31 de dez de 2011

Rush "Time Machine" (dvdrip)

de Eduardo para vc de presente show rush em dvd em avi rush time machine Boas entradas e obrigado pelos posts

By Eduardo (ré,ré) o lobo precisa descobrir de quem ganhamos o presente, ai meu deus e meus séculos....

O próximo DVD ao vivo do Rush, Time Machine 2011: Live In Cleveland (que traz a performance da banda gravada no dia 15 de abril desse ano em Cleveland, Ohio - EUA) está previsto para lançamento no dia 25 de outubro. O material foi dirigido pela dupla Sam Dunn e Scot McFadyen (que trabalhou em Beyond The Lighted Stage, o aclamado documentário sobre o power-trio canadense) e mixado por Rich Chycki, que esteve com o Rush na maioria dos seus últimos álbuns e DVDs.

Os shows da Time Machine Tour foram um dos mais aguardados da carreira, pois comemorou os 30 anos do mais famoso trabalho dos canadenses: o antológico álbum Moving Pictures, de 1981. Pela primeira vez a banda executava em seus shows uma de suas obras na íntegra, além de trazer também canções esquecidas como Time Stand Still (do álbum Hold Your Fire de 1987) e outras jamais tocadas ao vivo, como Presto, do álbum homônimo de 1989. Como se não bastasse, o Rush apresentou também duas novas músicas que estarão presentes em seu próximo lançamento de estúdio (o álbum Clockwork Angels), Caravan e BU2B.

A Time Machine Tour contou com um visual arrojado, um verdadeiro banquete visual baseado no tema steampunk. Os concertos foram grandiosos, com a banda tocando em grande forma nos palcos. Comentários da critica especializada e também dos fãs foram sempre favoráveis, dada a qualidade impecável de todas as apresentações. Dessa forma, Time Machine 2011: Live In Cleveland já desperta grande euforia entre os admiradores da banda e também entre os entusiastas do rock clássico.Time Machine 2011: Live In Cleveland contará com o show na íntegra, trazendo as seguintes canções:

Set 1:

The Spirit of Radio / Time Stand Still / Presto / Stick It Out / Workin' Them Angels / Leave That Thing Alone / Faithless / BU2B (Brought Up To Believe) / Freewill / Marathon / Subdivisions

Set 2:

Tom Sawyer / Red Barchetta / YYZ / Limelight / The Camera Eye / Witch Hunt / Vital Signs / Caravan / Love 4 Sale (Drum solo) / Acoustic Guitar Solo / Closer To The Heart / 2112 Overture / The Temples of Syrinx / Far Cry

Encore:

La Villa Strangiato (with polka intro) / Working Man (with reggae intro and Cygnus X-1: Book I teaser)

Material Bônus:

The Real History Of Rush: Episode 2
Outtakes from History Of Rush: Episodes 2 & 17
Outtakes from I Still Love You Man
Live from Laura Secord Secondary School (full clip from BLTS)
Live from Passaic, NJ (full clip from BLTS)Sobre os bônus, teremos materiais ligados aos vídeos hilários que fizeram parte da abertura, intervalo e encerramento dos shows dessa turnê. Além disso, teremos ainda o Rush tocando em St. Catharines, Ontário (Canadá) em 1974, com o baterista original John Rutsey. Algumas dessas imagens surgiram como extras do documentário Beyond The Light Stage e ainda não fica claro se teremos mais canções e imagens desse antigo show ou apenas as já conhecidas performances de Working Man e Best I Can. Imagens da banda tocando em Passaic, New Jersey (EUA) no ano de 1976 também estarão no material adicional, mas também não sabemos ao certo se teremos a apresentação completa ou apenas mais algumas canções.

Matéria original: Rush Fã-Clube Brasil


Part 01
Part 02

Enjoy!!!!!!!!!!

27 de dez de 2011

The Hoochie Coochie Men "John Lord" Live at the Basement (dvdrip) by Poucosiso

O sem noção do Poucodoido me envia um link e me diz: "Cara num tô afim de subir nada hoje se quiser se vire"!!!!

Mas o engraçado é que eu tinha pensado a mesma coisa e cada um, claro com seus motivos e eles são os mais variados como no meu caso específico onde as vezes vc acaba um post e um "mané" diz que o que vc faz é uma puta enrolação e ele não acha nem o link!!!!

O outro (viu como a maioria aqui já é de homens?) diz que num post de 12 discos onde foi explicado que uma música não veio, o post era até bonitinho mas tava incompleto; onde foi devidamente convidado a comprar onde quisesse ou baixar em outro blog que eu não me chatearia não!!!!!!

Alguns mais fiéis e até educadamente criticam ou elogiam e faz parte do esporte como o Aponcho que fez uma postagem que puxei do Pirata que deve ter roubado de alguém e ficou muito legal mesmo sobre o mesmo mestre aqui retratado de novo.

Sabe?
É isso que torra o saco de um lobo, porra num gosta vai pra outro lugar, tá errado corrige, falta coisa indique o caminho afinal aqui quem é o senhor da verdade?
Muito extenso?
Não leia, mas praticamente todos os meus posts são assim e continuarão sendo, então aquele fdp acorda de rabo virado ou com ele ardendo e resolve te encher o saco mesmo?

Sem mais invadem sua caixa de email e mostram músicas, idéias, se aproximam e depois prq sabe-se lá qual capeta incomodou te escracha ao não entender picas do que escreveu....é Poucosiso, como vc tb muitas vz não tenho saco mesmo, prq um dia é grana, no outro é a vida e no outro a morte, mas os fdps querem como no coliseu ver sangue e foda-se o resto como se vc passasse a ser um mero serviçal postando aqui o que os sinhozinhos de fazenda querem da senzala.

Aos que se enquadram nessa categoria em meu nome e no dos que aqui frequentam com respeito "Vão cada um pra o devido canto do inferno" e pra mostrar que mesmo com isso a música é meu combustível e compartilhá-la um ideal, aqui está um post que não iria pro ar, que não era pra ser feito mas o foi em respeito aos que entendem o verdadeiro sentido da expressão "Em busca da essência" do Mestre saudoso Manito.Obs: segue comentário do Poucosiso sobre a postagem.

"Grato! Eu não faria melhor. Mas em tempo, alguns adendos: Audio: MPEG Audio Layer 3 48000Hz stéreo 319kbps.
Não tem nenhum extra nesse vídeo, somente o show.
E falar que eu não ligo pra isso de, sei lá como denominar, mas me parece que é ignorancia mesmo, ligo sim.
Dentre os vários motivos que me fizeram desistir de postar este vídeo, como muitos outros que já upei e na hora de postar resolvo não fazer.
Esse é um que foi pra essa pasta, e como todos que estão lá pode ser que um dia poste.
E quando enviei o link ao DOA pedi que ele não se sentisse na obrigação de postar, era presente meu pra ele, DOA.
As críticas ajudam a nortear o trabalho, seja ela de que natureza for. O que me aborrece mais e a falta dela.
É ver o link muito acessado ou baixado e nenhum valeu.
Ai entra a ignorancia, e a falta de cultura que o Brasil vive é absurda!
Povo mal educado e é só olhar pra Brasília pra ver o povo que o povo elege, a cultura da lei de Gerson tirando vantagem da massa em detrimento de uns poucos afortunados de terem tidos até um milhão e trezentos mil votos as custas da manipulação feita pela mídia.
E é por saber disso e saber que é só a ponta do iceberg, é o que conseguimos ver de uma enorme podridão que corroe os alicerces da sociedade hipócrita que nunca existiu de fato, pq o povo não tem cultura pra absorver nada de positivo.
Isso não vai mudar.
Mas minha vontade é volúvel e tem dias que fica anestesiada para estes sentimentos e as postagens fluem.
Outro motivo foi tbm a ignorancia, mas sob outro aspecto, a informação: Ao pesquisar para elaborar a resenha da postagem comecei a ver informações em sites especializados (ou ditos) de absurdos incriveis.
Teve um site que noticía o problema de saúde por que passa Lord sob uma foto de Glenn Hughes, pqp! Donde que essa raça tira essas coisas? Fiquei P comisso!
E um pequeno, mas decisivo motivo, pelo menos por essa semana tem sido, é o fato de Lord ter colocado no site pessoal dele que está iniciando uma batalha contra um carcinoma e que vai dar uma pausa na carreirra até o ano que vem.
Declarou que ira continuar escrevendo e compondo como terapia, e desejou que Deus abençoasse a todos.
São 70 anos de vida e dedicação a música, um nome e uma pessoa que respeito muito pelo legado que tem.
Me comoveu!
Achei que não devia postar agora, uma opinião muito pessoal minha.
E mais motivos tem, dá pra encher a foia... Não sou idiota, insensível, dissimulado, ingrato, egoísta, hipócrita, falso, mentiroso e gostaria sim de ter reconhecimento pessoal de quem acessasse os links postados por todos nos.
Que entre os vários motivos que nos levam a postar ou não postar determinados trabalhos a falta de reciprocidade e reconhecimento e realmente a que mais pesa.
E toda hora tem pessoas encerrando seu sites por isso, recentemente o Mercenário, de onde vem os substativos de qualificação pessoal relacionados acima.
Mas chega né?
Quem gosta de chorar é o Lobo :) E tenho que colocar isso Dead, pq senão daqui a pouco a sociedade protetora dos animais me processará por maus tratos a Lobos :) Poucosiso adora animais! Poucosiso adora música! Sou um amante da vida, se for boa, melhor! Sds!

