31 de ago de 2011

Premiata Forneria Marconi "10 Anni live" (1996)

Estou pensando seriamente em fechar essa bagaça!!!!!

Não, não, não é mais uma de minhas crises pós dmca, apesar que dessa vez eles excluíram várias imagens minhas do picasa na web (rá,rá,rá) apesar de existirem milhares iguais acharam de excluir algumas minhas.

Também não desisti da música e nem de ir em busca da essência como dizia meu mestre Manito ou muito menos cansei do que faço prq o dia que cansar eu já bati com as dez e olha que tem gente torcendo pra isso, mas vão esperar sentadinhos pra num cansar muito,rs!!!!

É que venho me prometendo postar uma série de coisas que possuo e adquiri pelas vidas de um lobo andarilho afora, e garanto que não é pouco e mesmo com o upload limitado pelo speedy (eles notam que vc usa, eles reduzem e olha que é obrigatório entregar up proporcional ao down, mas eles insistem que não e como neste país as leis são pra livrar políticos safados com dinheiro em cueca, calcinha e no rabo então lei? ora a lei....) não tenho motivos sérios que me impeçam a não ser limarem o blog de vez como já fizeram com muitos.Qdo estou com um ou dois posts prontos pipoca em minha cara de pau (lobo tem cara de pau?) um post como este feito pelo Gustavo do Ondas da Net e aí não dá outra, lobo ladrão sempre ladrão e volto ao vício.

Juro, não é por maldade, mas não consigo resistir e o pior, ainda modifico a postagem inicial, alterando as posições das imagens (num entendo pricas desse troço de imagem de ladinho, reduzida e o escambau, faço do meu jeitão mesmo e pronto) colocando mais do que foram colocadas e ainda abro o post com meus comentários.

Isso sim eu chamo de cara de pau!!!!!

Mas não consigo resistir aos posts que encontro e aí além de baixar quero dividir com os amigos e frequentadores que por acaso não seguem o blog de onde surrupiei meu objeto de desejo e dá nisso; um lobo envergonhado, mas completamente satisfeito por ter em nossa alcatéia um trabalho tão bom.

Falta espaço e tempo pra eu trazer pra cá o que quero de blogs de amigos que admiro e respeito e só por isso os reproduzo e podem notar que não é de qqr lugar que vem não, escolho sim e não dou ponto pra qqr um aqui, prq um dia se e qdo cair, será por um bom motivo e PFM; o qual ajudei até no resgate de material pra o museu deles é pra mim uma das melhores de todos os tempos em todas as formações, por isso aproveitem, baixem e divirtam-se.

Parabéns Gustavo e obrigado, mesmo sem eu ter pedido, ré,ré,ré...Lançado em 1996, o álbum, "10 Anni live", resgata um período histórico do rock progressivo, promovido pela banda italiana mais cultuada do planeta, o Premiata Forneria Marconi, um ícone do rock dos anos setenta e que até hoje nos encanta.Divido em quatro CD’s, este Box-set de músicas extraídas das apresentações públicas que o PFM fez entre os anos de 1971 a 1981 na Europa e nos EUA A viagem começa logo no primeiro CD que cobre os anos de 1971 e 1972, com um cover da música, “21th century schizoid man” do King Crimson e em seguida, sem dar tempo para respirar, outra pérola, “God” do Jethro Tull que também teve "Bouree" cantada pelos italianos.No segundo CD, que cobre o período dos anos de 1973 e 1974, somos brindados com algumas gemas, como “Four holes in the ground”; “Mr. 9 till 5”; “Impressioni di Settembre” que são alguns dos destaques da turnê que efervesceu de vez com o movimento progressivo nas terras do "Tio Sam". Chegando ao terceiro CD, que representa os anos de 1975 e 1976, o álbum “Chocolate Kings” era o foco, proporcionando uma turnê por diversos países, mas estranhamente só aparecem duas músicas deste álbum que são respectivamente, “Paper charms” e “Chocolate kings”, mas tem “William Tell overture” e “Celebration” que são ótimas também. No quarto CD, os registros são datados dos anos 1978 a 1981 espelhando as turnês dos álbuns, “Jet Lag”, “Passpartú” e “Performance”, trazendo também algumas músicas do passado como “Dove...quando...”; “Out of the roundabout” e “Celebration”.Encerrando esta breve resenha, pois o PFM e suas maravilhosas músicas dispensam qualquer apresentação, fica este Box-set como uma excelente porta de entrada para novos aficionados que com certeza serão encantados pelas performances, acontecidas em shows antológicos que os gênios Italianos proporcionaram para seus fãs no passado, bem como uma oportunidade para os que a mais tempo conhecem o trabalho da banda para matar as saudades de uma época em que o que mais contava era o talento.

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!


