso de Eric Gale na foto acima, que só tocou com Quincy Jones, Sadao Watanabe, Stanley Turrentine entre outra centenas de músicos.

Esses caras não brincam de música, e práticamente se vc seguir a carreira por nome aí na sua net, vai ver que tocaram mais dias que vivem, rs
Como pode?

Cornell Dupree é um dos guitarristas mais renomados de Rhythm & Blues e Funk, participou de mais de 2.500 gravações de vários artistas.

Não tô falando?

Me diz aí de algum artista que vc conheça que tenha participado de mais de 1000?
Não precisa se de duas mil não........o que é isso!!!!Um show do cantor Paul Simon realizado em 1980 com o título de “Live From Philadelphia" traz o registro de 11 músicas gravadas ao vivo há 28 anos no Tower Theatre, na Filadélfia.
Entre as músicas presentes no DVD estão sucessos como “The Sound of Silence”, “Julio Down by the Schoolyard” e “The Boxer”.

Na época do show a banda de Simon era composta por Eric Gale na guitarra, Tony Levin no baixo, Steve Gadd na bateria e Richard Tee no piano.
O baixinho irritante do Simon reuniu milhares de pessoas no Central Parker pra tocar com o Olodum lembram disso?

Parece que não pagou ng, rs, mas é "o cara" e é só um exemplo de nada do tudo que já fez Tee na música mundial e aqui ainda com o mago Tony Levin, ai meu saquinho,rs.Steve Gadd tocou com Chet Baker e Chick Corea antes de se tornar um dos membros fundadores do "Steps Ahead"(já postado aqui).

Especialista na fusão de jazz e rock, tocou com Paul Simon, Stevie Wonder, Aretha Franklin e Paul McCartney. Em 1988, fundou o "Gadd Gang"(já postado aqui tb,rs), com Eddie Gomez (ex-baixista de Bill Evans) e o saxofonista Ronnie Cuber.

Com o guitarrista Cornell Dupree, o Gadd Gang manteve vivo o legado do blues, e provam isso em vários registros.

Retirei estas informações do site do cara pra não ficar me repetindo.
Mas dá uma olhada só em um só parágrafo!!!

Este é Chris Parker.
"Toph, as friends know him, recorded platinum, gold and Grammy winning albums and CDs with many artists, including the original "Brecker Brothers"(já postei tb,ré,ré,ré), Bob Dylan, Cher, Donald Fagen, Ashford and Simpson, Natalie Cole, Aretha Franklin, Freddie Hubbard, James Brown, Salt n' Pepa, "Stuff", Miles Davis, Patti LaBelle, Michael Bolton, and Suzy Boggus.

He has toured with many artists; among them Boz Scaggs, Joe Cocker, Joe Cool, Bob Dylan, Bette Midler, Paul Simon,AkikoYano and Ralph MacDonald.Tá, mais um que tem o nome nas constelações dos principais sites de jazz do mundo,"Gordon Edwards" onde vc procurar vai encontrá-lo entre os melhores e isso fez do Stuff uma banda mística ou mítica, uma super banda de jazz-funk-soul music, mas não só isso, uma delicia de se ouvir.

Neste som do Stuff vc que é mais da antiga vai se lembrar um pouco sim de música "Disco", que nada mais foi do que um derivado da soul music, e vai perceber a levada de jazz, mas não se esqueça que os caras estavam nos idos de 79 e perceba nos detalhes do som a singularidade desta super banda.

Música é música e hj eu vejo muitos publicando discos que nem sabem a história e nem de onde veio, mas tem um nome diferente "deve ser bom", rs, eu me rio da imbecilidade deles e graças ao Mauri, aqui eu posto pra quem tem bom gosto aquilo que acho de melhor do Stuff; pois foi ele que me cobrou e olha que rodei pra achar dois discos dos caras, mas já consegui a discografia completa deles que tb é fantástica e qqr hora posto!The Tracks:
1. Mighty Love (4:50) [Jefferson, Hawes, Simmons]
2. Dance With Me (4:21) [J.Hall, J.Hall]
3. Since You've Been Gone (Baby, Baby, Sweet Baby) (4:54) [A.Franklin, T.White]
4. Always (5:47) [Richard Tee]
5. Stuff It (:48) [C.Dupree, G.Edwards]
6. Love Having You Around (3:57) [S.Wonder, S.Wright]
7. Rainbows (4:01) [Richard Tee]
8. Gordon's Theme (6:52) [Gordon Edwards]
9. Takin' About My Love For You (4:54) [G.Edwards, D.Smyrl]
10. Do It Again (2:24) [Stuff]

O arquivo está em 320kbp/s apesar que os originais estão em flac, mas vale cada minuto do seu download até prq é pequeno mesmo assim e se por acaso não for sua praia, ouça pelo menos o porque dos caras serem considerados os melhores do mundo e sem holofotes......só no som.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

30 de out de 2010

Peter Gabriel "Venue Coliseum, St Austell 28-Aug-1988"

Como sempre o velho lobo pensava em fazer outras coisas e tem outras à fazer,mas aí veio a inspiração de fazer uma postagem de uma banda feminina que à muito me comprometi.

Mas não é que nada funciona como quero aqui na alcatéia, ela tem vida própria?

Parece que entre o "querer" e o "fazer", algo se move com mais força e mudo completamente de direção e percurso; o raciocínio fica rápido (ou torto sei lá) e mais ainda as emoções e me aparece nítidamente o que devo fazer e o porque!

O que segue abaixo é mais uma de minhas histórias sem ordem cronológica em muitos momentos e sem a obrigação de ser uma biografia, é só a forma como enxerguei à época os fatos o que nem por isso significa que foram inventados.Em primeiro lugar porque talvez este seja pra mim e pra minha geração um dos ícones de todo um movimento do rock, o chamado por alguns de "progressive rock theater" e como bom inglês a dramaticidade de poetas e escritores fervia em seu sangue.

Sou um apaixonado por sua música, sua voz, sua vida e o ser humano que ele é, apesar que após ter formado junto com aqueles bunda moles o Genesis, qdo começou a brilhar demais e devanear tb demais devido ao consumo excessivo de drogas, foi sacado na maior com a anuência do "dono" Tony Banks.

Afinal ele não estaria correspondendo ao objetivo da banda que queria seguir outros rumos e aquele lá que se julga baterista dizia "sentir vergonha" das "fantasias e palhaçadas" que Gabriel fazia nas apresentações e que isso estaria desviando os fãs para outras vertentes!!!!!!!!!!Bem, enquanto o Genesis lança dois bons discos ainda com a assinatura do "louco Gabriel" o "Trick e o Wind", nosso anjo Gabriel ia caindo no mais profundo dos infernos envolvido em sua própria loucura e em sua baixo auto estima (este termo é esquisito não?).

Ainda assim a banda que ele havia fundado ou ajudado a fundar antes que me apedrejem
e elevado a categoria máxima da música mundial lançava mais uma coletânea de cacos da época Gabriel intitulada "Seconds Out" (muito boa por sinal), um ao vivo com um baterista de verdade o magnifico Chester Thompson e o guitarrista Daryl Struemer (um monstro que segura por anos a peteca deixada pelo Hackett sem o mesmo brilhantismo) auxiliando os três remanescentes a reinterpretarem um resumo do que foi o Genesis até ali.

