23/11/2009

Aretha Franklin The Queen of Soul - Amazing Grace - 1972

Bom, eu sempre amei a soul music, black music, godspell music, spirituals music , etc, etc e etc.

Mas sempre quis colocar algo sobre esse tipo de musica, achei interessante: "Godspell (um arcaica grafia da palavra gospel) é um musical de 1970 escrito por Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak. Estreou na Broadway em 17 de maio de 1971, e foi reapresentado, por varias companhias, diversas vezes desde então. Vários álbuns com a trilha sonora do musical já foram lançados ao longo dos anos e uma de suas músicas, "Day by Day", do álbum original, alcançou o número 13 na lista da revista Billboard no verão de 1972.

A estrutura do musical é a de uma série de parábolas, retiradas principalmente do Evangelho de Mateus. Estes são, entretanto, intercaladas com uma variedade de músicas modernas com origem principalmente nos antigos hinos cristãos, a Paixão de Cristo é tratado brevemente no final da perfomance. A idéia do musical vem de um projeto realizado por estudantes universitários da Carnegie Mellon University, que depois virou uma produção da Broadway que acabou sendo um sucesso de longa data.

O musical foi inaugurado um ano após o musical Jesus Cristo Superstar, que também é um musical com temas religiosos."

Nossa querida Lucy postou em seu blog esta jóia e eu com a maior cara de pau do mundo, fui lá, peguei o álbum e seu texto e reproduzo abaixo.
Apenas acrescentei os musicos participantes e não coloquei o audio do salmo 23 que ela cita, mas a letra do mesmo está aí e no álbum na íntegra.
Também coloquei uma versão alternativa da capa, a qual achei muito bonita mas a original está logo abaixo e dentro do pacote ok?

"Isto é Aretha voltando pra casa, às raízes, ao gospel. Isto é Aretha "praising the Lord", como eles dizem lá, muito bem acompanhada pelo Southern California Community Choir. Isto é Aretha aos 30 anos de idade, em plena forma. Nessas alturas, em 1972, ela já tinha cinco discos de ouro e acumulava 16 anos de carreira desde seu primeiro disco -- gravado com o pai, cantando na igreja dele, quando Aretha tinha apenas 14 anos. E o que ela consegue com esse "Amazing Grace", com essas canções de louvor? Nada, só seu primeiro disco de platina. Mas não foi só um e nem dois, foram múltiplos. Sabe com quantos outros discos ela conseguiu a mesma façanha? Nenhum. Tinha que ser com esse mesmo. 30 anos, uma carreira consolidada, já era diva, e aí........ " LsD"

Eu tô postando esse álbum porque coisas extraordinárias estão acontecendo. E vai pra duas pessoas, em especial.
Pro Dead, porque ele abraça meu porco espinho interior.
Pro Poucosiso, porque 300km pra ver a vida brotar podia ser um refrão, um verso.

Salm 23
The LORD is my shepherd; I shall not want.
He maketh me to lie down in green pastures: he leadeth me beside the still waters.
He restoreth my soul: he leadeth me in the paths of righteousness for his name's sake.

Yea, though I walk through the valley of the shadow of death, I will fear no evil: for thou art with me; thy rod and thy staff they comfort me.
Thou preparest a table before me in the presence of mine enemies: thou anointest my head with oil; my cup runneth over.

Surely goodness and mercy shall follow me all the days of my life: and I will dwell in the house of the LORD for ever.

Musicos:

Aretha Franklin - vocals, arranger, piano, celeste
Pancho Morales - congas
Rev. James Cleveland - vocals, director, piano
Southern California Community Choir - vocals
Ken Lupper - organ
Rev. James Cleveland - vocals, director, piano
Also: Chuck Rainey, Bernard Purdie, Cornell Dupree, Reverend James Cleveland

Track list:

CD1
Mary, don't you weep (Inez Andrews)
Take my hand, precious Lord / You've got a friend (Rev. Thomas A. Dorsey, Frank Frazier) / (Carole King)
Old landmark
Give yourself to Jesus (Robert Fryson)
How I got over (Clara Ward)
What a friend we have in Jesus (Joseph Scriven, Charles Converse)
Amazing grace (John Newton)

CD2
Precious memories (Traditional)
Climbing higher mountains (Traditional)
Remarks by Reverend C.L. Franklin (o pai da Aretha)
God will take care of you (Traditional)
Wholy holy (Marvin Gaye, Renaldo Benson, Alfred Cleveland)
You'll never walk alone (Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II)
Never grow old (Traditional)

Obs: Postagem original em 16/04/09

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

21/11/2009

Rata Blanca & Glenn Hughes (2003)

Como fui devidamente chamado a atenção e por ter entrado no estágio de sextupolar ( e não me venham encher o saco porque falo disso com conhecimento de causa)nem sabia que o Hughes viria mais uma vez ao Brasil que ele ama e sempre se sente muito bem pela atenção.

Mas olha só Lucy, como as vezes as pessoas não saem de suas rotas tradicionais, desafio mais uma vez alguém sentir falta de alguém do Purple qdo o Rata Blanca toca, não desmerecendo só o Ian Paice ao meu ver é único, e aqui está o Rata Blanca, uma puta banda, que se não fosse Mr Hughes não iria atravessar o continente pra tocar com eles e se divertir.

O vídeo abaixo diz tudo, o melhor do mundo, com uma puta banda ainda discriminada prq quem gosta de musica por aqui, fica falando mal dos eua mas num tira os "zóio" de lá pra ver se existe vida inteligente fora desse eixinho aí.Trazendo a participação de Glenn Hughes, o Rata Blanca, liderado pelo guitarrista Walter Giardino, está de volta com o lançamento de um CD e DVD ao vivo. O novo trabalho gravado durante uma histórica apresentação no Teatro Gran Rex em Buenos Aires no ano de 2003, traz a banda argentina dando um show de interpretação no palco.Intitulado “Rata Blanca & Glenn Hughes En Vivo”, o CD é uma prova viva, de que não são apenas de bandas de língua inglesa que o cenário Hard Rock é constituído. O grupo lançou seu primeiro trabalho, auto-intitulado, em 1988 e, com 17 anos de estrada, 10 discos de estúdio e 3 ao vivo, o Rata Blanca consegue dar voz a melodias ousadas e bem trabalhadas mesclando a potência e os ritmos do Heavy Metal com arranjos e estruturas melódicas da música clássica.

Em “Rata Blanca & Glenn Hughes En Vivo” o público poderá conferir 9 faixas ao vivo.

Uma dica: a hora que Glenn Hughes entra......... é animal...... musicas 7, 8 e 9, bom d+++++++
Aqui só uma mostra do "The Voice of Rock'roll
"


ThicoMusic ;)

Rata Blanca and Glenn Hughes

Or this link
Obs: originalmente postado em 18/06/09

20/11/2009

Uriah Heep - Revelations: The Uriah Heep Anthology (2004)

Estou repostando e só atualizei um pouco meu comentário de sempre.
Como já contei a música sempre foi meu combustivel e minha vida, conheci muitas bandas que nasceram, cresceram e frutificaram enquanto outras....bem todos sabem.

