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30 de set de 2014

Glenn Hughes & Pat Thrall

After the break-up of Deep Purple, Glenn Hughes had not been prolific in his output. By 1981 he had only produced one solo album; 1977's Play Me Out, an album focused on Hughes’ love for soul and funk. By comparison, guitarist Pat Thrall had worked on several albums with Automatic Man and Pat Travers. Thrall had come to the attention of Hughes while he was trying to write new material in Los Angeles. The two got together and quickly struck up a working partnership. The result was the Hughes/Thrall album. Hughes/Thrall marked a return to hard rock for Hughes. The album itself has a definite AOR sound, but with influences of new wave and post-punk. Thrall made good use of guitar synthesizers and many have cited the album as being quite influential to the direction of rock music in the 80s. It was critically well received upon its release. However, despite the positive reception from critics, the album failed to sell well at the time. It has since, however, become somewhat of a cult album.







26 de ago de 2014

Tony Iommi & Glenn Hughes (2005)

Saindo do baú do Dead...

04/12/2008


É pra quebrar a banca!!!!!!!!!!!

Não sou dos mais chegados em rock pesado.
Não sou fanático pelo trabalho do Tony, apesar de sabê-lo ser um dos melhores de todos os tempos e estar na história do rock por toda a eternidade por tudo que fez e ainda faz.

A reunião que conheço melhor entre meu ídolo Glenn Hughes e Tony Iommi é o álbum "Seventh Star" e sua cria menor o "Eigth Star"; menor porque do bootleg oficial (rs) só foram impressas 500 cópias e o que roda por aí é cópia de cópia, porque nem eles tem o original(essa é de fuder mesmo!!!!) e poucos podem se dar ao luxo de dizer que possuem uma cópia original (ré,ré,ré).
Bem , sobre o trabalho acima muita besteira se falou e até nas mais famosas revistas de magazines disseram que eram somente três os componentes do trabalho porque Tony queria algo mais "clean"....é de fuder mesmo!!!!

Abaixo segue uma relação dos integrantes e dá pra notar um tal de "Bob Marlette", tocando teclados e claro "baixo" naquelas músicas em que Glenn só canta.....porra qqr um menos inteirado da carreira de Glenn Hughes sabe que ele costuma sim, só cantar em várias faixas de todos os álbuns solo que lançou ou que participa e pra evitar desmentidos é só olhar o video maravilhoso postado pelo maninho JHII dele aqui no L.P.
http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/2008/12/glenn-hughes-why-dont-you-stay-good.html

Bem o que interessa é o som....e é uma porrada atrás da outra e pra quem curte Black Sabath ou Deep Purple ou a carreira dos caras vai sentir que a pegada deles juntos é pra arrebentar qualquer bandinha meia-boca que se diz rockeira, lá fora ou aqui mesmo no nosso pais varonil.
Pra passar o tempo que eles tinham disponível (ok, contratos também) Tony novamente chama seu amigo agora livre de drogas e cada vez melhor e dá nisso..............mas se vc tiver um tempinho pesquise sobre essa lista, e vai perceber que ela não foi colocada á toa e só tem fera fazendo o que sabe......e as revistinhas que ditam moda dizendo que o disquinho não é isso tudo ; que só eram 3 integrantes e que os caras em final de carreira lançaram mais um caça-níquel......à chega!!!! se estiver afim de ouvir quem sabe o que faz, fique à vontade.


Writing Credits
All songs by A. Iommi/G. Hughes/B. Marlette
Other Credits - Producers

Tony Iommi - Guitars
Glenn Hughes - Vocals, Bass
Kenny Aronoff - Drums
Bob Marlette - Keyboards, Bass
Produced, Engineered, & Mixed by by Bob Marlette
Additional production by Tony Iommi
Additional engineering by Mike Exeter
Programming by Mike Exeter & Sid Riggs
Mastered by Dick Beetham at 360 Mastering, London
Executive Producer - Ralph Baker
Artwork & Design by Hugh Gilmour
Logo by JMO Design


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10 de fev de 2013

L.A.Blues Aut. Vol II "Glenn Hughes Blues"

Este pra mim é um dos melhores trabalhos já realizados em todos os tempos!!!
Apesar de ser um fã de carteirinha de Glenn Hughes, todos sabemos que é um ser humano normal que passou por várias fases na vida e principalmente a queda profunda no mundo das drogas.

