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8 de set de 2015

Eric Clapton & Very Good Friends!!!!


Eric Clapton matando as saudades do Cream, com Jack Bruce e Ginger Baker, além de dar uma duelada com Jimmy Page. Sonzeira.





ENJOY!!!!

22 de mar de 2015

Jack Bruce & Robin Trower


Two legends, one hour of fearsome axe-wielding! 

Essa é uma parceria que sempre teve tudo para dar certo. O escocês Jack Bruce teve importantíssimo papel na criação do blues rock (e depois, do hard rock e do heavy metal) inglês, tendo participado do Blues Incorporated (de Alexis Korner) e do Graham Bond Organisation, bandas nas quais tocou com o baterista Ginger Baker, que viria a ser seu parceiro no Cream algum tempo depois. Tocou também no John Mayall’s Bluesbreakers, onde conheceu o guitarrista Eric Clapton, que completaria a formação do Cream. Antes mesmo de montar o chamado “primeiro dos supergrupos”, teve tempo ainda de participar da banda do tecladista Manfred Mann, ou seja, esteve envolvido com o “crème de la crème” da cena musical inglesa dos anos 60. Com o Cream, que teve carreira tão meteórica quanto avassaladora, simplesmente revolucionou o rock, abrindo espaço para os deliciosos excessos dos anos vindouros. Depois disso, lançou uma penca de discos solo brilhantes (dos 3 membros do Cream, era na minha singela opinião o mais criativo e talentoso), e formou outros trios memoráveis como o West, Bruce & Laing (com os membros do Mountain Leslie West e Corky Laing) e o BBM (que incluía Gary Moore e Ginger Baker). Já o inglês Robin Trower não ficou muito atrás. Tendo integrado no final dos anos 60 o Procol Harum, participou dos álbuns que forjaram o rock progressivo, do qual o Harum é certamente um dos pioneiros (junto a The Moody Blues, The Nice e, um pouco depois, o King Crimson). Com eles, gravou os discos mais clássicos, tendo saído da banda em 1972. A partir daí, lançou uma série de discos sob a égide de Robin Trower Band, dentre os quais se destacou “Bridge of Sighs”, de 1974. Seu timbre na guitarra (obviamente, uma Fender Stratocaster) foi sempre comparado ao de Jimi Hendrix, sendo até mesmo chamado em determinados pontos de sua carreira de “o Hendrix branco”. De fato, sua habilidade em tirar timbres recheados de influências combinando blues e psicodelismo tinham, e têm, muito do estilo de Jimi. Os caminhos de Trower e Bruce se juntaram pela primeira vez no começo dos anos 80, quando se reuniram para gravar o disco “B.L.T.”, que apresentava um power trio completado pelo baterista Bill Lordan. Um disco muito bom, apesar da sonoridade (mais tarde, datada) que viria a vingar nos anos 80 já estar dando suas mostras no trabalho. Na sequência, lançaram “Truce” em 1982, trocando o baterista por Reg Isidore, sendo que nesse segundo disco não conseguiram manter o mesmo pique, e a reação da crítica e do público não foi das mais positivas. Afinal, seu estilo incorporou elementos de funk e soul, com mais “groove”, o que fugia ao som original dos envolvidos. 


