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28 de fev de 2010

Crucis

Já disse em outras ocasiões que tenho uma bronca do mundinho progressivo e de algumas pessoas que arrumei encrenca e até com amigos e amigas queridas, e aproveito mais esta ocasião pra explicar (o que não precisaria),e mostrar (o que tb não deveria prq quem quer criticar critica assim mesmo) que um ser intimamente ligado à música como eu, amante de bons sons e nascido no berço entre o rock e o prog inclusive como tb já disse antes com ligações íntimas com bandas que marcaram o estilo no país nunca poderia "não" gostar do estilo ou das pessoas que o fizeram ou fazem.

Não gosto é da arrogância de muitos que não respondem comentários feitos em seus blogs; e não pense que é exclusividade brazuca prq na Itália tem um blog que repassei pra vários amigos como tratam seus visitantes, e que depois me enviaram emails dizendo ter havido mal entendido!!!!

Por que?
Porque os caras que falaram com eles são maiores e mais importantes e ficou "feio na foto" pra eles serem vistos como realmente são?

Eu mesmo tenho dificuldade em identificar comentários (porque por mais que tenha feito não tem o que faça os comentários no SM chegarem até a caixa de emails), mas respostas que eu escrevo são instantãneas, rs; mas procuro ir repassando e as vz qdo acho um comentário antigo fico até chateado por parecer que fui mal educado ou não liguei; o que realmente não é a verdade e o maior prazer que tenho é em responder mesmo que sejam críticas contrárias, fui criado assim e quem me criou ensinou-me a ser educado, o que nem sempre consigo mas os principios básicos sempre tento manter.

Bem, mas não estamos falando de mim e sim de nós e do famoso mundo progressivo e suas inúmeras vertentes e mais uma surpresa agradabilíssima está em meus arquivos na alcatéia e posto pra vcs a discografia toda desta banda argentina (gente como tenho ido pelas plagas argentinas nos últimos dias, rs); a qual na real seriam só os dois discos iniciais que pra facilitar trouxe 2 em 1, mas o bootleg abaixo tb faz parte da discografia e não é muito fácil de se achar na qualidade de audio e tb de visual de capas que consegui.Como na adolescência vi nascer o "Som Nosso de Cada Dia", crescer o "Terço", assistir inúmeras vz o "Terreno Baldio", e me deliciar com o Sérgio Dias em sua fase prog/solo do "Mutantes" dentre tantos shows que assisti, e sons que ouvi.
Tenho um senso crítico apurado demais (o que não significa que sou dono da verdade ou sei tudo, mas que pra o meu gosto ou é bom ou nem ouço, e pra eu achar ótimo tem de ser muito, mas muito bom mesmo.....pra mim ok?) e dentre meus parâmetros esta banda se encaixou na prateleira das melhores sem sombra de dúvidas.

Qdo mais uma vez recebo uma dica de som, paro e penso, mas não costumo ignorar dicas e o Alberto como digo sempre, além de um amigo é um cara "em busca da essência" e com sua rádio "Rock Fly"está tendo acessos mil a coisas que estavam até então obscuras pelo menos pra mim (nesse ponto ele se parece muito com a Lucy)

Assim ao me enviar um toque (como tb vou atrás de outros e posto sempre que dá prq são muitos, mas nunca descartados) lá vou eu descobrir qual é, de onde vem, o que fez e como está.
E mais uma vez não me arrependi com esta pérola misturada de Focus e Terço ou Som Nossso no primeiro lp, e mais pesada um pouco no segundo já para os lados de progs italianos como "I Giganti", ou "IRDM"e até "ELP", já postados aqui por este lobo doido, já o bootleg só coroa essa carreira efêmera em um show ao vivo que disseram os que viram ser um dos melhores já vistos por lá.

Pra quem não conhece: - "Crucis" e seu progressivo argentino que poderia muito bem vingar no mundo todo; pra quem já ouviu ou tem, tem sorte, pra quem tem gosto refinado e conhece qualidade ídem, ainda bem que lobos duram muito, quem sabe se os caça piratas como nós deixarem poderemos tomar contato com mais jóias como esta e trazer a luz muito do que ainda existe e está se perdendo por aí; será que eles não notam que fazemos a roda girar de novo???????"Otra gran banda Argentina que considero totalmente subestimada y algo desconocida en el país; talvez los pioneros del rock progresivo en Argentina en la vena de las bandas mas reconocidas del Rock Italiano(en especial la similitud de las fuertes bases de bajo+batería) y bandas Inglesas como ELP (Emerson Lake & Palmer).