Quando de outra de suas tentativas, apareceu em seu caminho um grupo de amigos e aí aconteceu este trabalho e o reinício de uma carreira marcada pelo talento e pela vontade de viver da "Voz do Rock" e claro do "Blues".
Abaixo as palavras do próprio Glenn sobre isso:


"Em 1 de Setembro de 1992, recebi uma chamada a partir de Mike Varney e Ken Ciancimino.
 Eles me perguntaram se eu gostaria de fazer um álbum de blues.
Nos últimos dois anos, tenho recebido muitas cartas de fãs que gostariam de me ouvir cantar blues. Pensei que seria uma grande ideia para eu escrever e cantar sobre as graves mudanças que ocorreram na minha vida durante o ano passado.
Dei uns telefonemas para alguns amigos próximos e eles vieram para o estúdio.
Este álbum foi gravado e mixado nas duas primeiras semanas de outubro, e é dedicado a todos os meus fãs de todo o mundo.
Este registro é apenas o primeiro de muitos novos álbuns de Glenn Hughes por vir.
É bom estar de volta....um dia por vez."

Após ficar pronto o álbum e pra ser lançado, ainda Glenn demonstra o que uma amizade pode fazer por alguém e como pode transformar uma pessoa ou várias.

As palavras de Glenn vão ao encontro disso:

"Meu primeiro álbum desde que consegui encontrar o meu poder superior.
Eu quero chamá-lo Deus.
Eu costumava chamá-lo Glenn.
Quando Mike Varney pediu-me para criarmos juntos um projeto de blues, achei que seria um desafio fazer algo que eu amo.

Este CD trava uma luta pessoal com meus demônios.
Trata-se de um álbum de cicatrização, escrito e gravado em três semanas.
"Esta é a verdade nua, crua, dura e real. "

Personnel:

Glenn Hughes: All Vocals and Bass on songs 1,3,10,11,12.
Tony Franklin: Bass on songs 2,4,5,6,7,8,9.
Gary Ferguson: All Drums
Craig Erickson: All Rhythm Guitar
Mark Jordan: Keyboards

Guest Appearances:

John Norum: Guitars on 1, 2
Warren DeMartini: Guitars on 1, 2, 5
Mark Kendall: Guitars on 3, 5
Richie Kotzen: Guitars on 4, 12
Darren Householder: Guitars on 7, 9
Paul Pesco: Guitars on 8
Mick Mars: Guitars on 9, 11
Obs:
Já repostei e estou repostando alguns trabalhos pedidos por email e este é um grande prazer apesar de notar que os acessos para rock e blues são menores, quero é mais, parece que existe um movimento meio que progressivo por aí  e aqui basta postar um prog qqr que o nº de visitantes sobe vertiginosamente, engraçado.

Quem gosta desse estilo deveria procurar os blogs específicos que são tantos e especializados nisso e não esperar encontrar numa espelunca dessas só isso, prq não vai ter mesmo, aqui se posta de tudo e se pudesse iria postar era muita música brasileira, mas essa é uma dor de cabeça muito maior.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!

23 de mai de 2011

Glenn Hughes "Soulfully Live " (second part)

Quem não faz direito tem de fazer duas vezes,rs.

Resolvi ao surrupiar do Poucosiso só trazer o vídeo postado logo abaixo, mas aí ele me lembra que o pacote completo incluía um cd duplo também e pra me penitenciar, faço um post separado só do disco então com um pouco mais do mesmo, mas que sempre fica faltando pra fãs como eu.

Valeu Poucosiso sempre atento, prq esse lobo aqui já pirou faz tempo.

A recording of a performance by former Deep Purple singer, Glenn Hughes.

During the 15 years following Deep Purple's initial split in 1976, singer/bassist Glenn Hughes issued albums on an extremely sporadic basis.

Then came the early '90s (which saw Hughes get clean and sober), and the floodgates opened once more, as Hughes began feverishly making up for lost time -- issuing 17 albums between 1992 and 2005, both as a solo artist and as a collaborator with others (Joe Lynn Turner, Tony Iommi, etc.).

