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3 de abr de 2011

Ian Anderson, Tull e Poucosiso

Dois Shows que me surpreenderam muito pela performance irrepreensível do grupo.
Em 2003 Ian Anderson e os 'garotos' Tull aportaram em Montreux. Foi realmente uma apresentação agradável para quem estava lá, ansioso. Pena que a edição deste show demorou quase 4 anos, só apareceu no mercado fonográfico em 2007. Isso causou muita expectativa sobre o álbum.Como já descrevi em post anterior, esses caras parecem bons vinhos; quanto mais o tempo passa mais apuram suas qualidades.

Tanto em Montreux em 2003 quanto em Lugano em 2005 o repertório é bem semelhante. Os shows passeiam por sucessos do início da carreira deles em uma perfeição na execução que chega a arrepiar.

Alguém comentou certa vez que é pena que em 2005 Ian já não conseguia elevar mais a voz em tons mais altos com tanta facilidade. Bem, sempre achei que ele tinha essa dificuldade desde mais jovem, até porquê é uma das caracteristicas da voz dele. E claro, com a idade acentuou (ele tinha mais de 70 anos em 2005). Mas preserva a identidade inconfundível de Ian, e nem pode ser considerado um ato de 'desafino' :)Cada show tem seu charme e sua graça apesar do repertório bem semelhante. A diferença fica nos tempos de execução, o que adorei pois eles brincam de tocar. Em Empty Cafe e Bourée fizeram justa homenagem aos festivais.

E chega de trololó e vamos ao que interessa.Baixem os dois pois o Lugano de 2005 é nova ripagem, mais condensada que a anterior e sem problemas de sincronia entre áudio e vídeo. Apesar da qualidade da imagem não ser a melhor, o áudio compensa. A de Montreux tem melhor qualidade de imagem pois é ripagem de BR, enquanto Lugano é cópia de show apresentado em canal de tv assinada convertido em dvd, pra depois fazer o avi... affff! a imagem é mais fraquinha mas da pra ver bem todos os detalhes.

O áudio é muito bom nos dois.
Jethro no Festival de Lugano:
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Jethro no Festival de Montreux:
http://www.megaupload.com/?d=FUYQOA07

Aumentando a dose!

Living with the Past (2002) é um álbum ao vivo do Jethro Tull. Um disco contém o Show Hammersmith Apollo em 20 de novembro de 2001 e traz canções de diferentes épocas da história do Tull.O endereço abaixo para baixar o vídeo:

http://www.megaupload.com/?d=4cxwzjwi

Mais um pouco?

THE MINSTREL LOOKS BACK - 1969 - 1977

Sem muita leléia, é um juntado de vídeos de shows em tvs, promocionais e vídeos em 8 mm. São dois dvds e, para postar editei parte a parte, show a show e dividi em links com os vídeos completos, conforme os títulos da capa.Disco 1:

Jethro Tull - Tampa 1976
http://www.megaupload.com/?d=FPFQ8168

German TV 1970
http://www.megaupload.com/?d=471YEJNY

Swedish TV 1969
http://www.megaupload.com/?d=CDY6HMOL

Disco 2:



Cheap Day Return 71
http://www.megaupload.com/?d=I0AG9ZOV

Tanglewood Music Fair 07-07-70
http://www.megaupload.com/?d=210HVQ6C

London Hippodrome:
http://www.megaupload.com/?d=ECBS6K88


Additional Footage:

The Minstrel Years 71 a 75:
http://www.megaupload.com/?d=HSKFU29W

A Little More Music... 70 a 76:
http://www.megaupload.com/?d=WXEEEIQP

Postagem completa.

A grande viagem aqui é poder ver como começou e como está hoje.

Existem outras fases interessantes de Ian Anderson como a sinfônica por exemplo.

Boa diversão!


Poucosiso

9 de mar de 2011

Jethro Tull "Live in Lugano"

Este Show do Jethro é o melhor que ja vi. Já o vi aqui por 2 vezes e nem ao vivo foi melhor que neste vídeo. A maturidade deu a este artista e ao resto da banda uma qualidade sem igual.

Este é um dvd para se ter, autentico! Já estou providenciando o meu.

Tem nele um repertório de músicas de 1968 até hoje, maravilhosa seleção!

