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20 de ago de 2016

ABC - The Lexicon Of Love II


While on-stage at a show commemorating the 30th anniversary of ABC's undeniably classic album The Lexicon of Love, Martin Fry had an epiphany. Why not make a sequel? Something that captured the sweeping vision of the original, but also added the wisdom of three decades gained by living through the endless ups and downs of love. Working with Anne Dudley, who arranged the strings on the original Lexicon, producer Gary Stevenson, and a few songwriters, Fry did exactly what he set out to do on 2016's The Lexicon of Love II.
The album gets the majestic, cinematic scope of the original down perfectly, with Dudley's epic string arrangements embellished with grand pianos, some fluid fretless bass playing, impassioned backing vocals, and the occasional moment that, if you close your eyes, almost sounds like 1982 -- not only because of the musical backing, but also because Fry's voice is relatively untouched by age. While he can't hit the same falsetto notes that he could 30 years earlier, he does still sing with the same urgency and power that he used to, and that's very impressive. Of course, there are no tracks here as perfect as "The Look of Love" or "Poison Arrow," but there aren't any weak links either, and the album holds together unexpectedly well. And some of the tracks do come pretty close to the heights reached on the original Lexicon, like the swaggering disco-funk workout "Viva Love," the nautically romantic "The Ship of the Seasick Sailor," and the most 1982-like of the lot, "The Flames of Desire." There are even a couple that might have fit in on Beauty Stab (the guitar-heavy "Singer Not the Song") or Zillionaire (the slickly danceable "Confessions of a Fool").
Throughout, Fry's lyrics cast a wryly practiced eye on the travails of being a failed lover, the difficulty of making a living playing music, and the inevitable march of time. It's a melancholy journey, made even sadder by the strings that permeate everything, but it's also inspiring and always stylishly delivered. Fry and his crew of accomplices could have failed miserably trying to re-create the sound of Lexicon exactly, making it a stale nostalgic exercise that would have tarnished the original by association. Instead, they got at what makes it great -- the over the top romanticism, the audacious vocals, and the widescreen melodies -- and gave it a wiser, more thoughtful update. The Lexicon of Love II isn't exactly a return to form, since their 2008 album Traffic is a hidden gem in their catalog, but it does serve as a reminder that Martin Fry and ABC created one of the best albums of the '80s, if not ever, and they still have what it takes to come within shouting distance of those ridiculously lofty heights.



8 de jul de 2016

A Day To Remember - American Rock Band


A Day to Remember (often abbreviated ADTR) is an American rock band from Ocala, Florida, founded in 2003 by guitarist Tom Denney and drummer Bobby Scruggs. They are known for their unusual amalgamation of metalcore and pop punk. The band currently consists of vocalist Jeremy McKinnon, rhythm guitarist Neil Westfall, bassist Joshua Woodard, percussion and drummer Alex Shelnutt and lead guitarist Kevin Skaff. Signing with Indianola Records for their first album, And Their Name Was Treason (2005), Scruggs was replaced by Shelnutt in 2006. Later that year the band recorded For Those Who Have Heart (2007) for Victory Records. They embarked on several tours of the UK and U.S. and played at several festivals, before recording and releasing Homesick (2009). While promoting Homesick on tour, Denney was replaced by Skaff. Soon after releasing their next album, What Separates Me from You (2010), the band went on a worldwide tour to promote it. Beginning in 2011, the band has been involved in a lawsuit with Victory Records over their recording contract. In October 2013 the band was given the right to self-release a new album until a final verdict is reached. They released their fifth album, Common Courtesy, the same month.





