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9 de mai de 2013

Le Orme "In Concerto - 74" (vinyl rip)

Me lembro ainda garoto mesmo, andando com o "Collage" embaixo do braço pra baixo e pra cima indo ao encontro de amigos que curtiam músicas e ainda estávamos no embrião de uma banda de verdade, por isso haviam vários grupos em bairros diferentes e cada um com suas idéias, o que é óbvio que ao invés de montar algo que prestasse só ficavam discutindo quem botou o primeiro ovo, a galinha ou o dinossauro!

Ouvia a primeira versão de 69 se não me engano  do Tommy do Who e mais um que era o Fresh Cream.

Tinha como já disse ganho vários lps e comprado outros de amigos mais velhos que compraram fora e só traziam pra botar uma onda, e depois vendiam a preço de ouro pra ganhar em cima dos trouxas, mas assíduos e sedentos por algo novo que aqui eram milagres qdo apareciam.

A Phillips deve ter cometido um engano e por anos vc encontrava discos que nem imaginava existir, mas não durou o suficiente, deu tempo pra comprar algumas raridades e só.

O Le Orme sempre foi uma incógnita pra mim, prq ele não era harmônico como um Premiata, ou consistente como um Floyd e muito menos doce como um Genesis, mas aquele disco até hoje se encontra comigo e por incrível que pareça nem riscado está, a capa tá detonada mas o disco inteirinho, o que credito a qualidade do material inicial que tinha de ser resistente como as 45 rpms e mais leve que os 78 rpms.

Conheço a história musical do Le Orme mas a história humana li muito esses dias prq o Aponcho me mandou o disco que segundo ele tivesse meu estilo, dizendo que se gosto de ELP e sua intensidade e do PFM e suas árias, chegou a conclusão que esse seria o álbum ideal e olha só que coisa, fora as duas primeiras praticamente o disco é o Collage ao vivo, ou seja se encomendasse não daria tão certo.

A bolacha tem chiados, a gravação é datada da época mesmo (74) e já se testavam os 16 canais mas era mais fácil ao vivo usar as mesas de 08 canais prq elas filtravam melhor o áudio conseguindo com isso direcionar os microfones pra voz se sobrepor ao ruído do ambiente, e os captadores tinham ainda uma condição mais forte pra tb captar os sons dos instrumentos e depois praticamente a mixagem dos ao vivo praticamente estaria pronta ao final do show.

Mas como esse lobo estepario viajou ouvindo e procurando umas imagens e lendo mais sobre tudo que aconteceu com eles, se vc prestar atenção ao gráfico abaixo dá pra se notar que um dos melhores álbuns deles o La Via Setta,  foi feito por um outro Le Orme prq o original tb postado aqui seria a formação do ProgExibition sós e com o BMS.

Pena, sempre quis que as bandas se mantivessem unidas e amigos seus integrantes, mas alguns detalhes se tiver paciência mostrarão que é quase impossível e um moleque como eu nem tinha idéia do que iria ocorrer com uma das minhas preferidas e com o meu preferido Smogmagica como álbum seminal e que tocado várias vezes em vários locais por aí.

Gracias Aponcho, comemorando com nossos amigos viu ZM, aquela simples marca que nunca seria alcançada não fossem os mesmos que até subiram arquivos pra que eu pudesse fazer um post prq nem banda pra upar tinha pra isso, ou ganhando discos como esse e tantos outros que poucos ainda possuem, como o próprio ZM o fez muitas vz entre nossos lobos e que continuam a fazer até hoje.

A única coisa que faço é dar voz à bolacha de uma forma didática/figurativa/sonhadora, prq está pronta a obra, bastando ser divulgada.
Em 17 de janeiro de 1974, Le Orme tocou no Teatro Brancaccio, de Roma. A exibição foi gravada por um personagem conhecido pelo pseudônimo de
Ronny Torpe, o qual propôs aos discográficos publicá-la.

O grupo, inicialmente contrário à ideia, foi convencido pela promessa depois não mantida de que o disco seria vendido a preços reduzidos.
Da versão final do álbum, o primeiro "live em absoluto da história do rock progressivo italiano", foram eliminadas algumas músicas mal gravadas, salvando porém o inédito em língua inglesa Truck of Fire, que não seria mais interpretado em sala de gravação.