Claro e me desculpem porque não estou falando de Genesis e sim de Gabriel, por isso não me interessa neste momento a sequência certa, datas de saídas e entradas de alguém e sim a história que quero dividir neste post.Dadas as explicações, Peter Gabriel vai se recuperando e se levantando e corre uma história que o Phill Collins ajudou e muito nisso, montando um estúdio, financiando suas produções (que até teatro fez)e teria sido um dos maiores auxiliadores à sua saída do mundo das drogas (o que não se confirma e duvido muito).

Só que os defensores do anãozinho infernal esquecem que Peter Gabriel tinha e tem direito à sua parte da grana da "Genesis Foundation" que não era e não é pouco, me pareceu mais uma jogada de marketing do chamado "tio patinhas" da música título dado à ele prq era esbanjador compulsivo será,rs?

Bem, e o Peter se reencontrando e o Genesis desmoronando apesar que tenho amigos e amigas que adoram a fase do Phil e juro que respeito as opiniões por isso aqui são só minhas opiniões e minha visão da história e como gosto cada um tem o seu.....!!!

Ele vai do teatro até como terapia para discos "solo" sempre muito bem acompanhado e começa novamente a mostrar quem era a cabeça e o coração do Genesis, enquanto o Phil ganhava grana a rôdo, lançando musiquinhas babas pra tocar em fms, o Mike lança sua super hiper banda "Mike and the Mechanics" de um super hiper sucesso, que nem lembro o nome e o genial Tony Banks, grava jingles e toca clássicos como convidado de algumas orquestras e faz pontas em alguns discos de amigos........Bom, resumindo bem por alto, Peter Gabriel se refez totalmente, ao ponto de fazer shows de duas horas sem tocar uma só música do Genesis, e quem viu o show que já citei aqui, o "Live in Milano 2003" sabe bem ao que me refiro.

Ele arma uma teatro fantástico, com um palco onde tudo fica embaixo e enquanto toca com seus músicos (e não sua banda como muitos citam por aí) a produção sobe bateria, desce uma engrenagem onde ele e sua filha são suspensos e cantam caminhando de ponta cabeça presos por cabos!!!

Ele anda de bike no palco ao contrário do giro que o palco dá; os "Blind Boys of Alabama" sobem solfejando sentados em cadeiras pelo meio do palco e etc e etc, enfim, uma obra prima digna da loucura de um gênio que perguntou ao seu produtor com toda simplicidade do mundo: - Estou a tanto tempo sem fazer estas super produções, será que ainda conseguiremos público pra um estádio tão grande?

E vc assistindo o show percebe a alegria até infantil dele quando sobe ao palco sendo ovacionado e o público gritando seu nome, enquanto ele fica saltitando na mesma batida e sorrindo antes de começar a abertura solo.

Lotação esgotada todos os dias com quase o mesmo número do lado de fora; aquilo que podemos chamar de consagração por quem sabe: "o público dele".

E daí pra frente só subindo, ainda lançando movimentos sociais de sucesso com outras feras, e mesmo qdo já no ápice da volta, não abandonou seus ideais de um mundo melhor.Sempre dou crédito quando trago de outro lugar o material, mas como alguns fãs clubes se acham donos do artista, eu bem que tentei me comunicar, explicar, e fazer contato, mas eles se preocupam só com as fotos deles com o Gabriel e mostrar pra todos que são amigos do cara e etc.

Isso me torrou o saquinho e como é uma gravação anônima é de domínio público e por isso não creditei de onde veio, mas garanto que é raríssima, razoávelmente bem gravada, e de um momento ímpar na vida e na carreira desse ser humano fantástico e dessa fênix que muito me orgulha ter aprendido a amar e seguir.

Qto ao fato que citei sobre bandas, é que alguns desavisados costumam levar os posts pra outros blogs e desconhecendo totalmente a história tentam criar outra; por isso é que explico porque um disco do Levin que postei foi colocado em outro lugar e ainda disseram que o álbum era bom prq a banda do Gabriel estaria tocando com ele!!!!!

Bem, mais uma vez recorro ao making of do show de Milão onde o Gabriel diz textualmente: "- ...graças ao espírito de amizade e profissionalismo de Tony Levin, conseguimos os melhores músicos do momento e se não fosse por ele, quem sabe como seria?".Aí está documentado, o depoimento do "cara", sobre tocar com amigos e a imagem acima tb demonstra isso e nesse bootleg, a formação da banda caracteriza mais ainda a incoerência de alguns que querem ser espertos e se fazer as custas do trabalho dos outros.

Qualquer um tem prazer em tocar com o Peter, e ele sempre chama pessoas diferentes pra agradá-los e agradecê-los pela fidelidade e amizade que não teve da banda que ajudou a fundar e o Tony Levin estava gravando um disco e iria iniciar uma mini tourné qdo o Gabriel o chama e ele simplesmente para tudo e diz: "Qdo voltar continuamos de onde paramos".

E pra fechar com chave de ouro em 2008 Gabriel é convidado pra uma tourné com o Genesis, ele aceita mas eles saem sós, num show que tenho e assisti; muito triste aliás, onde Phil está com menos voz ainda, Chester envelhecido na batera com uma cara triste não lembrando em nada momentos vividos e só Daryl na guitarra segurando a onda com uma alegria e técnicas contagiantes para todos, menos pra Mike e Tony que aparentam enfado de ali estarem, sabe?

Sem alma!!!!!!

Que bom que o Gabriel não foi!!!!!

Disseram que por diferenças de datas não haveria compatibilidade, mas ele mesmo disse que seria um prazer reunirem-se de novo, e eles tb disseram que estava tudo certo mas nosso invejoso personagem adiantou a tourné por alguns motivos e .....?
Date 28-Aug-1988
Venue Coliseum, St Austell
Country England

David Rhodes on guitar
Darryl Jones on bass
Manu Katche on drums (um dos maiores bateristas que já vi e ouvi)
David Sanscious on keyboards
Youssou n'Dour on vocals
Shankar on double violin and vocals
And the legendary Nusrat Fateh Ali Khan on vocals

1 Intro / Across The River 11:17
2 African Shuffle (A different drum) 06:06
3 Red Rain 05:50
4 Don't Give Up 07:53
5 No Self Control / Band Introductions 09:28
6 Islamic Offbeat (Of these hope) 10:32
7 Sledgehammer 06:20
8 In Your Eyes 11:51
9 Biko 09:57
Total Running Time : 1:19:14

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

28 de out de 2010

J J Cale "Roll On"

Olha eu nem imagino qto tempo para nas prateleiras um som como este e últimamente alguns muíto recentes foram "sacados", mas se um só conseguir baixar e ouvir este som terá ouvido talvez um dos melhores álbuns de toda a história da música.