Mas a minha relação com o Uriah é diferente porque me lembro ainda como se fosse hj qdo amigos mais velhos me apresentaram os primeiros acordes de "July Morning, Easy Livin e etc".
Aquilo era mágico e coroava aquela sonoridade os vocais de Byron, um mestre entre tantos como Gabriel, Plant e sei lá mais quem caberia aqui,mas garanto não seriam tantos com o talento de Byron que conseguiriam levar até onde foram os Heep's.

Quando comecei a me distrair postando algumas coisas que tinha e outras que apareciam, tive a oportunidade de retomar vários contatos com amigos espalhados pelo mundo, que compartilham músicas à anos e não competem entre si,dividem o que tem e não aceitam quem não pense como eles.
Simplesmente eles se isolam e não aparecem à não ser entre eles, é uma sociedade secreta(rs)eles escolheram compartilhar e o fazem bombardeando a net pelo mundo afora como fizeram comigo,eles mandam um disco, vc posta, ele roda e pronto, o milagre acontece, todos tem e o compartilhar aconteceu.
Mas de onde veio?
Se tentarem seguir o rastro vão dar em endereços dos mais variados, mas encontrá-los? Só qdo eles querem!!!!
Ré,ré,ré mais uma história do Lobo Viejo ou será a verdade?

Estava meio distante sim de muitos,mas ao retornar uma das primeiras coisas que recebi foi esse Heep de um amigo que me disse: Acabei de receber e lembrei que vc ama, é seu, Enjoy!!!!!!Segue uma análise minuciosa e bem feita que veio junto na íntegra; é longa mas pra quem gosta é um prato cheio.

Uriah Heep - Revelations: The Uriah Heep Anthology (2004)

Metro Doubles present the story of one of the most successful and long-running bands in hard rock history, Uriah Heep. Name-checked by Queen, Iron Maiden and even Marillion as a huge influence, with their mix of epic rock operas, plaintive ballads , mystical story-telling and pure rock energy the band developed a massive global following in the '70s, charting with several massive-selling albums. They also survived numerous line-up changes to successfully re-invent themselves with a slicker, cleaner sound during the '80s.
Still fronted by original guitarist Mick Box, Uriah Heep continue performing and recording to this day.

CD 1

1. Gypsy
2. Come Away Melinda
3. Wake Up (Set Your Sights)

Produced by Heep manager Gerry Bron and sporting a sinister Gothic cover featuring a grisly face (that of singer David Byron) covered in cobwebs, the band's debut LP confused the music press (it was released simply as 'Uriah Heep' in the U.S.). The direction of the band indicated progressive tendencies, as on the King Crimson-like ‘'Wake Up (Set Your Sights)’ and, musically, it was an experimental time for them as they began to create their own, unique sound through the Box / Byron / Hensley writing team. Initially, guitarist Mick Box and singer David Byron generated the majority of the songs and 'Gypsy' was among the first. Featuring earthy, pounding guitar riffs, dominant keyboards and multi-tracked vocal harmonies, it established the group's trademark sound. Hensley's songwriting contribution to 'Very 'Eavy ...Very 'Umble' was limited to re-recording some of Colin Wood's keyboards (as on 'Come Away Melinda') and completing the final tracks. Hensley would later establish himself as the band's main songwriter.

4. Here Am I (Alternative mix)

Taken from the 1993 release of 'The Lansdowne Tapes', 'Here Am I' was originally recorded during the sessions for the group's second LP, 'Salisbury', at Lansdowne Studios between October and November 1970. A collectors item for any discerning Heep fan, 'The Lansdowne Tapes' features previously unreleased material of the band from the early 1970s during the period when Gerry Bron first took Spice into the recording studio, right through to the release of Uriah Heep's third album, 'Look At Yourself'.

5. Time To Live
6. Lady In Black

Uriah Heep's new found songwriting chemistry was brought to the fore on 'Salisbury', the band's second album, with keyboardist Ken Hensley penning half of the album and co-writing the rest. Determined to stand out from their hard rock contemporaries, the Heep recalled Gerry Bron back to Lansdowne Studios for production duties and set to tape a varied potpourri of musical ideas; highlights included the colourfully climatic 'Time To Live' (featuring Byron hitting the high notes) and 'Lady In Black', an appropriately ‘Euro rock’ styled track that subsequently became a gigantic hit in Germany upon its re-release in 1977, earning the band a Golden Lion award (the European equivalent of a Grammy) for its thirteen week stay at No. 1. By contrast, the British music press remained relatively unmoved by Heep's progressive direction.

7. July Morning
8. Look At Yourself

The recording of the group's third album, 'Look At Yourself', took place during the summer of 1971, marking a hat trick of visits to Lansdowne Studios. With Gerry Bron's initial deal with Phillips / Vertigo now finished, he wasted no time in setting up his own record label, Bronze, releasing the Heep's first two albums and 'Look At Yourself' featuring its stand-out “mirror effect” cover. More importantly, the varying musical ideas that had dominated on 'Salisbury' began to gel together with a more consistent sound and direction for the band, notably on the title track, 'Look At Yourself' (featuring Teddy Osei, Mac Tontoh and Loughty Amao from Osibisa on percussion) and 'July Morning' (featuring Manfred Mann on Moog synthesiser). The album stands as an epic, true hard rock classic, up there with big albums by any comparable British rock giant from Sabbath to Zeppelin. Success in Germany had already opened up the European market and they had made major in-roads into the US. Now the UK belatedly came on board, giving the band their debut Top 40 album.

9. Paradise / The Spell

See note for CD 2, tracks 1 and 2.

10. Rock 'N Roll Medley (Live)

By 1973, Uriah Heep had become a major global band. Whilst, in the studio, the group were honing their music in ever more complex directions, their live performances were becoming almost legendary. A double live album, recorded at the Birmingham Odeon in January 1973, was released as living testimony. Lavishly packaged in a classic traditional gatefold LP sleeve with a hefty eight-page booklet, the record featured prime Heep cuts such as 'July Morning', 'Gypsy', 'Look At Yourself' and 'Rock 'N' Roll Medley', a staple part of the band’s live shows since their days as Spice. The inner sleeves were plastered with press cuttings, both good and bad. Selling over a million units, the album stuck up the proverbial finger to all of the band’s critics.

CD 2

1. The Wizard
2. Easy Livin

When drummer Lee Kerslake and bassist Gary Thain joined Uriah Heep, the band’s creative direction fell into place. The group's fourth opus, 'Demons And Wizards' (regarded by many fans as their best ever record), was proof enough of that “special relationship”. Whilst the majority of the material was thematically linked by tales of fantasy and imagination, the Heep seemed to have consciously entered the mystical world of prog rock, complete with a surrealist sleeve design featuring Roger Dean's inimitable graphics. That aside, 'Demons And Wizards' was a mighty fine collection of solid rock songs, throwing up several Heep classics, most notably the two singles, 'The Wizard' and 'Easy Livin'. The former showed the lighter side of the band without sacrificing their solid sound, while the latter was a rock 'n' roll dream, all pace and vigour, tailor-made for Byron's extrovert showmanship. The anthemic runaway punch of 'Easy Livin' dented charts worldwide and helped to give Uriah Heep their first truly international album success. In the UK 'Demons And Wizards' stayed in the charts for some eleven weeks, peaking at No.20.

