31 de mar de 2014

Genesis Revisited II - Selection



Steve Hackett's Genesis Revisited II Selection
Artwork © Vicedomini


Esta é uma compilação do duplo Genesis Revisited II. Então porque não postar o álbum duplo completo? Simples, nele não tem a faixa "Carpet Crawlers" cantada por Ray Wilson e nesta compilação tem.


E nas palavras do próprio Steve Hackett:

"This single CD album features some of my favourite shorter songs and highlights from Genesis Revisited II" - says Hackett enthusiastically - "along with additional track 'Carpet Crawlers' sung by Ray Wilson, who joined Genesis as singer on Calling All Stations. He does a great job here filling Gabriel's shoes, but with his own special style. It's great to be flying the flag once more for the early Genesis sound on the eve of the World Tour..."

Carpet Crawlers
Artwork © Vicedomini
Faixas:

1. Carpet Crawlers
2. Eleventh Earl Of Mar
3. The Lamia
4. Dancing With The Moonlit Knight
5. Entangled
6. Shadow Of The Hierophant
7. Can Utility And The Coastliners
8. Afterglow
9. Blood On The Rooftops

Músicos:

- Steve Hackett / Guitars, Vocals
- Roger King / Keyboards,
- Gary O'Toole / Drums, Percussion, Vocals
- Rob Townsend / Sax,Flute, Percussion,
- Lee Pomeroy / Bass
- Nad Sylvan / Vocals
- Ray Wilson / Vocals on Carpet Crawlers
- John Wetton / Vocals
- Nik Kershaw / Vocals
- Steven Wilson / Vocals
- Francis Dunnery / Vocals
Genesis Revisited II - Selection
Aqui 
ou aqui...

Espero que gostem.
Um abraço!

28 de mar de 2014

Urban Trapeze "Single and Live"

Oi D.A.;

Aqui estão (em arquivos MP3 anexos - neste e nos próximos dois E-mails) o segundo e último álbum do grupo Urban Trapeze.
É um CD bastante difícil de conseguir (penei!!!).
Agora a postagem desse grupo fica completa.
Boa semana.

C A R L O S
URBAN TRAPEZE es un grupo de Barcelona de Rock Progresivo con un estilo que resaña a bandas de finales de los 60' y principios de los 70', Yes, King Crimson, Premiata Forneria Marconi, Emerson, Lake & Palmer, Genesis, Frank Zappa, Soft Machine,... pero solo por la sonoridad "retro" que crean, para remarcar así su manera personal de interpretar la música y que aquellas tendencias de las que provienen, tenga su sitio en el presente y que estén hoy en día en plena evolución e innovación, para mostrarnos una música propia y creativa

Hasta ahora han registrado 2 CD's: Reactived Tarkus e Single and Live

Han actuado por salas de Barcelona y por numerosas ciudades de Cataluña, presentando su propio repertorio y con más de 2 horas de actuación, música con intensas atmósferas que van desde pasajes sumamente melódicos y espontáneos, a momentos puramente intensos.
SINGLE & LIVE
Urban Trapeze

Symphonic Prog

Live, released in 2007
Songs / Tracks Listing

1. Within My Flesh  
2. Create Your way  
3. Reactivated Tarkus  
    a) Revenge / Coda 
    b) Ironfish 
    c) Quicksands 
4. Dreams & Legends in the Iceberg's Heart 
5. My Body
6. Answer? 
7. Drum Solo
8. Free - impr -
9. Evolution - impr - 
Line-up / Musicians

- Daniel Seglers / keyboards, vocals
- Jan Satorras / guitars
- Daniel Fernández / bass, vocals
- Marc Viaplana / flute
- Juan Camilo Anzola / drums 

Guest
- Juliette Thiry / backing vocals (2)

26 de mar de 2014

Geraldo Vandré 37 anos depois.....(2010)



Há uma grita muito grande e maquinações até maquiavélicas para partido "a" combater partido "c" e "b" destruir o "d"pra depois passarem o mandato fingindo que trabalham 3 dias por semana e quesão inimigos mas cada um querendo mais pra si entrando hoje pensando em se vitalizar no cargo como alguns conseguem mesmo, sem que as pessoas se dêem conta que uma eleição não é a megasena (pra nós prq eles que entram saem milionários) e não é um fla-flu ou san-são.
Eleição é quem irá cuidar de uma cidade, um estado ou um pais e no caso o nosso Brasil.