Sem muito papo, boa diversão!

Saudações!

Poucosiso

Obs: Sempre bom trazer de volta shows como este, mais um belo trabalho do maninho sem noção em avi pra amantes da música, e não enrolem prq esses links viram história logo, logo,rs

Enjoy!!!!!!!!!!!

3 de jan de 2010

Jethro Tull - Living with the Past (2002)

Fiz questão de colocar esta sinopse abaixo que desce o pau nesse show,rs
Acho graça porque antes de ler e decidir postar mais um belíssimo trabalho do maninho Poucosiso em conversões (é claro, começo de ano, um puta show desse dando sopa no PoucosisodaExtrada eu vou deixar passar?) já havia baixado e assistido e o que mais me chamou a atenção foi justamente a mistura de making of e show que ficou um grande barato; em seguida, as misturas de imagens e cores que parecem te trazer de volta ao palco toda hora foram muito bem boladas, apesar de não ser nenhuma novidade pra quem é do meio e notei que a dosagem foi extremamente feliz e por último à esta altura do campeonato quem ouve "Tull e Anderson" já sabe tudo, conhece tudo e está acostumado a tudo e o que quer é um pouco de diversão e boa música dessa banda/front man fantástica.

Um casamento que já dura décadas, deles com seu público onde me encaixo, então ao meu ver resenhas depreciativas são completamente desnecessárias, mas mantive assim mesmo, pra que vc veja como alguém que trabalha uma vida inteira e envelhece no seu ofício é tratado sei lá por quem e com qual intenção ; o qual duvido ter feito algo parecido ou de tamanha importãncia para a música mundial e para um adolescente doido que tocava tanto "Thick as a Brick no toca discos que nem a versão importada aguentou, tendo que ser trocada durante décadas mas sempre tocada e ouvida com o mesmo prazer.....uma dica?
Preste atenção na versão desse show de Thick as a Brick , e pode dizer:
-É Ian envelhecemos amigo, vc tem de controlar o uso da voz que não tem mais a mesma potência, mas seu talento é inegável e eu controlar meu humor ao ver críticos de porra nenhuma dando palpites idiotas,rs.sinopse:
Documentário baseado no concerto gravado em 25 de Novembro de 2001 no Hammersmith Apollo de Londres, ao qual se adicionaram três peças registadas, já este ano, num pub, com a formação original de 1968, e duas outras de uma sessão acústica, com um quarteto de cordas, "chez" Ian Anderson.

Entre a maioria das peças foram introduzidos segmentos de entrevistas, que resultam num primeiro visionamento, mas que depressam cansam com a repetição. Mais irritante é o constante recurso a efeitos "especiais" e a mistura das imagens do concerto de Londres com outras gravadas em espectáculos nos EUA durante a digressão de 2001.

Os extras que o DVD traz resumem-se a imagens que sobraram do documentário e a amostras de dois concertos, ambos já editados em DVD, nos quais Ian participa: um dos Fairport Convention e outro dos Uriah Heep.
Músicos:
Ian Anderson - canto, flauta, harmónica, guitarra acústica
Martin Barre - guitarras, canto
Doane Perry - bateria, percussão
Andrew Giddings - teclados, acórdeão
Jonathan Noyce - baixo
Mick Abrahams - guitarras, canto
Glen Cornick - baixo
Clive Bunker - bateria
James Duncan - bateria
Brian Thomas - violino
Justine Tomlinson - violino
Malcolm Henderson - viola
Juliet Tomlinson - violonceloFilmagens dirigidas por Chris Loughlin
Audio produzido e mixado por Ian Anderson
Técnica:
Andy Williamson
James Duncan
Mike Downs
Gravado 25 de Novembro de 2001 no Hammersmith Apollo de Londres
Capa de Bogdan Zarkowski
2002 The Ian Anderson Group of Companies Ltd. Songs
01. My Sunday Feeling
02. Cross Eyed Mary
03. Roots To Branches
04. Someday the Sun Won't Shine for You
05. Jack In The Green
06. Thick as a Brick
07. Wond'ring Aloud
08. Sweet Dream (Live-2001)
09. Hunt by Numbers
10. Bourée
11. A Song for Jeffrey
12. The Water Carrier
13. A New Day Yesterday
14. Life Is A Long Song
15. Budapest
16. New Jig
17. Aqualung
18. Locomotive Breath
19. Living in the Past
20. Protect & Survive
21. Cheerio