Perhaps wanting to prove that he still possessed "live chops," Hughes arranged an intimate performance in Los Angeles during early 2004, with an audience comprised of both friends and fans.
Backing him was friend and Red Hot Chili Peppers drummer Chad Smith (whose playing here is more straight-ahead than, say, the gonzoid drumming of Mother's Milk), as well as two guitarists, a keyboardist, and two backup singers.

Issued as a two-CD set, Soulfully Live in the City of Angels does a fine job of proving that Hughes is musically and vocally stronger than ever. Longtime Hughes fans will undoubtedly be pleased with the all-encompassing track list, as it includes tracks from both Hughes' solo outings and Deep Purple-era gems. Standouts include the album-opening hard rocker "Can't Stop the Flood," the melodic (almost King's X-ish) "Wherever You Go," the slow-burning blues rocker "Seafull," and a great set-closing Purple trio, "Mistreated," "Gettin' Tighter," and "You Keep On Moving." As if that weren't enough reason to buy, there are also a pair of bonus studio tracks tacked on the end -- "The Healer" and "Change."
~ Greg Prato

Special 'Ecol-Book' edition of the Deep Purple vocalist's 2004 release is limited to one pressing & includes one exclusive bonus track 'Change'.
Frontiers.

Italian version features one extra song.


Disc 01

1. Can't Stop the Flood
2. Higher Places
3. Written All Over Your Face
4. Medusa
5. Wherever You Go
6. Seafull

Disc 02

1. Coast to Coast
2. First Step of Love
3. Mistreated
4. Gettin' Tighter
5. You Keep on Moving
6. The Healer [Studio Track][*]
7. Change [European Studio Track][*]

Enjoy!!!!!!!!!!!!

20 de mai de 2011

Glenn Hughes - Soulfully Live in the City of Angels

O baixista e vocalista Glenn Hughes é um dos nomes mais respeitados do Rock, e não por acaso. Em sua longa e vitoriosa trajetória, ele integrou bandas como Deep Purple e Black Sabbath, além de construir uma sólida carreira solo.

Hughes lançou o ao vivo “Soulfully Live In The City Of Angels”, registrado no dia 11 de Janeiro de 2004, numa apresentação fechada em Los Angeles, para convidados e fãs selecionados através de seu site oficial.
Com gravação e produção impecável, o disco traz faixas de diversas fases da carreira do músico, todas interpretadas com o peso e ‘groove’ tão característicos de Glenn Hughes.

Por não se tratar de um show “normal”, o clima é bem mais descontraído e permite algumas experimentações e convidados especiais. Marcam presença aqui, por exemplo, os vocalistas Kevin DuBrow (Quiet Riot) e Alex Ligertwood (Santana).

A banda de Hughes também é de fazer inveja e conta com o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), os guitarristas JJ Marsh e George Nastos, e o tecladista Ed Roth.
Por ser um álbum duplo, é inevitável pensar que “Soulfully Live In The City Of Angels” poderia ter mais músicas em seu ‘track list’. Isso porque o primeiro disco tem pouco mais de 40 minutos de duração, enquanto que o segundo soma 50, incluindo as duas faixas bônus gravadas em estúdio: “The Healer” e “Change”.

As canções, entretanto, são longas e acabam satisfazendo os ouvintes. Os destaques ficam com “Mistreated”, “Getting’ Tighter” e “You Keep On Movin'”, do Deep Purple, além de “Medusa” e da maravilhosa “Seaful”, do Trapeze.

Em “Soulfully Live In The City Of Angels”, Glenn Hughes dá uma verdadeira aula de carisma, talento e técnica. E para quem quiser conferir sua performance com maiores detalhes, estou disponibilizado um avi do DVD do show que desta vez ficou bem compacto, ao gosto da maioria.

PoucosisoBorn on August 21, 1952 in Cannock, England Glenn Hughes left school at the age of sixteen to play in various local groups. One of them, Finders Keepers, changed their name to Trapeze and went on to rise to world fame. The band's illustrious line-up (apart from Hughes, the band included Whitesnake guitarist-to-be Mel Galley and drummer Dave Holland, who went on to join Judas Priest) brought out a total of three albums, with particularly "You are the Music, We're Just the Band" (1972) causing a sensation. June 1973 saw the two Deep Purple members Ian Gillan and Roger Glover, leaving the band.