Por Poucosiso em The Hoochie Coochie Men "John Lord" Live at the Ba... às 13:39"

Live At The Basement

Smoky, bluesy, witty, honest, basic.

Live At The Basement highlights Jon Lord as the exquisite master of rock'n'blues Hammond.

Backed by a low-key blues band, he effortlessly makes his beast weep, roar and whine.

The comfortably seated sell-out audience is taken by the hand and lead at a leisurely pace through a competent mixture of traditional blues classics and the odd original song.

The show was broadcast live online at the time, and such was the intensity and excitement of the performance that the webcast inspired instant goosebumps in this online viewer on the other side of the globe.

As they were held up by a TV appointment, the band arrives late onstage.

'We were live on TV', quibs Lord - 'it's better than being dead on TV!'The atmosphere soon intensifies as Lord proceeds to mesmerise the crowd with dazzling improvisations thought never to appear again.

In particular the passages where he signals for the backing to pause and let him take the lead on his own are entranching.

Snatches of Lazy and passages that transport you back to Lord's early career marathon solos abound.

Between the songs Jon Lord entertains the crowd with anecdotes from an illustrious career with the odd loving stab at his old soloing opponent Ritchie Blackmore.

Sadly an eloquent comment on the then impending war in Iraq has been edited out.

The camera work is right on the spot, offering pristine close ups of the maestro's hands at work.

The Basement DVD lets you view it all again in the comfort of your living room.

Turn the lights down and the volume up and you're right there next to the snarling Hammond.

Fans of Jon Lord's signature Hammond work will treasure the golden moments on this DVD.

Live At The Basement was filmed at Sydney's famous downtown The Basement venue on February 9, 2003.

Save for one or two between-song comments, the DVD features the complete show.The story so far...

When Bob Daisley returned to live in Sydney, Australia in 1997, he soon re-established a connection with Tim Gaze. They'd been in Kahvas Jute together in 1970 and Bob had always rated Tim as a very good guitarist and kept in touch over the many years. Tim had a blues band called The Blues Doctors at the time and invited Bob to do some gigs with them.

Bob picks up the story from here...

I've always been a fan of the blues. I agree with the great Willie Dixon when he said "Blues is the roots, everything else is the shoots". Soon after the first few gigs that we did, Tim asked me to join as a permanent member, which I agreed to do. At that time the line-up was Tim on lead vocals and guitar, Rob Grosser on drums, Jim Conway on harmonica and yours truly on bass. I suggested that we start afresh with a new name and suggested The Hoochie Coochie Men, after the Willie Dixon penned song "I'm Your Hoochie Coochie Man", an old blues standard.

In 2000 we recorded our first album "The Hoochie Coochie Men" with the above line-up. We did various gigs, clubs, restaurants etc. but had a pretty non-eventful year during 2002, until in January, 2003 I got a phone call from Drew Thompson who working with Jon Lord on his tour in Australia.

His first question was, "do you know Jon Lord"? I told him that I did and asked him why. He told me that Jon was in Sydney to play at the Opera House and that he wanted to do some other shows as well. As it happened, Jon was staying just down the road from where I live so I phoned Jon, arranged a dinner and chat and gave him a copy of The Hoochies' album, after which Jon and I discussed doing some shows with The Hoochies. Now at that stage, we, THCM, hadn't played together for about a year so we got together and rehearsed in preparation for some shows with Jon as "The Hoochie Coochie Men featuring Jon Lord". We did one show in Melbourne where, at the sound-check, we did our first and only rehearsal with Jon - but that night all went well.The next day we flew up to Sydney to play at The Basement that night. We did a sound-check in the afternoon and then headed over to the ABC television studios to play a couple of songs live on the show "The Fat", then straight back to The Basement to be filmed doing our two one-hour sets there, the result being the live DVD and CD "Jon Lord with The Hoochie Coochie Men Live at The Basement".

That night at The Basement, Jimmy Barnes, a friend of us all, got up and sang a couple of songs with us, "I'm Your Hoochie Coochie Man" being one of them. We did one more show at Coolum in Queensland where Jimmy attended and got up with us once more and fun was had by all, we had a ball (or two).

The DVD and CD were both received well so I spoke to everyone about doing a studio album, which all were keen to do. Tim, Rob and I got together whenever possible during the end of 2005 and throughout 2006 to write, arrange and record at Rob's studio Disgracelands with Rob as engineer.

When the recorded songs were in good enough shape I took them over to London to record Jon's keyboard parts at Olympic Studios in Barnes, with first-class engineer Darren Schneider from the U.S. Later in 2006 we had the pleasure of including three other guest vocalists on the record, Jimmy Barnes sang on two tracks as did Ian Gillan and Jeff Duff.

As producer, I am more than happy with the end result, a blues album that packs hard-rock punch with well thought out arrangements and Tim singing and playing better than ever. The mix was done by Steve Scanlon in Melbourne, a fine job he did I must say. There'll be a few sore bums around with this kick-arse rhythm section too! Everybody played and sang great, well done evryone! By the way, it's entitled "Danger: White Men Dancing."

I hope you all enjoy our new record when it's released this year.

All the best, kind regards,
Bob Daisley.Tracks:
01. INTRODUCTION
02. HIDEAWAY
03. LONESOME TRAVELLER BLUES
04. BLUES WITH A FEELING
05. YOU GOT GOOD BUSINESS
06. GREEN ONIONS
07. 24/7 BLUES
08. BABY PLEASE DON'T GO
09. THE MONEY DOESN'T MATTER
10. STRANGE BREW
11. DALLAS
12. I JUST WANNA MAKE LOVE TO YOU
13. YOU NEED LOVE
14. THE HOOCHIE COOCHIE MAN*
15. NEW OLD LADY BLUES
16. WHO'S BEEN TALKING
17. SIX STRINGS DOWN
18. DUST MY BROOM
19. BACK AT THE CHICKEN SHACK
20. WHEN A BLINDMAN CRIES*
21. 12 BAR BLOW JAM*

*featuring Jimmy Barnes

DVD bonus:
24/7 BLUES - live on 'The Fat', ABC TV
WHO'S BEEN TALKING - live on 'The Fat', ABC TV
WHEN A BLIND MAN CRIES - promo clip

Sound: 5.1 DTS, 5.1 Dolby Digital, 2/0 PCM stereo
Running Time: appr. 130 minutes


Enjoy!!!!!!!!

24 de dez de 2011

Eric Johnson "Venus Isle"

"Eric tem mais cor em seu som que Van Gogh tinha em suas pinturas.
Steve Vai"


Bem eu acredito que o cidadão ai em cima deve entender um pouco mais de música do que alguns de nós pobres mortais!!!!!

Mas a escolha não foi por acaso; nem por causa de seu talento reconhecido mundialmente; nem por causa de sua carreira de sucessos e mais sucessos e também não foi por ser um cara super legal, perfeccionista ao extremo, nem um boa praça do caramba, etc,etc,etc....Na realidade num 17 de setembro de 54 nascia em Austin, Texas esta figuraça em forma de músico e que a partir de então e até hoje deixa sua marca no planeta com bons exemplos; um trabalho irreparável e um caráter à toda prova.

E são justamente estas características que os seres humanos precisamos tanto em nossas vidas."Eric Johnson tem um estilo próprio. Assim como sua própria personalidade, suas músicas são calmas e tranqüilas.

Suas principais influências são de Django Reindhart, Wes Montgomery, e Eric Clapton – a partir das quais ele desenvolveu uma sonoridade Fusion, combinando rock, jazz, blues e country. Ao solar, Eric Johnson flui pelo braço da guitarra, extraindo melodias expressivas com velocidade incrível." - Guitar Coast.