Marchas por isso e aquilo, militares ameaçando botar a cabeça de fora de suas carapaças (prq não colocaram até agora se juraram servir a bandeira e ela está sendo espoliada desde que a democracia foi implantada) afim de colocar ordem no país.

Mas no fundo mesmo, o povão que paga as contas fica nesse meio sendo comprado por meia dentadura ou por uma caixa d'água (cisternas né? que no NE são a solução mas não são instaladas onde precisa e até em casa de político tem mas na roça mesmo picas) e denuncia-se tudo isso, mas de efeito mesmo o que se faz?

Talvez se houver perspicácia em prestar atenção a entrevista do menestrel dos festivais qdo existiam menestréis e festivais, se absorva um pouco do tudo que sempre falo.

Nunca fui amante da ditadura, amo meu país que infelizmente é conduzido por grotescos rascunhos de políticos e que lesam a pátria enquanto a população passa miséria como no congo; não precisa ir pra lá, não precisa mandar nada pra lá, aqui como disseram muito bem Gil e Caetano é o Haiti, o Congo, a África; querem ajudar? Olhem pro lado.

Como Vandré, de há muito deixei de acreditar em fadas e duendes como meu amigo Dércio Marques, mas aqui nessa entrevista, que tem tudo a ver com a musica e política quem tem cabedal fala, quem não tem cala.

E ele cala a poderosa globo simplesmente e deixa o repórter sem palavras, pra entrada de um gc com uma explicação chinfrim.....bem está aí pra quem quiser e daqui a pouco um pouco da música desse mestre que infelizmente se desiludiu e desistiu........

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!

22 de mar de 2014

Daryl Hall & John Oates - Change of Season

Daryl Hall and John Oates - 1990 - Change of Season

Change of Season is the fourteenth studio album from Daryl Hall & John Oates, released in 1990. The lead single "So Close" was co-written with Jon Bon Jovi and Danny Kortchmar, and hit a high of #11 on the Billboard Hot 100. It was the second and final album for Arista.
Side 1

    "So Close" (Daryl Hall, George Green, with additional music by Jon Bon Jovi and Danny Kortchmar) - 4:40
    "Starting All Over Again" (Phillip Mitchell) - 4:06
    "Sometimes a Mind Changes" (Hall) - 4:09
    "Change of Season" (John Oates, Boby Mayo) - 5:43
    "I Ain't Gonna Take It This Time" (Hall) - 3:55
    "Everywhere I Look" (Hall) - 4:24

Side A

    "Give It Up (Old Habits)" (Terry Britten, Graham Lyle) - 4:02
    "Don't Hold Back Your Love" (Richard Page, Gerald O'Brien, David Tyson) - 5:14
    "Halfway There" (Hall) - 5:31
    "Only Love" (Oates, Jo Cang) - 4:37
    "Heavy Rain" (David A. Stewart) - 5:26
    "So Close (Unplugged version)" - 4:54