The strong-voiced musician followed the call of Deep Purple, turning down an offer by Electric Light Orchestra. Vocalist David Coverdale was enlisted simultaneously to replace Ian Gillan and the band reached another zenith of their creative power. The "Burn" album is without doubt one of the best Purple releases of all time and its successor "Stormbringer" was similarly impressive. Particularly the complementing combination of front man David Coverdale whose bluesy timbre suited the new tracks extremely well and Glenn Hughes with his seemingly unlimited vocal range, turned out to be an unbeatable team.

Hughes also manouvered Deep Purple into a more funky open direction and was probably one of the main reasons why guitarist Ritchie Blackmore left the group in 1975 to found Rainbow. Former James Gang guitarist Tommy Bolin replaced Blackmore and they recorded the album "Come Taste the Band" (1975). Tragically, Bolin died of a heroin overdose in 1976, which meant the end of Deep Purple.

The end of the band was the beginning of Hughes' extensive travels through the whole hard n' heavy scene. The list of bands, projects and solo albums by other artists in which he participated over the course of the next 25 years seems almost endless. From Black Sabbath's Seventh Star (1986), to the KLF's "America: What Time is Love" a US mega hit in which the KLF dubbed him "The Voice of Rock".His solo albums have also been hugely successful starting with funky rock on "Play Me Out" (1977) to the legendary rock release Hughes/Thrall with guitarist Pat Thrall in 1982, to his 1994 album "Burning Japan Live". 1995 saw the more soulful "Feel" to his most recent "Return of Crystal Karma" (2000). His release in 2001 of "Building the Machine" had a special intensity due to its excursions into the spheres of funk and soul and received rave reviews on a worldwide basis. In 2002, Glenn joined up with his good friend, Joe Lynn Turner, to form and record an incredible creative journey entitled "HTP". Never before had the industry seen such a powerful pairing of two of the greatest singers in Rock and Roll. In 2003 he returned with a new solo cd : "Songs In the Key of Rock", a strong return to Glenn's rock and roll roots combine with a vintage yet fresh approach to the songwriting.

The year 2004 brings "Soulfully Live In The City Of Angels": a welcome summation of Glenn's progress during time and a permanent reminder of his considerable heritage. Available as a double audio CD and a single-disc DVD, it was shot on January 11th 2004 before an audience of friends and selected regulars at www.glennhughes.com.

Those privileged enough to have graced the soiree in the intimate setting at Sound Image studio in North Hollywood witnessed the bassist/vocalist's current band of long-time guitarist JJ Marsh and keyboard player Ed Roth being swelled by none other than Red Hot Chili Peppers drummer Chad Smith.Musicians:
Glenn Hughes (Vocals, Bass)
J. J. Marsh (Guitars)
George Nastos (Guitars)
Ed Roth (Keyboards)
Chad Smith (Drums)

Guest Appearances:
Kevin DuBrow, Alex Ligertwood (background vocals)
Chad Smith appears courtesy of Warner Bros. Records

Tracklist:

01- Cant stop the flood,
02- Higher places,
03- Written all over your face,
04- First step of love,
05- Seafull,
06- Wherever you go,
07- Coast to coast,
08- Medusa,
09- Mistreated,
10- Gettin tighter,
11- You keep on moving.

Enjoy!!!!!!!!!!!

27 de jun de 2010

Glenn Hughes - Music for the Divine

Eles derrubam eu reposto, recebo mais uma cordial cartinha num domingo? Fim de dia? Só do Glenn no mesmo lugar tem 5800 arquivos de um monte de gente e até com endereço e docto é mole? e eles derrubam um meu?

Ré,ré,ré, puta hipocrisia do caraco, tem de tudo no mesmo lugar, desde pornografia barata, obras famosas e softwares que ainda não foram lançados e derrubam mais um disquinho meu?
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!
Vão a pqp, tá aí, num ia fazer, tenho até que descansar (não disso aqui, mas da vida um pouco, é só encrenca catso)mas quem sobe é a net, pensar no que escrever as vz até desanima numa dessas mas tava meio pronto, então tá aí mais um do "Mr.Voice of Rock"
.....................................................................................
Sempre que se fala da história da música relacionam-se vários nomes e claro alguns são mais interligados do que outros.
Esse é o caso de meu queridinho Glenn Hughes, participou disso e daquilo, fez e faz e ainda melhor do que muitos.