26 de fev de 2016

30 Seconds to Mars


30 Seconds to Mars é uma banda estadunidense de rock alternativo formada em 1998 em Los Angeles, Califórnia. Em 2002 foi lançado o álbum de estréia da banda intitulado 30 Seconds to Mars. O álbum, produzido apenas pelos dois irmãos Jared Leto e Shannon Leto vendeu dois milhões de cópias no mundo.[13] . Pouco antes do lançamento do álbum, Matt Wachter e Solon Bixler se juntaram à banda. Algum tempo depois, Solon desligou-se do quarteto e em seu lugar entrou Tomo Miličević (2003) com essa formação a banda lançou o álbum A Beautiful Lie (2005). a banda 30 Seconds to Mars, com influências de bandas como Pink Floyd, Kiss e Alice Cooper, lançou seu primeiro disco em 2002, intitulado 30 Seconds to Mars. O álbum, produzido apenas pelos dois irmãos, vendeu mais de 750 mil cópias em todo o mundo, apesar de seus dois singles, "Capricorn" e "Edge Of The Earth" terem conseguido apenas desempenhos regulares nas rádios americanas. Pouco antes do lançamento do disco, Matt Wachter e Solon Bixler se juntaram à banda. Algum tempo depois, Solon desligou-se do quarteto e em seu lugar entrou Tomo Miličević, amigo de Shannon e fã confesso do 30 Seconds to Mars. O nome da banda foi retirado de uma tese que defendia que estamos literalmente a 30 segundos de Marte e é inspirado no mundo contemporâneo, sugerindo que estaríamos a alguns segundos para escapar desse ar mundano. Marte sempre foi uma imagem iconográfica, por ser um planeta próximo do Deus Romano da Guerra. Durante uma turnê pela África do Sul no fim de 2003, Jared Leto escreveu 40 canções para o 30 Seconds to Mars, das quais 12 foram escolhidas para integrar o repertório do segundo disco da banda, "A Beautiful Lie", lançado em agosto de 2005. O álbum foi gravado em 5 continentes diferentes. "No primeiro CD, nós criamos um mundo e escondemo-nos por trás dele." disse Jared. "Com A Beautiful Lie, era hora de cuidar um pouco mais dos assuntos pessoais. Fala sobre brutalidade, honestidade, o crescer e o amadurecer de cada um, mudança. Uma viagem emocional, a história da vida, amor, morte, dor, alegria e paixão. O single "From Yesterday" e as músicas "Savior" e "The Battle of One", que integram o disco, foram as únicas escritas pelo resto da banda. O álbum também contém "Hunter", uma canção cover de Björk.




30 Seconds To Mars




A Beautiful Lie




17 de fev de 2016

10,000 MANIACS


10.000 Maniacs é uma banda norte-americana de rock alternativo que se formou em 1981 e continua ainda ativa com diversas formações. O período com a vocalista Natalie Merchant foi o mais crítico e comercialmente bem sucedido. A banda foi formada com o nome de Still Life em 1981, em Jamestown, Nova York, por Dennis Drew (teclados), Steven Gustafson (baixo), Chet Cardinale (bateria), Robert Buck (guitarra), e Teri Newhouse (vocalista e ex-mulher de Buck). Gustafson convidou Natalie Merchant, que tinha 17 anos na época, para fazer alguns vocais.  John Lombardo, que estava em uma banda chamada The Mills (juntamente com os irmãos guitarrista/vocalista Mark Liuzzo e Paul Liuzzo e também o baterista Mike Young) e usado para ocasionalmente tocar com Still Life, foi convidado a participar de forma permanente na guitarra e vocal. Newhouse e Cardinale deixaram a banda em Julho e Merchant se tornou a principal cantora. Vários bateristas vieram e se foram. A banda mudou seu nome para Burn Victims e, em seguida, para 10.000 Maniacs após o filme de terror de baixo orçamento, Two Thousands Maniacs.


Lombardo, um dos fundadores da banda resolveu sair durante um ensaio em 14 de julho de 1986. Os remanescestes cinco membros começaram a gravar um novo álbum em Los Angeles, com Peter Asher como o produtor. “In My Tribe”, um registro mais pop-rock orientado, foi lançado em 7 de julho de 1987, atingindo as paradas e lá permanecendo por 77 semanas, chegando ao nº 37 e estabelecendo um grande público nos Estados Unidos e com boa recepção também no Reino Unido. O álbum continha originalmente "Peace Train", mas ela foi removida das prensagens posteriores depois que Cat Stevens (hoje Yusef Islam) te feito algumas observações que implicaram na sua concordância com uma declaração de morte contra o autor Salman Rushdie, vindo de uma autoridade islâmica.