Musicians:
CD 1:
Franz Di Cioccio / drums & vocals
Franco Mussida / acoustic guitar, electric guitar & vocals
Mauro Pagani / flute, violin & vocals
Giorgio Piazza / bass & vocals
Flavio Premoli / Hammond organ, piano, Mellotron, Mini Moog & vocalsCD 2:
Jan Patrick Djivas / bass
Franz Di Cioccio / drums & vocals
Franco Mussida / electric guitar, acoustic guitar & vocals
Mauro Pagani / flute, violin & vocals
Flavio Premoli / Hammond organ, piano, Mellotron, Moog & vocals CD 3:
Jan Patrick Djivas / bass
Franz Di Cioccio / drums & vocals
Bernardo Lanzetti / rhythmic guitar & vocals
Franco Mussida / electric guitar, acoustic guitar & vocals
Mauro Pagani / flute, violin & vocals
Flavio Premoli / Hammond organ, piano, Mellotron, Moog & vocalsCD 4:
Gregory Bloch / violin
Jan Patrick Djivas / fretless bass
Franz Di Cioccio / drums & vocals
Bernardo Lanzetti / rhythmic guitar & vocals
Franco Mussida / electric guitar, acoustic guitar & vocals
Flavio Premoli / electric piano, "Pari" organ, micro Moog & vocals
Roberto Colombo / keyboards
Roberto Haliffi / percussion
Lucio Fabri / violin & keyboards
Walter Calloni drumsCD 1 - 1971-1972 L'inizio tour italiano
01. 21th century schizoid man (4:39)
02. My God (6:24)
03. Picture of the city (4:39)
04. Bollate guitar jam (5:43)
05. Bollate keyboard jam (7:20)
06. Bouree (3:17)
07. Bouree jam (3:59)
08. La carrozza di Hans (9:26)
09. Dove...quando... (4:23) CD 2 - 1973-1974 L'esperienza americana "the world became the world" tour
01. Four holes in the ground (7:26)
02. Is my face on straight (8:41)
03. Cleveland keyboard jam (5:39)
04. Mr. 9 till 5 (5:35)
05. Alta Loma 5 till 9 (11:09)
06. JC violin jam (2:49)
07. Classic violin solo (3:38)
08. William Tell overture (2:08)
09. La carrozza di Hans (6:12)
10. Central Park drum solo (8:37)
11. Impressioni di Settembre (1:01)
12. Poseidon (1:54)CD 3 - 1975-1976 In giro per il mondo "chocolate kings" tour
01. Four holes in the ground (6:40)
02. Spanish jam (7:55)
03. Pascolo siderale jam (4:41)
04. Mediterranea jam (4:50)
05. Acustic guitar solo (3:00)
06. Paper charms (9:30)
07. La grande fuga (7:09)
08. Chocolate kings (5:01)
09. WB violin jam (5:02)
10. Violin classic solo (2:33)
11. William Tell overture (2:17)
12. Celebration (6:59)
13. Drum solo (4:51)
14. Impressioni di Settembre (0:53)
15. Poseidon (2:07) CD 4 - 1977-1978 Contaminazioni "jet lag" tour, "passpartù" tour / 1980-1981 Verso un nuovo rock "performance" tour

01. Out of the roundabout (8:21)
02. Left-handed theory (4:26)
03. Dove...quando... (4:59)
04. Jet lag (10:36)
05. Greek reflection (2:29)
06. Traveller (5:46)
07. Violin suite (4:03)
08. Violin dance (1:41)
09. Violin west dance (1:09)
10. Celebration (5:03)
11. Passpartù (7:56)
12. Suonare suonare (4:28)
13. Maestro della voce (7:17)
14. Chi ha paura della notte ? (6:42)
Link 01

Link 02

Enjoy!!!!!!!!!!!!

30 de ago de 2011

Andreas Vollenweider "Caverna Mágica" (1983) by Carlos

Gosto muito de receber sugestões e sempre as sigo (até parece,rs) e aí procuro, busco discos raros e consegui por muitas vezes realizar sonhos de frequentadores amigos e seguidores desta bagunça que chamamos de alcatéia.

Numa destas recebi vários links do Andreas que tem um história de amor e ódio terrível por causa do dístico "new age"; o que ao meu ver no caso dele não se encaixa prq ele é um puta de um músico e navega numa seara muito sutil e difícil de se navegar.

Resolvi postar o primeiro que tenho e segundo dele, é uma viagem realmente pra quem precisa dar uma espairecida; experimente pra ver se não é caso ainda não tenha o devido conhecimento e depois me diga.

"Caverna Magica is the second studio album by New Age artist Andreas Vollenweider, released in 1983. It is almost entirely instrumental. It was the direct followup to Vollenweider's breakthrough album, "Behind the Gardens."

The album opens with the sound of a man and woman walking and talking (though the words can't be discerned) and then stumbling into an echoing cave and reacting with awe. The sound of dripping water in the cave turns into the rhythm of the music that fades in at this point.

While the album originally stood on its own, in 1990 it and the preceding and subsequent albums (Behind the Gardens and White Winds) were re-released as a two-CD set entitled "Trilogy," suggesting they collectively constituted a single musical entity.

The full titles of the first two albums lend credence to the suggestion that the three albums are thematically connected. The full title of the first album is "Behind the Gardens—Behind the Wall—Under the Tree..."The ellipsis at the end suggests a continuation.

The full title of the next album is "Caverna Magica (...Under the Tree—In the Cave...)"

The first ellipsis, followed by the repetition of "Under the Tree" from the first album title, clearly indicates a continuation.
The second ellipsis suggests another continuation, which would turn out to be "White Winds (Seeker's Journey)."
The last track on the White Winds album is entiled "Trilogy (At The White Magic Gardens) & The White Winds".