Bem esse é mais um dos seus trabalhos e desde que retornou do inferno das drogas é um workaholic da música produzindo, gravando e participando de tudo que pode, talvez até pra se manter ocupado e com a mente em evolução.

Não digo que é meu álbum favorito, mas com certeza é um dos mais consistentes e mostra um artista maduro e seguro; sendo que a minha preferida é a última musica do álbum.Glenn Hughes has always seemed to surround himself with the greatest guitarists and drummers of rock, including Ritchie Blackmore, Tommy Bolin, Ian Paice, Tony Iommi, and Kenny Aronoff.

And on his 2006 solo outing, Music for the Divine, the string of strong supporting players remains intact, as Hughes is joined by a pair of current Red Hot Chili Peppers — guitarist John Frusciante and drummer Chad Smith — and an ex-Pepper, Mr. Hollywood himself, Dave Navarro. Music certainly has a funkier edge than, say, the last few releases Hughes has collaborated on with Iommi, but this should certainlymore… not come as a surprise to longtime fans, as his funk roots trace all the way back to his Deep Purple-era releases.

Arguably, he has not played alongside musicians as fluent with the funk as his fellow travelers here, especially on the leadoff single, "The Valiant Denial," which rocks and slithers the way only a Peppers groove can. The funk continues on such selections as "Monkey Man," but just when you think you have it all figured out, Hughes and company hand in a surprise reading of, um, "Nights in White Satin." All in all, Music for the Divine is another fine release from one of rock's great (and criminally underrated) voices.
Tracks:
1 Valiant Denial
2 Steppin' on
3 Monkey Man
4 This House
5 You Got Soul
6 Frail
7 Black Light
8 Nights in White Satin
9 Too High
10 This Is How I Feel
11 Divine

Obs:Postagem original feita em 04/03/09

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!

15 de mai de 2010

Glenn Hughes and Geoff Downes - The Work Tapes - 1998

Tô quase chegando a conclusão que tô ficando doido!
Separei um som pra postar bem do tipo: Caraca prq é que não tem pra baixar?

Não sei se só eu noto isso, mas estão surgindo uma porrada de blogs só com releases de discos e vídeos, o que me causou certa estranheza prq qdo quero colocar algo aqui na alcatéia, já disse que dou uma volta pelas redondezas afim de ver se é figurinha carimbada, qual tipo de observação foi feita e gosto desse contraditório como já repeti "n" vezes, mas um lobo tem esse direito,rs.

Acho que é um movimento orquestrado como um vírus, que se espalha e aí quem procura musicas pra baixar cansa de procurar e com isso acredito pensam esvaziarem os blogs, fazendo o peregrino se cansar de chegar ao seu objetivo.Bem, depois de tudo separado e tal, sentado a beira da montanha, olhando para o vale e vendo todos os lobos em seus afazeres e até os pequenos brincando, o que muito me alegra, mudei completamente de rumo por causa de uma frase que li e não achei justa.

Cada artista, tem lá seu jeitão de escolher seus parceiros e seus trabalhos, nunca escondi o que o Hughes é pra mim (como se não fosse pra o mundo) e seu lado de Fênix me ajuda muito a acreditar que todos podem dar a volta por cima e se estavam no inferno, se não chegarem aos céus pelo menos das mãos do outro se livram.

E nosso herói todos sabem o que rolou e ao voltar se dedicou ao trabalho com uma tenacidade que poucos possuem ou sabem possuir, e aí ele se junta ao Geoff Downes (porque é bobo ou burro segundo as críticas a este trabalho) e produz esta jóia em forma de baladas com o simples nome de "work tapes".Caramba, respeito a opinião de cada um e brigo pelo direito de vc ter a sua até o fim, mas não preciso concordar, e li tanta bobagem que vi que foi esse o motivo de mudar totalmente minha postagem.