Quem é fã de Clapton e fechar os olhos vai ouvi-lo cantando ao invés de Cale, mas claro que isso se deve a ele ter bebido mesmo na fonte que é o mestre aí da foto e aquilo que pensam ter sido inventado por ele havia sido criado por Cale para ele, prq era um dos seus preferidos. Isso mesmo Clapton é um discípulo querido e obediente respeitando muito ao mestre o que trouxe o respeito que ele adquiriu mundo afora; o respeito por aqueles que vieram antes.

Sério, seríssimo , muito sério, à muito não ouvia e ouvia de novo e deixava rolando um som que não cansa de tão bom, não é bom, é magnífico, explêndido e todos os adjetivos que quiser usar serão poucos pra explicar o que o "cara" conseguiu fazer aqui e olha que a carreira dele é marcada de sucessos e mais sucessos e parecia que não teria o que acrescentar à sua bem sucedida carreira.

PQP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Simplesmente simples e maravilhoso."J. J. Cale, cujo verdadeiro nome é John W. Cale nasceu em 5 de Dezembro de 1938 em Tulsa, Oklahoma (Estados Unidos).
Criança, ele aprendeu a guitarra como um adolescente e tocou em bares e clubes e formou seu primeiro grupo "Johnny e Cale a Valentines".

Leon Russell o levou para Los Angeles e JJ Cale-se rapidamente foi notado pela forma de tocar seu violão e se tornou um músico de estúdio.
Esta posição permitiu-lhe gravar algumas faixas, incluindo o famoso "After Midnight" em 1965 e que se tornou um sucesso alguns anos mais tarde, quando interpretada por Eric Clapton ( aliás até hj tem quem pense que essa e Cocaine são de Clapton).

Finalmente reconhecido como um compositor, JJ Cale pôde gravar seu primeiro disco solo em 1972 "Naturally" e vai se tornando rapidamente um dos compositores inconfundíveis do chamado blues-rock (arghhhhhhhhhhhhhhh) e muitos artistas ou grupos conseguiram nome e renome em cima de seu repertório incluindo Lynyrd Skynyrd, Santana, Bryan Ferry, Kansas, Johnny Cash, Francis Cabrel, etc.

Este reconhecimento dos outros músicos não desagradou a Cale, que pode dedicar muito mais do seu tempo escrevendo e não precisando estar a frente de câmeras para garantir a sua carreira; o que não é seu forte por seu temperamento tìmido. Em 2009, JJ Cale lança seu décimo sexto estúdio "Roll On"; e mais uma vez ele junta os ingredientes que fizeram o seu sucesso, uma música "minimalista" e uma voz doce e forte."
Obs: esta imagem é só pra ilustrar a relação "mestre e discipúlos" aqui com Derek Trucks e Clapton)

Musicians:(por favor atente para o simples detalhe do pessoal que participa com Cale)

David Teegarden - Drums: 1
Christine Lakeland - Acoustic Guitar: 1, 9, 10, 11
David Chapman - Bass: 1
Jim Karstein - Drums: 9, 10
Walt Richmond - Piano: 9, 10
Bill Raffensperger - Bass: 9, 10
Rocky Frisco - Keyboard: 10
Shelby Eicher - Mandolin: 10
Jim Markham - Harmonica : 10
Don White - Guitar: 10
Jim Keltner - Drums: 11
Mark Leonard - Bass: 11
Glen Dee - Piano: 11
Eric Clapton - Guitar: 11
Steve Ripley - Acoustic Guitar: 11
John "Juke" Logan - Harmonica: 11
JJ Cale - vocals and all other instrumentsTracklist:

01. Who Knew 3:30
02. Former Me 2:48
03. Where the Sun Don't Shine 3:07
04. Down to Memphis 3:05
05. Strange Days 3:10
06. Cherry Street 3:43
07. Fonda-Lina 3:20
08. Leaving in the Morning 2:37
09. Oh Mary 3:34
10. Old Friend 3:55
11. Roll On 4:43
12. Bring Down the Curtain 2:51

Obs: Vamos lá pra mais uma tentativa, prq este foram 04 detonadas, postei qdo lançou, depois começou a rodar, mas mesmo assim nada de permanecer mais que 10 dias e olhe lá, bem eu havia ganho da Milu que sumiu, acho que se mudou pra russia, mas como o Morcegão o postou por lá no Seres da Noite, eu trouxe seu link, quem sabe assim dure mais um pouco, só sei que é muito bom e vale a pena esse lobo pagar mais um mico,rs

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

27 de out de 2010

P.F.M " Dracula Opera Rock"

Obs: Como o blog Voo 7177 do Mactatus continua com seus links ativos e ele mesmo já havia oferecido eu trouxe este post de volta com o link dele pra aproveitar e fazer (+) uma crítica.

Qdo postei este disco houve uma avalanche de "malhos" e uma discussão em torno dele que até minha saída de um blog foi pedida devido à não entender nada do que fosse prog e não estar a altura de conviver no meio que nem acreditei (este é um dos motivos que chamo a atenção pros especialistas em progressivo que circulam por aí cheios de serem donos da verdade).

O ZM, hj um grande amigo e irmão à quem respeito e muito, conheci numa discussão sobre este trabalho (ré,ré, quem diria eu discutindo com alguém.....) e devido á tantas críticas o repostei na época já com opiniões de profissionais e não mais com as minhas devido à rejeição e com o fim de mostrar que entre gostar e ser ruim tem uma eternidade de distãncia.

Este trabalho do PFM pra mim é um dos mais intensos e mais profundos na relação com o progressivo; como o Roger Dean fazia nas capas do Yes com seus mundos mágicos e fantásticos, neste a relação com o personagem "vampiro" a música e o clássico se completam num todo; que ao meu simples ver só disse que era "O" verdadeiro progressivo.

Mas postar e opinar dá nisso, prq vc se expõe aos prós e contras ou nenhuma também, rs; e talvez este seja o motivo que muitos simplesmente postam e não perdem tempo em dar suas opiniões e talvez também seja o motivo de existirem poucos links deste trabalho por aí e uma infinidade de links dos trabalhos de sempre (os manjados mesmo, os de fácil assimilação) apesar de ter sido produzido junto a outros como o Ulisse que muitos pensam ser mais importante ou famoso para a banda.

O que não dá a oportunidade de se conhecer a capacidade de um grupo como esse incursionar em áreas que seus próprios fãs não aceitam como tal; mesmo sendo considerado na Itália e na europa como tal, como um clássico e tão respeitado que é usado em aberturas de atos oficiais e peças famosas; alem de chamadas de tv e propaganda.

Mas quem sabe disso?

Qdo repostei preferi trazer dois registros de profissionais conceituados e por acaso conhecidos no meio musical, e mantê-los no original pra não perder a qualidade das observações; além de um crítico teatral e o teatro onde estava a peça então."When I first listened to the new PFM's Dracula Opera Rock I was really amazed by Franz Di Cioccio, the drummer's superb voice and thought that the whole album could be ideal for a massive super musical production, even ,[Andrew] Lloyd Webber would be amazed!!!

Then browsing in the web I realized that on March, 2006 this opera will be performed in Rome!!! So, the first Italian rock opera sung in Italian by this talented singer!!! For those lucky enough to live in Europe, the opera is presented at La prima dell'opera si terrà on March 2nd, 2006 at El Gran Teatro di Roma under the direction of Alfredo Arias.