De qualquer forma, em 2008 os dois se reencontraram, mais de 25 anos depois, para gravar mais um trabalho. Após os graves problemas de saúde que enfrentou em 2003/2004, quando sofreu um transplante de fígado e quase faleceu, Jack Bruce parece que embarcou num ritmo de extrema produtividade e criatividade. Após uma breve reunião do Cream (e boatos sobre outra reunião, do West, Bruce & Laing), Bruce e Trower finalmente entraram no estúdio e registraram o ótimo “Seven Moons”, junto ao baterista Gary Husband, antigo companheiro de Bruce em outras empreitadas. Sem sombra de dúvidas, o melhor disco gravado pela dupla até agora. Legitimamente um trabalho cooperativo, o talento de ambos transborda de forma totalmente balanceada no decorrer do álbum. É nitidamente um trabalho lançado sem pressões de gravadoras, sem a necessidade de “ter que vender”. Todas as faixas são boas, alternando momentos mais rápidos, “uptempo”, com outros mais arrastados, “midtempo”, e ainda algumas baladas introspectivas e reflexivas compostas em tom menor, com letras certamente influenciadas pelo momento atual de Bruce, que as canta de forma praticamente confessional. Este é o caso de, por exemplo, “Just Another Day” e “I’m Home”. É interessante notar que Jack não utilizou, como de praxe, as letras de Pete Brown, seu parceiro de longa data. O mesmo pode ser dito de Robin, que tem em Keith Reid seu principal letrista. No presente caso, tal trabalho ficou também a cargo da dupla Bruce/Trower. Os solos e bases de Trower no disco são de uma precisão absurda, com notas na medida certa e distorção idem. Poucos guitarristas hoje em dia tocam com tanta classe, unindo originalidade e personalidade com as modernas técnicas de gravação, num estilo ao mesmo tempo limpo e com boas doses de efeitos. Em “Close To Me”, o uso do pedal wah-wah chega a emocionar, um toque de mestre. O som do baixo está um pouco mais no fundo do que de costume, em se tratando de um disco com participação de Jack, mas mesmo assim há ótimas passagens. A bateria de Husband, por sua vez, está excelente como sempre, mesmo sem ter grande destaque específico. Não há músicas de destaque, pois o álbum é muito coeso, todo no mesmo (alto) nível. Para escolher duas, posso citar a empolgante “The Last Door” e o bluesão “Bad Case Of Celebrity”, que são daquelas de arrepiar. O que talvez faça falta no disco, como um todo, sejam algumas partes com solos estendidos, tradicionais dos trabalhos pregressos de ambos, mas o que parece é que provavelmente tenham deixado isso para as apresentações ao vivo, que por sinal já estão sendo marcadas agora em 2009 (vamos torcer para que sejam devidamente registradas em vídeo!). Dessa forma, o enfoque foi nas composições, e nisso eles se saíram muito bem. Enfim, não apenas um disco de rock clássico, mas acima de tudo um disco de rock feito com muita classe.

Tracklist:
1. Seven Moons
2. Lives Of Clay
3. Distant Places Of The Heart
4. She's Not The One
5. So Far To Yesterday
6. Just Another Day
7. Perfect Place
8. The Last Door
9. Bad Case Of Celebrity
10. Come To Me
11. I'm Home

Websites:
http://www. jackbruce.com
http://www.trowerpower.com







15 de nov de 2014

Jack Bruce & Friends


Mais um grande músico foi convocado para tocar na Orquestra dos Deuses...

Jack Bruce (Bishopbriggs, 14 de maio de 1943 — Suffolk, 25 de outubro de 2014) foi um baixista, cantor e compositor britânico. Ele começou sua carreira tocando com a banda de Graham Bond no começo dos anos 60. O grupo fazia versões de variados estilos musicais, desde o bebop ao rhythm and blues, passando pelo blues. Entre seus integrantes estava Ginger Baker. Ele tocou com John Mayall e com o Manfred Mann antes de iniciar sua contribuição mais célebre, como baixista, no power trio Cream. Ele desenvolveu a maioria das músicas da banda, juntamente com o compositor Pete Brown. Depois do Cream terminar, Jack tocou com inúmeros músicos e colaborou com grandes nomes do jazz como Carla Bley e participou do Frank Zappa & The Mothers. Ele continuou gravando durante os anos 90 e no começo do ano 2000 passou a sofrer problemas de saúde. Em 2003 foi diagnosticado com câncer no fígado e em setembro do mesmo ano passou por um transplante quase fatal, depois de seu organismo rejeitar o novo órgão.  


"Em 25 de outubro de 2014 foi anunciado que Jack havia falecido aos 71 anos por conta de uma doença no fígado. É com grande tristeza que nós, a família de Jack, anunciamos a morte de nosso querido Jack: o marido, o pai, o avô e a lenda. O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele vive em sua música e eternamente em seus corações", escreveu sua família no site do músico. Ele faleceu em seu domicílio em Suffolk, cercado por sua família. Jack Bruce e sua mulher Magrit tiveram três filhos.



1 de abr de 2010

Jack Bruce - Shadows in the Air

As vezes, ou em quase todas eu mesmo armo a famosa "sinuca de bico" pra mim mesmo; expressão que em outros lugares pode ser diferente sim ou ter outro significado, mas em resumo é qdo arrumo dificuldades pra mim mesmo.