The title of the first album "is like giving someone directions: "You will find us behind The Garden, behind The Wall, under The Tree...", Vollenweider is quoted as saying on his official web site, http://www.vollenweider.com

The title of the second album apparently indicates a continuation of those directions: Under the tree you'll find a magic cavern. This magic cavern could be a metaphor for the recording site.

This is borne out by the rest of the Vollenweider quote: "Recording this album we worked completely cut off from the world, in the cellars of the Sinus Studios in Bern (capital of Vollenweider's native Switzerland), which are more than 300 years old. In the shelter of this creative "womb", it was easy to lose track of time and space."Sinus, where all three albums were recorded, "was a small, underground studio," stated an article in the April 2003 edition of Mojo magazine, quoted at http://www.higgs1.demon.co.uk/barritt/mojo.html "It was entered by wooden shutters in the pavement above, which gave the impression of entering a crypt."

The names of some tracks on the album ("Mandragora," "Belladonna," and "Geastrum Coronatum") refer to exotic plants that have medicinal, poisonous and hallucinogenic properties - the sort of plants one might expect to find in a cave, particularly a magic cave.

They are also the sort of plants one might associate with Sinus Studios, which by Vollenweider's time there already was associated with the Swiss psychedelia scene and Swiss rock. In 1972 it had been the recording site of the album "Seven Up," a collaboraton between space rock band Ash Ra Tempel and drug-culture figure Timothy Leary.

Any relationship between Caverna Magica track titles and Sinus Studios' history could be entirely coincidental. Vollenweider's official site quotes him as saying the album "was truly like an expedition into the deep realm of this music.

The comparison with cave explorers perfectly describes our experience: beyond every corner, in every new corridor, we found unknown spaces. For us, it was as if nobody before us had ever set foot in this territory - an indescribable feeling
!"Personnel:

Andreas Vollenweider - Vocals, Harp, Keyboards, Guzheng, Flute
Erdal Kızılçay - Keyboards, Oud
Walter Keiser - Drums
Andi Pupato - Percussion
Roger Bonnot- Sound effects
Corin Curschellas - Voices
Darryl Pitt - Photography
David Alan Kogut - Art DirectionTrack listing

All music by Andreas Vollenweider.

1."Caverna Magica"
2."Mandragora"
3."Lunar Pond"
4."Schajah Saretosh"
5."Sena Stanjéna?"
6."Belladonna"
7."Angóh!"
8."Huiziopochtli"
9."Con Chiglia"
10."Geastrum Coronatum"
11."La Paix Verde"

Enjoy!!!!!!!

26 de ago de 2011

Freeway Jam "To Beck and Back" by Omar

O mais difícil de trabalhar com artistas é que são imprevisíveis, um dia mandam um simples link (né Celso?) e vc que se vire pra achar o resto das informações se quiser fazer um post, mas o pior é que se vc vai reclamar ainda recebe um "mas eu mandei pra vc ouvir, não trabalho de graça e nem faço posts pra vc!!!´(ré,ré,ré) fora o "vc acha mesmo que não tenho o que fazer além de ajudar a manter essa zona de alcatéia aberta?"!!!!

Bem, o Omar é um caso quase parecido, sempre faz um charme danado; possuidor de um vasto material e conhecedor profícuo de muita coisa já me presenteou com obras fantásticas que foram entregues em minha porta (e lá caverna de lobo tem porta? mas tudo bem vai....)só que de vez em quando ele dá umas sumidas e aí já sei que tenho de procurá-lo pelo caribe ou nassau, sei lá algum lugar desses onde ele vai com sua bela Crys ficar bem longe de mim,rs.

Aí depois de intensas negociações com seus empresários, fico aguardando o que vai aparecer e se vai é claro, e de repente não mais que de repente, pipoca o correio da selva e lá vem mais um presente pra nós; e este ainda veio com advertências que descrevo:
- Atenção seu lobo desorientado (ele sempre é muito carinhoso comigo, acho que é amor,rs) o material está completo inclusive com capas pra que vc não precise perder tempo e dizer que colaborou com meu trabalho.

- Simplesmente poste o que envio e pare de ficar dando pitaco onde não é chamado (o que fica claro que não consigo e aqui estou narrando os devidos fatos,rs).

- Espero que goste mas o que importa é o bom gosto dos frequentadores da alcatéia!!!

Bem, depois destas e outras recomendações, aqui está mais um post compartilhado pelo nosso querido Omar, que brinco e provoco como o Celso, o Poucosiso, ZM e outros tantos por carinho amizade e respeito e que não fosse a dedicação e o amor pela música esse barraco teria fechado de há muito.

Chega de papo, leiam o post e baixem o disco.

Omar, sempre grato e feliz por seu carinho e por sua amizade, "mi casa su casa"!!!!"Na verdade no me ligo muito nas coletâneas e menos nos tributos,mais este cd chamou a minha atenção,pelo seu Line-Up,só fera solando então decidi mandar para o meu Irmão,(com maiúscula),o velho Lobo,para ele dividir com vcs.