3. The Magicians Birthday

With the lengthy title track as a highlight, Uriah Heep's fifth long-player, 'The Magician's Birthday', represented a natural follow-up to the awe-inspiring 'Demons And Wizards' (released just six months previously). Continuing the same fantastical, lyrical and instantly recognisable musical themes as its predecessor, it helped the band to establish themselves firmly in the US, UK and Europe.

4. Stealin
5. Sweet Freedom

With the world at their beck and call, Uriah Heep were now true rock 'n' roll stars. Striving to move forward (but primarily for tax purposes), manager Gerry Bron and the band broke from the established routine of recording at home, laying down the tracks for their 'Sweet Freedom' LP at Chateau d'Heronville in France. Continuing to consolidate their musical identity, 'Sweet Freedom' proved to be a solid rock album and another commercial success, hitting the UK Top 20. 'Stealin' (for many the highpoint of the record), although not an instant success at home, earned recognition internationally and became a massive global hit - a Uriah Heep classic that still features in the band's live shows today.

6. Wonderworld

Having enjoyed recording outside of England for the 'Sweet Freedom' album, Uriah Heep once again packed their bags and headed for Germany, entrenching themselves in Munich's Musicland studios in January 1974 for the recording of 'Wonderworld'. The resultant album, although well anticipated, wasn't as popular with the fans as some of their previous work, although the critics did give it credit for attempting something slightly different. The title track, 'Wonderworld', rates as one of Ken Hensley's best songs and features a brilliant performance by singer David Byron.

7. Return To Fantasy

Bassist Gary Thain's departure from Uriah Heep made major headline news in the British music press, but so too did the news of his esteemed successor, none other than ex-Family, King Crimson bass player John Wetton. When Wetton was rushed into the fold, his profile and presence had an immediate impact on the band's music. Their 1975 album, 'Return To Fantasy', represented a much improved Uriah Heep. The public voted with their hard-earned cash, making it the band's biggest selling album so far and a UK Top 10 entry.

8. Weep In Silence

By 1976, with manager and record company boss Gerry Bron committed to projects away from the band (including his Executive Express air-taxi service) Uriah Heep made the momentous decision to produce themselves with engineers Ashley Howe and Peter Gallen. The resultant album, 'High And Mighty', also brought together the Ken Hensley and John Wetton songwriting partnership, at its best on the poignant, 'Weep In Silence'. The launch for 'High And Mighty' was typical of the group's mid-‘70s approach to press and P.R. as the band flew a whole plane-load of journalists and industry people to the top of a Swiss mountain for a reception that no one would forget. It was typically excessive at a time when Uriah Heep personified extreme rock 'n' roll excess.

9. The Hanging Tree

Having fired long-time singer David Byron, a new record entitled 'Firefly', featuring new Heep vocalist John Lawton, emerged in the early part of 1977. It openly displayed a renewed creative effervescence and brazen energy in what was clearly a new beginning for the band. Keyboardist Ken Hensley had by now become the main creative musical force within the band, writing more and more of the songs, exemplified by 'The Hanging Tree', a co-write with American songsmith Jack Williams.

10. Free 'N' Easy

'Innocent Victim', Uriah Heep's second release to feature the remarkable talents of vocalist John Lawton, was a much heavier effort than its predecessors. It sold extremely well, especially in Germany, shifting well over a million copies and becoming Heep's biggest ever album there. Creatively, it flexed the band's muscles once more and even included a number of non-Hensley compositions, most notably the Lawton / Box-penned 'Free 'N' Easy'.

11. Think It Over

'Think lt Over' was originally conceived in 1980 during sessions following the band's 'Conquest' album when John Sloman briefly trod the boards as Heep's singer. Ear-marked as a possible single, it was destined not to find a home until 1982 when a re-recorded version found its way onto the group's comeback opus, 'Abominog', an album which confidently pulled Heep out of the prog rock excess of the Seventies and into the tight-stripped, image-conscious Eighties, both visually and musically. While the cover art guaranteed instant attention, the songs featured on 'Abominog' immediately won favour with the critics with some even declaring it the band's best ever record. It was a success in Europe and America with the accompanying videos gaining heavy rotation on MTV. Uriah Heep's return was crowned with a featured billing at the Castle Donington Monsters Of Rock Festival.

12. Rockarama

With a major label deal behind them and a stable “pin-up” 1980s-style hard rock line-up in tow, it seemed as if Uriah Heep could do no wrong. Produced by Tony Platt, the 'Equator' album proved to be a solid slice of commercial rock with the potential to sell extremely well. Focusing on epic, anthemic rock, especially on the album's lead cut, 'Rockarama', the album was wholeheartedly pitched to the American market.

Tracklist:

CD 1

01. Gypsy 6.39
02. Come Away Melinda 3.48
03. Wake Up (Set Your Sights) 6.23
04. Here Am I (Alternative Mix) 8.12
05. Time To Live 4.01
06. Lady In Black 4.43
07. July Morning 10.30
08. Look At Yourself 5.09
09. Paradise / The Spell 12.41
10. Rock 'N' Roll Medley 8.25

CD 2

01. The Wizard 3.00
02. Easy Livin' 2.36
03. The Magician's Birthday 10.20
04. Stealin' 4.50
05. Sweet Freedom 6.29
06. Wonderworld 4.30
07. Return To Fantasy 5.50
08. Weep In Silence 5.06
09. The Hanging Tree 3.41
10. Free 'N' Easy 3.05
11. Think It Over 3.32
12. Rockarama 4.30

Originalmente postado em 01/03/09
Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

19/11/2009

Eric Clapton - One More Car, One More Rider - Live

Olha só, o post é totalmente auto explicativo, mas vc acha mesmo que eu ia deixar de dar pitaco?
Bem em primeiro lugar eu ganhei de presente do meu irmãozinho PoucoSiso e ainda veio com a seguinte referência: Vai aí um sonzinho com aquele batera que vc gosta!!!ré,ré,ré, humilde ele não?

Eric Clapton, cara ele já passou por cada coisa na vida e continua cada vez melhor e aqui ele está simplesmente genial em tudo, e principalmente pelo time que se cercou.
O saudoso Billy sempre simpático tocando muito e fazendo suas vocalizações chega a emocionar até um lobo viejo como eu, como esse cara é maravilhoso, onde chegava, tudo sorria como ele.
Steve Gadd, já falei, já postei trabalhos dele inclusive em video como este e simplesmente é um dos maiores bateras do mundo, só isso.
Dave Sancious já tocou com todo mundo que vc conheça e seja grande, tipo Sting, Zucchero, Jack Bruce, enfim seus teclados, cordas vocais e bom humor já serviram muitos e tb tem alguns álbuns lindos, mas não vai dar tempo nessa vida, ai meu saquinho, qta gente boa!!!
Nathan East, eu só cito um trabalho em centenas, chama-se "FourPlay"onde toca seu baixo magistralmente, canta como um anjo cantaria(afinal acho que se anjo cantasse cantaria assim)e nesse trabalho um de seus backing vocals é simplesmente Philip Bayley(E,W &F), fora outras formações.
Andy Fairweather-Low eu não cansei de ouvir esses dias no "In the Flesh" do Waters, que ganhei do amigo Omar,e é simplesmente one-man-show, tocando de tudo, cantando, e fazendo backing vocals, sei lá, o cara é louco, mas é uma figuraça, aqui nesse show mais na boa com camisa e não com seus tradicionais ternos.