Just as a little bit of history; Franz was not the main singer when PFM started, it was until the 80's when he became the lead singer. After all these years PFM keeps the energy the band had from the 70's. The orchestration is magnificent and the vocals on the last track are monumental.

The Bulgarian Symphony Orchestra does a pretty good job.
What makes this record unique is the majesty of the music, arrangements and the continuity through all the tracks. PFM's line up for this recording is the same as the 70's. - Franz Di Cioccio / vocals, percussion and vocals, Franco Mussida / guitars and vocals, Patrick Djivas / bass and programming, Flavio Premoli / piano, organ, synthesizers and vocals.

As a final comment I might add that this record is an excellent addition to any prog collectionist, but not just prog rock collectionist, symphonic rock, or heavy metal". -- Ana Revuelta
"The music of the 2005 rock opera by David Zade of Dracula was composed by the Italian progressive rock band PFM, who did the same in 1997 for a production of Ulysses.

The four members of the band Franc Mussida, Franz Di Cioccio, Flavio Prewharves and Patrick Djivas worked diligently with lyricist Vincenzo Incenzo to produce what has been hailed as one of the best albums in their catalog of recorded works.

One of the highlights of the selections is the song Un Destino di Rondine, which is sung by Italian singer Dolcenera."
Track Listing
1. Ouverture
2. Il Confine Dell Amore
3. Non E Un Incubo E Realta
4. Il Mio Nome E Dracula
5. Il Castello Dei Perche
6. Non Guardarmi
7. Ho Mangiato Gli Uccelli
8. Terra Madre
9. Male Damore
10. Morte Non Muore
11. Un Destino Di Rondine (vocals: Dolcenera)

Membros atuais
Flavio Premoli - piano, teclado, mellotron, sintetizador Moog e vocal (esteve fora da banda entre 1980 e 1995)
Franco Mussida - violão, guitarra, bandolim e vocal
Franz Di Cioccio - bateria, percussão e vocal
Patrick Djivas - baixo

Membros Anteriores
Giorgio Piazza - baixo (1970-1973)
Mauro Pagani - flauta, flautim, violino e vocal (1970-1975)
Bernardo Lanzetti - vocal e guitarra (1975-1977)
Grigory Bloch - violino (1977, tocou somente em Jet Lag mas foi creditado como membro da banda)
Lucio Fabbri - violino e teclado (1979-1987)
Walter Calloni - bateria adicional (1982-1987)"It has been almost a week since Dracula, A Rock Opera opened to the public and the response has been wonderful. Many people have expressed their thoughts and opinions about this production and I thought I would share some quotes from our patrons…

“Dracula is the best musical, and possibly the best show I have seen at Meadow Brook, and I have attended performances since 1966. I felt that I was in one of our renouned local theaters viewing a polished national touring company. I have never seen a stronger cast; there was not a weak voice in the house.”

“This is the best performance yet! I’ve seen many plays at Meadow Brook but this one really proves the talent of all the actors of the Meadow Brook theatre. This is a MUST to see and hear!”

“The singing is outstanding, especially Paul Hopper and Katie Hardy, who literally become their characters. The scene with Lucy, in the cemetery singing the seductive love song to the little girl, is so eerie, but absolutely a show stopper!!”

“Fantastic show, just the right mix of camp and drama, great acting.”

“I have never seen anything like it on the Meadow Brook stage. What an excellent cast! The singing, scenery, props, lighting, direction, special effects and costumes were superb. What an ambitious undertaking! Congratulations, everyone!”

“This will be the best musical to hit this area this season, not to be missed.”

“Great show! A wonderful cast with surprising effects make this new musical version of an old story a delight to see!!”

“Never had so much fun at a play!”

If you’d like to share your thoughts on the show there is a link on our website at www.mbtheatre.com.

There are only three weeks left of the show… come see it before it’s too late! Tickets can be purchased at www.ticketmaster.com or by calling the box office at 248-377-3300. Come join us on this energetic thrill ride!

See you at the theatre!

~Travis W. Walter, Artistic Director

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!

26 de out de 2010

Genesis "To be or not to be..."

Estou me especializando em quase álbuns, de quase bandas e quase formações de sucesso.... e explico pra quem não entendeu nada do que escrevi ou não tá nem aí pro papo. Como já disse , é muito difícil achar algo que ainda não foi postado ou postar algo que já não tenha sido muito bem feito por uma galera que entende e muito do riscado.

São milhões de postagens e uma mais bonita e bem detalhada do que a outra, o que torna a missão de quem se mete a besta de querer entrar na roda ter de dar a mão; pois já dizem os mais velhos: "Se não quer brincar de roda, porque deu a mão?".

Aí eu vou nos meus guardados e vou procurando uma coisinha aqui e outra ali até encontrar algo que eu mesmo não vejo ou não ouço à muito tempo, e por isso vou ressuscitando algumas raridades como Ray Gillen; Tommy Bolin e agora Genesis com Ray Wilson nos vocais.

Mais uma das mudanças de uma de minhas bandas mais amadas; afinal ao som do álbum "Trespass" comecei a viajar no som fantástico e de uma qualidade impecável do mundo progressivo e o que sempre me chamou a atenção no Genesis foi a capacidade de Peter Gabriel se transformar em cada música e tornar sua voz outro instrumento da banda, chamando pra si a responsabilidade de amarrar as histórias do seu mundo de fantasias em épicos musicais.

Músicos virtuoses foram muitos, mas a base todos sabem que sempre ficou à cargo de Tony Banks nos teclados e Mike Rutheford nas cordas; podem me perguntar e Steve Hackett? e Chester Thompson? e ....Phil Collins?.

Ok, mas tudo só existiu por todo este tempo por causa destes dois que sempre se mantiveram "ingleses" na acepção completa da palavra, e assim continuam nesses mais de 40 anos de estrada; continuamente dando sequência e mantendo viva a chama de um sonho de várias gerações (pra bem ou pra mal, prq depois dessa formação, caíram demais ao meu ver, ao ponto de quase chorar ao ver o mal estar do Chester no último ao vivo deles, e só o Stuermer parecer estar se divertindo, ah que saudades do Genesis...).Nesta versão de 97 participaram:

Ray Wilson - vocais
Tony Banks - Teclados
Mike Rutheford - Guitarras
Nir Zidkyahu - Bateria nas faixas 1,2,3,5,7,10 e 11
Nick D'Virgilio - Bateria nas faixas 4,6,8 e 9

O Escocês Ray Wilson ficou pouco tempo com o Genesis gravando este trabalho e fazendo algumas apresentações muito boas ao vivo, pois tinha uma ótima presença de palco e nos clássicos mandava muito bem...mas depois voltou as suas origens de guitarrista e participou de Greatest Hits variados; não figurando mais desde então no chamado jet-set dos famosos.Obs: Venho repostando na medida do possível e como amigos estão tendo seus blogs deletados do nada, as vz penso o qto vale a pena, então como já foi feito mesmo e é uma lembrança só pra muitos, apesar de novidade pra poucos, tenho buscado links desses reposts que tenham conseguido se manter vivos e isso tem um motivo que explico melhor mais pra frente.

