26 de ago de 2014

Tony Iommi & Glenn Hughes (2005)

Saindo do baú do Dead...

04/12/2008


É pra quebrar a banca!!!!!!!!!!!

Não sou dos mais chegados em rock pesado.
Não sou fanático pelo trabalho do Tony, apesar de sabê-lo ser um dos melhores de todos os tempos e estar na história do rock por toda a eternidade por tudo que fez e ainda faz.

A reunião que conheço melhor entre meu ídolo Glenn Hughes e Tony Iommi é o álbum "Seventh Star" e sua cria menor o "Eigth Star"; menor porque do bootleg oficial (rs) só foram impressas 500 cópias e o que roda por aí é cópia de cópia, porque nem eles tem o original(essa é de fuder mesmo!!!!) e poucos podem se dar ao luxo de dizer que possuem uma cópia original (ré,ré,ré).
Bem , sobre o trabalho acima muita besteira se falou e até nas mais famosas revistas de magazines disseram que eram somente três os componentes do trabalho porque Tony queria algo mais "clean"....é de fuder mesmo!!!!

Abaixo segue uma relação dos integrantes e dá pra notar um tal de "Bob Marlette", tocando teclados e claro "baixo" naquelas músicas em que Glenn só canta.....porra qqr um menos inteirado da carreira de Glenn Hughes sabe que ele costuma sim, só cantar em várias faixas de todos os álbuns solo que lançou ou que participa e pra evitar desmentidos é só olhar o video maravilhoso postado pelo maninho JHII dele aqui no L.P.
http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2008/12/glenn-hughes-why-dont-you-stay-good.html

Bem o que interessa é o som....e é uma porrada atrás da outra e pra quem curte Black Sabath ou Deep Purple ou a carreira dos caras vai sentir que a pegada deles juntos é pra arrebentar qualquer bandinha meia-boca que se diz rockeira, lá fora ou aqui mesmo no nosso pais varonil.
Pra passar o tempo que eles tinham disponível (ok, contratos também) Tony novamente chama seu amigo agora livre de drogas e cada vez melhor e dá nisso..............mas se vc tiver um tempinho pesquise sobre essa lista, e vai perceber que ela não foi colocada á toa e só tem fera fazendo o que sabe......e as revistinhas que ditam moda dizendo que o disquinho não é isso tudo ; que só eram 3 integrantes e que os caras em final de carreira lançaram mais um caça-níquel......à chega!!!! se estiver afim de ouvir quem sabe o que faz, fique à vontade.


Writing Credits
All songs by A. Iommi/G. Hughes/B. Marlette
Other Credits - Producers

Tony Iommi - Guitars
Glenn Hughes - Vocals, Bass
Kenny Aronoff - Drums
Bob Marlette - Keyboards, Bass
Produced, Engineered, & Mixed by by Bob Marlette
Additional production by Tony Iommi
Additional engineering by Mike Exeter
Programming by Mike Exeter & Sid Riggs
Mastered by Dick Beetham at 360 Mastering, London
Executive Producer - Ralph Baker
Artwork & Design by Hugh Gilmour
Logo by JMO Design


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21 de ago de 2014

Thunder - Thunder (1974)


Thunder was a duo, consisting of David Alley and Whitey Thomas. For this, their only release, they got a little help from some friends. Like Bloodrock's Randy Reeder, guitarist Bugs Henderson and, of course, John Nitzinger. John playing guitar, bass and writing about half the album. Well, it's a fun record for sure. Very 70's, Southern funky boogie rock. I love the keyboards, funny sounds and all, and some fierce guitar picking. The vocals at times have a chipmunk quality to them, but that's alright. And the songs work just nicely for me. There's a song called King's X on the album, written by Nitzinger. Was that where the band King's X got their name from? Anyway, enjoy. http://skydogselysium.blogspot.com.br/2009/01/thunder-thunder-1974.html ).




17 de ago de 2014

Slide Guitar Men


A técnica de usar um slide em uma corda foi originalmente idealizada para instrumentos de cordas, com influência direta dos Africanos que usava um ¨arco de diddley". A técnica tornou-se popular por artistas de blues afro-americanos. O primeiro músico a ser gravado usando o estilo era Sylvester Weaver5 que gravou duas peças solo "Guitar Blues" e "Guitar Rag", em 1923. Alguns dos artistas de blues no sul dos Estados Unidos, que mais usaram o slide, incluem o cantor gospel Blind Willie Johnson, Blind Willie McTell, Son House, Robert Johnson (Rei do blues do delta) e Casey Bill Weldon.   Provavelmente os primeiros influentes do blues elétrico no slide guitar é Elmore James, cujo riff na canção " Dust My Broom " é influência direta de Robert Johnson.  A lenda do blues Muddy Waters, foi a maior influência no blues depois de Robert Johnson. Seu talento foi decisivo para o desenvolvimento do blues elétrico de Chicago.