"Aos 11 anos começou e até hoje nos brinda com seu talento, sua emoção e seu amor pelo que faz; talvez tenha sido a somatória disso tudo que me fez escolhê-lo pra postar por aqui.obs: Pra mim não existe melhor álbum desse cara; mas o que eu mais curto é este: Venus Isle.

Enjoy!!!!!!!!!!

20 de dez de 2011

Billy Cobham and George Duke Live at the Hofstra Playhouse 1976

Eis aqui um belo disco dançante e envolvente, com os pés no funk , o corpo sendo uma fusão das vertentes jazzísticas que estavam sendo exploradas nos anos 70, cabeça e pensamentos direcionados à transformação progressista das intenções musicais.

George Duke com todo seu estilo, toda sua experiência em efeitos, sonoridades, combinações; Billy Cobham com sua pegada majestosa e após ter passado pela divina escola que foi a Mahavishnu Orchestra.

O relativamente novato, mas não inexperiente, John Scofield, com seu passado blues/rock e sua recente, à época, passagem pelo grupo de Gerry Mulligan; e o groove profundo e impactuoso de Alphonso Johnson, com um leve caráter latino.

Eles gravaram um disco essencial pra quem gosta de fusion em geral, de funk, de música progressiva, ou dos três, ou de nenhum dos três.
Nesse último caso, provavelmente se surpreenderá.

Billy Cobham and George Duke Band
Hofstra Playhouse,Hofstra University
Hempstead, NY - 1976, March 19

01. Prelude (Tryin and Cryin) 1:00
02. Crosswinds 1:49
03. Panhandler 4:02
04. Floop De Loop 9:49
05. East Bay 10:08
06. Band Introductions 2:37
07. Earthlings 6:54
08. Echidna's Arf(George Duke improv.) 2:30
09. Someday~Space Lady~ 3:21
10. Feel~Tzina 2:58
11. and so ... 0:29
12. Uncle Remus 4:49
13. Involuntary Bliss Pt.1 7:08
14. Involuntary Bliss Pt.2 4:11

Total time: 61.45 min

Billy Cobham: drums
George Duke: vocals, keyboards
Alphonso Johnson: bass
John Scofield: guitar

Sure "ain't no Frank Zappa show", but hey ... still a great one !!! Check it out !

Enjoy!!!!!!!!!!

18 de dez de 2011

Jon Blues Project Lord Live

Trouxe o velho mago de volta aos confins da nossa alcatéia e cada vez mais ele parece fazer tipo de enfado mas nunca para e nunca vai parar.

Seu som é extasiante e gratificante, aliás por pura preguiça e pra não perder o ritmo roubei o link do Pirata do Rock, mas ele e aquela tripulação não me assustam,ré,ré,ré

É isso, pelo nome e de quem é não tem muito o que falar, só um adendo, vcs se lembram dos Monkees e seu baterista?

Pete York era o tal não? Basta olhar pra baixo e consultar os links deles e descobrir que o cara está aí ou não? A cara não bate mas as histórias sim por isso....

This has elements of the old Apollo Theatre in Harlem Rhythm and Blues Revues of the early 50s and the procession of solo singers and instrumentalists keeps it interesting and fascinating. In 1982 the Rock and Blues Circus toured Germany with Jon, Colin, Pete, Chris Farlowe and others, while in the UK another line-up with Chris, Brian Auger, Colin, Spencer Davis and Pete went out under the name of Blues Reunion.

Other old friends like Miller, Zoot and Tony Ashton were brought into this. Various other band names were used along the way, Endangered Species, Daddy and the Steamers etc but in essence the success of the shows lies in the drive and feeling produced by these virtuoso old friends and in the fun they have in doing it.PETE YORK – drums
In the 1960’s Pete was part of the successful the Spencer Davis Group. Pete then joined Eddie Hardin to form Hardin & York, „the World’s Smallest Big Band“. He toured with Klaus Doldinger’s Passport, Chris Barber’s Jazzband. The American Blues Legends and star soloists from blues, jazz and rock like Sonny Boy Williamson, Eric Clapton and Johnny Griffin. Pete appeared with Jon Lord’s orchestral projects Windows and Sarabande. They first played R & B together in the Rock & Blues Circus in the 80MILLER ANDERSON – guitar and vocals
His first name band was the Keef Hartley Band. He wrote much of the material they recorded on their several successful LPs and was the impressive frontman when they appeared at Woodstock in 1969. Miller went on to be featured with Savoy Brown, Stan Webb’s Chicken Shack, Blood Sweat and Tears, Marc Bolan’s T. Rex, Mick Taylor, Donovan, Mountain, the Spencer Davis Group, Pete York’s Super Drumming TV series, Jon Lord’s orchestral projects and used to be with the British Blues Quintet. He now leads his own Miller Anderson Band on tour in Europe and continues to compose original songs for his performances.MAGGIE BELL – vocals,
One of the most exciting singers of the 60s and 70s with the legendary Stone The Crows, also Peter Green, Steve Howe and Taj Mahal. The raw power of her singing and her stage presence have not diminished one iota over her long career and whether she is on the road with Dave Kelly, Chris Farlowe or the British Blues Quintet she earns standing ovations from the fans of all ages.COLIN HODGKINSON – bass
Began his bass-playing career with Alexis Korner, where he learned the roots of the blues. His group Back Door was a highly original concept and enjoyed great success. He went on to be part of Charlie Watts Rocket 88, David Coverdale’s Whitesnake, the Olympic Rock and Blues Circus with Jon Lord, Pete York and Chris Farlowe. He also toured with Brian Auger, Chris Rea, Frank Diez and the Spencer Davis Group. Colin also appeared with Pete York in the Super Drumming TV series.ZOOT MONEY – keyboards
Became one of the first Hammond organ soloists and a highly individual singer with his Big Roll Band in the 60s. His recording of Big Time Operator was a 60s hit. Often voted the favourite band of other stars of the time, Zoot’s mix of blues, soul, jazz and raving lunacy were perfect for the era. Andy Summers (later of Police) was his guitarist and Zoot later collaborated with Alexis Korner and Eric Burdon. He has also acted in British films and TV and his personality has enlivened projects with Alan Price, Bobby Tench, Humble Pie and his own British Blues Quintet.Line-up:

BRIAN AUGER – Hammond organ
MILLER ANDERSON – guitar & vocals
MAGGIE BELL – vocals
COLIN HODGKINSON – bass & vocals
ZOOT MONEY – Keyboards & vocals
PETE YORK – drumsManagement: Tarquin Gotch, Serious Comedy, 25 Rathbone Street, London W1T 1NQ, England

Booking: Emily Freeman, The Agency Group, London [EmilyFreeman@theagencygroup.com]

Tour management: MFP Concerts GmbH & COKG

Jon Lord biography: download documentThe recording was released in July 2011 by MFP Concerts Music Productions. The show was recorded live at Rottweil Jazzfestival on May 14, 2011 and features classic blues songs written by Willie Dixon and Robert Johnson as well as more contemporary compositions by Deep Purple, Free and Tom Waits. It's a merchandise recording, sold at Blues Project gigs. Mixed and mastered by Tom Mullerat Flatliners Studio Ingolstadt, Germany[citation needed]Tracklist:
1."Back At The Chicken Shack" (James O. Smith)
2."Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon)
3."Wishing Well" (John Bundrick/Simon Kirke/Paul Kossoff/Paul Rodgers)
4."It Never Rains But It Pours" (George Money/Colin Allen)
5."Fog On The Highway" (Miller Anderson)
6."Lazy" (Jon Lord/Ian Gillan/Ritchie Blackmore/Roger Glover/Ian Paice)
7."Walkin' Blues" (Robert Johnson)
8."Way Down In The Hole" (Tom Waits)
9."Houston (Scotland)" (Miller Anderson)
10."Respect Yourself" (Luther Ingram/Mack Rice)
11."When A Blind Man Cries" (Jon Lord/Ian Gillan/Ritchie Blackmore/Roger Glover/Ian Paice)
12."I'm A Man" (James D. Miller/Stephen L. Wi

The Blues Project is a group of old friends, delivering high quality British rhythm’n'blues the way it was always supposed to sound
.

Obs: link atualizado

Enjoy!!!!!!!!

16 de dez de 2011

The Zimmers - A Banda mais velha do Rock'roll

Aqui só trouxe pra frente um post que tava meio esquecido e o link caído, pqp, enche o saco isso mas quem se aventura a isso tem de pagar o preço.