O projeto foi liderado pelo guitarrista Jeff Richman que foi o cérebro por trás de todas as músicas,inclusive pelo convite dos guitarristas participantes do tributo,item no qual foi sumamente feliz.

As músicas foram escolhidas entres os clássicos do Beck e são interpretadas de maneira que pareçam uma homenagem respeitosa e não uma imitação.

Curtir sem moderação.

Abraços a todos

Enjoy!!!!

Este Line-Up pareçe um zoológico,SÒ TEM FERA
" !!!!!!!!Of the guitarists who emerged from the seminal British pop group The Yardbirds, Jeff Beck was always the intrepid risk-taker.
Eric Clapton and Jimmy Page would go on to greater fame and fortune, while Beck's career has been consistent only in its inconsistency.

Freeway Jam: To Beck and Back - A Tribute is the inevitable tribute spearheaded by guitarist Jeff Richman—who claims Beck as his "all time favorite guitarist —the brains behind other Tone Center tributes including Visions of an Inner Mounting Apocalypse (2005), The Royal Dan (2006) and Viva Carlos! (2006).

As usual, Richman assembled the core group and wrote all the arrangements.
While his choice of guest guitarists has always been astute, here they're truly inspired, and include a few surprises.
Taking classic Beck material ranging from his earliest days with The Yardbirds ("Over Under Sideways Down, "Beck's Bolero ) through his mid-1970s fusion heyday ("Freeway Jam, "Led Boots, "Diamond Dust, "Blue Wind ) to more recent material ("Behind the Veil, "Brush With the Blues ), Richman retains the signatures that made these tunes, regardless of the composer, Beck's tunes, but alters them enough to make them reverent tribute rather than mere imitation. Many of the usual suspects are back.Mike Stern is instantly recognizable on Richman's 5/4 shuffle rework of "Diamond Dust, while Eric Johnson rocks out hard on a "Beck's Bolero that's more than a little reminiscent of guitar triumvirate The Hellecasters.

Steve Morse easily handles Richman's harmonically astute yet no less energetic take on the title track.
Beck could never be accused of going soft, so no matter how sophisticated the playing, every track on Freeway Jam has its own kind of burn.
As strong as the performances are from Richman's usual cadre—including the leader himself, who takes a turn on the four-on-the-floor "El Becko that's the equal of any on the disc—it's the first-timers who stand out, if only because, for the most part, they are all playing out of character.

Chris Duarte and Walter Trout both have reputations as strong blues-rockers, the former demonstrating added breadth on the reggae-tinged "Behind the Veil and the latter greater grit on "Brush With the Blues.

John Scofield, on an unexpectedly funky "Over Under Sideways Down, plays with his characteristically loose, behind-the-bit phrasing, but his ability to navigate Richman's tougher changes over the chorus is what makes him the perfect choice.

Those only familiar with his Criss Cross dates as a leader might find Adam Rogers an odd choice for the equally funky "Led Boots, but anyone who's heard him with Chris Potter or Lost Tribe knows that a more aggressive rock edge is, indeed, part of his rich vernacular.

Beck's own unpredictable career means that there are far fewer preconceptions to be catered to here than on Richman's other tribute albums, making Freeway Jam one of the most enjoyable—if not the most enjoyable—release of the series.

By & © JOHN KELMAN, Published: July 21, 2007 © 2011 All About Jazz and/or contributing writer/visual artist. All rights reserved ©

http://www.allaboutjazz.com/php/article.php?id=26326 This all-star tribute to one of the guitar greats features a formidable lineup with the likes of:
Steve Morse ("Freeway Jam"), Eric Johnson ("Beck's Bolero"), Warren Haynes ("The Pump"), and Walter Trout (Brush with the Blues").

A different guitarist is featured on each track and each one does a pretty good job of interpreting Beck's nearly inimitable style.
With such a great lineup performing the songs of Jeff Beck, it's almost superfluous to search for favorites.

However, I really enjoy John Scofield's version of the funky "Over Under Sideways Down."
Jeff Richman's version of "El Becko" is pretty great too.
This is the kind of album that makes my job as a reviewer real easy.
I mean, what else can I possibly say about this album?
It's the music of Jeff Beck by ten different guitar greats.
It is a worthy tribute to a classic musician and I'm sure fans of Jeff Beck and fans of great guitar will enjoy this equally. © Gary Schwind © 1998 - 2011 Iconoclast Entertainment Group All rights reserved http://www.antimusic.com/reviews/07/FreewayJam.html

There are some blues numbers on this album, but if you prefer the jazz rock/fusion side to Jeff Beck, then you may enjoy these ten tracks from Jeff Beck's repertoire by some of the best guitarists in the business: Steve Morse, John Scofield, Eric Johnson, Adam Rogers, Jeff Richman, Mike Stern, Warren Haynes, Chris Duarte, Greg Howe, and Walter Trout. A great covers album and VHR by A.O.O.F.CMUSICIANS

Lead Guitars - Steve Morse, John Scofield, Eric Johnson, Adam Rogers, Mike Stern, Warren Haynes, Chris Duarte, Greg Howe, Walter Trout
Lead & Rhythm Guitar - Jeff Richman
Stu Hamm - Bass
Mitchel Forman - Keyboards
Simon Phillips, Vinnie Colaiuta - Drums