Este vem do "History of the 80 revisited e tem senha ok?
Agradeço ao postador e qqr coisa eu até retiro, mas acho desnecessário subir só pra dizer que fiz ou contar qtos downs foram.
Qdo for raridade mesmo, ou só meu aí sim ok?

pass: historyofthe80s

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!

24 de out de 2010

Chemical Elements "Best of RX" - Instrumental Selection

Como todo lobo que se preza ando o mundo afora em busca do novo ou do desconhecido; do simples e do belo e isso fez com que este Viejo Lobo desse incansáveis voltas porque sempre há o que se achar, o que se encontrar, o que descobrir e o que ouvir, principalmente "ouvir".

Em posts anteriores do "RX" aqui na alcatéia contei que os conheci quando de um show que fizeram junto ao John Wetton (este quando saía de uma de suas reabilitações etílicas e pra mim sem história a música não tem graça), ele tentando voltar mais uma vez encontra uma banda de jovens talentosos e se unem lançando um dvd que só saiu no Japão "RX with John Wetton Live in London".
Exatamente o que se vê, o show é do "RX" e o Wetton um co-participante apesar de ter escrito 3 das músicas e participado na produção.

Mas caraca, quem eram esses caras?
De onde saíram e o que faziam da vida antes de serem descobertos pelo mestre Wetton?
Aqui vem uma parte interessante que consegui ao juntar fatos, um pouco dificeis pra mim que não domino nem o japonês e nem o russo,lugares de onde consegui informações.Como todos sabem, animes e mangás são especialidades japonesas hoje espalhados pelo mundo, além é claro dos filmes classe "b" de monstros e heróis destruindo o Japão (mas isso não vem ao caso), bem sempre que eu procurava uma informação o "Seikyma II" era agregado mas eu não conseguia notar a particularidade que unia o RX á eles e quem eram eles? também era um pouco dificil descobrir quando comecei minhas buscas mas aí, eis o que encontro já traduzido pra facilitar:

"Perfil
O Seikima II era uma banda visual de heavy metal cujo estilo era similar ao dos americanos do KISS. Ainda que a banda fosse bastante popular no Japão, fora do país eles não eram tão conhecidos. O vocalista, Demon Kogure, foi citado por muitos como uma das melhores vozes da cena musical japonesa. Os outros membros participavam dos refrãos de quase todas as suas músicas, aumentando a força vocal da banda. Com sua música, eles contribuíram muito para a evolução do heavy metal japonês.

Visualmente, eles abandonaram seu estilo KISS logo após a formação da banda ter sido estabelecida. Parecia que eles tiraram sua inspiração do teatro Kabuki a partir de então, e isso se encaixou muito bem com sua imagem demoníaca. Sua maquiagem, no entanto, que era sua marca, continuou a mesma."
"Seikima II" ou "Seikimatsu" era a banda onde esses rapazes faziam parte como personagens e se tornou como viram uma das maiores bandas do Japão, e nessa resenha tem uma falha de análise porque a inspiração deles vem do Kabuki sim, mas dos gênios e demônios que povoam as histórias japonesas e cada um deles incorporava um personagem (que em outra oportunidade posso até descrever), mas daí eles seguem suas vidas paralelas e montam uma banda que vai fazer a cozinha do Wetton?

Que puta loucura!!!!!!

Mas como já ouvi quase tudo deles, postei alguns aqui, conheço o som e gosto muito ao invés de não crer, eu achei o máximo e fui inclusive no "youtube da vida" ver a versão do Seikima II pra "Arcadia"; aliás o unico vídeo do show "Live in London" que consegui achar e de onde os conheci com o Wetton é justamente dessa música e não é que Demon Kogure segura a onda nos vocais e eles arrebentam nos instrumentos?

Pra evitar vai e volta se quiser conheça o "Seikima II aqui e analíse.


E aqui a versão do "Live in London" já com o Wetton é óbvio,rs.



Bem, acho que consegui esclarecer um pouco mais pra quem gosta de som oriental (e histórias) como eu e que já postei "Trix Force", "Casiopeia" entre outros, mostrar de onde essa garotada saiu e onde chegaram, porque pra mim o som deles está muito maduro e coeso, são auto suficientes e nesse disco "The Best of" eles provam isso em cada música, partem de uma Soul Music pra um prog/jazz, enveredam pelo Jazz tradicional e fecham com um Modern Jazz.(não faltando uma versão pra "Tangerine" de Page e Plant).
Tenho nesse mais um dos meus preferidos, apesar que se falando de "RX" o Lobo doido prefere todos.

Como disse, o blog que achei informações fundamentais não está hospedado na russia e sim é russo, então deixei na forma que encontrei, mas nada que qqr tradutor não resolva e foi o único lugar em que inclusive as musicas eram descritas.
Espero tenha valido a pena pra vc, prq pra mim foi uma puta viagem à luz da lua cheia!!!!!!!!!!!!!!

В продолжение "оффтопов"... =)

RX — Raiden & Xenon (a.k.a Seikima-II monster rhythm section) + Matsuzaki Yuuichi

Их финальный сборник-бест CHEMICAL ELEMENTS был выпущен как два отдельных диска: instrumental selection и vocal selection.

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Зенон Ишикава — единственный из четверых экс-демонов Seikima-II — после конца века стал пользоваться своим "реальным" именем, 石川俊介 (Ishikawa Shunsuke).

Райден Юзава сменил только написание своего имени: ライデン湯沢 => 雷電湯澤

tracklist

01. !HEヨY
music: Ishikawa Shunsuke
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Miyakoshi Yuki (宮腰雄基)
sax: Katsuta Kazuki (勝田一樹)

02. S.T.F
music: Ishikawa Shunsuke
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Miyakoshi Yuki (宮腰雄基), Watanabe Kazumi (渡辺香津美)

03. CORAL
music & arrangement: Matsuzaki Yuuichi
vocal: Brenda Vaughn
guitar: Fukuhara Masanobu (福原将宜)
s.sax & flu: Iwasa Mahoro (岩佐真帆呂)

04. get it! get it!
music & arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Miyakoshi Yuki (宮腰雄基)
sax: Katsuta Kazuki (勝田一樹)

05. Tangerine
music: Jimmy Page, Robert Plant
arrangement: Matsuzaki Yuuichi

06. WAR CLOUD
music: Raiden Yuzawa
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Miyakoshi Yuki (宮腰雄基), Wada Akira (和田アキラ)

07. Show of courage
music: Ishikawa Shunsuke
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Fukuhara Masanobu (福原将宜)
a.sax: Katsuta Kazuki (勝田一樹)

08. Ordinary Days
music & arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Fukuhara Masanobu (福原将宜)
a.sax: Katsuta Kazuki (勝田一樹)

09. Tempest
music: Raiden Yuzawa
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Wada Akira (和田アキラ)
s.sax & flu: Iwasa Mahoro (岩佐真帆呂)

10. Film noir
music: Ishikawa Shunsuke
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Iwami Kazuhiko (岩見和彦)

11. ALBATROSS
music: Raiden Yuzawa
arrangement: Matsuzaki Yuuichi
guitar: Miyakoshi Yuki (宮腰雄基), Sgt. Luke Takamura III (SGT.ルーク篁III世)

RX are
— Raiden Yuzawa (drums)
— Ishikawa Shunsuke (bass)
— Matsuzaki Yuuichi (keyboards & article sampling)

and
-guitar:
-Miyakoshi Yuki(01,02,04,06,11)
-Watanabe Kazumi(02)
-Fukuhara Masanobu(03,07,08)
-Wada Akira(06,09)
-Iwami Kazuhiko(10)
-Sgt. Luke Takamura III(11)
-sax: Katsuta Kazuki
-vocal: Brenda Vaughn
-s.sax & flu: Iwasa Mahoro
Obs: A segunda parte deste trabalho chama-se "The Best of", só que "vocal selection", e vou me esforçar para completar a obra deles por aqui.

