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26 de abr de 2011

Chet Baker & Miles Davis - With The Lighthouse All Stars - 1953

Não é mistério pra nenhum seguidor desta alcatéia doidivana que este lobo que aqui dedilha é um apaixonado por Chet Baker, por tudo que ele significa por sua luta e por sua vida e intensa humanidade.

O considero sim, o melhor trompetista que já ouvi e o que mais consegue se chegar ao peito deste lobo muitas vezes machucado pelos reveses da vida e com isso curar muitas feridas como já o fez por várias vezes.

Chet Baker e sua intensidade humana tem o dom de transportar este tresloucado pra um mundo diferente de sons e cores que se alternam entre o bem e o mal mas nunca certo ou errado, sempre direita ou esquerda, sempre com uma meta mesmo que não seja o melhor caminho mas determinado e determinante o que o torna especial pra mim.

Nunca como brinco com o Aponcho, diria quem é melhor que quem, se Miles ou Chet, prq são seres distintos e de histórias distintas, provoco prq é meu jeito de brincar com os mais próximos e com aqueles que perdem tempo pra ler o que escrevo e com isso tento tornar nossas vidas mais leves.

Só que o Chet tem pra mim a magia que só ele conseguiu criar e como tenho toda sua discografia é sempre muito difícil dizer qual o melhor ou pior momento ou só postá-lo em detrimento de outros, mas depois de me embrenhar pelos sons do Slash me aprofundei nos acordes deste disco maravilhoso e que não ouvia já há algum tempo, e ouvindo enquanto posto como sempre faço, sinto de novo aquela aura que só ele conseguia e ainda consegue, mas claro que muito bem acompanhado como do piano em winter wonderland que é sublime e mais muito mais.

Não é datado, é de 53 sim, mas é música da melhor qualidade e me perdoem os que discordam, precisam perder um pouco mais de tempo pra conhecer melhor,rs

Mr Chet Baker and Miles Davis e os All Stars everybody,
.......quem pode se auto intitular assim heim?"Opiniões têm sido limitadas a cerca de jazz clássico e absoluto na história dos que fazem parte dela assim como é possível aprender o máximo a partir de um álbum cheio de bons eventos, de modo que no espírito de músico como Miles Davis, Chet Baker e do Farol All-Star de 1952 possa apresentar.

Este arquivo é uma pérola da lendária versão completa dessa sessão no famoso clube Farol em Hermosa Beachpara para os amantes que gosta de Cool jazz-hard bop literalmente na sua essência de criação.

Além de ser uma ponte que liga Miles Davis com os dois pilares da criação do jazz: Chet Baker e John Coltrane, traz Russ Freeman, um pianista de vanguarda na esfera do seu All Star Band.

Aqui se da ainda um encontro único de dois jovens trompetistas na linha de frente por Chet e Miles, no magistral duo dos criadores de estilos diferente ao longo de sua vida.

Tudo acontece no lendário Lighthouse café/clube localizado em Hermosa Beach - Califórnia, onde ainda hoje continua ativo.
Após a II Guerra Mundial quando o músico Howard Rumsey, cansado de tocar em big bands de fim de noites, resolveu passear pela cidade e foi dar de cara no Lighthouse, encontrando uma casa literalmente vazia.

Rumsey pediu ao dono do local uma oportunidade para tocar neste espaço.
O Lighthouse All-Star era a banda que tocava no Farol Club, um grupo em sua maioria de músicos brancos da costa oeste da Califórnia.
Max Roach apresentou neste tempo uma curta temporada de apresentações no local, que posteriormente trouxe o seu amigo Miles Davis para ingressar conjunto que logo chega Chet para completar.O resultado é o antologico album "With The Lighthouse All Stars" gravado em 13 de Setembro 1953 .