Convido-os a dar uma ouvida nesta seleção de Slide Guitar:




13 de ago de 2014

So Blue, So Funky




Uma tremenda obra de arte... Este discão estava no armário de meu cunhado, esquecido, jogado 'as traças. O que estes músicos fazem com o Hammond é simplesmente inacreditável. Para ouvir e dançar!!!!


Blue Note's So Blue, So Funky, Vol. 1 is a 12-track compilation that highlights the funkiest soul-jazz organists that recorded for the label, whether it was a leader or as a sideman. Although there's a handful of cuts from the early '60s, such as "Face to Face" by the terrific, underrated Baby Face Willette, the compilation leans toward the funky fusions of the late '60s, such as Big John Patton's "Fat Judy," Lou Donaldson's "Everything I Do Is Gon' Be Funky (From Now On)," Jack McDuff's "Butter for Yo' Popcorn" and Grant Green's "Ain't It Funky Now." The best thing about this comp is that even though it has familiar names, not all of the material is readily available on CD, which makes it of interest to casual groove fans and serious collectors alike.

Palhinha:



9 de ago de 2014

Asia - Um Prog anos 80


Após o término do King Crimson em 1974, vários planos para a formação de um supergrupo envolvendo o baixista John Wetton foram cogitados, incluindo o projeto British Bulldog com Bill Bruford e Rick Wakeman em 1976. Em 1977, Bruford e Wetton reuniram-se no UK junto com o guitarrista Allan Holdsworth e o tecladista e violinista Eddie Jobson. Seu álbum homônimo de estréia foi lançado em 1978. Em 1980, após o fim do UK e a saída de Wetton do Wishbone Ash, um novo supergrupo foi sugerido envolvendo Wetton, Wakeman, Carl Palmer e Trevor Rabin, mas Wakeman desistiu pouco antes. No ano seguinte Wetton e o guitarrista Steve Howe começaram a trabalhar juntos, com Howe, recém saido do Yes, no início do mesmo ano. Howe e Wetton reuniram-se então com o tecladista do Yes e do The Buggles, Geoff Downes. Carl Palmer reuniu-se também postariormente. Trevor Rabin também foi considerado para a banda e chegou a gravar alguns materiais junto, mas desistiu para aceitar a oferta de Chris Squire e Alan White no qual tornou-se o novo Yes. As primeiras ofertas para a banda foram consideradas decepcionantes para os críticos1 e para os fãs do rock progressivo tradicional, que consideraram sua música muito mais próxima ao AOR. Entretanto a banda cativou fãs de bandas do começo da década de 1980 tais como Journey, Boston e Electric Light Orchestra.


Asia é uma banda de rock progressivo formada em 1981 como um supergrupo de ex-integrantes de Yes, King Crimson, Emerson, Lake & Palmer e The Buggles. Alguns sucessos da banda são Heat Of the Moment, Only Time Will Tell e Wildest Dreams, músicas do primeiro álbum da banda, lançado em 1982. Posteriormente, as formações foram mudando, sendo a mais significativa, a saída de John Wetton em 1991, e a subsequente entrada de John Payne, no baixo e vocal.

O primeiro álbum da banda, Asia, teve sucesso comercial considerável, permanecendo por nove semanas no primeiro lugar das paradas dos Estados Unidos, impulsionado pelos singles "Only Time Will Tell" e "Heat of the Moment", ambos banstante usados um eventos esportivos naquele país. A turnê por aquele país também foi bem sucedida, com lotação em todas as datas entre 1982 e 1983, enquanto que a MTV também mostrava bastante seus videoclipes. Foi considerado pela Billboard o álbum do ano. Downes a esta altura detinha o posto de tecladista com maior número de teclados em um palco. Usava cerca de dezessete instrumentos em turnê, marca que não foi superada até hoje. A banda tornou-se uma das pioneiras da segunda fase do rock progressivo ao evitar as longas composições da primeira fase da década de 1970, um formato mais atrativo para as rádios. Álbuns seguintes como 90125 (Yes) seguiram os passos do Asia.


Line-up / Musicians:
John Wetton - Baixo, Segunda voz, Teclado
Carl Palmer - Bateria, Percussão
Steve Howe - Guitarra, Violão, Vocal
Geoffrey Downes - Teclado, Vocal

Asia 1982



4 de ago de 2014

Jimmy Page Soundtracks


Para fans de Jimmy Page... Dois de seus inúmeros trabalhos de trilha sonora.



Charles Bronson em busca de vingança novamente, porém ao som da guitarra de Jimmy Page.

Palhinha de Violence & Guitar



Lucifer Rising and Other Sound Tracks - Jimmy Page

Lucifer Rising and Other Sound Tracks is an album by Jimmy Page, released on vinyl record only exclusively through his web page on the Spring Equinox, in 2012. It contained music Page produced, but never used, for the Kenneth Anger film, Lucifer Rising.

Side A
"Lucifer Rising" - Main Track (20:29)

Side B
"Incubus" (1:43)
"Damask" (2:00)
"Unharmonics" (2:04)
"Damask - Ambient" (2:02)
"Lucifer Rising - Percussive Return"