Le Orme (As pegadas, em português) é um grupo de rock progressivo italiano nascido na década de 1960 como banda de músicas beat.
Convencionalmente representa com a Premiata Forneria Marconi e Banco del Mutuo Soccorso a tríade do rock progressivo italiano, além de ser um dos grupos que mais goza de prestígio e visibilidade no exterior.

Nos últimos anos, participou de algumas entre as mais importantes manifestações mundiais do gênero.

O primeiro núcleo do grupo se formou em Marghera, periferia industrial de Veneza, sob iniciativa do guitarrista veneziano Nino Smeraldi e do jovem Aldo Tagliapetra, que acabara de vencer um concurso de cantores e insatisfeito com o grupo em que tocava, "Corals", a típica banda cover do fim dos anos 1960.

Foi assim que fundaram o Le Orme, junto ao baixista Claudio Galieti e o baterista Marino Rebeschini.

A escolha pelo nome da banda recairia inicialmente em "Le Ombre" (as sombras), em homenagem aos ingleses Shadows, paixão comum do grupo, mas segundo a versão oficial, os quatro optaram por "Le Orme" para evitar irônicos duplos sentidos, enquanto "ombra", em língua vêneta, significa também "copo de vinho", do vêneto n'ombra de vin, um pouco de vinho).

Além disso, já existia na região um grupo emergente com o mesmo nome.
Após a saída de Smeraldi, Pagliuca é o primeiro dos músicos italianos a intuir que a música beat já está ultrapassada e que o novo pop sinfônico proveniente da Inglaterra será em breve um sucesso na Itália.

O fato se confirma na sua primeira viagem a Londres onde encontra Armando Gallo, jornalista e fotógrafo da revista especializada Ciao 2001, que o introduz na Londres pós-Beatles recheada de grupos como Quatermass, Nice, Yes e Emerson, Lake & Palmer.

De volta a Veneza convence os companheiros de Le Orme, Aldo Tagliapetra e Michi dei Rossi a experimentar e desenvolver novas linguagens musicais.

Nasce também uma viagem à Ilha de Wight, para "toccare con mano", a nova onda do Festival de 1970.

No fim de 2009, ao término de uma importante tourné no Canadá, Aldo suspende a sua atividade com Michi Dei Rossi e os outros componentes.

Pede, por via legal, mas sem obter, que os componentes renunciem a utilizar a marca Le Orme.

Aldo Tagliapetra, que naquele momento parecida desejar impedir o uso do nome "Le Orme", refaz as relações com Tony Pagliuca, reconstituindo o binômio artístico que foi autor dos álbuns progressivos da banda nos anos 1970.

Com a participação de outro membro histórico, Tolo Marton, que havia feito parte do grupo, em 1975, com o álbum Smogmagica, e de um baterista acrescido, Carlo Bonazza, a banda participa do Prog Exhibition, importante festival ocorrido em Roma em homenagem aos quarenta anos da música progressiva na Itália.

A manifestação exibe grupos como Premiata Forneria Marconi, Banco del Mutuo Soccorso, The Trip, Raccomandata con Ricevuta di Ritorno, Osanna e Sinestesia.

A performance cuja plateia teve mais de 3.000 pessoas, obteve consensos unânimes, enriquecida também pela presença de David Cross, músico do King Crimson, na qualidade de hóspede especial.

A ocasião forneceu ao grupo a oportunidade de continuar a colaboração e consolidar a formação com a chegada do baterista Manuel Smaniotto. Assim composta, a formação estreou em fevereiro de 2011 no Teatro Comunal de Vicenza com todos os ingressos esgotados.
O grupo anunciou a publicação de um álbum de inéditos cujo nome propõe "Dai un nome", mas em abril de 2011 o projeto Tagliapetra-Pagliuca-Morton termina inesperadamente.

O grupo composto por Michi, Michele e Fabio decide continuar e organiza uma formação extensa que compreende também Jimmy Spitaleri, do Metamorfosi, na voz, Willian Doto, na guitarra e Federico Gava, no piano.

Assim composta, esse elenco empreende um fortunado e aclamado tour de verão que no seu término publica, através do Fã Clube Oficial, o CD "Progfiles - Live in Rome.

Em 21 de março de 2011, Hard Rock Café de Roma, Le Orme, representado por Michi Dei Rossi e Jimmy Spitaleri, com o patrocínio do Assessorado das Políticas Culturais e Centro Histórico de Roma, oferecem uma conferência no curso da qual apresentam o novo trabalho discográfico, intitulado La via della seta, com letras de Maurizio Monte, autor, entre outros, das músicas Pazza Idea e Amore, respectivamente sucessos de Patty Bravo e da dupla Mina e Cocciante.