O album apresenta nove faixas de altissima qualidade entre os musicos de estrema inquietude.
At Last abre o album norteando um belo arranjo cool, sendo seguida por Winter Wonderland com clichês-chave. levando Miles a solar seu trompete que quase fala, Loaded, I'll Remember April, Pirouette, Witch Doctor, Infinity Promenade, 'Round Midnight', e A Night in Tunisia apresenta uma semelhança entre ambas, embora reconheço que Bud Haste tem um belo solo em Tunísia, mostrando aos outros como deve ser feito, constróindo declarações pautadas e claras sobre o saxofone em uma estrutura coesa que complementa a canção.

Chet Baker apresenta um trompete ascendente da Costa Oeste simpaticamente balançando o caminho que Miles completa.
De certa maneira, é um trabalho histórico e interessante para os amantes deste período de início da carreira do Miles, depois de ter quebrado seu vício no início dos anos 1950.

Realizada em 13 de setembro de 1953, e gravado pelo Selo que Contemporânea, quando Miles Davis estava na Califórnia. Genre: Jazz / cool, hard bop.

Texto retirado do blog "Borboletas de Jade"

Músicos:

Chet Baker - Trompete = português/ english = trumpet/ français = trompette/ italiano = tromba ou trombeta.
Miles Davis - Trompete
Rolf Ericson - Trompete
Jimmy Giuffre - Clarinete
Bud Shank - Sax Alto
Bob Cooper - Sax Tenor
Russ Freeman, Lorraine Geller & Claude Williamson - Piano
Max Roach - BateriaFaixas:

1. At Last
2. Winter Wonderland
3. Loaded
4. I'll Remember April
5. Pirouette
6. Witch Doctor
7. 'Round Midnight
8. Infinity Promenade
9. A Night in Tunisia

Enjoy!!!!!!!!!!!!

1 de abr de 2011

Chet Baker Live At Ronnie Scott's, w Guest Van Morrison, Elvis Costello DVD, w Bonus CD Singles 1986

Como os mais assíduos frequentadores desta alcatéia sabem, aqui não é um lugar de concorrência de quem posta mais ou melhor e sim um local de troca de idéias e compartilhar sons e emoções prq o resto a vida se incumbe de fazer.

Desde que este canto se abriu que tento fazer um post de Chet Baker mas por vários motivos não o fiz.
Não sei se por sua discografia ser muito vasta (confira no final) e não achar algo apropriado ou por dor mesmo...é isso mesmo, eu sinto as emoções de cada post que faço e nenhum, mesmo os que trago de outros blogs sem ter alguma relação emotiva não vinga afinal eu vivo música desde que me conheço por gente e já vivi dela por uma época significativa.

Bem, Chet é tudo pra mim...um ser humano como todos nós, um amigo como já tive vários que caíram mesmo com tanto talento e alguém que me conquistou com seu carisma e gentileza no tocar e se relacionar com mestres como Stan Getz, Gerry Mulligan ou "The Charlie Parker Bird"; aliás num teste que estava sendo feito pra integrantes de seu grupo quando Charlie ouviu Chet tocar com 17 anos eu acho, disse pra dispensar os outros 200 que estavam na fila afinal havia encontrado quem queria!!!

Chet ainda foi encaminhado pra o serviço militar, teve problemas seríssimos com drogas, se meteu com traficantes tão barra pesada que mandaram quebrar seus dentes na cadeia (numa de suas detenções) e ao voltar a tocar teve de reaprender com e sem dentadura e tocava melhor ainda apesar de muitos discordarem.

Chet Baker "The Fallen Angel", é pra mim tudo que posso resumir em musicalidade, humanidade e talento e por isso o coloco acima de outros como o próprio Miles que muitos o tem como absurdamente melhor em tudo, mas o próprio tem uns trabalhos lindíssimos com o Chet e declarou que era simplesmente mágico qdo tocavam juntos prq sentia que se completavam.

Então prq ao dizer que Miles não é tudo isso sobram críticas de todas as formas?Caraca, além de meu gosto pessoal e relação musical, simplesmente "os caras" falavam e falam dele; alguém está errado aí...ou músicos de verdade e meu simples gosto ou aqueles ardorosos de um time só que não admitem o contraditório.