Bem é isso, não dava pra simplesmente postar, correndo o risco de rodar a cada momento sem falar alguma coisa, a qualidade em avi está excelente e está tb em um arquivo prq aqui sempre evito dividir, me desculpe quem tem conexão lenta mas acho insuportável ficar baixando por partes.

"The album contains songs performed during Clapton's 2001 world tour.
The recordings on this album are from two nights at the Staples Center in Los Angeles, August 18th & 19th of 2001.
Accompanying Clapton on this album are Andy Fairweather-Low, Steve Gadd, Nathan East, Billy Preston, and David Sancious.

Eric Clapton himself said that this would be his last world tour, making this album more valuable. He since has toured the world a few times both on his own and with Steve Winwood.

There is also a DVD version of this album. The DVD features "Will It Go Round In Circles" sung by Billy Preston and is not included on the CD."

Track listing
Acoustic:

"Key to the Highway" (Broonzy, Segar) – 3:41
"Reptile" (Eric Clapton) – 5:59
"Got You On My Mind" (Biggs, Thomas) – 3:51
"Tears in Heaven" (Clapton, Will Jennings) – 4:34
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Change the World" (Gordon Kennedy, Wayne Kirkpatrick, Tommy Sims) – 6:16

Electric:

"My Father's Eyes" (Clapton) – 8:34
"River of Tears" (Clapton, Simon Climie) – 8:59
"Going Down Slow" (Saint Louis Jimmy) – 5:34
"She's Gone" (Clapton, Climie) – 6:58
"I Want a Little Girl" (Mencher, Moll) – 4:38
"Badge" (Clapton, George Harrison) – 6:02
"(I'm Your) Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 4:30
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 7:53
"Cocaine" (J. J. Cale) – 4:20
"Wonderful Tonight" (Clapton) – 6:42
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 9:16
"Will It Go Around In Circles" (Billy Preston) - 3:31
"Sunshine of Your Love" (Peter Brown, Jack Bruce, Clapton) – 7:11
Acoustic:

"Over the Rainbow" (Harold Arlen, E. Y. Harburg) – 6:33

Personnel
Eric Clapton - Guitar, vocals

Billy Preston - Hammond Organ, keyboards, vocals

Steve Gadd - Drums

David Sancious - Keyboards, guitar

Nathan East - Bass, background vocals

Andy Fairweather-Low - Guitar, background vocals


Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

18/11/2009

Richie Kotzen - Inner Galactic Fusion Experience



nada a declarar

:( download :(

17/11/2009

Eagles - Eagles Live - 1980 (Remaster 2004)

Falar sobre Eagles será sempre como "chover no molhado"!!!!!
Um super grupo; uma super banda; uma super história e sempre serão superlativos, apesar de alguns e com todo direito ainda "torcerem seus narizes" pras raizes folk do trabalho realizado por décadas.

Eagles se tornou atemporal e mais um adjetivo: Universal!!
Ouvidos pelos quatro cantos do mundo e por todo tipo de gente, continuam sendo aclamados, reverenciados e fazendo história.

Este trabalho específicamente não traz nada de novo, a não ser sua reedição em qualidade até superior ao original; os quais sempre prefiro, mas alguns como este merecem ser divulgados e nesse caso dividido com amantes da boa música.

É o que faço aqui, por haver me comprometido com meu irmão Dio que presentearia sua Lú com um trabalho que ela talvez ainda não tivesse , busquei bastante até receber de um amigo algo que não se vê rodando muito por aí.

Aí está!!!!!
Promessa é dívida e através da Lú eu faço uma homenagem à todas mulheres que gostam, tocam e cantam boa música e tem sensibilidade apurada pra distinguir o bom, do supremo.

Mas como sempre, compartilho com quem quiser um ótimo trabalho.

Live is just an average effort by the band. The songs are all top-notch and there are some nice surprises like "Doolin' Dalton", "Saturday Night" and a version of Joe Walsh's solo hit "Life's Been Good", but unfortunately the live versions are basically a paint-by-the-numbers versions of their superior studio efforts. The band are notoriously anal and perfectionists about their music, so that leaves little room for improvisation. They also did some studio touch up work on the songs to enhance their quality which takes away from the reasons why you want to hear a band live. You want to hear them in their rawest, most personal form. Live doesn't live up to expectations...Pepe panzer

Tracklist:

CD 1

01. Hotel California 7.01
02. Heartache Tonight 4.34
03. I Can't Tell You Why 5.18
04. The Long Run 5.52
05. New Kid In Town 5.53
06. Life's Been Good 8.56

CD 2

01. Seven Bridges Road 3.54
02. Wasted Time 5.21
03. Take It To The Limit 5.14
04. Doolin-Dalton (REPRISE II) 0.42
05. Desperado 3.58
06. Saturday Night 3.47
07. All Night Long 5.35
08 . Life In The Fast Lane 5.09
09 . Take It Easy 5.17


Obs: Fazia tempo que não tinha uma observação,rs
Como já havia dado um toque alguns links estão sendo reavivados e por isso estou trazendo alguns albuns postados anteriormente e decidi não mexer nas postagens, só o suficiente pra atualizá-las mas não transformá-las porque cada uma delas teve e tem uma importãncia única.
Data original da postagem 28/02/09

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

16/11/2009

Buddy Miles - Live - 1971 (repost)

Buddy, cujo nome verdadeiro era George Allen Miles Jr., sempre será lembrado por seu trabalho na Band Of Gypsys de Jimi Hendrix, mas tocou com um número infindável de músicos do primeiro time como Santana, David Bowie, Barry White e George Clinton.

O irônico é que, um dia antes de sua morte, Eric Clapton (de novo ao lado da morte, que coisa não?) e Steve Winwood tocaram "Them Changes", de Buddy, em apresentação na cidade de Nova York.Buddy Miles career spanned over 49 years including 70 albums, 6 World tours, Television specials, Charity events, TV commercials and Music Videos. Buddy has performed with the biggest names in music Stevie Wonder, Muddy Waters, Barry White, David Bowie, George Clinton, Santana and Bootsy Collins.

Buddy started in music at age 11 performing with his fathers band "The Bebops" and played for the jazz-influenced combo for several years before moving on to play for The Delfonics, The Ink Spots and Wilson Pickett.

Buddy is a Co-founding father of fusion rock with the band Electric Flag. He also Co-founded the legendary Band of Gypsys with Jimi Hendrix and Billy Cox.Buddy recorded the California Raisins commercial featuring claymation dancing raisins. It's the most successful commercial in television history! Buddy recorded and producedand performed in 3 more California Raisins albums.