TRACKS / MAIN GUITAR SOLOIST / COMPOSERS

1 Freeway Jam - Steve Morse - M.Middleton
2 Over Under Sideways Down - John Scofield - Jeff Beck, Chris Dreja, Keith Relf
3 Beck's Bolero - Eric Johnson - J.Page
4 Led Boots - Adam Rogers - M.Middleton
5 El Becko - Jeff Richman - T.Hymas, S.Phillips
6 Diamond Dust - Mike Stern - B.Holland
7 The Pump - Warren Haynes - T.Hymas, S.Phillips
8 Behind The Veil - Chris Duarte - T.Hymas
9 Blue Wind - Greg Howe - J.Hammer Jr.
10 Brush With The Blues - Walter Trout - Jeff Beck, T.Hymas

Enjoy!!!!!!!!!

Marillion - A Singles Collection -82/92

Lá vou eu de novo navegar no terreno pantanoso das coletâneas.
Amadas por alguns como eu e odiadas por outros tantos, nunca se soube de uma que agradasse plenamente seus fãs e colecionadores ou apenas audiófilos fugazes (nossa hoje eu tô é doido,rs) enfim creio que as coletâneas são o grande filão das gravadoras para ganhar várias vezes em cima de um mesmo produto, maquiando, colocando uma capa nova, ou lançando uma musica nova no meio de 20, 30 já manjadas.

Minha relação com o Marillion é de ódio e amor total, ao extremo mesmo como todo lobo que se preza age prq ao surgirem eu os via como uma cópia mal feita e mal acabada do Genesis e como todos os puristas que critico era um tb, que não aceitava o diferente e perdi muito tempo com isso até entender a obra criada por esses caras e a fórmula usada.

E olha só que isso só foi se consolidar já na fase solo do Fish; ele então meu maior objeto de ódio por ousar copiar o Gabriel (Qta ignorância, perdoai meu Deus por tanta burrice,ré,ré...)Bem, ouvindo alguns trabalhos solo dele, resolvi voltar à ouvir com mais cuidado sua fase no Marillion e me espantei com o que encontrei, com a musicalidade, a beleza e a delicadeza com que eles tratavam a músicas e letras, apesar de regadas a álcool, maior problema e fator decisivo pra o rompimento da banda com seu ícone maior.

Qdo o Hogarth assumiu então aí sim pensei: -se já era ruim pior ficou!!, e lá fui eu mais uma vez implicar com a banda, o que não mudava em nada o nascer e o por do sol mas era meu mundo que estava sendo invadido pelo tecladista do "Europeans" (quem?); ah isso já passava dos limites..... mas foi aí que me peguei sendo arcaico e retrógrado, e senti a obrigação de entendê-los e senti-los mesmo como sempre fiz com a música.

Não sei se consegui, só sei que se tornaram das minhas preferidas desde o primeiro até o último disco e ficam ao lado do Genesis hoje na mesma prateleira,rs.

Pra quem gosta acho esta a melhor compilação de seus trabalhos e a melhor época da banda revista com os dois vocalistas, o que aqui fica muito bem delineado por alternar uma música com cada um deles e vc se pega gostando dos dois e das duas épocas e percebendo o talento de cada um dos músicos em se adaptarem ao maluco do Fish e se amoldarem ao calmo e pensador Hogarth.

Fish ou Hogarth pouco importa,assisti os dois e o Marillion ao meu ver se tornou uma das melhores bandas do mundo, e há muito estava devendo um post de verdade deles aqui na alcatéia, dívida paga e os auto falantes por aqui fazem a floresta toda tremer ao som dessa trilha sonora fantástica e harmoniosa, espero que gostem tanto qto eu e perdoem ao fã manifestar sua opinião ( o material está em 320kbps e já derrubaram tantas vz que estava esquecido num canto da alcatéia).Few bands' careers are as clearly divided into two separate eras as Marillion, whose four mid-'80s albums with exuberant vocalist Fish briefly resurrected progressive rock in all its extravagance, only to be followed by an even longer stretch ...of years and albums with the comparatively mainstream Steve Hogarth fronting the band in a generally more consumer-friendly, adult-oriented rock guise.

Without even attempting to enter into a lengthy discussion over each singer's merits, let it be said that a continuous listen through Six of One, Half-Dozen of the Other is tantamount to a wild ride through the mind of a band suffering from multiple-personality disorder -- of which Fish, admittedly, owns nine out of ten. The disc opens with the two most accomplished radio entries from each of the group's two phases, namely the beautiful "Cover My Eyes (Pain & Heaven)" from the second phase and the captivating "Kayleigh from the first. But from here on out, similarly melodic gems like "Dry Land" and "No One Can" begin to rub shoulders uneasily with such preposterous prog rock epics as "Assassing" and "Garden Party."