Ouvindo um King Crimson ao vivo no Japão e agora mudando pra um Cream ao vivo no Royal Albert Hall (olha a melhor apresentação desses caras que já assisti!!!) comecei a refazer a postagem e percebi que algumas pessoas ainda se lembram do Hughes no Purple e cobram dele que seja aquele sempre, e mesmo sendo o que era e tendo o Coverdale tb aos vocais.

O Purple com o Gillan é um e com eles outro mas nunca inferior; ou seja, eles dois não conseguiram apagar a imagem do Gillan mesmo sendo até superiores na união de vozes e o Hughes não é burro e nunca foi e começou a navegar em outras paragens.Por que falo pouco do Downes?
Porque ele é "mão que balança o berço" mas poucos reconhecem; ele é a alma e a estrutura por trás dessas baladas todas; ele quem trouxe o Wetton de volta à terra firme e trouxe também o Hughes como se dissesse:

-Quer tocar?
-O que sua sensibilidade manda?
-Estou aqui!

E aqui está mais um trabalho de Geoff Downes na linha do que já postei com o Wetton (acústico e que tb descem o pau por aí) só que usando a explosividade do Hughes e toda sua variação de notas em sua voz; o que torna a musicalidade do Downes surpreendente e mágica, uma viagem, uma música que se ouve sem cansar a cabeça, eles simplesmente se completam.

Tem dias que não tenho saco, sou baladeiro por natureza, mas ouço de tudo um pouco mas a dor nas baladas, a musicalidade, a emoção brota muito mais fácil e as vz tão simples que quase me pego com lágrimas nos olhos.

Não esperem desse disco, nada parecido com a bomba atômica que é o Hughes, mas ouçam a docilidade e a simplicidade da melodia do Downes conduzindo a fera no baixo e nos vocais e ouça uma das melhores músicas que já vi e ouvi sendo feitas.

Apaixonante!!!!!!!Glenn Hughes & Geoff Downes
"The Work Tapes

01 - Bed Of Roses - Glenn Hughes/Geoff Downes
02 - Don't Walk Away - Glenn Hughes/Geoff Downes
03 - Love For Sale - Glenn Hughes/Geoff Downes
04 - Push - Glenn Hughes/Geoff Downes
05 - Funk Music - Glenn Hughes/Geoff Downes
06 - Double Life - Glenn Hughes/Geoff Downes
07 - How Was I To Know? - Glenn Hughes/Geoff Downes
08 - Walking On A Thin Line - Glenn Hughes/Geoff Downes
09 - Dance With Me - Glenn Hughes/Geoff Downes
10 - Feel The Magic - Glenn Hughes/Geoff Downes

Obs: Postado originalmente aqui e no extinto "Particulas do Pessoal" do meu amigo Sr do Vale, a quem chamo carinhosamente de "sir" em 21/09/09; tenho certeza que o k7 vale a pena ser baixado pra quem ainda não tem e aproveitem prq corre na net que o blogger vai e está detonando todos os blogs principalmente envolvidos com músicas.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

16 de dez de 2009

Glenn Hughes no Brasil - Programa Ronnie Von 15/12


Glenn Hughes, que ja passou pelo Deep Purple, Black Sabbath e etc. está em turnee no Brasil. Após um show em Lages, Santa Catarina, dia 11 de dezembro, tocará hoje, dia 16, no Carioca Club (Pinheiros), com participação especial da banda CASA DAS MÁQUINAS.

Ainda no desembarque do Aeroporto, declarou todo seu amor pelo Brasil, dizendo que está voltando ao estilo de Rock que o consagrou e que o Brasil será sempre seu ponto de partida, pois segundo ele, os brasileiros são os melhores do mundo.

Ontem, dia 15 fez uma participaçao especial no programa do Ronnie Von da Gazeta, onde cantou Mistreated em "estilo acustico".

Ingressos:
http://www.awo-mkt.com/glennhughes


Mais um trecho da apresentação no Ronnie Von cedido pelo Tano



Obrigado Tano pela dica e pelo post, copiei e tá aqui na alcatéia como vc montou lá ok?
Bjs fique na paz irmãozinho.