Inclusive de ser chamado de brigão, temperamento forte e o escambau só por ter opinião própria, então pra evitar isso é que limitei respostas a comentarios e emails e vou limitar mais ainda, aos críticos e insatisfeitos façam melhor.

Tô de saco cheio de tentar ser educado com quem não é, ser gentil com cavalgaduras ou ter saco com neuróticos, vão se tratar e pronto, aqui só tem música e não é consultório sentimental, agora se quiser um som pra curtir basta pegar na lista ao lado e ser feliz, agora que tal se não consegue ser não tentar apagar a luz dos outros?

É impossível prq uns nasceram pra brilhar....Bom, eu não quero acrescentar nada além das observações que encontrei mais coerentes com o disco e a banda.
Já havia postado qdo começou o fenômeno mas isso o mundo viu, e este lobo rodando pelas noites enluaradas não ficou de fora é claro, mas o que mais me impressiona é a disposição, a alegria e a vontade da "galera", mostrando ao mundo todo algo como "Estamos vivos e muito bem obrigado".

Longa vida ao R'R e longa vida ao The Zimmers que na minha humilde e sempre controversa opinião, mostra às estrelinhas do jet set que esta história que parou prq morreu baterista e não achou a altura pra substituir ou simplesmente porque os "temperamentos não eram mais compatíveis" é uma puta de uma frescura sem igual do ser humano e sua mesquinhez e o medo de parar enquanto se acha por cima e depois ficar aparecendo de tempos em tempos, parou?
Então some porra!!!!!!!!

Obs: Colocarei aqui a obs de hj, citei mesmo mais uma vez o Zep e sua frescura de substituir o moby dick, qqr um que entenda um pouquinho de música e assistir hj em dia o Sr Ginger Baker sabe que ele poderia sentar naquele banco e daria conta sim, como tantos outros que poderia dar como exemplo, mas só cito o monstruoso Garry "Gman" Sullivan (qtos esclarecidos o conhecem?), podem acessar o site dele ou vê-lo aqui http://www.youtube.com/watch?v=6CuUgB4SC9I arrebentando com Neil Zaza e TM Stevens simplesmente dois dos melhores do mundo ( o primeiro um dos 50 mais rápidos do mundo e o segundo um dos mais influentes baixistas da atualidade), ah quer saber esses caras parecem gato de armazém, vivem dormindo em cima do saco; porra eu amo o Zep, tenho tudo deles, mas não consigo aceitar esses desculpimos que nem o Queen se deixou envolver.
Cada um tire sua própria conclusão, esta é a minha só!!!!Bengalas, andadores e… amplificadores. Foi lançado na Alemanha, o álbum ”Lust for life”, que marca a estréia discográfica da banda de rock “mais velha do mundo” ( e, por incrível que pareça, não estou me referindo dos Rolling Stones).
São os Zimmers, grupo de rock inglês composto por integrantes com média de idade superior aos 90 anos; Alf, o vocalista, tem 91, e o mais idosos dos 51 membros do conjunto é Buster, 101 anos de puro rock and roll.

Mais de 50 milhões de pessoas de todos os cantos do Planeta já baixaram as músicas do grupo ou acessaram o site “thezimmersonline.com“, o mais visitado material do “jurássico” conjunto no “youtube” é o vídeo da música “my generation”, um cover do The Who. O eufemismo acontece no refrão da música “ I hope I die before I get old” ( Espero que eu morra antes de envelhecer) sendo cantada por idosos, bem idosos mesmo.

O lançamento mundial de “Lust for life” foi dia 06/10. A banda começou devido a um documentário produzido pela BBC britânica intitulado “Power to the People”, e que mostrava as angústias dos mais diversos grupos de pessoas na Inglaterra. Desde então, a banda faz alguns covers bizarros.
The Zimmers é formado por mais de 40 pessoas, todas com idade média de 70 anos. O líder da banda, Alf, tem 90. Eles gravaram um hit do The Who, “My Generation” que foi lançado em 21 de maio no iTunes. Antes disso o clipe foi ao ar dia 4 de abril no You Tube, junto com a página no My Space. Pouco tempo depois a BBC descobriu. A história foi adiante com o New Castle Journal, New York Sun, Guardian e até no Fantástico (Globo).

Tanta atenção da “mídia tradicional” ajudou a alavancar o vídeo na internet, com mais de 4.800.000 até o momento. E olha que eles nem precisaram de uma grande gravadora por trás para o vídeo dar certo.

Fica a lição de que um viral na internet é bom, mas uma forcinha da grande mídia é muito bem-vinda. E também o exemplo dos velhinhos mostrando que não tem idade para ser rockstar. (SinViral)

A banda gravou covers do Who, Beatles, Prodigy, Eric Clapton, Frank Sinatra, e outros
.The Zimmers (2008) Lust for Life

Tracks:

01 - We Will Rock You 02:01 (originally performed by Queen)
02 - When You're Smiling 03:13 (originally performed by Louis Armstrong)
03 - Firestarter 03:05 (originally performed by The Prodigy)
04 - My Generation 03:48 (originally performed by The Who)
05 - Lust For Life 04:13 (originally performed by Iggy Pop)
06 - Let It Be 04:12 (originally performed by The Beatles)
07 - Tears In Heaven 04:37 (originally performed by Eric Clapton)
08 - Old And Wise 03:14 (originally performed by The Alan Parsons Project)
09 - What The World Needs Now Is Love 03:12 (originally performed by Jackie DeShannon)
10 - Everybody's Talkin' 02:34 (originally performed by Harry Nilsson)
11 - Three Steps To Heaven 02:21 (originally performed by Eddie Cochran)
12 - Fight For Your Right (To Party) 03:25 (originally performed by The Beastie Boys)
13 - My Way 03:58 (originally performed by Frank Sinatra)
14 - My Generation 05:17

The debut album ‘Lust For Life’ covers a multitude hits from many eras (a compilation for all generations):

With top producers such as Mik

Enjoy!!!!!!!!!!!! The Zimmers 4ever........ (link ok)

14 de dez de 2011

VA – Dante’s Divine Comedy Part III – Paradiso (2010)

Fechando a tríade do Musea Records relativo ao trabalho de Dante aqui está o que acho todos buscam, a saída do purgatório para o Paraíso.

Mas tenho uma histórinha com este post e creia quem quiser.

Qdo baixei com indicação do RicardoLDR como já disse vieram 02 álbuns e faltava um deles que encontramos e ficou tudo certo; como não sou de preparar posts mesmo vou fazendo na hora como este prq gosto de me obrigar a fazer e não ficar colecionando posts por obrigação de colocá-los na vitrine, isso aqui não é loja!!!!

Qdo fui buscar este não o encontrei simplesmente.....é isso havia sumido do pc e tb do dvd de back up que fiz, simplesmente tinha outro trabalho que não o que baixei e sei que baixei prq confiro tudo que baixo e ouço tb, por exemplo, ng que baixou o primeiro disco e foram mais de 100 sequer reclamou que a faixa 08 do disco 02 está em branco.

Foi um defeito que não achei ainda a matriz original (eu acho sempre a cópia do original pra evitar problemas, sou assim e pronto) mas vou achar e postar só esta musica que vai ficar faltando, ou seja os vários amantes da música ainda nem tiveram tempo de ouvir ou não tiveram saco de reclamar prq pra reclamar é rapidinho,rs

Já tem gente reclamando que o fileserve não libera o disco II sendo que tem mais de 80 downs só do primeiro dia, então não pensei que vou pegar mais de 500 mbs e mudar de host prq não vou,rs (mas já repostei no mandamais).

Bem é assim que fecho minha participação com a Divina Comédia de Dante, entrando no inferno, passando pelo purgatório e chegando ao Paraíso (pelo menos no post) e garanto que notei uma infinidade de posts brotando relativo a este trabalho, sem nenhuma referência, só a capa e as músicas, mas já é alguma coisa e explico: tenho um analisador de palavras que me mostra a intensidade delas na blogosfera e subiu sim muito depois de postado aqui, coisa de 10 para 100 blogs, amém pra os que amam a música de verdade.