Buddy produced and performed in a series of commercials for Caribbean Kiss, Cadillac and Harley Davison just to name a few. Currently Buddy Miles is touring the USA, helping to raise money for several organizations and sponsors that support Hurricane / Disaster Relief efforts and The Children's Craniofacial Association.

http://www.buddymiles.com/bio.htmlBuddy Miles - LIVE! - 1971 não se trata do album com mesmo nome, que ele gravou com Carlos Santana na virada do ano de 71/72 e é muito dificil achar rodando por ai..
Ou seja esse postado acima me foi enviado pelo amigo Abdullah pra galera se divertir.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

15/11/2009

Peter Gabriel - The Warm Up Tour- Summer 07 - Brescia 02/07/07

Estas noites quentes estão fazendo o sono do Lobo e o humor mudar muito repentinamente e parece que a paciência fica curta pra ler e ouvir besteiras.
Até havia um personagem famoso num dos melhores programas de humor já criados na história da TV brasileira "A Praça da Alegria" com o não menos maravilhoso criador Manoel de Nóbrega (há 52 anos atrás) que idealizava seus personagens baseado em sua própria experiência num banco de uma praça em que notando a atitude de cada um com sua genialidade, lançou o programa.
E como dizia, um dos personagens tinha horror à perguntas idiotas, gente tola e pouca ou nenhuma paciência qdo ouvia besteiras ou algo assim e saía de seu normal e tascava um "coice" no dito cujo.

Mas o que isso tem a ver com um post do meu querido Peter Gabriel?

Eu estou com este disco já faz alguns dias que nosso amigo Claúdio repassou como bom fã que é, e estava esperando uma oportunidade, afinal tenho vários posts para repostar devido aos links terem sido deletados no lixo do gigasize (fujam deste lugar, postem em qqr um menos nessa josta!); além do que tenho tb vários álbuns separados pra postar, e são pra mim raridades que quero compartilhar.

Mas como disse em noites quentes quem dorme?
Andando pela net afora, encontro um blog que nem cito o nome, onde o dito cujo, explica que o Genesis não acabou por causa da saída de Gabriel, e sim com a saída de Steve Hackett; afinal o gênio por trás do sucesso seria Hackett!!!E ainda afirma que o álbum posterior a saída "Trick of the Tail" mostrou-se tão bom qto os outros com Gabriel!!!!!

Ah não!!!!Ignorância eu aceito, mas idiotice é insuportável e não é por amar o trabalho desse gênio que é Hackett, que vou desmerecer o talento de Gabriel; o Trick era uma sobra de trabalho ainda da época do Peter Gabriel que mais uma vez nosso anãozinho frustrado queria pra ele, como todo frustrado que é, atrair a glória de outrem pra si.
É o tal do phill pode ter ficado milionário, ser chamado de o "tio Patinhas" do mundo da música, ter tocado com Sting e Plant, mas continua sendo um musico obscuro com cara daqueles anõezinhos maus dos contos de fada e como sempre aproveitador, prq depois de décadas com sucesso na estrada só agora o pequeno caráter do vilão phill descobriu os "Blind Boys of Alabama" e os convidou pra uma ponta em seu novo disco, prq só assim pra atrair quem sabe alguém pras suas frustrantes incursões solo e desprovidas de qqr tipo de talento, coisa que muitos fazem e melhor e que o ilustre conhecedor musical disse que Gabriel era apenas uma marionete nas mãos de Hackett por ser bipolar......................ah num fode!!!!!!!!!!!!!!!
Até Ben Harper qdo convidou os Blind pra uma ponta, notou que eles eram tão maiores que aquilo tudo, que virou totalmente sua produção que fez um disco todo com eles e ganhou um grammy por uma musica sua e outro pelo álbum como um todo, já postado aqui há tempos.
Coincidências do anãozinho malvado phill não?

Um dos melhores álbuns de todos os tempos se chama "Trespass" e o guitarrista era Anthony Phillips (ué o Hackett não estava ainda?), e a sequência até o "Lamb Lies down Brodway"(que muitos condenam por Gabriel sair antes da finalização com problemas psicológicos ou drogas como tb se conta) foi a marcante interpretação vocal daquilo que era produzido por todos e o Gabriel mostra até hoje que apesar do Hackett ser um dos melhores guitarristas do mundo e um ser humano maravilhoso, ao contrário do sr phil collins, sua carreira só vem num crescendo tão absurdo que o Genesis sumiu e ele só faz shows sem cantar uma só música daquela época.E aqui está mais uma prova disso, um sucesso avassalador, de um som não muito comum nas rádios em geral, principalmente no nosso brasil varonil; lançado em box set, com toda a tourné realizada em um ano(onde aqui destacamos um dia específico é óbvio); coisa que o Genesis nunca mais conseguiu fazer.

Aliás, em 2007 o Genesis lançou um disco novo que eu tenho tb, e vou postá-lo, cada um que tire suas conclusões; mas que não vi e nem ouvi a repercussão, só sei que o phil continua sem voz, precisando do magnifíco Chester tocando bateria e não apoiando ele, prq ele é fraquinho mesmo perto de um monstro como o Chester; e a banda não fosse o guitarrista Daryel Stuemer, seria uma das coisas mais chochas que já ouvi, um ocaso de um mito.
Pena!Agora o entendido em música como muitos, dizer que Peter Gabriel servia como uma luva para a genialidade de Steve hackett por ser portador de transtorno bipolar, é de doer as partes mais baixas de qqr um.

Ignorância completa de um "transtorno"e não uma doença incurável ou incapacitante; discriminação total por desconhecimento e burrice mesmo, mal sabendo qtos porcento da humanidade possuem tal transtorno(1,6% e eu mesmo me considero um "quintupolar, e espero que cheguem um dia a descobrir meu caso, ré,ré,ré) e isso nunca me impediu de trabalhar nas maiores empresas do mundo, nas principais do país e sempre realizando tudo até melhor que muitos ditos "sãos" como o crítico que peguei pra ilustrar esta postagem.

- O distúrbio bipolar é uma patologia que acomete cerca de 1,6% da população hoje em dia. No entanto, hoje é tratável. As alarmantes trocas bruscas de humor, todavia, podem ser controladas pelos medicamentos conhecidos......Com o uso de medicamentos adequados e de apoio psicológico, é perfeitamente possível atravessar períodos indefinidamente longos de saúde e ter vida plena!
Fonte:Associação Brasileira de Psiquiatria - Transtorno Bipolar
Caraca! mas nem falei do post, do som, dos integrantes, das faixas.

Mas acho que falei o que queria e me interessava mais afim de tentar como um beija-flor apagar um incêndio numa floresta, qdo indagado pelo elefante que nada pode fazer com a agua de seu bico ele responde: Pelo menos estou fazendo minha parte.

Arghhhhhhh! Ignorância é uma doença muito pior do que qqr uma, e falta de caráter como os integrantes do Genesis tiveram com Gabriel também, e a prova que ele tinha cura está aqui em mais um trabalho fantástico, duplo e ao vivo pra vc, amigo da alcatéia e que chegou até aqui nessa leitura em edição limitadíssima e que nem imagino qto tempo dure no "ar".
Obrigado pela paciência e atenção.