Sim escrever qqr coisa que seja sobre Jack Bruce é muito, mas muito difícil mesmo, prq tudo já foi dito, escrito, gravado, datado e ele é a história da música como muitos, não faz parte, ele é!!!!!
Mesmo assim e não tentando nunca me comparar a "seu ninguém", amo este disco com uma intensidade diferente de vários trabalhos dele que já ouvi,solo ou acompanhado de seus "comparsas" do Cream, ou então em algum trabalho de amigos, enfim este disco em especial dele mexe demais comigo e não sei se foi a época em que foi lançado, ou a forma que chegou a mim sei lá, gosto demais ao ponto de não ouvi-lo muito, quero sempre ter surpresas qdo degustá-lo,rs.O "Shadows" que é de 2001 qdo chegou em minhas mãos veio junto de vários outros, que um amigo me trazia pra ouvir e escolher qual quisesse e não vou descrever quais eram prq aí entraria a tal comparação e eu perderia o único fio de raciocínio que ainda mantenho pra escrever algo sobre este mito/lenda viva da música mundial.

Ao vê-lo confesso ter pensado: Este cara ainda tá vivo? Nossa como tá velho e acabado!!!!
Qta heresia e qta ignorância é capaz um só ser humano não?
Por isto que ao nos juntarmos fazemos enormes cagadas como destruir a nave que nos carrega pelo espaço sideral, e depois acho que ficaremos pairando por aí, flutuando e observando o tamanho da idiotice cometida.Bem, dei o benefício da dúvida ao Jack (rá,rá,rá)e ao colocar pra ouvir realmente comecei a lembrar o que fez o nome dele chegar ao olimpo, e o prq dele ser o parceiro inseparável ou quase de Mr Ginger Baker, um dos maiores bateras que vi tocar, mas não só maior em trabalhos, em uniões, em idéias, o maior mesmo nas baquetas como poucos, de um gênio "fdp" mas de uma afinação e de uma competência que se o Zep tivesse coragem e ele não estivesse tão envolvido em problemas à época cairia como uma luva.

Queria ver e ouvi-lo no banco do "Moby", aliás já vou implicar com o Zep de novo, mas é a pura verdade; eles não queriam um substituto, eles queriam parar e não tinham coragem e aí inventaram aquela histórinha pra boi dormir de fazer testes com bateras (Phil Collins??????) entre muitos, e os que toparam e eram bons pagaram um puta de um mico na mão das estrelas endeusadas do rock'roll.

Mas, Jack segue seu caminho pela vida afora e o vejo num show que ganhei no Royal Albert Hall de 2005 e aí me desculpem prq as lágrimas foram inevitáveis.
O cara começa como sempre sorrindo, mas vc percebe que por traz do sorriso existe a dor, e durante todo o show ele alterna momentos em pé cantando seus sucessos ou observando Clapton e Baker brincando em seus solos e ele sentado fazendo a base correta e competente de sempre, mas com o peso do tempo e de doenças fazendo-se notar mas nunca fazendo-o parar ou diminuindo em nada seu potencial.

É gente, Jack Bruce é um guerreiro, um lutador, um vencedor; um mestre entre mestres.
Jack Bruce, este nome soa bem e inspira respeito; significa "o cara" que criou o maior power trio que se tem conhecimento na história da música; o nome que juntou os talentos absurdos de Baker o seu próprio e o de Clapton e conseguiu contornando as drogas, as loucuras dos doidos anos 60/70 manter-se vivo e melhorando a cada dia mais.

Shadows in the Air pra mim significa o ressurgimento da fênix, o renascimento do mito, a volta da lenda, viva, absurdamente coerente e competente e uma delícia de se ouvir.Jack Bruce (nascido em 14 de maio de 1943) é um baixista, cantor e compositor britânico.

Ele começou sua carreira tocando com a banda de Graham Bond no começo dos anos 60. O grupo fazia versões de variados estilos musicais, desde o bebop ao rhythm and blues, passando pelo blues. Entre seus integrantes estava Ginger Baker.

Ele tocou com John Mayall e com o Manfred Mann antes de iniciar sua contribuição mais célebre, como baixista, no power trio Cream. Ele desenvolveu a maioria das músicas da banda, juntamente com o compositor Pete Brown.

Depois do Cream terminar, Jack tocou com inúmeros músicos e colaborou com grandes nomes do jazz como Carla Bley e participou do Frank Zappa & The Mothers. Ele continuou gravando durante os anos 90 e no começo do ano 2000 passou a sofrer problemas de saúde. Em 2003 foi diagnosticado com câncer no fígado e em setembro do mesmo ano passou por um transplante quase fatal, depois de seu organismo rejeitar o novo órgão.
Olha só o que ele aprontou em 2008:
O baixista do CREAM, Jack Bruce, aprontou um inusitado bafafá nessa semana, envolvendo o Led Zeppelin. Na segunda-feira, 3 de novembro, Bruce foi homenageado no Marshall Classic Rock Roll Of Honour no quesito “Álbum Clássico”, por conta do álbum “Disraeli Gears”.