E o mistério continua, tenho certeza que o Poucodoido vai me dizer do bichinho que tá comendo mp3 (rs, os dele tão sumindo e ele me veio com essa, ai meu pai) só que o bichinho que comeu aqui deixou outro disco,rs...é mexer com céu e inferno não é fácil só não vê quem não quer....The Divine Comedy is composed of 14,233 lines that are divided into three canticas (Ital. pl. cantiche) — Inferno (Hell), Purgatorio (Purgatory), and Paradiso (Paradise) — each consisting of 33 cantos (Ital. pl. canti). An initial canto serves as an introduction to the poem and is generally considered to be part of the first cantica, bringing the total number of cantos to 100. The number three is prominent in the work, represented here by the length of each cantica. The verse scheme used, terza rima, is hendecasyllabic (lines of eleven syllables), with the lines composing tercets according to the rhyme scheme aba, bcb, cdc, ded, ....

The poem is written in the first person, and tells of Dante's journey through the three realms of the dead, lasting from the night before Good Friday to the Wednesday after Easter in the spring of 1300. The Roman poet Virgil guides him through Hell and Purgatory; Beatrice, Dante's ideal woman, guides him through Heaven. Beatrice was a Florentine woman whom he had met in childhood and admired from afar in the mode of the then-fashionable courtly love tradition which is highlighted in Dante's earlier work La Vita Nuova.

In central Italy's political struggle between Guelphs and Ghibellines, Dante was part of the Guelphs, who in general favored the Papacy over the Holy Roman Emperor. Florence's Guelphs split into factions around 1300, the White Guelphs, and the Black Guelphs. Dante was among the White Guelphs who were exiled in 1302 by the Lord-Mayor Cante de' Gabrielli di Gubbio, after troops under Charles of Valois entered the city, at the request of Pope Boniface VIII, who supported the Black Guelphs. This exile, which lasted the rest of Dante's life, shows its influence in many parts of the Comedy, from prophecies of Dante's exile to Dante's views of politics to the eternal damnation of some of his opponents.[citation needed]

In Hell and Purgatory, Dante shares in the sin and the penitence respectively. The last word in each of the three parts of the Divine Comedy is stelle, "stars."Inferno
Main article: Inferno (Dante)
The poem begins on the night before Good Friday in the year 1300, "halfway along our life's path" (Nel mezzo del cammin di nostra vita). Dante is thirty-five years old, half of the biblical life expectancy of 70 (Psalms 90:10), lost in a dark wood (understood as sin, assailed by beasts (a lion, a leopard, and a she-wolf) he cannot evade, and unable to find the "straight way" (diritta via) - also translatable as "right way" - to salvation (symbolized by the sun behind the mountain). Conscious that he is ruining himself and that he is falling into a "deep place" (basso loco) where the sun is silent ('l sol tace), Dante is at last rescued by Virgil, and the two of them begin their journey to the underworld. Each sin's punishment in Inferno is a contrapasso, a symbolic instance of poetic justice; for example, fortune-tellers have to walk with their heads on backwards, unable to see what is ahead, because that was what they had tried to do in life:

"they had their faces twisted toward their haunches
and found it necessary to walk backward,
because they could not see ahead of them.
…and since he wanted so to see ahead,
he looks behind and walks a backward path.

Allegorically, the Inferno represents the Christian soul seeing sin for what it really is, and the three beasts represent three types of sin: the self-indulgent, the violent, and the malicious. These three types of sin also provide the three main divisions of Dante's Hell: Upper Hell (the first 5 Circles) for the self-indulgent sins; Circles 6 and 7 for the violent sins; and Circles 8 and 9 for the malicious sins.Dante gazes at Mount Purgatory in an allegorical portrait by Agnolo Bronzino, painted circa 1530

Purgatorio
Main article: Purgatorio
Having survived the depths of Hell, Dante and Virgil ascend out of the undergloom, to the Mountain of Purgatory on the far side of the world. The Mountain is on an island, the only land in the Southern Hemisphere, created by the displacement of rock which resulted when Satan's fall created Hell (which Dante portrays as existing underneath Jerusalem). The mountain has seven terraces, corresponding to the seven deadly sins or "seven roots of sinfulness." The classification of sin here is more psychological than that of the Inferno, being based on motives, rather than actions. It is also drawn primarily from Christian theology, rather than from classical sources. However, Dante's illustrative examples of sin and virtue draw on classical sources as well as on the Bible and on contemporary events.

Allegorically, the Purgatorio represents the Christian life. Christian souls arrive escorted by an angel, singing in exitu Israel de Aegypto. In his Letter to Cangrande, Dante explains that this reference to Israel leaving Egypt refers both to the redemption of Christ and to "the conversion of the soul from the sorrow and misery of sin to the state of grace." Appropriately, therefore, it is Easter Sunday when Dante and Virgil arrive.

The Purgatorio is notable for demonstrating the medieval knowledge of a spherical Earth. During the poem, Dante discusses the different stars visible in the southern hemisphere, the altered position of the sun, and the various timezones of the Earth. At this stage it is, Dante says, sunset at Jerusalem, midnight on the River Ganges, and sunrise in Purgatory.Paradiso
Main article: Paradiso (Dante)

After an initial ascension, Beatrice guides Dante through the nine celestial spheres of Heaven. These are concentric and spherical, as in Aristotelian and Ptolemaic cosmology. While the structures of the Inferno and Purgatorio were based on different classifications of sin, the structure of the Paradiso is based on the four cardinal virtues and the three theological virtues.

Dante meets and converses with several great saints of the Church, including Thomas Aquinas, St Bonaventure, St Peter, and St John. The Paradiso is consequently more theological in nature than the Inferno and the Purgatorio. However, Dante admits the vision of heaven he receives is the one that his human eyes permit him to see, and the vision of heaven found in the Cantos is Dante's own personal one.

The Divine Comedy finishes with Dante seeing the Triune God. In a flash of understanding, which he cannot express, Dante finally understands the mystery of Christ's divinity and humanity, and his soul becomes aligned with God's love:

"But already my desire and my will
were being turned like a wheel, all at one speed,
by the Love which moves the sun and the other stars."Dante's personal involvement
In his allegorical description of sin (in the Inferno) and virtue (in the Purgatorio and Paradiso), Dante draws on real characters from ancient Greek and Roman myths and history, and from his own times. However, his own actions often also illustrate the concepts he is discussing. For example, Dante shares the fleshly sins of the damned at several points in the upper circles of Hell. At the first circle where the virtuous pagans who pursued honor above all else are punished by eternally knowing they have fallen short for their lack of faith, Dante shares with them their love of honor, as evidenced by the word “honor” being used repeatedly in the Canto. Similarly, at the third circle where Ciacco and other gluttons are punished for their appetites, Dante’s appetite for political information about his fellow Florentines appears equally gluttonous:

"And I to him: I wish thee still to teach me,
And make a gift to me of further speech.

Farinata and Tegghiaio, once so worthy,
Jacopo Rusticucci, Arrigo, and Mosca,
And others who on good deeds set their thoughts,

Say where they are, and cause that I may know them;
For great desire constraineth me to learn
If Heaven doth sweeten them, or Hell envenom."

Conversely, in the Purgatorio, after leaving the terrace of the proud, Dante has learned from the example set by Omberto and suppresses his own pride, declining to speak of his achievements:

"And I: Through midst of Tuscany there wanders
A streamlet that is born in Falterona,
And not a hundred miles of course suffice it;

From thereupon do I this body bring.
To tell you who I am were speech in vain,
Because my name as yet makes no great noiseTRACKLIST:

CD1:
01 – Kbridge – Canto XVIII
02 – Simon Says – The Needle’s Eye
03 – Colossus Project – In the Eye of the Eagle
04 – Ozone Player – Canto 21
05 – Jinetes Negros – A li occhi belli
06 – Blank Manuscript – Living Star
07 – Nemo – Sans Voix
08 – Daal – Static Stars
09 – Matthijs Herder – Sacratus

CD2:
01 – Posto Blocco 19 – L’Ultima Acqua
02 – Oracle – Kings of the Future Past
03 – Faveravola – Del Francescano Sole
04 – Armalite – Il Cerchio, la Luce e la Virtu
05 – Groovector – Houkutja Kuninkaat
06 – Roz Vitalis – Canto XIV
07 – De Rossi & Bordini – Dentro la Cerchia Antica
08 – Echoes – Nel Cerchio di Luce
09 – Jaime Rosas – Cruz del Sur

CD3:
01 – Kbridge – Canto XVIII
02 – Simon Says – The Needle’s Eye
03 – Colossus Project – In the Eye of the Eagle
04 – Ozone Player – Canto 21
05 – Jinetes Negros – A li occhi belli
06 – Blank Manuscript – Living Star
07 – Nemo – Sans Voix
08 – Daal – Static Stars
09 – Matthijs Herder – Sacratus

CD4:
01 – Mist Seasons – Defending Hands
02 – Kotebel – Canto XXVIII
03 – Tabula Smaragdina – Angyal
04 – Raimundo Rodulfo – El Sol de Sus Ojos
05 – Flamborough Head – Labyrinth of Light
06 – Lady Lake – Miserere Mei
07 – Yesterdays – 33
08 – Marco Lo Muscio – Outro – Towards the Stars
09 – Atlantis001 – Conclave Deorum

Part 01
Part 02
Enjoy!!!!!!!!!! 02/06/13

12 de dez de 2011

VA - Dante's Divine Comedy. Part II - Purgatorio (Canto XXIX) (4CD)

Como disse aqui está a segunda parte desta que considero uma das maiores obras feitas em cima de uma história já consagrada, prq escrever e compor sobre algo etéreo é uma coisa mas pegar uma obra de sucesso mundial é dar um tiro no escuro.