Artwork By - Marc Bessant
Backing Vocals - Angie Pollock , Melanie Gabriel
Bass - Tony Levin
Drums - Ged Lynch
Guitar - David Rhodes
Keyboards - Richard Evans (3)
Lead Vocals - Peter Gabriel
Photography - York Tillyer

A limited edition of 100 numbered sets of the 22 shows from the 2007 Warm Up Tour was produced, each double live album packaged in 4-colour printed cardboard folders with full track-listing, and stored in a miniature red flight case. The shows were fully mixed from the soundboard recordings, and all CDs are professionally printed as for any wide release. Also included were a mini programme and numbered card, signed by Peter Gabriel.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!! (247,64mb 320kbps)
or
Enjoy this!!!!!!!!!!!!(247,64mb 320kbps)

13/11/2009

Buddy Guy - Bring 'Em In - 2005

Juro, eu juro que não queria dar nenhuma opinião!
Sou suspeito, amo o trabalho deste cara, eu e o mundo né?

Mas algumas pessoas ainda acham que foi "a","b" ou "c" que criaram isso ou aquilo e aí eu fico puto da vida, e tem gente que ainda posta só pra dizer que não achou nada demais, aí eu quero morrer, é ignorância demais pra se aguentar.

Ok, ok, não sou dono de nenhuma verdade, por isso segue um resumo da bio do cara que inventou um lancezinho bobo com a guitarra, que é ficar com uma nota em suspenso por tempo indeterminado.
Ah tá, vão me dizer que qqr um faz isso; mas faz hoje prq antes de todos os famosos "guitar mens" surgirem, Buddy já gostava de frasear e brincar com as cordas, além de ser um dos caras mais simpáticos do meio, é tb um dos mais queridos e os maiores sempre fazem referência aos seus trabalhos e suas músicas não param de ser regravadas por famosos e por desconhecidos.

Chega, leiam um pouco do cara, e se quiser uma dica, comecem por "Lay Lady Lay" e vejam o que ele fez com este clássico; eu?
Eu amo esse cara!!!!.Buddy Guy (nascido George Guy, em 30 de julho de 1936 em Lettsworth, Louisiana) é um guitarrista e cantor norte-americano de blues e rock. Conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e outras lendas dos anos 60, Guy é considerado um importante expoente do chamado Chicago blues, tornado famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.

Enquanto a música de Buddy Guy é freqüentemente associada ao blues de Chicago, seu estilo é único e inconfundível. Sua música pode variar desde o mais tradicional e profundo blues, à mais criativa, imprevisível e radical agregação entre blues, rock moderno e jazz livre, que se juntam a cada performance ao vivo de maneira inédita.
Em 2004, Jon Pareles, crítico de música pop do New York Times, escreveu: "Mr. Guy, 68, mistura anarquia, virtuosismo, blues denso e suas vertentes de uma maneira única, prendendo a si todas as atenções da audiência (...) Guy adora extremos: mudanças repentinas entre sons pesados e leves, ou um doce solo de guitarra seguido por um surto de velocidade, ou peso, improvisando idas e vindas com a voz... Seja cantando com doçura ou raiva, seja trazendo novas entonações a uma nota de blues, ele é um mestre da tensão e do relaxamento, e sua concentração e dedicação são hiponotizantes."

Alguns fãs de blues e críticos musicais acreditam que a discografia de Guy no período de 1960 a 1967 agrupa a melhor parte de seu trabalho. Algumas das novidades apresentadas por Buddy durante suas primeiras apresentações ao vivo foram capturadas pelos álbuns do "American Folk Blues Festival". Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page admiravam o lado mais radical de suas músicas, no início dos anos 60.
Suas músicas foram regravadas por Led Zeppelin, Eric Clapton, Rolling Stones, Stevie Ray Vaughan, John Mayall, Jack Bruce, entre outros. Algumas de suas primeiras canções foram “roubadas” por Willie Dixon e pelas primeiras gravadoras por onde Guy passou. Além disso, Guy talvez seja mais conhecido por suas interpretações criativas sobre os trabalhos de outros músicos. Fãs de blues mais tradicionais parecem apreciar os seguintes álbuns: The Very Best of Buddy Guy, Blues Singer, Junior Wells' Hoodoo Man Blues, A Man & The Blues e I Was Walking Through the Woods.

Os fãs mais contemporâneos parecem preferir Slippin’ In, Sweet Tea, Stone Crazy, Buddy's Baddest: The Best of Buddy Guy, Damn Right, I’ve Got the Blues, e D.J. Play My Blues. Uma performance ao vivo pode ser assistida no vídeo Live! The Real Deal e ele ainda está presente nos seguintes DVDs: Lightning In a Bottle, Crossroads Guitar Festival, Eric Clapton: 24 Nights, Festival Express, e A Tribute to Stevie Ray Vaughan.
Esta imagem é só pra ilustrar por onde anda Mr.Guy, aqui no Grammy 2009, só fazendo um som com o "Rei" B.B.

Bring 'Em In is a 2005 album released by Buddy Guy.
He has since released a box set consisting of three CD discs and a DVD of music spanning his career (Can't Quit The Blues).

The album features only one Buddy Guy original and the other 12 tracks are all covers of classic tracks, including Bob Dylan's "Lay Lady Lay" and Keb' Mo's "Price You Gotta Pay".

The album features a number of collaborations with other artists: Carlos Santana (guitar), Tracy Chapman (vocals), John Mayer (guitar), Anthony Hamilton (vocals), Robert Randolph (pedal steel), and Keith Richards (guitar).
"Now You're Gone"
"Ninety Nine and One Half"
"What Kind of Woman Is This"
"Somebody's Sleeping in My Bed"
"I Put a Spell on You" (featuring Carlos Santana)
"On a Saturday Night"
"Ain't No Sunshine" (featuring Tracy Chapman)
"I've Got Dreams to Remember" (featuring John Mayer)
"Lay Lady Lay (featuring Anthony Hamilton and Robert Randolph)
"Cheaper to Keep Her/Blues in the Night"
"Cut You Loose"
"Price You Gotta Pay" (featuring Keith Richards)
"Do Your Thing"

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Blogger DMCA takedown notification‏ (Sexta Feira 13) rs...

Quando eu escrevo que dá vontade de apertar o "foda-se", sei que alguns mais queridos me sustentam e é por estes que me mantenho e tb pelo amor que tenho pela música e pelos músicos.
Como Jung tentou explicar sincronicidade, para o que aconteceu aqui, no post abaixo publiquei os benefícios dos downloads chamados ilegais pela manhã; e recebi agora de tarde junto a mais 09 foras-da-lei como eu a mesma notificação, que alguns blogueiros idiotas acreditam serem feitas por máquinas.
Pra mim que conheço um pouco dos meandros das multis, sei bem qdo uma máquina redige e qdo alguém por tráz determina como vai sair, e aqui não teve escolha de bolinha como em loterias, e pra quem conhece um pouco dá pra identificar o chamado "padrão matemático" usado por humanos pra resolver equações um pouco mais complexas.
Esta resposta tem endereço e responsável e eles saberão que não são tão espertos qto pensam.
Mais uma pra lista de posts.