Outra obs: Esta é mais uma repostagem daqueles da série "deletados e delatados" e trouxe os links de um dos melhores blogs do pessoal oriental da atualidade, além de ser uma pessoa muito gentil, inclusive tendo até citado esse lobo doido, numa postagem que achou por aqui; fato hj muito raro entre quem não é muito ligado, por isso recomendo uma visita ao JJ's Jazz & Such, que o ZM já é sócio há tempos,rs.

楽しむ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! part 01 part 02

23 de out de 2010

Led Zeppelin - Strange Tales from the Road

Nosso Juca Pirama em seu blog postou algo sobre os caras e até que enfim foi feito um post que diz o que se acha sobre, prq onde vou só vejo os caras serem endeusados.

Acho na minha simples mentalidade de um lobo vagabundo, que Jack Bruce não pode ser desconsiderado qdo diz que Eric Clapton é muito melhor que Jimmi Page e que o Cream é mais banda que o Zep, entre tantos outros comentários contrários; mas só vejo elogios como se criticar fosse errado e qdo digo que o Cream "é", digo prq ainda estão na estrada apesar de tudo que passaram.

Cresci ao som de Black Dog e quem não se encantou com Houses of the Holy que me desminta; odiei Phisical Graffiti e Coda, mas tenho uma cópia original da época do Songs Remains the Same que já assistia ainda em vhs e continuo a assistir hj remasterizado mas do original mesmo; só que eles se tornaram mitos de si mesmos e desde a morte de Bonham, ficam dizendo que irão ressuscitar e cada vez mais caindo de qualidade e usando de desculpas mil pra tal.

O Juca Pirama implicou tanto com o último do Santana (que trouxe do Seres da Noite onde ele posta tb) que fui lá no Brogui do Juca e procurei algo pra implicar com ele também rs; e aí que notei que minha implicância com o Led é tanta que ainda não havia postado nada deles por aqui e isto tb é injusto e anti profissional.Os caras foram bons sim, fizeram parte do panteão da história e serão eternamente lembrados pra bem ou pra mal, só que ao meu ver não são como os Stones que não pararam com tudo que enfrentaram; nem aos pés do Cream eles chegam (é só assistir o show duplo no Albert Hall quem quiser me desmentir gravado em 2005) e ver um Jack Bruce se esforçando pra ficar em pé por causa de um transplante mal sucedido e ainda assim cantando e tocando pra caraco junto ao menino do Ginger que bate como poucos Mobys da vida e ao Clapton que simplesmente dispensa comentários, afinal foi o único guitarrista convidado pra o aniversário de 70 anos de Johnn Mayall (porque será?) deve ter um motivo específico não?

O que quero dizer é que eles fugiram da raia, ficaram com medo e acabaram caindo na armadilha que temiam, e ao meu ver se tornaram mitos de si mesmos, mas como aqueles cowboys de filmes que perderam a mão devido a bebida e só viviam da fama adquirida.

Fizeram sim muitos trabalhos depois, bons e ruins, mas ao desmentirem toda hora que não dava pra voltar prq ng se equiparava ao Moby testando Phil Collins entre alguns demonstraram total falta de vontade em dar certo, prq ele nem cantor e nem baterista; qto mais substituir um ícone como "o cara" (no Live Aid de 85 está escrito por aí que o Phil usou seu concorde pra chegar lá, mas o batera mesmo foi o negrão Tony Thompson músico super respeitado e nem sequer citado, isso é que é falta de profissionalismo)

Mas, aqui está um trabalho que creio eu vale a pena sim tê-lo pra quem ainda não os possui e até do Japão trouxe uma pequena dica sobre ele, e tem postado sim em alguns blogs; não sendo uma grande novidade, mas trouxe com os comentários do Juca e algumas modificações de imagens e comentários que costumo fazer qdo "passo a mão" em posts alheios, mas deixando a parte dele no original (ré,ré,ré, assim não vai brigar muito comigo) em respeito ao trabalho que teve.As gravações são as seguintes:

Royal Albert em 09 de janeiro de 1970,
em Chicago Stadium em 09 de abril de 1977,
Tampa, 03 de junho de 1977 14 de junho,
77 MSG, o ensaio final em 1980,
1971 o desempenho em Osaka,
1984 Tributo a gravação da melhor qualidade,
e 05 de junho, Alexis Corner.

E o post do Juca segue abaixoBox da mais que conhecida, endeusada e fresca banda inglesa que encerrou as atividades com a morte do Bonham. Esse box é no estilo do Cabala, só que apenas com material ao vivo, sem sobras de estúdio. Os discos 5 e 6 estranhamente não são com o Led Zeppelin, mas com uma banda formada para um tributo a Alexis Korner, e que contou com Jack Bruce, Charlie Watts, Jimmy Page, Paul Jones, Ian Stewart e Ruby Turner (essa muié canta bagarai e nunca tinha ouvido falar da distinta) nos vocais. Como no caso do Beatles no Choro, não colocarei os nomes das músicas aqui por pura preguiça, mas vale o download, sobretudo pelo tributo a Alexis Korner. Os links estão todos em um arquivo de texto.