Ao meu ver no todo se não prestasse só pelo esforço desses caras já teria valido a pena, mas não é o que ouvi em cada um dos 12 discos e quem conhece a história melhor ainda prq pode comparar como fez com tantas outras obras desse estilo, mas como essa nessa proporção só vi em obras clássicas e a preços absurdos.

Músicos de todos os cantos se unindo em torno de algo tão grandioso só analisando cada um ao seu modo e nesse aqui tb vem com mais de 40 encartes com a história completa e a última será o Paraíso se conseguirmos chegar lá.The Finnish Progressive Music Association COLOSSUS together with Musea will release a concept album (3 CDs) based on the first cantica of the Italian Epic Poem “The Divine Comedy”.

The 34 “cantos” of the INFERNO will be assigned to 34 bands. Each band participating in the project has chosen one “canto” and will make their music inspired by it.

The maximum length of the songs can be 7 min and the songs can be either instrumental or with vocals.

All keyboards used on the songs will be original 70's instruments (Hammond, Mellotron, Minimoog, Clavinet, Fender Rhoades etc.) or be emulated with the best technology of today (no drum machines or programming is allowed!) and an early 70’s atmosphere is preferred (Genesis, Yes, EL&P, VDGG, etc.).

The bands participating in the project come from all around the world (for example, Europe, South America, U.S.A., Canada and Japan.).

Release date: early 2008


"Suite de « DANTE’S INFERNO - The Divine Comedy – Part One », sorti en 2009 et que j’ai chroniqué dans ces mêmes pages à l’époque, voici donc le second volet de ce triptyque sur l’œuvre la plus connue de DanteALIGHIERI, écrivain florentin du Moyen Age.

Cette « Divine Comédie » est encore une fois composée, comme son prédécesseur, d’un énorme boîtier contenant 4 CD et un méga livret, illustrant l’histoire et détaillant chaque groupe avec son historique et même les paroles des morceaux, s’il y a lieu.

On ne change pas une recette qui gagne, comme dirait l’autre !
Je rappelle que ces réalisations sont l’œuvre du magazine finlandais Colossus et du label français Musea, qui nous ont déjà donné moult « projets » de ce style sur un thème donné (le Western Spaghetti, le Colosse de Rhodes, l’Ile au Trésor, Star Wars, les Sept Samouraïs, le Giallo ou encore le rock progressif scandinave).


La « Divine Comédie » est une œuvre qui comporte cent actes, divisés en trois phases, l’enfer, le purgatoire et le paradis.

Ce coffret comporte donc les 36 « cantos » qui font partie du « Purgatoire ». Il va sans dire que maîtriser un tel « pavé » est quasiment impossible, même en n’écoutant que ça (ce qui n’est pas le cas du pauvre chroniqueur débordé que je suis !).

Ainsi, je vais vous donner quelques observations que j’ai faite sur le contenu de ce coffret.
Tout d’abord, je remarque que la moitié des groupes ont été renouvelé, ce qui nous fait quand même une moitié de « petits nouveaux » dans le projet (17 sur 35 groupes présents).
Un peu de sang neuf ne peut pas faire de mal, même si certains regretteront l’absence d’X ou Y.

Personnellement, mes groupes préférés du premier opus sont tous présents, à l’exception notable de WICKED MINDS et TEMPANO.

Mais ce n’est pas grave puisqu’ils sont remplacés par d’autres, tout aussi talentueux.A commencer par KEY BRIDGE qui délivre la seule « suite » du coffret (15’36 au compteur).
Il faut savoir que la majorité des groupes restent dans une moyenne de 5 à 9 minutes.
Je ne connaissais pas ce groupe mais c’est une découverte de taille ! Tout bonnement extraordinaire à tous les niveaux, avec un chanteur typique à l’accent traînant à la Peter GABRIEL… LA découverte de ce premier CD.

Au rayon des nouveaux (qui n’apparaissaient donc pas dans le premier opus), citons aussi TEN MIDNIGHT – SOUL ENGINE - SOPHYA BACCINI –SURVIVAL - PHIDEAUX – TOMMY ERIKSSON - MAXWELL’S DEMON – RAK - MAD CRAYON – TABULA SMARAGDINA – BLANK MANUSKRIPT – MIST SEASON - B612 – EQUILIBRIO VITAL – JINETES NEGROS - PASINI & RAGOZZA.


Il est impossible de détailler chaque réalisation, sachez qu’il n’y a aucune faute de goût et que tous les groupes font bien du progressif, chacun à sa manière certes, mais tous avec brio.

Comme pour le premier opus, c’est majoritairement les groupes de la péninsule italienne qui ont répondu présents, suivis par les scandinaves et les américains du sud.

Quelques groupes hollandais et le reste du monde a envoyé un seul représentant en général (USA, Grande-Bretagne, France, Russie, Hongrie, etc.).

Le cahier des charges a encore une fois été respecté (pas d’utilisation de boite à rythmes et autres machines dénuées d’âme et n’utiliser que des instruments analogiques issus des glorieuses seventies, sans parler de l’inspiration musicale qui doit aussi venir de ces années là) ce qui fait qu’il y a une impression d’homogénéité sur l’intégralité du coffret.

Les groupes ont été bien inspirés, cela s’entend et c’est un bonheur de tous les instants.
En résumé, une œuvre Colossale indispensable pour tous les amoureux du prog’ estampillé seventies… La troisième et dernière partie de ce projet est prévue pour l’année 2010, si tout va bien. Vivement demain !

NB : Je n’ai pas franchement compris l’intérêt d’un « bonus track » étant donné qu’il s’agit de la première édition (pour une réédition, je comprends mieux)."In 1996-98 I was the producer for an audio-book version of Dante's Divine Comedy, in a new English translation by Benedict Flynn. The reader was Heathcote Williams, and when we came to record Canto 33 of Inferno, I found myself transported by the power and emotion of his reading. It occurred to me that afternoon, that one day I would like to make a musical setting of these verses.

"The opportunity to realise this project came last year, when the Hilliard Ensemble invited me to compose something for them, and this was the project I proposed to them. Ugolino's monologue in Canto 33 is remarkable within the context of the Divine Comedy, in that it is the only time we are given a full account of a personal story: elsewhere we are given snippets or allusions, but Dante does not make time to re-iterate tales he believes we should know already. In this case, the scenario clearly took hold of his imagination: a traitor imprisoned with his entire family, and eventually condemned to starve to death together in their sealed tower. Dante has Ugolino tell his own story simply, calmly and in pathetic detail.

"I have begun the drama as Dante first encounters the frozen lake which lies at the bottom of the pit of Hell, cutting a few lines from time to time en route to Ugolino's story, which I have set complete. My primary concern has been to keep Dante's words clear at all times, and thus you will find in this 'contemporary' music many devices more usually encountered in music of much earlier times.I hope that I have been able to do this without wasting the incredible talents of the Hilliard Ensemble. The challenge for them is less in the notes they have to sing, than in the large number of words which I ask them to enunciate with expression, but also with maximum clarity. And that is my suggestion to you: that you do not close your eyes and let the sound of the music drift over you, but that you accompany Dante on this section of his journey, line by line."

Roger Marsh, 2008Tracklist:
CD 1
1 - SIMON SAYS (Swe) "Intro"
2 - NEMO (Fra) "Canto I"
3 - KEYBRIDGE (Ita) "Canto II"
4 - OZONE PLAYER (Fin) "Canto III"
5 - RAIMUNDO RODULFO (Ven) "Canto IV"
6 - TEN MIDNIGHT (Ita) "Canto V",
7 - SOULENGINE (Ita) "Canto VI"
8 - WILLOWGLASS (Uk) "Canto VII"
9 - ATLANTIS 1001 (Ita) "Canto VIII".