Blogger has been notified, according to the terms of the Digital Millennium Copyright Act (DMCA), that certain content in your blog is alleged to infringe upon the copyrights of others.
As a result, we have reset the post(s) to "draft" status. (If we did not do so, we would be subject to a claim of copyright infringement, regardless of its merits.
The URL(s) of the allegedly infringing post(s) may be found at the end of this message.) This means your post - and any images, links or other content - is not gone.
You may edit the post to remove the offending content and republish, at which point the post in question will be visible to your readers again.
A bit of background: the DMCA is a United States copyright law that provides guidelines for online service provider liability in case of copyright infringement. If you believe you have the rights to post the content at issue here, you can file a counter-claim.
For more information on our DMCA policy, including how to file a counter-claim, please see http://www.google.com/dmca.html
The notice that we received, with any personally identifying information removed, will be posted online by a service called Chilling Effects at http://www.chillingeffects.org .
We do this in accordance with the Digital Millennium Copyright Act (DMCA).
You can search for the DMCA notice associated with the removal of your content by going to the Chilling Effects search page at http://www.chillingeffects.org/search.cgi , and entering in the URL of the blog post that was removed.
If it is brought to our attention that you have republished the post without removing the content/link in question, then we will delete your post and count it as a violation on your account.
Repeated violations to our Terms of Service may result in further remedial action taken against your Blogger account including deleting your blog and/or terminating your account.
If you have legal questions about this notification, you should retain your own legal counsel. Sincerely, The Blogger Team Affected URLs:
http://pandametalwma.blogspot.com/2009/11/jupiter-society-terraform.html
http://hard-rock-house.blogspot.com/2009/11/jupiter-society-terraform-2009.html http://full-metalpanic.blogspot.com/2009/10/prymary-tragedy-of-innocence-2006.html http://power-ride.blogspot.com/2009/07/frameshift-absence-of-empathy-2005.html http://sommutante.blogspot.com/2009/07/jack-foster-iii-jazzraptors-secret-2008.html http://rockisone.blogspot.com/2009/05/planet-p-project-1931go-out-dancing.html http://powerofsteel.blogspot.com/2009/06/soul-secret-flowing-portraits-2008.html http://steel-hawk.blogspot.com/2009/10/votum-time-must-have-stop-2008.html http://madbhheavyrock.blogspot.com/2009/06/votum-time-must-have-stop-2008.html http://sonoro2000-musicamundial.blogspot.com/2009/05/daedalus-never-ending.html

Dead or Alive

Pesquisa: quem baixa de forma ilegal compra mais músicas


Traduzido por George Morcerf Em 12/11/09 Fonte: Myce.com

Um novo estudo reafirma que pessoas que fazem download ilegal compram mais músicas do que aquelas que não baixam faixas online. A pesquisa, feita pela Ipsos Mir, entrevistou mil usuários de internet no Reino Unido, com idade entre 16 e 50 anos.

A pesquisa revelou que aqueles que baixam música de forma ilegal gastam em média £77 ao ano em música. Isso é £33 a mais por ano do que o que é gasto por aqueles que não fazem isso. Dos participantes, 10% admitiram a prática de download ilegal.

Com o Governo do Reino Unido e a indústria musical tentando aprovar uma legislação mais dura para evitar a pirataria, isso traz a tona a seguinte questão: essas medidas poderiam realmente ser eficazes e levar a melhora das vendas de música?

Peter Bradwell da Demos (o grupo de financiou o estudo), pondera o seguinte: "Os políticos e as empresas de música têm de reconhecer que a natureza do consumo da música mudou, e os consumidores estão exigindo preços menores e facilidade ao acesso”

Foram vistos resultados semelhantes em estudos anteriores sobre o download de músicas. Estudo de 2005 revelou que a compra de quem baixa músicas ilegais é 4,5 vezes maior do que os consumidores regulares que não fazem isso.

Fonte desta matéria (em inglês): Myce.com

Colaboração da matéria: Lucy in the Sky with Diamonds

11/11/2009

Bliss - Quiet Letters - 2003

Como já deve ser do conhecimento de todos este Lobo adora ganhar presentes e algumas pessoas pensam que não ligo, que não gostei ou que sei lá!rs
É que tenho um tremendo déficit de atenção, e é uma luta diária prestar atenção em tantas coisas ao mesmo tempo e ainda me concentrar no andar da alcatéia e fora enfrentar as vezes alguns outros lobos ou feras que tentam invadir a tranquilidade da caverna.

Não é uma justificativa, é um fato e nada pra mim passa desapercebido e se passa, qdo noto me desculpo ou me retifico, e neste caso específico talvez se encaixem as desculpas e talvez não, porque?

Porque não gosto de postar tudo de uma vez, sei lá, sou cheio de manias e tenho que achar uma hora pra cada coisa e depois desse apagão que cada um falou o que quis e não explicou porra nenhuma e ainda disseram que vem mais por aí, nada melhor que um som relaxante, de qualidade impecável, gostoso e dócil pra amansar um pouco nossos pensamentos e nos preparar pra mais uma etapa, e graças a Lucy aí está um disco que eu particularmente gostei muito e vem a calhar num dia tumultuado ou a qqr momento que queira ouvir boa música.

Valeu Lucy, bela escolha, belo som, belo disco.....pensou que eu havia esquecido né?
Bliss é um grupo pop/chill out internacional com integrantes da Dinarmarca, Suécia e Guiné Bissau.

Desde 2001, quando lançou seu primeiro álbum, Afterlife, pelo selo dinamarquês Music for Dreams, ele se tornou um dos verdadeiros representantes da cena chill out, aparecendo em mais de 60 compilações no mundo todo (com destaque para as séries Buddha Bar e Café del Mar) e em programas de televisão como CSI: Crime Scene Investigation (Sony), o reality show Robinson e o documentário They Made History.Seu segundo álbum, Quiet Letters, é uma obra-prima do chill out. Profundamente enraizado numa colagem de influências da música ocidental, africana e clássica, e representando a ampla experiência de cada um dos seus integrantes, Bliss inspira comparações com Sade, Norah Jones, Enya e Ennio Morricone.

Com seus vocais sedutores, percussão delicada e elegantes orquestrações, Quiet Letters é descrito pelo DJ Ravin, do Buddha Bar, como "O disco do ano", "um daqueles álbuns que você está sempre procurando sem nunca encontrar". Uma prova do sucesso é a inclusão da faixa "Kissing" em mais de 30 coletâneas internacionais.
Com a participação de Sophie Barker, vocalista do Zero 7, Quiet Letters é um álbum que nos transporta muito além das praias de Ibiza, numa viagem através da alma africana, do jazz escandinavo e do pop etéreo.

1 Sleep Will Come 5:59
2 Breathe 4:48 Vocals - Sophie Barker
3 Right Here 5:03 Vocals - Sophie Barker
4 Dunia (New Version) 6:51
5 Song For Olabi (New Version) 6:18 Effects [Additional Dub Effects] - Banzai Republic Vocals - Al Agami , Xenia Lach-Nielsen
6 Wish U Were There 1:51
7 Kissing (New Version) 6:10 Vocals - Xenia Lach-Nielsen
8 Evening Sun 4:20
9 Manvantara 11:12 Effects [Additional Dub Effects] - Banzai Republic Vocals - Xenia Lach-Nielsen
10 Wish U Were Here (New Version) 6:17
11 Don't Look Back 5:25 Vocals - Sophie Barker
12 Quiet Letter

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

08/11/2009

The Wall - Live in Berlin by Roger Waters - 1990


Confesso estar ficando um "viejo lobo" sentimental e não sabia o que fazer pra pelo menos dizer que me envergonho do que o ser humano é capaz, resolvi juntar a traição de um grupo que se formou e se fez as custas da inteligência de Roger Waters pra depois darem uma rasteira nele covarde e traiçoeira, com uma das maiores atrocidades cometidas em nome dos chamados "ideais de uma nação".