Bem, desde 2008 queria algo que representasse a história dele pra valer um post aqui, e como sou associado ao Demonoid, tanto posto lá qto uso os posts de lá em torrent e por isso trouxe este arquivo em torrent com o show acima descrito e os bonus que são dois discos fora as artes e referências sobre tudo isso.

Pra quem não está habituado o que é difícil hoje em dia, basta baixar o utorrent (que pra mim é o mais simples e melhor e não precisa temer virus não,rs) instalar só rejeitando as famosas barras e pronto.

Ao fazer isso o arquivo que baixou em sua pasta já estará identificado e clicando em cima o utorrent se abre e vc dá ok e esquece o resto ele faz e mesmo numa conexão ruim, não vai demorar muito pra baixar os pouco mais de 640 megas com o material que disse.

Não quis mudar nada prq a qualidade está 100% em tudo e achei a melhor forma de homenagear um ídolo e ainda aqueles que lidam no submundo dos blogs e que são mais foras da lei ainda que somos os torrents e por incrível que pareçam ainda sobrevivem.

Um show entremeado com entrevistas e uma musicalidade de arrepiar (preste atenção na pequenina participação do "bardo" Van Morrison), discos soberbos e uma aura de mágica no ar, espero consiga compartilhar esta emoção que sinto com quem gostar ou quiser arriscar; este era e é Chet Baker "The Fallen Angel"!!!!!!Nome completo Chesney Henry Baker Jr.
Nascimento 23 de Dezembro de 1929
Data de morte 13 de maio de 1988 (58 anos)
Gêneros West Coast jazz
Instrumentos Trompete, vocais, percussão
Outras ocupações Trompetista, cantor
Afiliações Gerry Mulligan , Charlie Parker"Chet Baker (Chesney Henry Baker Jr.) (Yale, Oklahoma, 23 de Dezembro de 1929 – Amsterdã, 13 de maio, 1988) foi um trompetista de jazz e cantor norte-americano.

Criado até os dez anos numa fazenda de Oklahoma, parte para Los Angeles no final dos anos 30, quando começa a estudar teoria musical. Chet Baker sempre foi influenciado por seu pai, guitarrista, de quem herdou a paixão pela música e de quem ganhou, aos 10 anos de idade, um trombone. Amante do Jazz, não tardou em conquistar o sucesso, sendo apontado como um dos melhores trompetistas do gênero logo em seu primeiro disco.
Chet Baker, 1953

Ainda bem jovem, passou a integrar o grupo de renome da música americana da época. Seus primeiros trabalhos foram com a Vido Musso's Band e com Stan Getz, porém Chet só conheceu o sucesso depois do convite de Charlie Parker (Bird) em 1951 para uma série de apresentações na costa ocidental. Em 1952 entrou para a banda de Gerry Mulligan, alcançando grande notoriedade com a primeira versão de "My Funny Valentine". Entretanto, em razão dos problemas de Gerry com as drogas, o quarteto não teve vida longa, sustentando-se por menos de um ano.

O talento de Chet logo o transformaria num ídolo. Apresentou-se por toda América e Europa. Especialistas dividem a vasta obra do músico em duas fases: a cool, do início da sua carreira, mais ligada ao virtuosismo jazzístico e a segunda parte, a partir de 1957, quando a sensibilidade na interpretação torna-se ainda mais evidente.

Avesso às partituras, não deixou, entretanto, de integrar as grandes bands americanas. Baker era dotado de extrema criatividade, inaugurando um modo de cantar no qual a voz era quase sussurrada. Chet teria exercido grande influência em músicos brasileiros, como João Gilberto e Carlos Lyra, alguns dos grandes nomes da Bossa Nova. Esta versão é, contudo, bastante controvertida. Sizão Machado, numa visão chauvinista, chegou a dizer, certa feita, que a Bossa Nova é que teria influenciado os músicos americanos, e não o contrário.