The Band

    Daryl Hall: Lead and Backing Vocals, Piano, Synthesizers, Keyboards, Electric and Acoustic Guitars, Mandolin, Mandola, Synclavier 9600 Tambourine
    John Oates: Lead and Backing Vocals, Electric and Acoustic Guitars, Bongos, Clay Drum
    Tom "T-Bone" Wolk: Electric and Acoustic Guitars, Bass Guitar, Wurlitzer Piano, Percussion, Tambourine, Backing Vocals
    Jimmy Ripp: Electric and Acoustic Guitars
    Bobby Mayo: Backing Vocals, Hammond B-3 Organ, Synthesizers, Keyboards
    Charlie DeChant: Saxophone
    Mike Braun: Drums, Percussion
    Jimmy Bralower: Akai MPC-60 Drum Programming
    Mike Klvana: Additional Synth Programming
    Pete Moshay: Sequencing, Electronic Programming, Tambourine
 Additional Musicians

    Kenny Aronoff, Pat Mastellotto, Joe Franco: Drums, Percussion
    Waddy Wachtel, Danny Kortchmar, Bob Cadway, Buzz Feiten, Michael Thompson, David A. Stewart: Additional Guitars
    Randy Jackson, Doug Stegmeyer, Bob Glaub: Bass Guitar
    Dave Tyson: Keyboards, Bass Guitar
    Benmont Tench, Rich Tancredi, Dean Kraus: Keyboards
    Eileen Ivers, Regis Iandorio: Violins
    Jesse Levy: Cello
    Olivia Koppell: Viola
    String Arrangements by Arif Mardin
    Susie Davis: Backing Vocals
Obs: O Viking postou um som fantástico de uma dupla que marcou época em seu estilo, e nós dois gostamos, nem sei se ele havia terminado mas resolvi fazer uns adereços só pra enfeitar o bolo, prq já tava pronto, mas o Elric e os Daryl and Oates merecem , basta ver quem os acompanha nesse trabalho.

Obs II: Mano Dead, obrigado pelo carinho em me ajudar neste post, ficou muito legal. Mais até do que se eu tivesse terminado ele sozinho.

Gosto de Hall & Oates, gosto mesmo.

Este é um dos trabalhos que mais admiro desta dupla de "rock and soul".  O primeiro lado é impecável. Primeiro lado? Sim, é que eu comprei o LP quando foi lançado, por isso me refiro como primeiro lado as 6 primeiras faixas.

Recomendo que prestem atenção a gravação de "Starting All Over Again". Linda, simplesmente linda. E, seguida de "Sometimes a Mind Changes" e "Change of Season", me faz querer que, por uns momentos, o tempo pare. O segundo lado é um pouco mais "elétrico", aqui, eu sugiro que ouçam "Only Love" seguida de uma das minhas preferidas: "Heavy Rain".

Talvez muitos, por aqui, não gostem desse tipo de música, mas eu gosto. Gosto de cantores que colocam a alma no trabalho, que sabem dosar bem o cantar com a parte instrumental das canções que interpretam. Que  respeitam e valorizam os músicos que os acompanham, sem ficar repetindo "ad eternum" versos e refrões só por serem os "cantores".

Aqui.

ou aqui.

Um abraço!

16 de mar de 2014

Blind Boys Of Alabama - Higher Ground

Pra quem tem mais de 50 discos em uma carreira tão longeva não tem o que se falar mas mesmo assim trouxe uma bela ilustração abaixo do tamanho e da importância deste grupo pra música mundial

Queria escrever o qto os amo, o qto os admiro e respeito e quem assistiu "RAY" lembra-se da cena onde sua mãe o deixa esperando o ônibus que o iria levar pra uma escola de cegos em outro estado; com roupas maltrapilhas e um papelão no peito escrito à mão seu destino!

Olha, o filme inteiro é emocionante mas essa cena em específico e o desfecho do filme retratam bem o que passaram os cegos nos EUA e como sofreram sim mais que os outros negros e que essa safra de músicos cegos foi causada pelo próprio país e sua falta de cuidados com venenos nas "roças" em que os escravos trabalhavam.

Mas ouvir os BBoA é viajar ao som da música divina, não por religiosidade, divina por respeito ao público, respeito à eles e respeito à um ser superior como eles mesmo dizem e todos sabem que citam ao Deus cristão e são sim cristãos cantores de "godspell" como sempre gosto de lembrar.