Durante o evento, Bruce deu a seguinte declaração à revista britânica Classic Rock: “Todo mundo tem falado a respeito do Led Zeppelin e eles só tocaram uma porra de show — uma porra vergonhosa de show — enquanto o CREAM fez semanas de shows, shows de verdade, não apenas uma porcaria como o Led Zeppelin, com tudo afinado lá embaixo e tudo mais. Tocamos tudo na afinação originalmente composta. Foda-se o Led Zeppelin, eles são um lixo e nunca serão algo mais. A pior coisa que existe é achar que aquela porcaria vende. O CREAM é dez vezes melhor que o LED ZEPPELIN”.

Na manhã de hoje, porém, as coisas mudaram de figura. Os radialistas Jim Johnson e Lynne Woodison, da rádio estadunidense 94.7 WCSX, ligaram para Jack em sua casa, em Londres, a fim de que o músico esclarecesse o assunto. “Eu estava apenas me divertindo na área reservada à imprensa”, explicou Bruce. “Obviamente, aqueles shows que fizemos foram há três anos, já é uma história antiga. E eles também fizeram um show, que foi algo fora do controle, que supostamente seria um tributo a Ahmet [N. do T.: Ertegun, fundador da Atlantic Records, e mentor de muitos músicos] também estávamos indo tocar lá, porque o show aconteceria no Royal Albert Hall, outros artistas estariam lá — os STONES e muitos outros — mas estão eles superestimaram tudo e transformaram em um único show do ZEPPELIN, foi então que Eric [Clapton, guitarrista e vocalista do CREAM] e eu decidimos que não queríamos fazer parte disso — até porque o show havia sido removido para o O2, que é um lugar bem maior em Londres. Achamos que essa seria uma direção errada para nós para prestar um tributo a Ahmet. Estávamos felizes em fazer isso, porque Ginger [Baker, baterista do CREAM] estava vindo da África do Sul. Então Eric me ligou e perguntou: ‘o que você acha de ainda estarmos fazendo isso, agora que eles mudaram para o O2?’. E eu lhe disse: ‘bem, não fiquei muito feliz’. Porque não vejo o CREAM em lugar como aquele. Somos mais um tipo de banda intimista. Não gostamos de tocar em lugares muito grandes. O The Garden é o nosso limite.”

E Bruce continuou: “O lance sobre o ZEPPELIN é obviamente um pouco de inveja da minha parte — ou talvez um pouco mais do que isso — porque todo esse público foi criado pelo CREAM e por Jimi Hendrix. Esse tipo de público vasto. Então o ZEPPELIN só apareceu e seguiu tudo mais fácil. Éramos os pioneiros e nem sempre os pioneiros têm o reconhecimento que merecem. Mas, por outro lado, é mesmo verdade que eles tocaram tudo em afinação mais baixa, e vamos encarar os fatos: Jimmy Page não é Eric Clapton... não importa o que qualquer um pense... quer dizer, o único cara decente na banda está morto... o que vamos fazer a respeito? [risos]”.

Por fim, Bruce acrescentou: “Vocês conhecem meu senso de humor... tenho um terrível senso de humor. Eu estava apenas me divertindo. O problema é que se você diz qualquer coisa ruim a respeito dessas pessoas já estabelecidas... basicamente, na Grã Bretanha, você não pode criticar o Queen ou o LED ZEPPELIN”.
Personnel includes:
Jack Bruce (vocals, arranger, acoustic guitar, piano, bass); Eric Clapton (vocals, guitar); Malcolm Bruce (guitar, synthesizer); Gary Moore, Vernon Reid (guitar); Changuito Luis Quintana (quinto, congas, timbales); Alfredo triff (violin); Jimmy McDonald (accordion); Miguel Xenon (alto saxophone); Mario Rivera (tenor saxophone); Pirro Rodriguez (trumpet); Papo Vasquez (trombone); Dr. John (piano, organ); Andy Gonzalez (bass); Robby Ameen, El Negro Horacio Hernandez (drums); Milton Cardona, Richie Flores (congas).

1. Out into the Fields
2. 52nd Street
3. Heart Quake
4. Boston Ball Game 1967
5. This Anger's a Liar
6. Sunshine of Your Love - (featuring Eric Clapton)
7. Directions Home
8. Milonga
9. Dancing on Air
10. Windowless Rooms
11. Dark Heart
12. Mr. Flesh
13. He the Richmond
14. White Room
15. Surge

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!