Para tocar as músicas pedia apenas o tom. Econômico nas notas (ao contrário de outros trompetistas que preferiam o virtuosismo, como Dizzy Gillespie), Chet improvisava com sentimento. Certo dia, deram-lhe o tom errado de uma música de propósito, e mesmo assim Chet Baker conseguiu encontrar um caminho harmônico. Valorizava as frases melódicas com notas longas e encorpadas, o que acabou lhe valendo o rótulo de cool

No começo dos anos 60, Chet realizou diversas experiências com o flugelhorn, instrumento de timbre macio e aveludado.No entanto, sua gloriosa trajetória na música não lhe rendeu uma vida segura, afastada de problemas. Por causa de seus envolvimentos com as drogas, especialmente com a heroína (durante suas crises de abstinência, que eram monitoradas por médicos, usava metadona), Chet foi preso muitas vezes. Conta-se que chegou a ser espancado por não ter pago uma dívida contraída com a compra de drogas. Este episódio teria lhe rendido a perda de vários dentes.

Para alguns especialistas, as falhas em sua arcada dentária teriam contribuído para uma inevitável piora de sua performance. Contudo, para outros, contraditóriamente, tal fato teria obrigado o músico a se enveredar por outras vertentes e nuances do instrumento, alcançando, deste modo, sonoridades ímpares e inconfundíveis.

Em 1985, Chet Baker esteve no Brasil para duas apresentações na primeira edição do Free Jazz Festival. A banda era formada pelo pianista brasileiro Rique Pantoja (com quem Chet já havia gravado um disco no início dos anos 80 - Chet Baker & The Boto Brasilian Quartet), pelo baixista Sizão Machado, pelo baterista americano Bob Wyatt e pelo flautista Nicola Stilo. A primeira apresentação, no Hotel Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, foi considerada magnífica por muitos e por alguns como decepcionante, mas a apresentação em São Paulo, tida por alguns como um sucesso e por outros como decepcionante, quase entra para a história do Jazz pela porta dos fundos: depois do espetáculo, já em seu quarto, no Maksoud Plaza, Chet surrupiou a maleta do médico que o acompanhava e tomou doses cavalares das drogas que lhe estavam sendo administradas para controlar as crises de abstinência. Chet teve uma overdose e quase morreu.

Neste mesmo ano, iniciou com Rique Pantoja, em Roma, as gravações de Rique Pantoja & Chet Baker (WEA, Musiquim), que terminariam em São Paulo, no ano de 1987. O LP foi um sucesso de crítica.

Em maio de 1983, durante uma de suas inúmeras viagens à Holanda, produziu gravações com o pianista Michael Graillier e com o baixista italiano Ricardo Del Fra, parceiro do baterista brasileiro Afonso Vieira.

Baker morreria em Amsterdã, de forma trágica e misteriosa, na madrugada de 13 de Maio de 1988, quando despencou da janela do hotel. Até hoje resistem muitas controvérsias sobre a causa de sua partida: suicídio ou acidente?