Gospel é uma abrasileirada numa palavra que deveria ser respeitada prq como os BBoA fazem eles cantam pra Deus e pra quem quiser ouvir, ou seja, "cantar pra Deus" ou "falar com Deus"; essa é a origem do termo original numa das vertentes do Blues; "Godspell" que nem os seguidores religiosos brazucas sabem prq não estudam o suficiente pra isso e só recebem mastigado o que lhes passam outros que menos sabem ainda.

Por isso os BBoA valem por uma aula,um culto, uma missa, uma prece ou uma oração; ouvi-los mesmo como aqui em covers é como estar em verdadeira comunhão com o alto, com os céus em louvores magníficos interpretados por negros cegos e lindos por dentro e por fora.

E se no céu tem som com certeza eles já fazem parte da trilha sonora!!!!!!
Os Blind Boys of Alabama andam com fé. Há mais de 70 anos na estrada, os integrantes do celebrado grupo americano de gospel ouviram o estouro do rock nos anos 1950, testemunharam a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos na década seguinte e atravessaram, quase incólumes, todas as variações do mercado fonográfico, da psicodelia à disco, do punk à eletrônica.

o recém-lançado “I’ll find a way”, produzido por Justin Vernon, do Bon Iver — e um histórico que inclui 50 discos oficiais, seis prêmios Grammy e três apresentações na Casa Branca, a mais recente durante uma cerimônia em torno do presidente Barack Obama, em 2010.

— Foi um privilégio cantar na Casa Branca sabendo que havia um presidente negro no comando — conta Ricky McKinnie, baterista e um dos vocalistas do grupo, sem recorrer ao “afro-americano” do vocabulário politicamente correto.

— Foi uma espécie de coroação nossa também, após percorrermos essa longa jornada com uma mensagem de fé e esperança.

Para um grupo que chegou a cantar para os soldados americanos durante treinamentos para a Segunda Guerra Mundial, ainda com o nome The Happy Land Jubilee Singers, o ponto de partida foi o ano de 1948, quando foi lançado o compacto “I can see everybody’s mothers but mine”, já como The Blind Boys of Alabama.

Na década seguinte, seus integrantes — dos quais Jimmy Carter é o único da formação original ainda em atividade — resistiram à tentação de seguir o pastor Little Richard e outras “ovelhas” pelos caminhos do rock, mantendo-se firmes no universo gospel.
— Nunca fomos fechados a outros estilos, mas naquele momento, como sempre lembra Jimmy, o rock e o blues tinham outras histórias e outros temas para contar e se desenvolver, muitas vezes envolvendo mulheres e bebida — conta McKinnie, que está na banda há “apenas” 23 anos, embora conheça Carter desde os 5 anos de idade. — E, quando você cresce num ambiente religioso, é difícil se afastar dele.

A música dos Blind Boys of Alabama sempre foi sobre a fé num ser superior acima de qualquer coisa, sempre foi sobre a devoção a Ele

Ao longo de sua trajetória, que inclui até mesmo participações em discursos do pastor Martin Luther King (morto em 1968), o grupo teve que lutar contra o preconceito em dose dupla: pela cor dos seus integrantes e pelo fato de eles serem cegos.

— Outros sofreram mais do que nós, que sempre tivemos amigos para nos proteger. Mesmo assim, durante muitos anos não pudemos tocar em determinados locais ou mesmo frequentar restaurantes de algumas cidades em nossas turnês — lembra McKinnie.

— Mas a deficiência nunca nos impediu de fazer nada.

A vida não é sobre o que você não pode fazer e sim sobre o que você é capaz de fazer.

Nós cantamos gospel.

E foi isso que nos manteve de pé, orgulhosamente, durante toda a nossa carreira.