Nos dois dias sucessivos, a banda apresenta o novo álbum ao vivo na prestigiosa sede da "Casa del Jazz", em Roma, com três concertos gratuitos lotados.

Segue um aclamadíssimo tour teatral que termina em 25 de abril em Veneza.

Em dezembro de 2011, Federico Gava deixa o grupo que não o substitui.

No curso de 2012 a banda tocará várias vezes junto ao Banco del Mutuo Soccorso que esse ano festeja os seus quarenta anos de existência e sucesso.
"Il punto massimo del pressapochismo musicale. Gli arrangiamenti sono perlomeno discutibili e nella "Canzone delle Osterie di fuori porta", raggiungono un notevole livello di confusione".
Così scriveva il critico Massimo Villa nel 1977 sulle pagine dell'Enciclopedia del Rock, a proposito dell'album di Guccini "Stanze di vita quotidiana", uscito tre anni prima.
Come dargli torto?

La "Canzone delle Osterie di fuori porta" era veramente un'accozzaglia di arrangiamenti diversi, accostati malamente, mixati male ed eseguiti quasi di controvoglia.
Come mai però, un incidente del genere occorse a dei professionisti quali Tavolazzi, Tempera e Bandini, capaci di orchestrare da soli lavori eccelsi quali "Terra in bocca" dei Giganti?

E soprattutto: perché canzoni di quel calibro vennero date alle stampe pur se malriuscite e senza che l'autore potesse opporsi?

Guccini imputò l'accaduto al temporaneo misticismo del suo produttore Pier Farri, ma siccome il suo non fu un caso isolato, viene da chiedersi se quel "pressapochismo" di cui parlava Villa, non fosse poi così casuale.

A giudicare dalla storia, infatti, ci si accorge che, nel 1974, i capricci del management discografico iniziavano in molti casi a prendere il sopravvento sull'impegno e sulle necessità degli artisti.

Per esempio, è un dato di fatto che in quell'anno, oltre la metà dei gruppi Pop esordienti avesse patito una produzione modesta o una scarsa promozione (es: E.A.Poe, Madrugada, Cincinnato o Murple), mentre almeno il 50% delle bands già collaudate, avrebbero terminato la loro carriera per un sostanziale disinteresse pubblicitario (es: Dedalus, Procession, Saint Just, QVL).

In altre parole, non solo il mercato stava operando una falcidia di gruppi Prog che avrebbe portato a una drastica diminuzione degli attori in gioco nei due anni successivi, ma lo faceva nella maniera più odiosa: palesando cioè una consapevole incuria per i propri prodotti.
E questo fu anche il caso di uno dei gruppi più popolari d'Italia: Le Orme.

Se infatti Guccini fu vittima di questo lassismo nell'ambito cantautorale, il terzetto di Mestre lo fu in campo Prog e il loro nuovo disco "In Concerto" ne fu la dimostrazione lampante.

Di fatto, era chiaro che, a monte della sua pubblicazione, vi fosse già stata tutta una serie di promesse non mantenute edi
incomprensioni tra la discografica e il gruppo.

Per cominciare, in un momento così delicato, la Philips volle a tutti i costi tenere alta l'attenzione sulla band, forzandola a pubblicare almeno due albums all'anno: cosa che successe realmente tra il 1974 e il 1975.

Inoltre, primi mesi del '74, passò anche l'idea di pubblicare un doppio live per celebrare la fortunatissima tournèe di Felona e Sorona, ma a quel punto cominciarono i problemi.

Dapprima, l'idea dll'album doppio venne ridimensionata a singolo, sia per motivi di marketing sia - si dice - per mancanza di materiale registrato in maniera decente, ma anche in questo senso le opinioni furono contrastanti.

La versione ufficiale afferma infatti che le tutte registrazioni pubblicate su "In Concerto", fossero frutto di una presa amatroriale da parte di un certo Ronny Thorpe, che poi le propose alla Philips.
Al contrario, lo storico Massimo Villa sostiene che quei take vennero effettuati con la stessa strumentazione con cui venne registrato l'ottimo Are(A)zione degli Area, ossia due Revox messi in serie.
Materiale dunque di ottima qualità.