Juca Pirama

アナログ時代バイブル的存在だった名盤「STRANGE TALES FROM THE ROAD」が完全復活!1970年1月9日ロイヤル・アルバート、、77年4月9日シカゴ・スタジアム、77年6月3日タンパ、77年6月14日MSG、80年ファイナル・リハーサル、71年大阪公演、84年6月5日アレクシス・コーナー・トリビュートなどを最良の音質で収録°Tracks:
Disc 1
01 - C'mon Everybody
02 - Whole Lotta Love
03 - Communication Breakdown
04 - Something Else
05 - Bring It On Home
06 - How Many More Times Medley
07 - The Song Remains The Same
08 - Sick Again
09 - Nobody's Fault But Mine

Disc 2
01 - Since I've Been Loving You
02 - No Quarter
03 - Ten Years Gone
04 - Who's To Blame (removed offical release)
05 - Carole's Theme (removed offical release)
06 - Merry Hopkins Never Had Days Like These
07 - The Song Remains The Same
08 - Sick Again
09 - Nobody's Fault But Mine

Disc 3
01 - The Song Remains The Same
02 - Sick Again
03 - Nobody's Fault But Mine
04 - Over The Hills And Far Aawy
05 - Since I've Been Loving You
06 - No Quarter

Disc 4
01 - Ten Years Gone
02 - The Battle Of Evermore
03 - Going To California
04 - Black Country Woman/Bron-Yr-Aur Stomp
05 - White Summer/Black Montain Side/Kashmir

Disc 5
01 - Bring It On Home
02 - How Long
03 - Got My Money
04 - Band Introduction
05 - Stormy Monday
06 - Splanky
07 - Big boss Man
08 - Whole Lotta Energy
09 - Love & Money
10 - Invitation
11 - Jimmy Jam
12 - King Of All I Survey

Disc 6
01 - Got My Mojo Working
02 - Every Day I Got The Blues
03 - Hoochie Koochie Man

Disc 7
01 - White Summer/Black Mountain Side
02 - Kashmir
03 - Achilles Last Stand
04 - Stairway To Heaven

Disc 8
01 - Santa Claus Is Back In Town
02 - Spaghetti Junction
03 - Black Dog
04 - That's The Way
05 - Dazed And Confused

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!

21 de out de 2010

Hamadryad - Intrusion

Simplesmente a "melhor banda de rock progressivo da atualidade" não circula pelos principais blogs de prog que vejo, prq será?

Pronto, lá vou eu arrumar encrenca, mas com amigos e amigas eu duvido, prq eles me conhecem e sabem como sou e com quem falo.
Me dirijo sim aos experts e cia que se acham diferentes de nós pobres "lobos" que não entendemos e não conseguimos alcançar a "luz" que eles emitem e os ensinamentos que nos passam.

Nossa, conheci uma turminha andando por esses blogs a fora que se acham!!!!!
Só eles conhecem, só o que postam é bom, e só eles podem conhecer e comentar e ái de vc se quiser opinar ou discordar do que disserem; vai direto pro inferno dos lobos, ré,ré,ré.Bem vamos ao que interessa já que comprei minha encrenca de hj e graças ao Claudio recebi na porta da toca dessa alcatéia o lançamento dos caras, e só não postei antes prq tô tentando assoviar e chupar cana como se diz no interior (mas lobo chupa cana?).

Tento respostar o que deletaram, postar coisas que gosto, que tenho, mas aí passo aqui e acolá e acho discos fantásticos e aí trago pra cá e lá vai minha programação pro famoso saquinho.

Mas resolvi dessa vez pra provar o que falo e mostrar a todos como os caras são conceituados na europa, centro do rock progressivo mundial e formado por cabeças pensantes e não prepotentes e de amigos e amigas que entendem do que falam e postam, com as chamadas pros shows ou pelo menos para alguns que participam entre outras bandas ou solo mesmo, prq já atingiram o panteão de terem seus próprios espetáculos e casas lotadas.

Da minha parte a satisfação é que mesmo deletando; sempre que pude postei os caras e continuo repostando e vê-los assim é um imenso prazer....é como se fossem meus velhos amigos visitando essa humilde floresta.....que sejam bem vindos.Hamadryad is a group of musicians all driven by the same passion: musical creation.
Their music tastefully blends progressive and classic rock, with a touch of cinematic vision, taking the listener on a musical adventure. (In classical mythology, the Hamadryad was a wood nymph fabled to live and die with a tree to which she was attached.
Her mission was to be the link between the mortal and immortal entities.)

Hamadryad’s musical mission is to take their audience on a journey that transcends passing trends.

Hamadryad loves to reinvents themselves, not two albums have quite the same sound, or the same members. Initially, as a quintet, they released in 2001 “Conservation Of Mass” (UNCR-5002, Unicorn Records).

This first effort brought much critical acclaim to the band and assured them of a place in a few "TOP TEN" lists for album of the year. But after the departure of their lead singer, Jocelyn Beaulieu, Hamadryad decided to reinvent itself as a quartet.

They started from scratch, trying to find a new sound for the group. The working sessions, where they would rearrange the existing songs, became without planning and unconsciously writing sessions of new music.
Jean-François, who already sang one song on the first record and a few covers during shows, took on the role of singer and all gave birth to tons of new ideas.

It is toward the end of the work sessions for the second album, once the majority of the pieces were structured, that their keyboard player, Francis Doucet, announced that he had to quit the band. Not wanting to leave the band in a bad position, he presented to them a talented keyboard player named Sébastien Cloutier.

They challenged him to compose a partition for one of the song that was going to be on the album that was to be released only a couple of weeks later and to learn all the keyboard partitions for every song that they were to present at the album launch.
They released “Safe in Conformity” in May 2005 (UNCR-5020, Unicorn Digital). This second album was well received by the public and the critics and opened doors for them to play festivals in both the US and Europe.

In June 2007, still as a quartet, Hamadryad released their first live album, the much anticipated “Live in France” (UNCR-5046, Unicorn Digital). All the songs on this album were performed and recorded in August 2006, at the Crescendo festival in St-Palais-Sur-Mer, France.

With it's help, Hamadryad opened for the legendary Deep Purple, at the Bell center in Montreal and the Pavilion de la Jeunesse in Quebec City, and went back to Europe for two memorable shows, one in Switzerland and one in Belgium.

With the unfortunate departure of their drummer, Yves Jalbert, due to personal reasons; Hamadryad decided to reinvent itself once again. They went ahead and hired 2 new members and got back to the quintet formula.

By adding lead singer Jean-Philippe Major and drummer Nick Turcotteto the fold, they added even more ingredients to their "sound". Their new album “Intrusion”, due to be released on Unicorn Digital in the autumn of 2009, is an impressive demonstration that this band is in constant evolution and their passion for music has not faded at all.

Hamadryad already has confirmed gigs in Europe and plan to play extensively throughout 2010 to promote this brand new CD.

For more details on each current member of Hamadryad, you can visit their own biography by clicking on "Hamadryadmusic".

Christian Lamarche
Enjoy!!!!!!!!!!!!

20 de out de 2010

Returns "Live at Montreux" Return to Forever

Sabe qual a parte complicada de se morar numa floresta e ainda mais numa caverna?
Vc as vz fica limitado por alguns fatores e esta experiência é que fez me afastar, de postar com mais frequência vídeos.

Logo no início dessa de "postar", "compartilhar", etc; nem banda larga chegava na alcatéia e usava sinal de rádio que é um pouco melhor que conexão discada, mas um lixo tb para fazer upload e bastava fazer pra quebrar no meio, delatarem ou deletarem.

Com o tempo, melhorou um pouco com a banda larga (mas nem tanto), mesmo assim ainda sou meio reticente em postar vídeos; só que as vz abro sim excessões dependendo do material; dos amigos interessados e a dificuldade em achar na rede; que é o caso deste trabalho fantástico já postado o áudio por aqui e deletado acho que só umas 03 vezes,rs.

Vc acha sim, mas em 09 gbs ou em 07 e qdo se acha em padrão normal pra mortais como eu vem em 35 partes e ainda por cima depois de todo o trabalho, falta sincronia e lá vai fumaça.