Além de proteger, diversos amigos ajudaram os Blind Boys of Alabama e foram ajudados por eles em discos e shows.

A lista de colaboradores do grupo é extensa e incluiu trabalhos com Lou Reed, Prince, Tom Petty, Willie Nelson, K.D. Lang e Yo la Tengo.

Com Ben Harper, lançaram o emocionante “There will be a light”, em 2004, e o ao vivo “Live at the Apollo”, em 2006. (obs:já postado aqui)

Mas a relação mais marcante foi com Peter Gabriel, que levou o grupo para seu selo, Real World, e excursionou com ele por cerca de dois anos.

— Ben Harper foi marcante para nós, mas Peter Gabriel nos deu um suporte incrível.

Fizemos 30 shows com ele pela Europa e pelos Estados Unidos, o que abriu muitas portas para a banda — afirma o cantor, que elogia também o produtor do novo disco. (obs: um show desses o de Milão postado aqui tb)

— Justin é um jovem muito talentoso, que conseguiu dar um formato atual ao nosso som, sem tirar as suas características. É como se ele, de alguma forma, fizesse parte da banda agora.

— Não gostamos de tocar para plateias quietas — diz McKinnie. — Gostamos de gente que nos aqueça com seu calor e nos guie com seu barulho.
Higher Ground, the Five Blind Boys of Alabama's second album for Real World, is even more of a crossover effort than 1997's Spirit of the Century. It sports a classics-heavy track listing, including great choices of inspirational material from R&B legends Stevie Wonder ("Higher Ground"), Curtis Mayfield ("People Get Ready"), Aretha Franklin ("Spirit in the Dark"), Prince ("The Cross"), Jimmy Cliff ("Many Rivers to Cross"), and George Clinton ("You and Your Folks"). Another inspired choice is the backing band, sacred-steel guitarist Robert Randolph and the Family Band, who provides a rock-solid rhythm, yet also lends the feeling necessary to frame the vocals. Leads Clarence Fountain and George Scott, who've been performing together for over 50 years, direct the ensemble with gospel fire; Fountain's original, "Stand By Me," is a rollicking jubilee number done with all the energy of his mid-'50s performances. 
Elsewhere, Randolph contributes some great licks to "I May Not Can Se," another group original, and Ben Harper stops by to deliver a piercing high tenor on "People Get Ready." Admittedly, the Five Blind Boys aren't able to add much to often-heard classics like "Higher Ground" or "Many Rivers to Cross," and even their performance of the gospel standard "Wade in the Water" is quite wooden.
Review by John Bush

Higher Ground, the Five Blind Boys of Alabama's second album for Real World, is even more of a crossover effort than 1997's Spirit of the Century. It sports a classics-heavy track listing, including great choices of inspirational material from R&B legends Stevie Wonder ("Higher Ground"), Curtis Mayfield ("People Get Ready"), Aretha Franklin ("Spirit in the Dark"), Prince ("The Cross"), Jimmy Cliff ("Many Rivers to Cross"), and George Clinton ("You and Your Folks"). Another inspired choice is the backing band, sacred-steel guitarist Robert Randolph and the Family Band, who provides a rock-solid rhythm, yet also lends the feeling necessary to frame the vocals. Leads Clarence Fountain and George Scott, who've been performing together for over 50 years, direct the ensemble with gospel fire; Fountain's original, "Stand by Me," is a rollicking jubilee number done with all the energy of his mid-'50s performances. Elsewhere, Randolph contributes some great licks to "I May Not Can Se," another group original, and Ben Harper stops by to deliver a piercing high tenor on "People Get Ready."
On the follow-up to their Grammy-winning album Spirit of the Century, the three gospel-singing septuagenarians celebrate the holy side of secular songs in hopes of connecting with “the generations that are behind us,” as founding member Clarence Fountain put it. Always alert to the potent message of God’s mightiness, they exuberantly spiritualize the Stevie Wonder title track and Curtis Mayfield’s “People Get Ready,” as well as choice picks from the songbooks of Prince (“The Cross”), George Clinton (“You and Your Folks,” grafted onto the 23rd Psalm!), Ben Harper (“I Shall Not Walk Alone”), and others (Harper guests on three tracks). A few uplifting traditional gospel numbers turn up, too. Throughout the program, Blind Boy Jimmy Carter’s stirring tenor voice is a minor miracle. And “sacred steel” guitarist Robert Randolph and his Family Band are important to the success of the album, supplying genuine fervor to grooves that complement the elders’ heaven-bound vocals.
Reviews