Ora, considerando il livello acustico indecente di "In Concerto", la tesi della Philips potrebbe anche suonare come una scusa. Chi aveva ragione?

Ino gni caso, il vero smacco alle Orme arrivò dopo che il gruppo ascoltò la pochezza delle registrazioni e si oppose alla loro pubblicazione.

Per rabbonire i musicisti, la discografica promise loro di vendere il disco a prezzo ridotto mentre in realtà non lo fece mai e licenziò un prodotto brutto e raffazzonato.

Registrato al Teatro Brancaccio di Roma il 16 e il 17 gennaio del 1974, "In Concerto" lascia davvero perplessi sia per la sua acustica marcatamente campanosa e dilettantesca, sia per il suo livello esecutivo che metteva in luce gli enormi limiti del gruppo dal vivo.

Passato alla storia per la sua affascinante copertina e per essere stato uno dei primi albums live italiani (se per live intendiamo anche la seconda parte di "Searching for a land" dei New trollse di "Astrolabio" dei Garybaldi), fu anch'esso sintomatico dell'abbruttimento artistico provocato da un capitalismo musicale sempre più aggressivo e incurante del proprio ruolo principale: sostenere l'arte e diffonderla adeguatamente.

Infelicemente, la storia di questo disco non insegnò nulla a nessuno ed altri episodi del genere si sarebbero ripetuti abitualmente anche nelle decadi successive.

LE ORME - Discografia 1969 - 1976:

1969: AD GLORIAM
1970: L'AURORA DELLE ORME
1971: COLLAGE
1972: UOMO DI PEZZA
1972: FELONA E SORONA
1974: IN CONCERTO
1974: CONTRAPPUNTI
1975: SMOGMAGICA
1976: VERITA' NASCOSTE
Tracklist:

01 - Truck of Fire (part 1)
02 - Truck of Fire (part 2)
03 - Sguardo Verso il Cielo
04 - Preludio a Era Inverno
05 - Era Inverno
06 - Ritorno al Nulla
07 - Collage (Sigla)
08 - Collage

Gustare!!!!!!!!!!!!! ok....


  1. Fala Dead Wolf...

    Cara, demais o que escreveste sobre o Le Orme. Não conheço a fundo esta banda...

    Meu, o MF foi rápido demais... No meio do download, virou maldito e foi confiscado. Nunca vi acontecer desta forma... O link já pertence ao reino dos deuses.

    Abs
    ResponderExcluir
  2.  
  3.  
  4. Vou atualizar o link é pa pum,rs
    Enjoy!!!!!!!!
    ResponderExcluir
  5. http://depositfiles.org/files/gq9f433c0
    Pronto V2 é s´´o baixar.
    Atualizado lá e cá.
    Enjoy!!!!!!!!!!
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  6. Mais uma bela postagem. Tenho vários álbuns do Le Orme, lançados entre 69 e 2008 Live in Pensylvania e este somou na minha lista. O trabalho deles muito bom e sem paralelo com nenhum outro grupo da época. Não conhecia a história e valeu pela generosidade de compartilhar tantas informações. Para quem não conhece o Le Orme, minha dica é ouvir também Felona e Sorona.
    Abraços a todos.
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  7. Anônimo9:31 PM
    Par quem quiser apenas uma versão sem "chiados" ou "lamentações" aí vai um link ativo:

    http://webfile.ru/6493029
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  8. Lamentação do que caralho!!!!!!!!!!!!!!
    PQP, isso é a história original e não a cópia porra!!!!
    Que merda tô cansado desses merdas donos da verdade que não sabem porra nenhuma, posso pegar qqr vinyl meu e transformá-lo em qqr coisa, até em outra coisa, agora o registro do momento como foram os festivais da record ficam pra eternidade.
    Remasterização fiz um monte, mas criação só os gênios, ah que lindo o Concerto do Le Orme, considerado um dos da tríade do prg italiano agora sem vida, remasterizado, sem chiados do vinyl, sem a vida do momento, sem captar como aquele fotógrafo fez o beijo do casal antes da guerra, que provavelmente vc não conheça.
    Olha vcs anônimos ou não vão todos pro raio que os parta e parem de torrar a porra do saco. Abram um blog pra vcs, postem as merdas que quiserem e sejam felizes ou melhor, tentem prq vcs só ficam felizes se estragarem a obra de arte de alguém só que aqui é que nem teflon, pode jogar merda que não gruda mas tua mão ficou fedendo, quem pegou namerda foi voce.
    Sem chiados ou lamentações deveria ser a sua vida se tivesse os amigos que tenho e que contribuem com verdadeiras obras raras além de algumas minhas completamente desconhecidas.
    Vc ainda me ajudou prq tenho um vinyl do Genesis que ia remasterizar e subir prq só existem 1000 exemplares originais, e o resto não tem chiado e nem lamentação, agora vou ripar a bolacha e qqr hora subo algo que nem nas mãos de gente como vc tem, não tem na net, prq quem tem é colecionador mas gente como vc nem perto chega pra conversar e email nem sabe pra onde mandar.
    Bom vai subir em vinyl rip como muitos por aqui, Bud Miles Live é único, é vinyl rip, Hendrix ídem e tantos outros que nem me lembro agora, ah Thick as Brick part 2 tem por aí?
    Tem release, muita gente comentando mas o original, uma fita, uma dat, uma master, uma bolacha, isso picas, só quem pode ter tem.
    Me desculpem, mas ainda vem até amigos e me dizem rabugento?
    Quem não fica com o saco cheio de em uma linha ler tanta merda junto, mas publico, faço questão de publicar, pra vcs do boteco, do valvulado, do ogs, do tio sam e progrock lembrarem ou saberem como é difícil tentar fazer algo decente nessa porra de vida prq tem sempre um filho sem mãe pra torrar o saco.
    O que não diminui meu conhecimento, minha história e nem denigre minha vida, aliás tô me lixando pra isso,prq poucos e poucos mesmo podem me enfiar o dedo na cara, e aqui na net falar sem levar chumbo, prq não tem moral pra isso.
    Dead or Alive
  9. Caro Anônimo,
    Acho que você não gosta de música. Acho não, tenho certeza. Quem gosta de música, incentiva quem a divulga. Agradece quem compartilha e retribui ao menos agradecendo. Ou será que você é um fracassado que sofre de frustração e inveja? Se for o caso, desculpe, mas procure um terapeuta. A medicina evoluiu muito. Já não aplicam mais eletrochoques e existem clínicas bem confortáveis, mesmo para seu caso. Tenha fé. Estimo suas melhoras e torço sinceramente por sua recuperação.
    Dead, conte com seus amigos. Já passou de 2.000.000 de visitas e a marca de 300 seguidores. Tudo isso contra apenas um anônimo e você vai deixar isso te derrubar?
    Fique firme e ignore.
    Forte abraço e, mais uma vez, muito obrigado.
    ResponderExcluir


  10. Eu não sei por quê vc escreve mais que uma linha para responder a um anônimo.

    Deveria simplesmente mandar ele socar o link na bunda.

    Próximo!
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  11. Tenho certeza que esse anonimo baixou a versão do SM e deve ta curtindo num foninho de ouvido,escondidinho...faz parte.
    Grato pelo post amigo.
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  12. Mo' bundao babaca...
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  13. Tem gente que sempre perde a oportunidade, de falar ou de ficar quieto...
    O Dead, como sempre, escreveu um texto muito inspirado sobre o post, o que é normal nele...aí o cara, mesmo anônimo, tem a chance de ajudar com outro arquivo no post...Abre a boca e fala bobagens, e sem uma que esse Velho Lobo sabe é responder a altura, com outro ótimo texto...Parabéns amigo!!!
    ResponderExcluir
  14. (Resolvi colocar aqui também o email que te respondi agora pouco)

    Não sei porque você ainda se preocupa com essa gente chata! Deixa esse povo pra lá! Quanto mais você da corda, mais eles vão te encher. Por nem preocupar mais com esse tipo de comentário, acabaram me deixando em paz (por enquanto).
    Pode ter certeza de uma coisa: é gente conhecida que tá fazendo isso. Muito estranho o neguinho falar merda e depois colocar o link que eu mesma subi. Não acha que tem rato nessa cartola? Estão querendo nos colocar uns contra os outros sem nenhum motivo aparente. Isso não me atinge mais! Conheço sua índole e sei que o trabalho que você faz no SM é o melhor de todos!

    Fica bem!
    Deus é mais!

    Beijos 
  15. Na ocasião do ataque terrorista de 11 de Setembro, perguntaram ao Bush alguns anos depois porque era tão difícil capturar o Bin Laden!!!.....Bush respondeu:

    "PORQUE O COVARDE SE ESCONDE NAS SOMBRAS!"

