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9 de ago de 2013

JJ Cale & Eric Clapton "Road to Escondido" and Cornélius too...


Esta postagem é muito engraçada para mim, ela vai e volta e qdo não foi voltou!!!

Ela se não me engano foi deletada umas 3 ou 4 vz mas eu acho mágico e mística essa imagem da capa e o som, meu pai só quem não gosta de BLUES não perca seu tempo.

Talvez uma das melhores parcerias de Clapton com seu mestre.........mas qtos ele teve? Vários, mas esse é ele mais velho ou melhor era né?

Segundo a atenta Lucy que nos avisou,ele também JJ Cale nos deixou e não bastasse isso uma notícia que me abalou realmente prq perdi mais um amigo com a partida "EM JULHO" do maior vocalista de rock do brasil, Cornélius, tb conhecido como Cornélius Lúcifer do Made in Brazil.
 
O cantor Cornelio de Aguiar Neto, conhecido como Cornelius Lucifer, morreu aos 65 anos por problemas respiratórios no dia 19 de julho, em São Paulo. A informação só foi divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Facebook da Made in Brazil, banda onde Cornelius foi vocalista nos primeiros anos de carreira.

Em nota, a banda ainda comentou Cornelius participaria dos shows comemorativos de 40 anos do primeiro disco da banda. Conhecido como "disco da banana", é nessa gravação que Cornelius canta, com a característica voz rouca e rasgada, "Tudo Bem, Tudo Bom" e "Menina Para de Gritar". "Descanse em paz, nossos pêsames aos familiares, fãs e amigos", diz a mensagem.
Mais tarde, a banda voltou a comentar a notícia tardia, elogiando o ex-companheiro. "O cara era um tremendo vocalista! Se Cornelius Lúcifer fosse um vocalista de alguma banda americana ou inglesa, com o que cantou no nosso primeiro disco, com as performances inesquecíveis que teve nos palcos com o Made, certamente a sua morte seria divulgada em todos os jornais e TVs e veículos de comunicação do mundo".
Suas apresentações e o estilo glam colocam Cornelius no posto dos grandes performers brasileiros, por vezes lembrando Ney Matogrosso no Secos & Molhados.
O vocalista deixou a banda após o lançamento do disco de 1974 e lançou o trabalho solo "Cornelius - Santa Fé", misturando rock e disco music. No final dos anos 70, ele lançou a música "Eu Perdi o Seu Amor". Com a voz um pouco mais suave, e um clima de discothéque, a canção lhe deu certo sucesso.

Se a maioria das pessoas que dizem gostar dele gostassem de verdade ele teria ajudado a levar a banda que fundou com os dois Vechiones ao auge, mas como sempre tem um "mas" e o Made até que tentou com o Percy que era e é fã incondicional do Cornélius e foi bom enquanto durou, depois muda isso e troca aquilo, o Oswaldo achou que não precisava de ng e cadê o Made?

Pode estar ai comemorando seus 40 anos mas sem o principal fundador e atração da banda, essa festa tem gosto de tristeza e saudade, saudades meu amigo, que com suas maluquices em 70 já dava show pra todo mundo ver e não era parecido com nada ou imitava o Ney e etc, Cornélius era ele mesmo e só quem conviveu com ele sabe.
Pena que nunca parecemos saber dar o real valor à quem tem e o Gustavo falou o que já outros tb me falaram, mas não sei se é feio postar obituários ou se não é legal ou sei lá o quê mas qdo eu achar que preciso fazer isso pretendo fazer.

É necessário ao meu ver, só vi em alguns poucos lugares e o site oficial da banda publicou o que vcs viram e bem depois; ou seja "estamos que nem cavalo de parada Cagando e Andando"; então acho que tenho de fazer minha pequena parte e espero que os amigos entendam prq os inimigos quero mais é que morram eles,

Porra tô perdendo amigos de verdade, gente que nem vc e eu, que cresci junto, andei junto, conversei, ri, sonhei e alguns deles conseguiram realizar pelo menos em parte aquilo que tanto sonhávamos e se tornaram ídolos insubstituíveis apesar de caírem na obscuridade e parece que as tralhas da rapa do tacho num vão!!!!!!!!!!!!

PQP!!!!!!!!!!!!

Não discrimino nenhum gênero musical, vi nascer o samba novo em sampa no JBSambar, e lá muitos como o Exaltasamba que cito prq o ex vocalista da ex banda, teve tanta mídia por causa de uma doença que nem me lembro e o Cornèlius????????????