CRUCIS fue una de las bandas de rock sinfónico que más trascendencia tuvieron. Quizas esto se deba a la amistad que unía a estos músicos con Charly García; de hecho su primer album fue producido por él y José Luis Fernandez bajista de la Máquina De Hacer Pájaros, quien fue el primer bajista de Crucis.
El primer album -si bien la banda venía tocando desde 1974- fue editado en 1976, titulado homónimamente CRUCIS. Éste es un disco más bien variado dentro de lo progresivo; por supuesto que abarca desde elementos de hard prog tipo ELP o más rockeros heredados de PESCADO RABIOSO en temas como IRÓNICO SER, a elementos mas sinfónicos más a lo CAMEL o incluso a lo YES: LA TRISTE VISIÓN DEL ENTIERRO PROPIO, sin embargo las influencias son referenciales ya que la banda sabe llevarlas con identidad, incluso el interplay entre guitarra y Moog de DETERMINADOS ESPEJOS me recordó un poco a MAHAVISHNU ORCHESTRA.

O sea, en 40 min nos llevan por un recorrido musical y virtuoso de algunos de los sonidos más bellos del rock de los setenta dentro de su identidad como banda. Lo único que no me gustó es que a mi entender la voz desgraciadamente no esta a la altura de las música; una lástima, ya que las letras son interesantes.

Aunque le encuentro cierta falta de consistencia en los discos despues unos minutos es definitivamente uno de los mejores legajos del país en cuanto a rock progresivo y deberían haber tenido mejor reconocimiento."
Crucis - Crucis (76)

1. Todo Tiempo Posible (4:33)
2. Mes (4:54)
3. Corto Amanecer (2:55)
4. La Triste Visión del Entierro Propio (5:00)
5. Irónico Ser (4:06)
6. Determinados Espejos (6:54)
7. Recluso Artista (6:45)

Tempo total: 37:07

- Gustavo Montesano / guitar, lead vocals, bass
- Aníbal Kerpel / organ, fender rhodes, arp solina string, moog, piano
- Pino Marrone / lead guitar, vocals
- Gonzalo Farrugia / drums, percussion
- José Luis Fernández / bassCrucis - Delirios de Mariscal (77)

1-No me Separen de Mi. (6:06)
2-Los Delirios del Mariscal. (10:10)
3-Pollo Frito. (5:45)
4-Abismo Terrenal. (12:30)

Gustavo Montesano. bass, vocals
Anibal Kerpel. organ, Moog, Rhodes piano, keyboards.
Pino Marrone. guitar, vocals
Gonzalo Farrugia. drums

Obs: Estes dois no primeiro link.

"Consolidados en Agosto de 1974 por Gustavo Montesano en Bajo y voz, Pino Marrone en guitarra y voz, Anibal Kerpel en teclados y sintetizadores y Gonzalo Farrugia en batería, llegaron al éxito prematuro porser uno de los pocos grupos de Rock Sinfónico de calidad en el país, estilo musical que se venia escuchando bastante con agrupaciones extranjeras como Yes, Camel o Focus.

Luego de varias presentaciones en teatros, y ya con ganas de plasmar material, Charly Garcia -en ese momento integrante de los exitosos Sui Generis-, les ofreció encargarse de la producción artística de la inminente placa que se venia. Montesano y compania aceptaron dicha propuesta y entraron al estudio para grabar Crucis, su primer y homónimo long play (1975). Esta entrada al mercado fue un gran éxito comercial.

Una elegante edición con doble portada a cargo deldibujante Juan Oreste Gatti (Manal, La Pesada del Rock N´Roll, Alejandro Medina, etc.) y una conjunciónde siete temas grabados en solo ocho canales que cuentan con un nivel tanto técnico como compositivo muy alto, además de programaciones realizadas por Charly."
La cosa parecía marchar muy bien para los Crucis, y al año siguiente, luego de ya estar consolidados como uno de los grupos mas prometedores del Rock Nacional, entraron nuevamente al estudio para grabarsu segunda y ultima placa llamada ¨Los Delirios del Mariscal¨ (1976), un Long Play técnicamente mucho mas cuidado que su predecesor, compuesto por cuatro piezas bastante largas, mayoritariamente instrumentales, en las que hay lugar para la experimentación de nuevos climas y sonidos reveladores para la época, quizás producto de la mezcla del disco echa en New York.

El LP termina con el tema ¨AbismoTerrenal¨ que dura al rededor de trece minutos en los cuales los integrantes del grupo disparan una muestra de virtuosismo y buen gusto realmente impresionante. Luego de presentar exitosamente en Buenos Aires ¨Los Delirios del Mariscal¨, Crucis es invitado a realizar una extensa gira por Estados Unidos, en la que sorprendieron al país del norte con fabulosos conciertos que viajaban entre los espectrales rincones del Jazz y el Rock Sinfonico y su vértice mas viceral y rockero identificatorio de Crucis.

Al volver a Argentina, Crucis anunciaba su separación definitiva, aparentemente por conflictos entre Gustavo Montesano (principal compositor de Crucis) y el resto del grupo."


Obs: Sei, ficou extenso, mas gosto de observar tb, e deixar de lado duas observações de quem conheceu à época seria privar quem gosta de música de conhecer mais um pouco enquanto ouve, prq tenho certeza que é mais um daqueles que acaba e vc nem percebe de tão gostoso de ouvir.
Qto ao show, bem esse é uma raridade que vai junto,rs.


link atualizado em 12/03/14!!!

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!