    Um dia as pessoas entenderão que a Música nada mais é do que uma alegoria...Um mero pano de fundo!!!!

    The Ancient
    ResponderExcluir
  16. Mano Dead or Alive

    Como disse o mano Celso Loos, não perca tempo e linhas respondendo a estas malcriações.

    Hoje, vivemos um tempo em que, anonimamente, as pessoas se abastecem e se empanturram do trabalho dos outros e, para se fazerem de "engraçados", querem ainda tripudiar sobre eles.

    É o que aprendem na mídia, nas comédias stand-up e outros programas que pregam a satisfação imediata à custa do outro.

    Como disse Billy Joel: "Honesty is such a lonely word", Honestidade é uma palavra solitária. Então, não se perca descarregando sua energia sobre estes perdedores. Levante a cabeça e nos faça sorrir com a sua alegria e vivacidade.

    Uma abraço e fique com Deus!


    ResponderExcluir

22 de abr de 2011

Le Orme "La Via Della Seta"

Como já disse toda vez que me meto com lançamentos me f....,rs

(Obs posterior): Sabia, é simplesmente um dos melhores sons que já ouvi em minha vida, eles acertaram do começo ao fim, aliás ele deve ser ouvido na íntegra mesmo....)

Mas como todo lobo sou teimoso que só e não poderia deixar de lado o lançamento desses caras,aguardado mundialmente e sendo pra mim junto ao PFM a marca progressiva da Itália.

Não que outras bandas não o sejam tb e respeito tantas que já postei muito mais delas do que dessas duas citadas; é que me lembro bem de pegar a primeira bolacha dos caras e simplesmente me encantar com tudo de fio a pavio (credo que frasezinha essa heim?).

Amor a primeira ouvida e vista, e daí pra cá só somei a minha discoteca o que pude e aí está com capas completas, enquanto grandes majors só postam a oficial, com a história dos caras de um dos sitios oficiais e o link de um lugar que demora um pouco a cair e por isso postado lá, assim só se arrancarem o post como fizeram com outros, mas pelo menos quem pensar rápido vai poder fazer como eu e curtir os caras muito mas muito mesmo, boa audição.L'album ha molti motivi per essere ricordato e passare velocemente alla storia. Innanzitutto è il primo del "nuovo corso" de LE ORME guidate dall' inossidabile Michi Dei Rossi ma coadiuvato da 5 eccellenti musicisti.

Quindi perchè ritorna la storica visione del concept-album; questo, e lo si intuisce già dal titolo, è dedicato all'incontro dei popoli che sin dall'antichità, quindi ben prima di Marco Polo, hanno trovato giusta dimensione sulla Via della Seta.

Una metafora sull'uomo alla ricerca della distensione culturale e religiosa. Infine perchè verrà editato in cd ma contemporaneamente in vinile, non solo, ma le prime 99 copie dell'ellepì (gatefold cartonato/lucido – vinile in 180 grammi) saranno numerate e conterranno anche il cd in foglia dorata dello stesso lavoro e destinato alla ristretta cerchia dei fans.

Un autentico pezzo unico da collezione !!!
Inoltre l'uscita del nuovo lavoro sarà sostenuta da un corposo tour che porterà LE ORME da nord a sud partendo da Roma e toccando Napoli, Lecce, Rieti, Treviso, Trieste, Ferrara, Torino, Milano, Venezia e molte altre località (per le date vedi http://www.leorme-officialfanclub.com/concerti.htm)"…Palazzi ricoperti d'oro e umili capanne, uomini di scenza e uomini di viaggio, predicatori e mercanti, mentitori incalliti e uomini di fede. La Grande Muraglia, Gengis Khan e Tamerlano, tesori e miti, la Torre di Burana e il cammino di Alessandro Magno. Il sogno di Eurasia e quello di Marco Polo. Oriente e Occidente, due mondi che si cercano…una storia lunga migliaia di anni …"


Come l' Araba Fenice, come il Gatto dalle Sette Vite, come un Highlander LE ORME rinascono e ritornano ogni volta più straordinari ed emozionanti che mai.
Alcune incomprensioni avevano minato l'esistenza del gruppo progressive più longevo della storia ma con un incredibile colpo di coda il batterista Michi Dei Rossi ha ripreso in mano e ben saldamente la situazione dando nuova vita ad una delle più stupefacenti leggende che la musica italiana ricordi.