Ironically, it is the Fish-era material that sounds most uniform -- if only for its outlandish diversity -- when compared to the often clumsy experiments (see the ill-advised pop metal of "Hooks in You" and "Uninvited Guest") of the band's second incarnation. A less democratic but gentler approach would have been to sequence these tracks in chronological order, but truth be told, Marillion is the kind of band that simply defies greatest-hits packages. Dedicated progressive rock fans would be better suited to just shell out for the recently remastered and repackaged original albums. ~ Eduardo Rivadavia
Personnel
Fish - vocals on tracks 2, 4, 6, 8, 10, 12
Steve Hogarth – vocals on tracks 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 14
Steve Rothery - guitars
Mark Kelly - keyboards
Pete Trewavas - bass
Mick Pointer - drums on track 8
Ian Mosley - drums on tracks 1-7, 9-14

Track listing

"Cover My Eyes"
"Kayleigh"
"Easter"
"Warm Wet Circles"
"The Uninvited Guest"
"Assassing"
"Hooks In You"
"Garden Party"
"No One Can"
"Incommunicado"
"Dry Land"
"Lavender"
"I Will Walk On Water"
"Sympathy"

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

23 de ago de 2011

Warren Hayens "KFOG Acoustic Download"

"You are receiving this message because you are registered with Gov't Mule and/or Warren Haynes".

Warren Haynes made a recent visit to the KFOG PlaySpace, and for a limited time you can download the session for free, from 6pm Sunday 8/21 thru 6pm Monday 8/22.

Right click on the link below (or CTRL-click if you are a Mac user) to download a free MP3:

Warren Haynes in the KFOG PlaySpace

Track listing:
1. River’s Gonna Rise
2. Sick Of My Shadow
3. A Friend To You
4. Beautifully Broken
5. Patchwork Quilt

For more info, please visit WarrenHaynes.net or ConcordMusicPress.com.Warren Haynes Band plays The Warfield on October 29. Tickets are on sale now here.

Enjoy!!!!!!!!!!!

Ukelele Orchestra of Great Britain - Live In London (2009)

Os blogs são legais por causa disso; tenho feito alguns posts que já estão devidamente postados,rs
É que apesar de me esforçar pra colocar coisas do meu acervo pessoal, encontro material que não vejo por aí e além do que nem no próprio blog rola legal e isso me causa até tristeza e aí, roubo e posto aqui.

Mas o melhor é isso, um dia um ouviu que passou pra outra que disse pra um e resolvi só dizer "bom dia"; aí dá nisso e recebo a dica do disco todo e aí lá vou eu sem virgulas e pontos dizer baixem prq os caras são mesmo muito bons e se quiser basta conferir abaixo.

"Direto do Brogui do Juca"Conheci esse excelente grupo, que utiliza apenas ukuleles (ou guitarra havaiana) e um baixo acústico para fazer sua música, por meio do vídeo com a versão do clássico tema de "Três Homens em Conflito", de Enio Moricone (a música, não o filme).

Ao ouvir a versão deles, fiquei abismado com o talento e bom gosto no arranjo, assim como o bom humor e a energia emanados pelo grupo enquanto tocam.

Com isso me motivei para procurar mais material do grupo e o que achei mais fantástico é esse que vos trago
.

1. Intro
2. Running Wild
3. Born To Be Wild
4. Misirlou
5. Life On Mars/ My Way/ For Once In My Life/ Born Free/ Substitute
6. Anarchy In UK
7. Hot Tamales/ They're Red Hot
8. Theme From Shaft
9. Teenage Dirtbag
10. Yes Sir, I Can Boogie
11. Pinball Wizard
12. The Good, The Bad, The Ugly
13. Rock Around The Clock
14. America
15. Limehouse Blues
16. Orange Blossom Special/ In-A-Gadda-Da-Vida
17. Hard To Handle
18. Smells Like Teen Spirit
19. Fly Me To The Moon/ (Where I Begin) Love Story/ Wild World/ Killing Me Softly With His Song/ Hotel California/ I Will Survive
20. Le Freak

Enjoy!!!!!!!!!

22 de ago de 2011

Ukulele Orchestra Of GB - The Good, Bad And The Ugly


Ukulele Orchestra Of GB - The Good, Bad And The Ugly
Pra quem assistia aqueles westerns na tv e ouvia suas trilhas sonoras, um presente de início de semana pra começarem sorrindo com o talento e a alegria de músicos de verdade.

Sejam felizes.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

20 de ago de 2011

Jimmie Vaughan "XVI edición del Festival Bluescazorla 2010"

Já disse e repito: Não existiria S.R.V. não fosse seu irmão mais velho Jimmie e todos lá fora sabem muito bem disso, e o próprio Stevie sempre deixou isso muito claro.

Particularmente tenho um carinho todo especial por este cara, e sempre que encontro algo que valha a pena, o que é raro, baixo pra mim, mas acho que ter guardado não é a mesma coisa que divulgar mais e mais o que significa pra música mundial, pra cena Blues o nome de J.V.

Visitando meus blogs preferidos encontro este show que ainda vou assistir, mas nunca perdi uma compra de disco ou de dvd, e não vai ser agora.

Aí está pra quem realmente gosta de Blues e diz saber e conhecer o que significa, prq tb repito, poucos são os brancos que conseguem passar a essência do Blues como os negros que sofreram na carne cada chibatada pra entender o significado da palavra e do lamento Blues.