This might just be the gospel and rock albums of the year rolled into one.
Rhythms (Australia)

'If you love gospel, blues, soul and funk then you'll want to own this album. Actually, if you love music (and I guess you do as you're reading this) buy this album.'
Hmv (UK)

Album of the Week
'Gospel and R&B, long intertwined, file into the same pew on this often inspired disc...a sound that will indeed take you higher.'
People (USA)

Really, really old gospel group makes magic
'Happily, the Blind Boys' second collection of funkafied gospel is even better than the first...This is another stunning set of songs from Alabama's finest, and more proof of gospel's influence on R&B and rock & roll.'
Rolling Stone (USA)

CD Spotlight
'Their golden years have gone platinum...Higher Ground is arguably a younger-sounding record - bluesier, rougher, funkier.'
Milwaukee Journal (USA)

'This is music for the people. This is music for everybody.'
The Education Digest (USA)
Songlines Recommends
'...it goes without saying that there won't be a better gospel record this year. Another Grammy surely beckons.'
Songlines (UK)

Gospel CD of the Week
'It'll sanctify your soul.'
Birmingham Post (UK)

Soul survivors
'...the harmonies are as delicious as ever...'
Wanderlust (UK)

'Higher Ground is a joyous triumph that has both a positive cohesion and formidable substance. It is a remarkable achievement for a group that was founded 60 years ago.'
Froots (UK)

'This stirring outfit puts punchy gospel singing over Sixties-style wailing guitar and tremulous Hammond organ, and the distinctive feature on Higher Ground is a soul/funk repertoire... The finale is a gem...'
Bbc Music (UK)

'It's hard to believe they could top their Grammy-winning Spirit of the Century, but they have.'
Usa Today
...two of the most thrillingly soulful albums to come from the gospel, blues, or soul genres in recent years
2001's Spirit of the Century and the new Higher Ground... Faith, soul and quality by the truckload.'
Billboard (USA)

The vocal somersaults are wondrous...
...particularly on the self-penned Stand By Me and Jimmy Cliff's Many Rivers To Cross. Ben Harper's three-song cameo is a treat...
Q Magazine (UK)

'This follow-up to the marvellous Grammy-winning Spirit of the Century...
...extends further the venerable gospel combo's forays into mainstream pop and rock territory, with covers of secular songs of righteous sentiment. It's an effective formula that serves to reinvigorate classic soul material...Revelatory stuff.'
The Independent (UK)

...there is no mistaking the passion and authenticity...
...of this session...music and message combine to stirring effect.
Sunday Times (UK)

Listen to their brilliant voodoo blues cover of Funkadelic's You And Your Folks...
The Observer (UK)

'Proving more popular than ever, the group were recipients of a deserved Grammy award last year for their Spirit Of The Century album. I wouldn't be at all surprised if this album accomplishes the same feat... The Blind Boys are backed by the excellent guitarist Robert Randolph and his Family Band, whose robust, organic arrangements imbue the music with a funky, blues-inflected edge. Sublime sanctified soul from a veritable gospel institution.'
Blues & Soul (UK)

It is gospel to make you gasp and funk to flex the soul.
Scotland On Sunday (UK)

"Inspirational"
Vanity Fair (USA)