LE ORME, che con l'ellepi Collage (1971) hanno dato inizio alla musica progressive ed una svolta epocale al costume italiano, risorgono dalle loro ceneri con un entusiasmante concept album come da decenni non se ne sentivano e vedevano dal titolo chiaramente evocativo, LA VIA DELLA SETA in uscita a metà Aprile e presentazione in anteprima alla stampa il 21 marzo all' Hard Rock Cafè – Via Veneto 62 A/B Roma – (parteciperanno Michi Dei Rossi, Jimmy Spitaleri e Dino Gasperini, Assessore alla Cultura del Comune di Roma) e concerto il 22 marzo alla Casa del Jazz sempre a Roma.LE ORME arricchiscono il loro straordinario percorso creativo con l'ennesima opera che prosegue, inarrestabile, il cammino lungo le strade del rock sinfonico, romantico e progressivo; questo percorso che, in 45 anni di attività, ha partorìto album capolavoro come Collage, Uomo di Pezza, Felona e Sorona, Contrappunti, Florian… oggi è più vivo, attuale, che mai.

Tutto questo a dimostrazione che il Progetto LE ORME, grazie all'affetto che i fans hanno dimostrato in tutti questi anni, continuerà ancora per molto, molto tempo con la qualità che lo contraddistingue. Ieri, oggi, domani semplicemente LE ORME!

Michi Dei Rossi, batteria storica delle Orme ma anche di tutto il progressive italiano, è alla guida della band veneziana da quasi 45 anni. Gli alti (anni 70) e i bassi (anni 80) della carriera delle Orme non hanno mai fatto perdere di vista l'obiettivo della buona musica e minato l'incrollabile fedeltà alla più grande band italiana.Ora il Guerriero della Musica è di nuovo on the road.
Michele Bon, diplomato in teoria e solfeggio al Conservatorio Pollini di Padova, collabora con Le Orme sin dalla fine degli anni "80 ma entra come tastierista fisso nel 1990 sostituendo Tony Pagliuca. Quindi da più di 20 anni è l'alter-ego del vulcanico drummer e colonna sonora delle Orme.

Fabio Trentini, nativo di Roma ma ha conosciuto i suoi grandi successi come produttore in Germania (Guano Apes, Subway to Sally. Nina Hagen etc.). Al nuovo progetto de LE ORME collabora da tempo come bassista e chitarrista apportando la sua esperienza internazionale.

Jimmy Spitaleri, ci vorrebbe un volume per raccontare la storia del fantastico cantante. Diciamo semplicemente che con Metamorfosi, band progressive degli anni "70 realizzò 2 Lp, autentici e introvabili gioielli (…E fu il sesto giorno, Inferno) che il mondo prog ancora adesso ci invidia. Dopo anni di progetti personali, ha accettato con entusiasmo l'offerta di Michi per la voce solista ne Le Orme più rabbioso e grintoso che mai. E' al secondo tour con la band veneziana.William Dotto, direttore del Modern Music Institute di Treviso è un perfezionista della chitarra (specialista nel chordal tapping) oltre che ottimo violinista e pianista. Sarà di nuovo in tour con la storica band.
Federico Gava ha solo vent'anni di età ma un'esperienza da navigato musicista.

Ottavo anno al Conservatorio a Venezia, ha suonato in giovani progressive band e in una celebrazione all'album Collage delle Orme dove appunto è stato notato per la perfezione del suo contributo. Ha una venerazione per King Crimson, Genesis e, ovviamente, per le Orme con cui è al secondo tour come pianista.IL - MICHI DEI ROSSI - PENSIERO

Michi, perchè portare avanti ancora e con testardaggine il Progetto LE ORME ?
Perchè amo la libertà di espressione che mi fà vivere la musica progressive… perchè essere progressive significa avere in sè tutto quello che manca alla musica trasmessa in radio e che corrode le classifiche… perchè la band attuale è fantastica… perchè i fans ci amano e i nostri concerti sono sempre una gran festa per le orecchie, gli occhi, il cuore… perchè abbiamo ancora tante idee e tanti progetti… perchè noi e i fans siamo diventati una famiglia e in questi tempi senza valori la famiglia è un gioiello da tenere ben stretto… perchè spero e credo nel futuro… perchè questo nuovo corso mi ha ringiovanito di 20 anni e mi ha dato energia per altri 20 anni… perchè, perchè, perchè nella mia vita ho ancora troppi perchè…Tour 2011 – line-up:

Michi Dei Rossi : batteria, percussioni
Michele Bon : organo Hammond, synth, tastiere e cori
Fabio Trentini : basso, chitarra acustica e coricon
Jimmy Spitaleri : voce
William Dotto : chitarra elettrica e acustica
Federico Gava : piano, synth, tastieretrack-list:
01) – L'alba di Eurasia
02) – Il Romanzo di Alessandro
03) – Verso Sud
04) – Mondi che si Cercano
05) – Verso Sud (ripresa)
06) – Una Donna
07) – 29457, l'Asteroide di Marco Polo
08) - Serinde
09) – Incontro dei Popoli
10) – La Prima Melodia
11) – Xi'an – Venezia – Roma
12) – La Via della setaArrangiato da: Michi Dei Rossi e Michele Bon
Prodotto da: Le Orme
Produzione esecutiva: Enrico Vesco

Gustare!!!!!!!!!!

4 de jul de 2009

Le Orme - Smogmagica - 75/76

Hoje acordei pensando neste som, mas como já haviam alguns atrasos em minha agenda (r´s,r´s, essa foi ótima!!!!) mais uma vez foi ficando pra tráz da fila, mas o mais chato que é subir o arquivo eu já havia feito, então pensando melhor e deixando várias outras atividades de lado (como assistir a Nascar ao vivo em Daytona, e deram uma porrada agora que foi uma festa), bem, pensei e fui a cata de informações interessantes sobre o som, que acho um dos melhores deles.

Não sou daqueles que os idolatram, mas os tenho em alta conta e ainda possuo um vinyl original do "Collage"(show)que é junto a este pra mim o auge desta banda, apesar de Smogmagica ser uma delicia de se ouvir, leve, fácil e até doce poderia dizer "un capolavoro", uma obra prima.

O engraçado é que meu querido Mactatus soltou dois deles hoje lá no Voo 7177, e ainda pensei: Quer ver que lá vem ele com a coleção toda? (os caras lá são feras, fazer o que?), aí me restava enfiar a violinha no saco e subir outro né, mas ele postou albuns diferentes e pude então fazer minha parte com este som dos caras; e aconselho dar uma passada lá porque os álbuns valem a pena.



Trouxe do que eles se auto intitulam "O único fã-clube autorizado dos caras" as informações que seguem.

1975 Pubblicano il singolo SERA e successivamente decidono di aggiungere un chitarrista alla formazione. Con TOLO MARTON vanno a registrare a Los Angeles il nuovo LP: SMOGMAGICA la cui copertina sarà curata da PAUL WHITEHEAD già art-director dei GENESIS, VAN DER GRAAF ecc....Al loro ritorno MARTON lascia il gruppo e viene sostituito da GERMANO SERAFIN, un giovane e promettente chitarrista di Treviso che rimarrà con Le Orme fino al 1981.


Le Orme nascono nel 1966 a Marghera, ma è nel '68 che arrivano al primo successo discografico (Senti l'estate che torna), dopo l'ingresso di Michi Dei Rossi e successivamente di Tony Pagliuca, provenienti dal disciolto gruppo degli Hopopi.

Della loro lunga e prolifica carriera segnaliamo: due dischi d'oro, un premio della critica discografica, un Tour in Inghilterra, la collaborazione con Peter Hammill, le registrazioni nelle sale di incisione di Londra, Parigi e Los Angeles e la realizzazione del primo disco Live italiano.

La loro discografia si compone di 16 dischi, diversi singoli più una serie infinita di Compilations rimanendo così, nelle vette delle classifiche per molti anni.

Le Orme sono state, e lo sono tuttora, uno dei gruppi Rock più importanti della scena musicale italiana. Negli ultimi anni hanno tenuto concerti a Los Angeles (PROG FEST), San Francisco, Quebec City (PROG EAST), Mexico City (MEX PROG), Mexicali (Mex) (BAJA PROG FEST), Buenos Aires, Rio de Janeiro (RARF PROG FEST), Macaè (Rio) e Chihuahua (Mex). Con il loro ultimo CD "Elementi", si sono confermati uno dei gruppi più significativi della musica Progressiva mondiale.

La formazione attuale è costituita da: Aldo Tagliapietra (voce, basso e sitar), Michi Dei Rossi (batteria), Michele Bon (tastiere) e Andrea Bassato (pianoforte e violino).

Gustare!!!!!!!!!!!