Blog do Tano

Aproveite e de um passar de olhos nessa versão com o Bonamassa, simplesmente fantástica,rs!
Não resisti e já trouxe pra cá, não é do Tano mas é nossa, me remete ao melhor do melhor.



The Voice of R'R Glenn Hughes aqui na alcatéia é demais,rs

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

15 de mai de 2009

Glenn Hughes - Addiction (1996)

Adjetivo: a.dic.to
que se apega.
que se afeiçoa a.
dependente de.
submisso.
(Medicina) que não consegue largar um hábito nocivo (psicológico ou da fisiologia corporal).

Sinônimos de (adjetivo): adstrito.
dedicado.
devotado.

Sinônimos: dependente.
toxicômano (grafia bras.),
toxicmano (grafia port.).


Adicto é dependente.
Adicto é considerado no mundo das drogas aquele que é inclusive irrecuperável.
Ele ou ela pode se abster mas nunca sarar, a adicção estará lá pra sempre a espera de uma oportunidade ou de uma recaída.
Como em outras postagens, todos sabem que Glenn Hughes pra mim é um dos maiores exemplos de recuperação de um ser humano e da famosa viagem retratada por Dante até os infernos; ou tantos outros que já narraram à descida aos mais profundos infernos de cada um, além claro e óbvio de um dos maiores músicos vivos.
Mas o retorno é a parte mais importante, porque do jeito que muito se fala e faz fica a impressão que aquele que cai, não tem mais retorno e se voltar não mais será o mesmo e nem poderá mais ser confiável ou exercer qqr atividade porque"queimou seus neurônios"
PQP, nunca vi tamanha ignorância e como não tô aqui pra levantar bandeira alguma, só lembro aos idiotas de plantão que temos no cérebro bilhões de células e que ao se perderem algumas outras podem assumir suas funções e etc e etc e etc.

Muitos artistas contam suas experiências e narram suas histórias de formas variadas, em livros, discos, pinturas e palestras; mas tudo pra se valorizarem e vender sua dor e ainda lucrar com ela.

Mas poucos se expõem como Glenn fez desde seu retorno do inferno das drogas, mas de uma maneira que não se tornou ícone da resistência e nem mártir de porra nenhuma, só mostrou que é possível e além de possível, se pode retornar melhor ainda do que era se é que o caso dele algo precisava melhorar na questão musical.

Mas seu caráter é um exemplo, sua dedicação em lançar as vezes até 03 discos em um ano e fazer shows o tempo todo e ser fiel aos qeu estão com ele desde o inicio como seu guitarrista Joakin Marsh; e uma das mais belas frases que já vi desses artistas famosos e poderosos escreverem em suas obras: "To my high power, My Lord".

Poucos dão créditos à esta força superior que nem nome se sabe exato, mas conhecida por "Deus" e poucos creditam à esta força o retorno do inferno e a ascensão aos "céus da liberdade" e por isso cada dia que passo admiro mais o trabalho, a carreira e a dignidade desse ser humano que é um monstro em tocar, um exemplo de amizade com aqueles que estão a sua volta e claro "A Voz do Rock" mas a verdadeira e não só a que grita e canta, mas a que grita e clama: "Obrigado Senhor por me dar mais uma chance, vou aproveitá-la ao máximo".

"Addiction"

Let me breathe, my tired body
Let me sleep inside my bed
Don’t let me fall into the darkness
While you weave your tangled web
Don’t leave me slain beside the gutter
Show me my flesh, then lock me in,
Then wash me down in holy water
Then close my eyes, until i’m gone

Throw my soul into the fire
Let my body burn in sin
It’s so cold and i’m no liar
And it’s all the same, all the same
It’s just addiction

You can’t deny the pain you’re under
You know the wheel refuse to turn
Can’t break that spell and you have 2 wonder
Can’t walk away, you never learn
Don’t live that lie, ‘cos you can take it
You must have been some kind of man
I feel the rage of your condition
‘cos you will find euphoria

Can you taste your last temptation?
Your state of mind is filled with shame
If you fail to shake your demon
Tormented life, no one to blame

Não sou o único e a admiração aqui na alcateia é geral e faz tempo que ThicoMusic me pede a postagem desse trabalho que ele considera talvez o melhor e mais intenso de Glenn; pois tá aí....

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Addiction