"The Blind Boys freshen up classics, masterfully riffing off of familiar melodies. But their honey-and-gravel voices are never predictable. They're always hunting for - and finding - the perfect note or harmony that lifts an old tune into the sublime."
Time (USA)

In the music on Higher Ground, genres melt away...
...holiness and sanctity are synonymous with the grain of the human voice as it longs for the well of the heart's fulfilment; genres are transformed into the quest for an expression that belies all artificial constructs and aspires to pure spirit.
- All Music Guide Review (USA)
People Get Ready
Spirit in the Dark
Wade in the Water
Stand by Me
The Cross
Many Rivers to Cross
Higher Ground
Freedom Road
I May Not Can See
You and Your Folks/23rd Psalm
I Shall Not Walk Alone
Precious Lord

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!

13 de mar de 2014

Urban Trapeze "Reactivated TARKUS 2006"

Oi D.A.;

        Tudo bem com você?
        Sei que não nos comunicamos muito, e não lhe envio material em quantidade.
        Mas aqui vai mais uma raridade (este álbum de um grupo de rock progressivo espanhol homenageando, fazendo uma "sequência" de uma grande obra de Emerson, Lake & Palmer).
        Espero que você goste e poste no blog (disponibilizando para todos).
        Um abraço.

                               C A R L O S
Line-up / Musicians
- Daniel Seglers / keyboards, vocals
- Jan Satorras / guitars
- Daniel Fernández / bass, vocals
- Marc Viaplana / flute
- Juan Camilo Anzola / drums
Urban Trapeze biography

URBAN TRAPEZE was founded in 2004 under the confluence of keyboardist Daniel SEGLERS, guitarist Jan SANTORRAS, bassist Daniel FERNÁNDEZ and drummer Juan Camilo ANZOLA, with flutist Marc VIAPLANA joining in shortly after. SEGLERS was still fresh from a progressive musical project that he had started back in 2001, eventually being aborted not long before the birth of URBAN TRAPEZE. The new band was tightly compact and determined to state a well-defined progressive personality. Domestic influences such as GOTIC, FUSIOON and PEGASUS, as well as foreign influences such as YES, ELP, KING CRIMSON, ZAPPA, HAFIELD, CARAVAN and PFM, are some of the main references that the band cites, intending to bring them out with an innovative attitude within the avant-garde rock scene. From then onwards, the band's touring activity has been constant, grasping lots and lots of Catalonian live gig locations. URBAN TRAPEZE has a strong penchant for improvised passages and jams inserted between their composed tracks. 

In 2006, the band released "Activated Tarkus" in an independent, limited format. The album is a pure manifestation of the band's eclectic interests in the realm or progressive rock, alternating the bombastic approach of ELP, the jazzy dynamics of Canterbury bands, the lyrical vibe of classic symphonic prog from Italy and Catalonia, and the intensity of KING CRIMSON. Less than one year later, URBAN TRAPEZE released a single CD with two tracks, in a very limited format: a short time later, the band released "Single & Live", which comprised the aforesaid single plus seven pieces from a 2005 live performance. 

Right before the end of 2006, ANZOLA leaves the band to be replaced by August CORMINAS, and just in the first half of 2007, Roberto CANTONI (GECKO'S TEAR alumni) and Pablo SELNIK replaced FERNÁNDEZ and VIAPLANA, respectively. The entry of CANTONI proved to be fruitful, since he added Theremin inputs besides his usual bass guitar duties, but his presence in the band didn't last too long. He was subsequently replaced by Lluis GENER. The line-up continued to change when Daniel SEGLERS had to leave the band as well, due to health problems: currently, the keyboards spot is occupied by Daniel's brother Txema. Despite these symptoms of instability, URBAN TRAPEZE remains active in their country's avant-garde rock circuits. 
Studio Album, released in 2006

Songs / Tracks Listing

1. Reactivated Tarkus (20:05)
    a. Revenge/Coda 
    b. Ironfish 
    c. Quicksands 
    d. Desert's wind 
    e. Spider of fire 
2. Ki Ko Ku Ken (Including Crazy Colours) (4:09) 
3. Urban Trapeze (7:15)
4. Infinite Sea (9:00)
5. Evolution (Improvisation Live) (11:55) 

Total Time 52:24

9 de mar de 2014

Blues: Guitar Women

Uma pequena homenagem às mulheres guitarristas que marcaram presença no Blues. Nada mais sexy que uma mulher, tirando um solo de blues na guitarra!!!