Obs: Conversão e postagem original Poucosiso
Alterações indevidas deste escriba cara de pau que já aboliu por conta própria hífens e o escambau prq não sei mais como tem que se escrever,rs

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

1 de jun de 2009

To Cry You A Song - A Tribute To Jethro Tull (1996)


"Sincronicidade: (do grego syn, junto, e chronos, tempo) é a designação de Jung para um princípio que deveria explicar a relação significativa mais causal de acontecimentos, a “coincidência significativa” de dois ou mais fatos. Se aceita a hipótese, a adoção de uma função psi - que tornaria possível uma explicação causal torna-se supérflua. A hipótese foi desenvolvida por Jung num trabalho conjunto com o físico Woltgang Pauli (1900-1958).

O que teria a ver Jung com Jethro Tull?

O Carlos, um já assíduo colaborador deste escriba, devido a postagem e ao comentário sobre o trabalho "3" onde Robert Berry substituiu à Greg Lake no ELP, me enviou uma infinidade de obras onde Berry participaria mostrando que ele não seria um ilustre desconhecido e sim um árduo operário da música dita progressiva.
Nestas idas e vindas, ele também mostrou sua paixão por Keith Emerson, nos municiando com muitas informações e trabalhos do mesmo e também do Berry (os quais nem metade ainda postei, prq gosto de escrever algo a respeito do que divido, e nem sempre tenho o tempo necessário, ou a vida nem sempre está como queríamos, enfim...); na última conversa ele me chamou a atenção para uma participação de Keith com o Tempest, mas que ainda lhe faltavam detalhes.

Indo atrás, prq adoro fuçar, encontrei esta verdadeira obra de arte, à qual não tenho vergonha de dizer que desconhecia totalmente e chamo a atenção para os participantes desta coletãnea em homenagem ao Tull, e as versões de seus clássicos.
Quer saber?

Não é qqr um que tem peito de meter a mão numa obra de sucesso mundial e refazê-la e por isso costumo ir atrás de coletãneas sim; as vezes são verdadeiros lixos e caça níqueis de músicos decadentes, mas também aparecem maravilhas como esta.
Segue um texto no original e tb uma resenha dos músicos e músicas.
Analise e tire suas conclusões, eu?
Amo o Tull e adorei esta obra.




"To Cry You A Song Jethro Tull has been releasing high quality music for almost thirty years. In fact, Tull has been influential for so long that it is easy to forget what made them such a compelling act during the early stages of their career. The band had a profound effect on rock during the late 1960's and '70's due to their use of the flute as a lead instrument and the wild persona Ian Anderson portrayed on stage. During those years Tull was known as a hard rock band ("Aqualung" and "Locomotive Breath"). In the early 1970's they were thought of as a progressive rock band ( "Thick As A Brick" and "A Passion Play"). At the end of that decade "Songs From The Wood" and "Heavy Horses" were more folk-oriented. The 1980's saw Tull become more keyboard-oriented and hi-tech in its approach.
More recently, "Crest Of A Knave" surprised everybody (especially Metallica) by winning a Grammy for best Hard Rock/Heavy Metal Act. And in 1994 Ian Anderson showed incredible musical maturity with his classically-inspired, new age-influenced "Divinities". Tull also contributed a great deal to making the modern concert business what it is today. They were the first group to carry it's own PA system from city to city and make those costs part of the production expenses. They were the first group to carry multi-level staging on the road with them making them memorable for putting on an extravagant live show. Ian Anderson has a style and a vision which he has been able to parlay into a huge army of dedicated fans that has remained loyal for decades.
But with all the image, marketing and promotional aspects of the Tull story, one factor should not be dismissed: the songs were great. "To Cry You A Song ...A Collection Of Tull Tales" is made up of some of Jethro Tull's best and most loved songs. The performers that have been gathered together for this album have all been a part of the Tull story as participants or avid fans.




Who Are the Performers?