Jimmie é um deles.La escena negra española se trasladó a Jaén, que se engalanó con el mejor blues, el soul, el jazz, el R&B e inlcuso el rock. El jueves 22 de julio arrancó la decimosexta edición del BluesCazorla con nombres tan relevantes como Jimmie Vaughan, Joe Bonamassa, Eli Paperboy Reed, Imelda May, Joe Louis Walker y Loquillo...

La XVI edición del Festival Bluescazorla 2010, que se desarrollaró durante los días 22, 23 y 24 de julio en la localidad jiennense de Cazorla, tuvo casi 30 actuaciones musicales que se repartieron entre los cuatro escenarios instalados:
el Cruzcampo, el IAJ,el de Plaza Gambrinus y el de Jaén, paraíso interior.

Entre las novedades de este año se pudo disfrutar la actuación del guitarrista Jimmie Vaughan .

Direto do blog "Alma de Blues" (dvdrip)

Enjoy!!!!!!!!!!

18 de ago de 2011

Steve Tallis And The Zombi Party "Zombi Party" 1993 by Omar

Me resulta um tanto difícil descrever a música deste músico australiano,se a enquadrasse dentro do blues seria como castrar o músico,Tallis não pode ser categorizado,devido as numerosas influenças que alimentam sua música,esoterismo,ligações étnicas e simbolismos.

Na verdade demorei para digerir este álbum,uma mistura de rock,jazz, blues,por momentos parecia que estava ouvindo o mestre Zappa, de repente o Captain Beffheart e muito de esto devido ao excelente trabalho de Jamie Oehlers no sax que tem total liberdade para improvisar seus solos,tanto que seu instrumento se torna o condutor da banda.

Na verdade já tem um tempo que queria mandar este disco para o Dead,(o brother Poucosiso já ganho faz um tempo).

O Tallis e um músico praticamente desconhecido para nos e acho que merece um puco mais de atenção,garanto que para mais de um sera uma sopresa.Line up.

Steve Tallis:vocal,guitars

Colin Atkins:bass

Evan "Stickman" Jenkins:drums

Jamie Oehlers:tenor sax

Chris Greive:trombone

Graham Wood:keyboardsTracks:

01. A Woman Is A Secret
02. Misquotes
03. Remembrance Day
04. Hard To Find
05. New York City Blues
06. Scissors
07. Serve Nobody
08. Scarecrow
09. Till The Money Runs Out
10. Alexander Monkey
11. The Ritual
12. Parachute
13. 3 Times 100 Dozen Moons
14. Dancing On The Jonquils
15. In The Lonely Hours Of The Spirit
16. There'll Be No Healing Again

Obs: Fiz alguns ajustes em questão de capas e foto, mas como digo nada que tenha alterado o teor ou conteúdo da postagem do meu amigo e irmão Omar, mas fiquei bem puto da vida que fui passado pra traz pelo meu irmão sem noção, vc vai se ver comigo viu Omar,rs

Enjoy!!!!!!!!!

16 de ago de 2011

Banco del Mutuo Soccorso "Da Qui Messere Si Domina La Valle"

Não adianta mesmo...por mais que eu tente algo me leva de volta a falar deste que foi pra mim um dos melhores blogs que frequentei e até onde sei pude desfrutar da amizade de seu idealizador o nobre "Mactatus".

Desde que foi abatido eu postei, falei, chamei a atenção dele e de outros mas parece que nosso herói resolveu ficar parado por enquanto e faz muita falta mesmo prq era sim pra mim um local de passagem obrigatória e até briga com bandinha brazuca de prog que reclamou de suas postagens eu comprei e na maior cara de pau os carinhas soltaram suas músicas no youtube e depois até pra mim enviaram seus álbuns pra postagem.

Ah, vão pra casa do cacete e sejam muito felizes prq qdo o Mac fez o post na gratuidade e ainda levantou a bola da banda fizeram uma frescura que deu nojo e quem quiser se lembrar é só procurar pela alcatéia que acha; eu que não vou mais dar ponto pra gente assim não, prefiro classudos como o pessoal do Mantrak que além de agradecer nos prestigiaram e fizeram questão de comentar sobre post e tudo em parceria com meu irmão ZM.Mas um "anônimo" (deixe um avatar meu querido, assim fica mais fácil ok?)muito educado comentou sobre este disco e pediu uma postagem, só que estou preparando meu pc pra mudanças e tô arrumando uma série de arquivos e dados e a zona que encontrei é bem a minha cara mesmo, já fuçei em mais de mil arquivos e nem mexi num terço, fora os vídeos em padrões variados e até raridades em vhs e k7s,rs

E aí pra facilitar pra ele procurei uns links do disco e a coincidência foi que achei os do Voo 7177 e nessa, dois com uma só.

Agradecendo por todo trabalho e tempo gasto pra nos brindar com obras primas como esta ao Mactatus e entregando de bandeja links dele que ainda brilham pela net mas que neguinho usa na maior cara de pau sem os devidos créditos.

Mactatus, pego no seu pé por respeito e amizade, sinto sua falta como muitos, quem sabe ainda postamos juntos por aí não?