Chet foi enterrado no "Inglewood Park Cemetery", em Los Angeles."Discografia

1953 Haig '53: the other pianoless quartet
1953 L.A get together
1953 Chet Baker & strings [bonus tracks]
1953 Chet Baker sings
1953 Compositions and arrangements by Jack Montrose
1953 Grey December
1953 Quartet live, vol. 1: This time the dream's on me
1953 Witch doctor
1954 Chet Baker big band
1954 Chet Baker sextet
1954 Jazz at Ann Arbor
1954 My funny Valentine
1954 Quartet live, vol. 2: Out of nowhere
1954 Quartet live, vol. 3: My old flame
1954 The trumpet artistry of Chet Baker
1955 Chet Baker sings and plays with Bud Shank, Russ Freeman & strings
1955 In Europe,1955
1956 At the Forum Theater
1956 Chet Baker & Crew
1956 Chet Baker cools out
1956 Chet Baker in Europe
1956 Chet Baker sings
1956 Live in Europe1956
1956 Playboys
1956 Quartet: Russ Freeman/Chet Baker
1956 The James Dean story
1957 Embraceable you
1957 Pretty/groovy
1958 Chet The lyrical trumpet of Chet Baker
1958 Chet Baker in New York
1958 Chet Baker introduces Johnny Pace
1958 Chet Baker meets Stan Getz
1958 Chet Baker sings it could happen to you
1958 Theme music from « The James Dean story »
1959 Chet
1959 Chet Baker in Milan
1959 Chet Baker plays
1959 Chet Baker plays the best of Lerner and Loewe
1959 Chet Baker with fifty Italian strings
1961 Picture of heath
1962 Chet is back!
1962 Chet is back!
1962 Somewhere over the rainbow
1964 The most important jazz álbum of1964/65
1964 Brussels1964
1964 Chet Baker sings and plays
1964 Stella by starlight
1965 Baby breeze
1965 Baker's holiday: plays & sings Billie Holiday
1965 Boppin' with the Chet Baker quintet
1965 Comin' on with the Chet Baker quintet
1965 Cool burnin' with the Chet Baker quintet
1965 Groovin' with the Chet Baker quintet
1965 Smokin'
1966 A taste of tequila
1966 Hats off!!!
1966 Into my life
1966 Live at Pueblo, Colorado1966
1966 Quietly, there
1966 Brazil Brazil Brazil (com Bud Shank)
1967 Polka dots and moonbeams
1969 Albert's house
1970 Blood, Chet & tears
1974 She was too good to me
1977 Once upon a summertime
1977 The best thing for you
1977 The incredible Chet Baker plays and sings
1978 At le Dreher
1978 Broken wing
1978 Live at Nick's
1978 Live in Chateauvallon,1978
1978 Sings, plays: Live at the Keystone Korner
1978 Two a day
1979 79
1979 Ballads for two
1979 Chet Baker with Wolfgang Lackerschmid
1979 Day break
1979 Live in Montmartre, vol. 2
1979 No problem
1979 Someday my prince will come
1979 The touch of your lips
1979 This is always
1979 Together
1979 With special guests featuring Coryell, Williams & Williams
1980 Burnin' at Backstreet
1980 Chet Baker and the Boto Brasilian Quartet
1980 Just friends
1980 Live at the Subway, Vol. 1
1980 Live at the Subway, Vol. 2
1980 Night bird
1981 Live at Fat Tuesday's
1981 Live at the Paris Festival
1981 Live in Paris
1982 In concert
1982 Out of nowhere
1982 Peace
1982 Studio Trieste
1983 At Capolinea
1983 Club 21 Paris, Vol. 1
1983 Live at New Morning
1983 Live in Sweden with Åke Johansson trio
1983 Mister B
1983 Mr. B
1983 September song
1983 Star eyes
1983 The improviser
1984 Blues for a reason
1984 Line for Lyons
1985 Candy
1985 Chet Baker in Bologna
1985 Chet's choice
1985 Diane: Chet Baker and Paul Bley
1985 Hazy hugs
1985 Live from the moonlight
1985 Misty
1985 My foolish heart
1985 Sings again
1985 Strollin'
1985 Symphonically
1985 There'll never be another you
1985 Time after time
1985 Tune up
1986 As Time Goes By
1986 As time goes by [love songs]
1986 Chet Baker featuring Van Morrison live at Ronnie Scott's
1986 Live at Ronnie Scott's
1986 When sunny gets blue
1987 A night at the Shalimar
1987 Chet Baker in Tokyo
1987 Chet Baker sings and plays from the film « Let's get lost »
1987 Four: live in Tokyo, vol. 2
1987 Memories: Chet Baker in Tokyo
1987 Welcome back
1988 Blåmann! Blåmann!
1988 Chet On Poetry
1988 Farewell
1988 In memory of
1988 Little girl blue
1988 My favourite songs, vol. 2: Straight from the heart
1988 My favourite songs, vols. 1-2: The last great concert
1988 Oh you crazy moon
1988 Straight from the heart
1988 The heart of the ballad
1989 The best of Chet Baker sings
1997 Jazz Profile: Baker, Chet

Enjoy!!!!!!!!!!