Bem, como meu fornecedor oficial de vídeos compactos está atarefado (viu Poucosiso!!!) e dele que tirava os links depois de bem trabalhados e tudo; me virei e achei um programa que compacta e até deixa no tamanho de um cd duplo se quiser bastando um pouco de paciência; o qual pode não ser novidade pra os mais inteirados mas pra mim foi um mão (ou pata) na roda.

Então, aí está com boa qualidade de vídeo e áudio, num tamanho razoável, prq não quis comprimir mais e não deixando nada a desejar ao original; pra quem quiser e gostar dessa turma que só pode levar o nome de "mestres" porque menos é insuficiente, e aqui talvez se realize tb o objeto de desejo do Mauri que tá atrás desse material faz tempo.

Como já disse, tem em torrents,no avax e em outros locais tb, mas aí está de uma forma um pouco diferente do encontrado pra facilitar a vida de quem ainda não trabalha com terabytes, ou conexões de "n" megas e quer se distrair como eu vendo e ouvindo uma verdadeira aula de música e simpatia.Return to Forever Returns: Live at Montreux 2008
The "Jazz Event of the Year" Live in Montreux!

In the summer of 2008, four legendary artists took up their instruments together after 25 years apart. If you missed the tour of Return to Forever's classic lineup—Chick Corea on keyboards, Stanley Clarke on bass, Lenny White on drums and Al Di Meola on guitar—don't lose hope. This is the next best thing.

At the world's most famous jazz summit—the Montreux Jazz Festival in Switzerland—RTF took the opportunity to remind us why they were one of the most influential groups of the 1970s. This is their performance, and it's one for the books: the quartet takes classic material and rolls to ecstatic new heights.

Plus: Check out the Return to Forever Live Collection, featuring Return to Forever - Returns, the DVD Return to Forever: Live at Montreaux and the official RTF Tour Book!
Lynn Goldsmith
Return to Forever

Keyboardist Chick Corea, bassist Stanley Clarke, guitarist Al Di Meola and drummer Lenny White burn early after walking out to raucous applause from the Montreux crowd.
Corea’s opening “Hymn of the Seventh Galaxy” is, if anything, too harried, partly because of Di Meola’s note-happy solo.

But the guitarist certainly delivers on Clarke’s 12-minute opus “Vulcan Worlds,” as he, Corea and Clarke trade breaks with far more substance. Things meander afterward on “Sorceress,” “Song to the Pharaoh Kings” and an acoustic Di Meola solo showcase that comes across as overwrought despite its high points.

Corea’s solo showcase is inspired—at one point he plays the piano’s keys with his left hand while using his right to strike its strings with a mallet—which leads to a lengthy reading of the epic “The Romantic Warrior.”

Clarke plays an unaccompanied solo on upright (arguably his stronger instrument), and White creates interesting textures during his solo by using a drumstick in one hand and a brush in the other.
Bonus tracks, recorded two weeks later in Clearwater, Fla., include repeat solo sections by all four members, and the results border on overkill.

But a closing electric romp through “Duel of the Jester & the Tyrant” ends this document on a literal and figurative high note.
Tracks

1. Hymn of the Seventh Galaxy
2. Vulcan Worlds
3. Sorceress
4. Song to the Pharaoh Kings
5. Al's Solo
6. No Mystery
7. Chick's Solo
8. Romantic Warrior
9. El Bayo de Negro
10. Lineage
11. Romantic Warrior (continued)

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

18 de out de 2010

Stevie Wonder - Natural Wonder "Live"

Como é interessante a internet e a interatividade não?

A Lucy (LSD) acha um som fantástico num blog que nem sabia existir (como coisa que sei de todos que existem, qta pretensão!!!) e repassa para o Poucosiso e para mim, o que sempre me deixa envaidecido, afinal fui lembrado.

Vou lááááaá!!!!

Ré,ré,ré, até parece que dei a volta ao mundo e voltei todo empoeirado como nos velhos filmes de bang bang mas então....como ia dizendo lá fui eu e baixei à "zero por hora", que saco, mas não desiste quem peleia né Diego?

E pesado, seria prq?

Qta expectativa e ao abrir "Voilá"Um belíssimo álbum duplo, com seus maiores sucessos e devidamente encartado.

Isso que vc está vendo aqui é só uma mostra porque todo o encarte está em imagens dentro e em fotos lindíssimas e um texto também primoroso, que não ouso ficar adicionando nada.

Fala por si só e aqueles que tiverem a curiosidade ou o gosto pelo trabalho deste músico fantástico, não irão se arrepender prq é artigo pra colecionador.

E Stevie, Motown, R'B tem tudo a ver, que perfeição e que bom gosto, além de nos últimos tempos ele ter aprendido a tocar todos os instrumentos e tocá-los em vários trabalhos, alguns citando e em outros não.Bem, como ganhei de presente, peço licença pra dar de presente a vcs.

Estou repostando mais uma que acho valer a pena e tentei deixar o mais original possível da postagem original; a qual foi feita em 10/07/09

Personnel:

Gerry Brown – Drums
Darryl Jackson – Percussion
Herman Jackson – Keyboards
Keith John – Vocals (bckgr)
Marva King – Vocals (bckgr)
Isaiah Sanders – Keyboards
Nathan Watts – Bass, Director
Stevie Wonder – Harmonica, Piano, Arranger, Keyboards, Vocals, Producer
Rick Zunigar – GuitarDisc one
"Dancing To The Rhythm" – 7:07
"Love's In Need Of Love Today" – 6:02
"Master Blaster (Jammin')" – 3:36
"Stevie Ray Blues" – 2:27
"Higher Ground" – 3:59
"Rocket Love" – 4:47
"Stay Gold" – 4:21
"Ribbon In The Sky" – 8:37
"Pastime Paradise" – 3:22
"If It's Magic" – 3:34
"Ms. & Mr. Little Ones" – 4:17
"Village Ghetto Land" – 3:26
"Tomorrow Robins Will Sing" – 4:20

Disc two
"Overjoyed" – 3:59
"My Cherie Amour" – 3:20
"Signed, Sealed, Delivered, I'm Yours" – 2:45
"Living For The City" – 4:26
"Sir Duke" – 2:46
"I Wish" – 4:06
"You Are The Sunshine Of My Life" – 2:21
"Superstition" – 5:37
"I Just Called To Say I Love You" – 4:38
"For Your Love" – 5:06
"Another Star" – 5:55

Obs: Não acho justo tirar o mérito de onde trouxe, por isso deixo com o link original e depois reposto com um link alternativo.

Obs da Lucy:"PS: Queridooooooooo, lembra o povo que esse é ao vivo! Não é apenas uma reunião de grandes sucessos, é isso e mais o super groove de um show do Stevie."

Outro PS: Vejam só como não é fácil a vida de um blogueiro, é ordem daqui é ordem dali, ai meu saquinho!!! Pronto Miss Lucy, pronto "Atenção galera é ao vivaço mesmo e eu esqueci desse pequeno detalhe,ré,ré,ré!!!


Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!