CD 2
1 - CONTRAPPUNTO PROJECT (Ita) "Canto IX"
2 - SOPHIA BACCINI (Ita) "Canto X"
3 - NEXUS (Arg) "Canto XI"
4 - NUOVA ERA (Ita) "Canto XII"
5 - SURVIVAL (Hol) "Canto XIII"
6 - LITTLE TRAGEDIES (Rus) "Canto XIV"
7 - ARMALITE (Ita) "Canto XV"
8 - PHIDEAUX (Usa) Canto XVI"
9 - TOMMY ERIKSSON (Fin) "Canto XVII".

CD 3
1 - ENTRANCE (Chi) "Canto XVIII"
2 - MAXWELL'S DEMON (Usa) "Canto XIX"
3 - RAK (Sui) "Canto XX"
4 - COLOSSUS PROJECT (Ita) "Canto XXI"
5 - MATTHIJS HERDER (Hol) "Canto XXII"
6 - MAD CRAYON (Ita) "Canto XXIII"
7 - TABULA SMARAGDINA (Hun) "Canto XXIV"
8 - BLANK MANUSKRIPT (Aut) "Canto XXV"
9 - LADY LAKE (Hol) "Canto XXVI".

CD - 4
1 - GROOVECTOR (Fin) "Canto XXVII"
2 - MIST SEASON (Fin) "Canto XVIII"
3 - FLAMBOROUGH HEAD (Hol) "Canto XXIX"
4 - YESTERDAYS (Hun) "Canto XXX"
5 - B612 (Ven) "Canto XXXI"
6 - EQUILIBRIO VITAL (Ven) "Canto XXXII"
7 - JINETES NEGROS (Arg) "Canto XXXIII"
8 - SIMON SAYS (Swe) "Outro"
Bonus Track
9 - PASINI & RAGOZZA (Ita) "Purgatorio

artwork

Enjoy!!!!!!!!!!!!! (link ok) 14/12

9 de dez de 2011

VA - Dante's Divine Comedy Part I - Inferno (Canto IX) (4CD) 2008

Como antecipei no post anterior, irei trazendo pra cá algumas obras que reconheço como quase perfeitas, por causa do material usado, pelo trabalho feito, pela forma como fizeram e óbvio pelo resultado.

Confesso que foi difícil trabalhar com ela prq as melhores informações estão em sites hospedados na russia e todos sabemos prq, ou se não sabe é por isso que o avax continua postando o que quer; não obedece as regras da dmca e de ninguém mesmo, prq as leis de lá não se lixam pra isso.

Bem, deveria ser de conhecimento da maioria que uma das obras mais importantes da história humana além da própria bíblia, o Corão e diversos livros considerados sagrados por seus seguidores são obras de autoria de autores variados mas que influenciaram de maneira definitiva a humanidade e a "Divina Comédia" de Dante se enquadra nesse perfil.

E aqui entra o que disse antes, que a maioria dos entendidos em tudo vem postando coisas por causa de nomes estranhos, sons obscuros e qualidade precária demais se perdessem seu tempo pra ouvirem o que postam ao invés de copiar e colar somente.

Por exemplo tenho aqui mesmo na alcatéia um disco italiano de apenas 04 músicas que conta de genesis ao apocalipse e é lindíssimo, mas só que o vejo postado como progressivo sendo que é puro rock anos 70 italiano,o que prova total desconhecimento de tudo.

Não tô aqui pra criticar especificamente ninguém e nem vou entrar em polêmicas, vou mostrar enquanto puder com material; e começo com a primeira parte da Divina Comédia, onde vc vai encontrar quase 600 mbs num único arquivo prq são 04 discos por parte e em cada disco como descrito uma infinidade de músicas relatando de forma maravilhosa a história da descida ao inferno por Dante e Virgilio.

Repito que procurei e só achei releases nos principais locais e onde havia links estavam mortos; nos torrents pouco se acha tb e tenho de agradecer ao RicardoLDR prq não fosse ele e sua curiosidade ficaríamos ainda mais um tempo nas trevas sem um trabalho que começou em 2008 e foi sendo lançado um por ano.

Agora pergunto: Postar Blues postam muito mas nem conhecem quem postam, rock é um pouco mais fácil prq muito foi escrito sobre e o jazz tb mas mesmo assim leio cada besteira de dar dó; agora progressivo cansei mesmo de ver cada atrocidade cometida e insisto que vou trazer progressivo de verdade e não bandinhas obscuras ou os velhos chavões que são sucesso garantido pro blog.

Tentarei trazer obras como essa que só o primeiro álbum contem 49 peças sendo 4 discos o que dá 45 capas com toda a história relatada mais os músicos participantes e se fosse postar como gosto não daria numa página, por isso, irei subindo os álbuns e depois subo as artes pra quem quiser, mas como disse o Ricardo vale a pena gastar pra ter a obra original prq é sim uma obra prima da música mundial.

Cada música uma banda, um artista, uma visão e a obra se amarra de uma maneira impressionante, e pra quem se lembra é pra ser ouvida como qdo se comprava um disco do Floyd ou do Crimson ou do Genesis, Tull e etc, do começo ao fim , mas o fim mesmo só daqui a mais dois posts, e não sei se serão em sequência, talvez varie um pouco, mas se estivermos online, virão e mais uma vez grato ao RicardoLDR e a todos que nos prestigiam por aqui porque esta postagem é uma forma de reconhecimento pela confiança, carinhho e amizade a todos.Obs: A obra de Dante está dividida em três partes, Inferno, Purgatório e Paraíso. Cada uma de suas partes está dividida em cantos, compostos de Tercetos. A composição do poema é baseada no simbolismo do número 3 (número que simboliza a Santíssima Trindade, assim como também, simboliza o equilíbrio e a estabilidade em algumas culturas, e que também tem relação com o triângulo): Possuí três personagens principais: Dante, que personifica o homem, Beatriz que personifica a fé e Vírgilio que personifica a razão; cada estrofe tem três versos e cada uma de suas três partes contêm 33 cantos.

Os 3 livros que compõem a Divina Comédia são divididos em 33 cantos (sendo que o Inferno possui um canto a mais que serve de introdução ao poema), com aproximadamente 40 a 50 tercetos. No total são 100 cantos e 14.233 versos. Os lugares de cada livro (o inferno, o purgatório e o paraíso) são divididos em nove círculos cada, formando no total 27 (3 vezes 3 vezes 3, ou 3 ao cubo) níveis. Os 3 livros rimam no último verso, pois terminam com a mesma palavra: stelle, que significa - estrelas -. Wikipedia

"The new Colossus/Musea project, a 4 CD set based on Dante's Inferno Inferno features 34 pieces with 34 different artists of about 7 minutes in length, covering each of the 34 "cantos" of Dante's epic.

Musea’s collaboration with Finnish Colossus Society has been fruitful in these last years, and the newest release is the most ambitious so far: a 4 cd set, with a comprehensive booklet, featuring 34 bands to address the 34 cantos of the “Inferno” part of the legendary 14th century epic poem “The Divine Comedy” by Dante Alighieri (Purgatory and Paradise will be the concept of future releases, in order to complete the trilogy).

With such an amount of bands coming from different grounds within the progressive aesthetics, it is only natural that the conducting line is only maintained by the story and by the usage of vintage instruments (moog, mellotron, etc) which are common to all the guest bands.

In part, and besides the fact that this approach secures a wide array of styles and different musical perspectives, it is also true that it makes the album not being as cohesive and focused as the Epic Poem that muses it would deserve.

But hey! There are 4hours+ of pure “regressive” symphonic rock to fully enjoy!
With such heavy weight bands such as Little Tragedies, Consorzio Acqua Potabile, Ars Nova, Simon Says, Raimundo Rodulfo, Nexus, Groovector, Nemo & Nathan Mahl fronting this ambitious release, this time around Musea/Colossus have chosen to give opportunity to almost unknown bands to contribute to the huge package, and the truth is that some of those have grabbed that chance and trust to make themselves noticed and provide some new “voices” to the scene, which listeners will undoubtedly be waiting for confirmation in their (now awaited) own releases.

In this pack I would (especially) consider (from the almost all instrumental third cd) Ozone Player with their instrumental swirling track that introduces slight psychedelia; Nota Bene, a folk band that has introduced a complex symphonic instrumental; Advent with their experimental eeriness; Contrappunto Project with a neo-classical approach on grand piano; Corte Aulica (in the 4th cd) with a modern keyboard/guitar cephalous based prog played in vintage style; Atlantis 1001 (1st cd) with an emotional approach and haunting tapestries in the background; and Willowglass (2nd cd) with great guitar lines and a soft Scandinavian symphonic feel.