1. Can't Quit the Blues - Lara Price Band/Laura Chavez
2. Takin' It All to Vegas - Debbie Davies
3. The - Alice Stuart Man Is So Good
4. Mediterranean Breakfast - Sue Foley
5. The - Deborah Coleman River Wild
6. Living on the Road - Joanna Connor
7. Navajo Moon - Ana Popovic
8. Judgement Day Blues - Carolyn Wonderland
9. Lonely Lonely Nights - Eve Monsees
10. It's a Blessing - Maria Muldaur/Bonnie Raitt
11. Dreamland Blues - Erja Lyytinen
12. Lynn's Blues - Barbara Lynn
13. Goin' Down - Tracy Conover
14. Baghdad Blues - Beverly "Guitar" Watkins
15. Woke up This Mornin' - Ruthie Foster


Blues - Guitar Women (2005) Vol 02

1. Fool Me Good - Precious Bryant
2. Going Down This Road - Algia Mae Hinton
3. Doggie Treats - Sue Foley
4. Fixin' To Die - Rory Block
5. Dead End Street - Ellen McIlwaine
6. Rather Be The Devil - Alice Stuart
7. Streamline Train - Jessie Mae Hemphill
8. Nothing's Changed - Gaye Adegbalola
9. One Dime Blues - Etta Baker
10. Ain't Nothing In Ramblin' - JoAnn Kelly
11. Down The Big Road Blues - Mattie Delaney
12. Motherless Child Blues - Elvie Thomas
13. Skinny Legs Blues - Geeshie Wiley
14. In My Girlish Days - Memphis Minnie

"When a woman gets the blues, she hangs her head and cries.
When a man gets the blues, he catches a train and rides."
(Traditional blues verse, author unknown)



ENJOY Vol 01 !!!

ENJOY Vol 02 !!!

5 de mar de 2014

Chris Squire & Steve Hackett (Squackett)

Uma união que simplesmente nos deixa curiosos... A guitarra comedida e precisa do Genesis, com o baixo marcante e fraseado do Yes. Dois soberbos dinossauros, sobreviventes da era de ouro do Prog, tentam resgatar este passado nesta pequena obra. Gostei do álbum... Confiram.

A Life Within a Day is the debut studio album by Squackett featuring Chris Squire (Yes) and Steve Hackett (ex-Genesis). It was released on 28 May 2012.[1] The title track, "A Life Within a Day" won the 'Anthem' award at the 2012 Progressive Music Awards.[5] The song "Aliens" began as a Yes song titled "Aliens (Are Only Us from the Future)" (credited to Squire) and was performed during Yes' In The Present world tour and was dropped shortly after, the song was rumoured to be included on the recent Yes album, Fly from Here (2011). Hackett had previously worked with Squire's bandmate Steve Howe in the band GTR.



Tracks:
1."A Life Within a Day" 
2."Tall Ships"
3."Divided Self" 
4."Aliens"
5."Sea of Smiles" 
6."The Summer Backwards" 
7."Stormchaser" 
8."Can't Stop the Rain" 
9."Perfect Love Song"  

Musicians
Chris Squire — bass, vocals
Steve Hackett — guitars, harmonica, vocals
Roger King — keyboards
Jeremy Stacey — drums
Amanda Lehmann — backing vocals
Dick Driver — double bass
Richard Stewart — cello
Christine Townsend — viola, violin