A Tull Tale
Performed By Magellan
Stan Johnson Flute
Trent Gardner Keyboards
Roger Patterson Percussion
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Aqualung
Performed By Magellan
Trent Gardner Vocals and Keyboards
Wayne Gardner Guitars and Bass
Roger Patterson Drums
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Up The 'Pool
Roy Harper Vocals and Guitar
Colm O'Sullivan Keyboard and Effects

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Nothing Is Easy
John Wetton Vocals
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Glenn Cornick Bass
Ian McDonald Flute
Phil Manzanera Guitars
Robert Berry Keyboards
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Mother Goose
Lief Sorbye Vocals, Mandolin, Flutes and Octave Mandola
Mike Varney Lead Guitar
Robert Berry Keyboards, Guitar, Bass and Drums
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Minstrel In The Gallery
Robert Berry Instrumentation and Vocals
Lief Sorbye Bodhran
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One Brown Mouse Performed By Echolyn
Brett Kull Acoustic and Electric Guitars, Whistling and Backing Vocals
Ray Weston Bass, Jaymar Piano, Lead and Backing Vocals
Paul Ramsey Drums
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Cat's Squirrel
Charlie Musselwhite Harmonica
Derek Trucks Slide Guitar
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Mike Summerland Bass
Robert Berry Keyboards
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To Cry You A Song
Glenn Hughes Lead Vocals
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Glenn Cornick Bass
Derek Sherinian Keyboards
Robert Berry Keyboards
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New Day Yesterday
Robby Steinhardt Vocals and Violin
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Glenn Cornick Bass
Ian McDonald Flute
Phil Manzanera Guitars
Robert Berry Guitar
Mike Wible Keyboards --------------------------------------------------------------------------------
Teacher
Performed By Wolfstone
Ivan Drever Acoustic Guitar
Stuart Eaglesham Vocals
Duncan Chisholm Fiddle
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Glenn Cornick Bass
Derek Sherinian Keyboards
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Living In The Past
Keith Emerson Keyboards
Mick Abrahams Guitar
Clive Bunker Drums
Glenn Cornick Bass
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Locomotive Breath
Performed By Tempest with Special Guest Robert Berry
Lief Sorbye Vocals and Flute
Rob Wullenjohn Guitar
Adolfo Lazo Drums
Jay Nania Bass
Michael Mullen Violin
Robert Berry Keyboards
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Life's A Long Song
Dave Pegg Vocals, Guitars and Mandolin
Matt Pegg Bass
Rob Armstrong Picassophone, Drum Machine and Wooden Drum
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Claro que já deu pra notar que a sincronicidade, coincidência ou o que quer que seja, está que por causa do Carlos chegamos ao Berry, chegamos ao Keith, que nos trouxe aqui ao Berry de novo e não bastasse isso, à um time de primeira linha dos quais sou fã incondicional; dois dos melhores vocais de todos os tempos :Wetton e Hughes; Phil Manzaneira e Derek Trucks nas guitarras; nada menos que Mr Charlie Musselwhite and everybody........!!!!!!!!!!!!!!!!
E a participação do Keith com o Tempest ainda ficou pra uma segunda fuçada, rs.

Chega de lero diria o maninho BigZé e vamos ouvir os caras.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


To Cry You a Song

4 de mai de 2009

Jethro Tull - Estival Jazz in Lugano

Este Show do Jethro é o melhor que já vi.
Já o vi aqui por 2 vezes e nem ao vivo foi melhor que neste vídeo.
A maturidade deu a este artista e ao resto da banda uma qualidade sem igual.
Este é um dvd para se ter, autentico!
Já estou providenciando o meu.
Tem nele um repertório de músicas de 1968 até hoje, maravilhosa seleção!

Sem muito papo, boa diversão!

Saudações!

Poucosiso

Bom, quem sou eu pra contrariar meu maninho Poucosiso, eu só posso acrescentar um fato que vc identifica logo de cara; a voz não é mais a mesma com o mesmo poder e força, mas a qualidade é realmente indiscutível e como é bom ver e ouvir um artista fazendo o que gosta e sabe e ainda muito bem.
Envelhecendo com dignidade, esse show diz exatamente isso e assino embaixo, é um dos melhores "Tull" que já ouvi.



obs: Retirado do blog PoucosisodaExtrada

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!