Sou amigo dos caras, o Péricles conheci vendedor de loja ainda e bem mais magro, nada contra, mas porra, mais importante pra quem é que a Daniela Mercury é lésbica?

Isso é lá com ela com quem rola na cama, se canta é o que importa, mas o que importa hoje é isso, fofoquinhas de jornalistazinhos e programinhos que dão audienciazinhas pra os gênios editoriais de suas empresas!!!!!!!!!!!!!

AH!!!!!!!!!!!! Num fode porra.......................

Uma postagem dupla pra homenagear dois monstros, JJ Cale e o mago Cornélius, sem o codinome, prq ele era muito melhor que isso.

"Road to Escondido" 
Me desculpem aqueles que até possam não concordar, mas além de qualidade sonora, grau de satisfação ao ouvir e beleza da "alma musical", também preciso me identificar, sentir e muito aquilo que posto.

Não gosto simplesmente de postar pra ter algo novo, melhor ou raro.

Gosto como digo sempre de compartilhar emoções, e o que é o ser humano senão 70% de água salgada e suas emoções?

Nesse quesito eu tenho muito respeito e admiração pelo trabalho de Eric Clapton; um cara que já participou das maiores bandas do cenário mundial, que já desceu ao inferno das drogas e como uma fênix renasceu contra todas as expectativas, perdeu um filho tragicamente mas se mantém cada vez mais coerente e maduro.
Alguns de seus trabalhos são de resgate de músicos que deveriam estar no asilo, na sarjeta ou já mortos, mas ele como um "anjo vingador" os busca do limbo e os trás para a luz como quem diz:

"Vocês já me chamaram de deus, mas vejam quem são meus professores e vejam quem merece ser cultuado; vejam de onde bebi e onde me formei, conheçam meus pais e mães, irmãos e irmãs, senão....... não entenderam nada ainda"

Por isso é que além de gostar de todo tipo de boa música, sou um aficcionado pelo Blues e suas histórias, porque pra mim são as histórias de todos os seres humanos, brancos, negros, amarelos, vermelhos, azuis, ou frutacor e ao ouvir sempre consigo forças pra continuar a lutar pela vida como eles fizeram.
A  excelente estréia auto-intitulada de Clapton, lançada em 1970, foi puxada por uma versão antológica de uma canção de Cale, “After Midnight”.

Além disso, “Cocaine”, talvez a música mais famosa da carreira do guitarrista, também foi composta por Cale.

Mas Clapton não se limitou apenas às regravações.
O estilo manhoso de Cale tocar a sua guitarra é uma das maiores influências de Clapton.

Basta ouvir e comparar para perceber.

Além disso, a maneira tranquila com que Cale canta suas músicas também foi transferida para Clapton, virando uma de suas marcas registradas.

A idéia que fez surgir “The Road To Escondido” partiu de um convite de Clapton para que J.J. Cale produzisse seu novo disco solo.


Como já era de se supor, a afinidade entre as duas lendas foi tão grande no estúdio que tudo se transformou, mais que naturalmente, em um álbum dividido pelos dois.

Musicalmente, o que temos está muito mais próximo da carreira de Cale do que da de Clapton.

Aliás, J.J. Cale faz o vocal principal na maioria das músicas, com Clapton se comportando de maneira reverencial ao seu antigo mestre.

As canções vêm carregadas de influências de estilos como blues, rock e jazz, fundidos em um só.

O que se ouve em “The Road To Escondido” é o que se ouve nos álbuns de Cale, acrescentado do enorme talento de Eric Clapton.

Sendo assim, não é difícil para qualquer conhecedor da carreira dos dois sacar o tamanho da magia, do brilho e do apelo que “The Road To Escondido” traz em suas quatorze faixas.

Só de sacanagem, para colocar ainda mais água na boca de qualquer fã de boa música, a banda que acompanha Cale e Clapton traz nomes como o baterista Steve Jordan, o baixista Pino Palladino, os guitarristas Albert Lee e Derek Trucks, além de participação especial de John Mayer.

Se tudo isso já não bastasse para transformar o álbum em um clássico instantâneo, ele ainda traz o último registro do tecladista Billy Preston, falecido há pouco tempo.


Obs: Repostando de 17/01/09 e 28/06/10

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!