Voo 7177, vc ainda vai continuar voando com ele enquanto nos deixarem no ar também,rs....Il Banco del Mutuo Soccorso, o semplicemente Banco, è un gruppo rock di Roma fondato nel 1969 e tuttora in attività. Insieme alla Premiata Forneria Marconi e a Le Orme è l'esempio più rappresentativo e noto, anche all'estero, di rock progressivo italiano.

Da qui messere si domina la valle, pubblicato nel 1991, è una reincisione in due cd di tutti i brani contenuti nei primi due album del Banco del Mutuo Soccorso
.Integrantes:
Francesco Di Giacomo – voz
Vittorio Nocenzi – teclados/piano e vocais
Rodolfo Maltese – guitarras e mandolim
Pierluigi Calderoni – bateria
Tracces:
CD 1
1.In volo
2.R.I.P.
3.Passaggio
4.Metamorfosi
5.Il giardino del mago
6.Traccia

CD 2
1.L'evoluzione
2.La conquista della posizione eretta
3.Danza dei grandi rettili
4.Cento mani e cento occhi
5.750.000 anni fa... l'amore?
6.Miserere alla storia
7.Ed ora io domando tempo al tempo ed egli mi risponde: non ne ho

Gustare!!!!!!!!!

15 de ago de 2011

Astor Piazzolla "The Central Park Concert 1987" (vinyl rip)

Simplesmente um dos maiores gênios de todos os tempos.

Um dos maiores músicos que a humanidade pôde conviver e infelizmente ainda discriminado por uma grande maioria prq "não é o seu ritmo ideal"; "não faz minha cabeça" ou até "puta música chata"!!!!!!

Gênios são assim mesmo, incompreendidos, não aceitos e constantemente contestados, mas nunca por isso deixam de ser gênios e marcar seus séculos e os posteriores, como uma marca que nunca sai ou deixa de existir simplesmente prq alguns não toleram ou suportam.

Hoje quis trazer pra alcatéia logo após um menino gênio, "um gênio menino".
Sim, prq a música "adios nonino" foi composta já adulto com a perda de seu pai e por isso ainda menino lembrando das marcas por ele deixadas em sua vida.

A canção Adiós Nonino, outra das mais conhecidas composições, foi feita em homenagem a seu pai, quando este estava no leito de morte, Vicente “Nonino” Piazzolla em 1959. Após vinte anos, Astor Piazzola diria “Talvez eu estivesse rodeado de anjos. Foi a mais bela melodia que escrevi e não sei se alguma vez farei melhor.” Por muito tempo recusou escrever ou encaixar textos a sua grande obra-prima, porém, aceitou a proposta da cantora argentina Eladia Blásquez que lhe apresentou um poema que havia escrito soba a versão musical, e ele, comovido, concordou. Insta consignar que Eladia renunciou qualquer direito autoral, enaltecendo ainda mais a grande obra do tango.

Poderia ser digital, analógica ou o que fosse, mas pra mim teria de ser estes apenas 38 mbs de um dos maiores registros ao vivo do mestre e por incrível que pareça, quase nunca reprisado ou quiçá tocado em alguma emissora de rádio ou tv.

Aos que discordarem, meus respeitos, mas pra quem como eu quiser sentir um músico em toda sua plenitude, aqui está o que se pode chamar de um verdadeiro show."...El concierto que tiene lugar en 1987, en el Central Park de New York frente a un público masivo, posee para Piazzolla el valor de una reivindicación histórica.

La ciudad donde pasó su infancia, donde quedó subyugado por la música de Bach y el Jazz y donde fracasó en 1958, finalmente le presta atención a su música.

Los discos editados en USA en los últimos años de los 80's lo documentan:
Tango Zero Hour,
Tango Apasionado,
La Camorra,
Five Tango Sensations (con el Kronos Quartet),
Piazzolla con Gary Burton, etc."Astor Piazzolla - bandoneon
Pablo Ziegler - piano
Fernando Suarez Paz - violin
Horacio Malvicino - guitar
Hector Console - bass

"El concierto que tiene lugar en 1987, en el Central Park de New York frente a un público masivo, posee para Piazzolla el valor de una reivindicación histórica. La ciudad donde pasó su infancia, donde quedo atrapado por la musica clásica y el Jazz, pero tambien donde fracasó en 1958, finalmente le presta atención a su música.

Es considerado uno de los mejores albumes en vivo de Astor Piazzolla, por su calidad sonora, por la pasión que se puede sentir a través de su musica pero sobre todo por tomar la esencia misma de una interpretacion tipica de Astor.

"Si, es cierto, soy un enemigo del tango; pero del tango como ellos lo entienden. Ellos siguen creyendo en el compadrito, yo no. Creen en el farolito, yo no. Si todo ha cambiado, también debe cambiar la música de Buenos Aires. Somos muchos los que queremos cambiar el tango, pero estos señores que me atacan no lo entienden ni lo van a entender jamás. Yo voy a seguir adelante, a pesar de ellos."

Astor Piazzolla

Tracks :
1-Verano Porteño
2-Lunfardo
3-Milonga del Angel
4-Muerte del Angel
5-Discurso de Astor
6-La Camorra (o Tanguedia III)
7-Mumuki
8-Adios Nonino
9-Contrabajisimo
10-Michelangelo 70
11-Concierto para Quinteto

Disfrutar!!!!!!!!