Overall, this is a very good symphonic rock showdown, introducing promising new bands entwined with some already respectable ones to provide the proghead listener with a gigantic sympho time capsule. Another winning project that will be most appreciated by those who like the return to the vintage sounds of the 70’s prog leanings.

Published on: 3 Apr 2009
Album: Dante's Divine Comedy Part I — Dante's Inferno
Year: 2008
Size: 569 Mb (320kbps

TrackList:

Cd1:
01. Nuova Era — Lasciate Ogni Speranza , Voi Ch'entrate (06:11)
02. Yesterdays — Isteni Szinjatek (04:35)
03. Little Tragedies — Canto III (06:06)
04. Lady Lake — From the Quiet to the Air that trembles (07:28)
05. Greenwall — Come Corpo Morto cade (10:09)
06. Nemo — Inferno (Six Pieds sous Terre) (07:08)
07. Nexus — El Cuarto Circulo (The Fourth Circle) (07:57)
08. Atlantis 1001 — Back to Earth (07:12)
09. Flamborough Head — Daughters of Night (06:56)
10. Colossus Project — Inferno Canto (07:27)

Cd2:
01. Court — Anastasius Epitaph (06:16)
02. Willowglass — The Crossing (06:10)
03. Wicked Mind — Blood from the Trees (09:18)
04. Brightey Brison — Capaneus (05:12)
05. Matthijs Herder — Brunetto (07:00)
06. Garamond — Canto XVI (06:58)
07. Ars Nova — Demon's Forest (07:59)
08. Il Castello di Atlante — Malebolge (08:50)
09. Groovector — Ainiaan erhe (06:46)

Cd3:
01. Cap — La Danza dei Contrari (09:10)
02. Ozone Player — Inferno XXI (06:28)
03. Sinkadus — Stuck in Hell (06:41)
04. Viima — XXIII (06:39)
05. Nota bene — La Profezia (06:43)
06. Entrance — Serpientes (09:34)
07. Advent — Canto XXVI (05:21)
08. Contrappunto Project — Guido da Montefeltro (04:18)

Cd4:
01. Armalite — Scisma (06:41)
02. Corte Aulica — Dissolvenza (07:32)
03. Raimundo Rodolfo — Falsedad y Castigo (07:06)
04. De Rossi & Bordini — Pozzo dei Giganti (07:53)
05. Tempano- The IX Circle — Traitors (09:58)
06. Nathan Mahl — The Comfort of Tears (06:57)
07. Simon Says — Become a Boy (08:53)ArtistList:

Advent (USA),
Armalite (Italy),
Ars Nova (Japan),
Atlantis1001 (Italy),
Brighteye Brison (Sweden),
CAP (Italy),
Colossus Project (Italy),
Combination Head (United Kingdom),
Contrappunto Project (Italy),
Corte Aulica (Italy),
Court (Italy),
De Rossi e Bordini (Italy),
Entrance (Chile),
Flamborough Head (Netherlands),
Garmond (Italy),
Greenwall (Italy),
Groovector (Finland),
Il Castello Di Atlante (Italy),
Lady Lake (Netherlands),
Little Tragedies (Russia),
Matthijs Herder (Netherlands),
Nathan Mahl (Canada),
Nemo (France),
Nexus (Argentina),
NotaBene (Italy),
Ozone Player (Finland),
Raimundo Rodulfo (Venezuela),
Simon Says (Sweden),
Sinkadus (Sweden),
Tempano (Venezuela),
Trion (Netherlands),
Viima (Finland),
Wicked Minds (Italy),
Willowglass (United Kingdom),
Yesterdays (Hungary)

Part 01
Part 02

Enjoy!!!!!!!!!!!

8 de dez de 2011

Cafeine "La Citadelle"

Mos próximos posts vão aparecer vários progressivos que chegaram até a alcatéia e como sei que nosso ombundsman é um pé no saco com relação a isto deixo bem claro o motivo.

Tô com o saco cheio de ver em blogs por aí bandas obscuras, de sons obscuros sendo intituladas progressivo só prq são obscuros.

Não é introduzindo instrumentos clássicos com outros tais como baixo, batera e guitarra que se faz um rock progressivo e nem voltando aos tempos medievais ou usando gaitas de fole e sei lá mais o quê; mas sim temperando uma mistura de qualidade, bom gosto e virtuosismo em cima de instrumentos clássicos ou não e utilizando notas e letras pra formar um conjunto harmônico ou dissonante mas que principalmente tenha qualidade.

Como no rock italiano, vários blogs tem postado bandas como progressivo só por causa dos nomes e nem se dão ao luxo de ouvir ou pelo menos pesquisar, o que identificaria o nicho em que tal banda atua ou atuava.

Como isso tb vem acontecendo com bandas francesas resolvi postar o Cafeine, que pouco vejo falar por aí e vou trazer mais um trabalho fantástico em breve (se deixarem) pra demonstrar a diferença até com a produção dos discos e a qualidade do material pra tanta coisa que consigo ver por aí levando o nome de progresssivo.

Ah e este post nasce de um email:

Olá Dead or Alive

Qual é a sua opinião sobre este disco ?

Cafeine La Citadelle - 1994

Capa em anexo.

Um abraço e

Que Deus te dê a paz.

Enio ( Juninho )

T
CAFEINE were a French band,found in 1990 by Patrick Jobard (guitar), Christophe Houssin (keyboards) and Laurent Houssin (bass guitar).

The first line-up included also Bertrand Peyrat on drums and Jean Chiriaux on vocals.

The band recorded two demos with great success and was offered a contract by MSI,however it was the departure of Houssin,Peyrat and Chiriaux which slowed things down.
CAFEINE continued playing live with Jean-Christophe Lamoureux on bass and Hervé Morel on drums,while new vocalist Philippe Ladousse joined a little later.

Finally the band's debut ''La citadelle'' was released in July 1994,STYLE: A fine release of melodic Progressive Rock with a modern sound (often flirting with neo progressive),yet the influences by 70's bands are obvious.

Keyboards have a strong classical flavor and when they doesn't it's the guitarist who takes over with plenty of mind- blowing melodic solos.

Lots of instrumental parts with enough complexity and a good amount of strong, poetic and lyrical performances.

From the powerful,filled with interplays compositions to the more relaxed,laid-back vocal-led themes,it's a certain aim for the band to keep the album's good balance.INFLUENCES/SOUNDS LIKE: Any guitar/keyboard-driven symphonic band that springs to your mind.

From GENESIS and CAMEL to ANGE and ANYONE'S DAUGHTER with an obvious neo reference.

Often I am reminded of EXPLORER'S CLUB ''Age of impact''.

PLUS: Keyboard work is simply beautiful with a mass of memorable symphonic outbursts.

Guitars are also very strong,both on rhythmic and solo parts.

Vocals come also as a plus,as Ladousse is a decent singer without an over the top moment.

The album in general is very melodic and maintains a great balance throughout.Some more complex parts will satisfy the more demanding progheads.MINUS: You won't find something you haven't heard in the past.

The production is flat,burring at moments the fantastic keybord and piano work,a common thing for most of late-90's/early-90's bands.

Drums and especially percussion sound very very plastic.

WILL APPEAL TO:...fans of Symphonic/Neo Prog,who propably consider it a must-have.

CONCLUSION/RATING: A carefully-arranged album by a very talented band in the vein of Classic Progressive Rock can be nothing more than a succesful purchase.

Fine melodies,an ethereal atmosphere and the superb balace guarantee a pleasant listening...3.5 stars.Studio Album, released in 1994

Songs / Tracks Listing
1. La Cour Des Miracles (11:25)
2. Insomnies (9:10) second extrait
3. Delenda Est (6:57)
4. April Thème (9:48)
5. La Citadelle (2:50)
6. Postérité Partie I & II (15:42) second extraitTotal Time: 55:52
Lyrics
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Music tabs (tablatures)
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Line-up / Musicians
- Christophe Houssin / keyboards
- Patrick Jobard / guitars, lead (on 4) and backing vocals
- Philippe Ladousse / lead (except 4) & backing vocals
- Jean-Christophe Lamoreux / bass, sitar
- Herve Morel / drums & percussion Guests:
- Charly Guillon / oboe
- Nathalie Lefebre / flute
- Benoit Tremolieres / Uillean pipes


Déguster!!!!!!!!