Aqueles que sabem o que é música de verdade e músicos de verdade, deveriam entender que só existiu um Pink Floyd graças a loucura de Syd Barrett e a genialidade de Roger Waters e a prova aqui está.
Não eram todos os integrantes do PF que aqui estavam comemorando a queda do "muro da vergonha", mas o verdadeiro criador de uma das maiores obras de arte do século 20

O Muro de Berlim começou a ser derrubado na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência. O evento é conhecido como a queda do muro. Antes da sua queda, houve grandes manifestações em que, entre outras coisas, se pedia a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente, pelas embaixadas da RFA, principalmente em Praga e Varsóvia, e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria, perto do lago de Neusiedl.

O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Günter Schabowski, membro do Politburo do SED, anunciou uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais.

Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Strabe, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois marcharam à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira se abriu, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira.

Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitas boates perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento, e os deputados espontaneamente cantaram o hino nacional da Alemanha.
O concerto "The Wall Live in Berlin" foi realizado no dia 21 de julho de 1990.
Realizado pelo ex-líder da banda Pink Floyd, Roger Waters, o concerto foi considerado um dos maiores espetaculos da história, graças ao gigantesco palco e ao gigantesco muro erguido no mesmo.

1989, queda do Muro de Berlin e Fim da divisão entre o mundo Capitalista e o Socialista.
Na história do The Wall, há um muro que divide um artista, de seus fãs.
A queda deste muro representa não só o fim da divisão, mas como o fim de um medo - o medo de se revelar, equiparado ao medo de uma guerra nuclear que assolava todo o mundo, a Guerra Fria.

Roger Waters - Vocais e baixo

Graham Broad - Bateria

Rick Di Fonzo - Guitarra

Andy Fairweather Low - Guitarra & baixo

Nick Glennie Smith - Teclados

Snowy White - Guitarra

Peter Wood - Teclados

Backing vocals: Joe Chemay, Jim Farber, Jim Haas, John JoyceWaters convidou vários músicos para a concretização de seu espetaculo.
"Tivemos altos e baixos".
Podemos destacar a estupenda participação de Cyndi Lauper, cantando Another Brick in The Wall (part 2). Abaixo, segue a lista de convidados:

Bryan Adams, The Band (Levon Helm, Rick Danko, Garth Hudson), Paul Carrack, Thomas Dolby, James Galway, Jerry Hall, The Hooters, Cyndi Lauper, Ute Lemper, Joni Mitchell, Paddy Moloney, Van Morrison, Sinead O'Connor, Scorpions

Orquestra: A Orquestra da Radio Leste de Berlin (principal: Hans Dieter Baum) O coro da Rádio Leste de Berlin (Prinicipal: Dietrich Knothe), Orquestra Militar do Exército Soviético (principal: Wiktor Afanesjew) Maestro: Michael Kamen

Personagens de The Trial:
Tim Curry - Promotor Thomas Dolby - Professor Ute Lemper - A esposa Marianne Faithful - Mãe Albert Finney - O Juiz01 - In The Flesh - Scorpions
02 - The Thin Ice - Ute Lemper & Roger Waters
03 - Another Brick In The Wall, Pt.1 - Roger Waters (Sax Solo - Garth Hudson)
04 - The Happiest Days Of Our Lives - Joe Chemay, John Joyce, Stan Farber, Jim Haas & Roger Waters
05 - Another Brick In The Wall, Pt.2 - Cyndi Lauper (Solo 1 - Rick Difonzo, Solo 2 - Snowy White, Solo 3 - Peter Wood & Thomas Dolby)
06 - Mother - Sinead O-Connor & The Band (Accordian - Garth Hudson, Backing Vocals - Rick Danko, Levon Helm)
07 - Goodbye Blue Sky - Joni Mitchell (Flute solo - James Galway)
08 - Empty Spaces - Bryan Adams & Roger Waters
09 - Young Lust - Bryan Adams
10 - One Of My Turns - Roger Waters
11 - Don't Leave Me Now - Roger Waters
12 - Another Brick In The Wall, Pt.3 - Roger Waters
13 - Goodbye Cruel World - Roger WatersCD 2 01 - Hey You - Paul Carrack
02 - Is There Anybody Out There? - The Rundfunk Orchestra & Choir (Classical Guitars - Rick Difonzo & Snowy White)
03 - Nobody Home - Roger Waters (Guitar Solo - Snowy White)
04 - Vera - Roger Waters & The Rundfunk Orchestra & Choir
05 - Bring The Boys Home - The Rundfunk Orchestra & Choir & The Military Orchestra Of The Soviet Army
06 - Comfortably Numb - Van Morrison, Roger Waters & The Band (Guitar Solos - Rick Difonzo & Snowy White)
07 - In The Flesh *
08 - Run Like Hell *
09 - Waiting For The Worms *
10 - Stop * (* - Roger Waters, The Bleeding Heart Band, The Rundfunk Orchestra & Choir & The Military Orchestra Of The Soviet Army)
11 - The Trial - The Rundfunk Orchestra Tim Curry - The Prosecutor Thomas Dolby - The Teacher Ute Lemper - The Wife Marianne Faithful - Mother Albert Finney - The Judge
12 - The Tide Is Turning - EveryoneToda a renda do show foi destinada a instituições de caridade.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Wall_Live_in_Berlin"

The Wall

07/11/2009

SRV - Pistoia Blues Festival - 1988

Meu irmãozinho Poucosiso e sem juízo nenhum, resolveu retomar sua carreira de fora da lei e nada melhor que retomar "por cima" mesmo ao "pé da letra".
SRV - Acho que tudo que podia ser dito deste cara já o foi, o que ele representa pra música, o que ele significa para os amigos e o qto ainda está vivo na memória de seus infinitos seguidores.
Mas eu tenho um lance meio doido pra contar quer ver? rs.
Numa noite dessas de verão, à luz do luar vislumbrei um vulto na entrada da caverna e como estava sonolento como todo lobo fica qdo tudo está calmo nem dei muita bola, mas como ali permanecia aquilo me chamou mais a atenção e olhando fixamente vi uma figura de chapéu, botas e tudo que um bom cowboy deve usar e de roupas pretas, sorria pra mim da entrada da caverna e começou a cantarolar uma melodia que reconheci na hora, evidente.
Ao perceber ter sido notado e reconhecido abriu um grande sorriso e acredito ter sentido que ele queria que eu prosseguisse meu caminho apesar da vida de um lobo não ser fácil.Mas o calor e a amizade foram tão intensos que aquilo parece ter se tornado uma persona a mais junto a caminhar comigo ajudando em momentos difíceis e sempre que a vontade de abandonar o caminho queria ou quer aparecer, ouço ao longe aquele cantarolar e aquela melodia, sentindo de imediato nunca estar só...........enquanto existir a música e músicos desse naipe pra nos acompanhar vida afora nunca estaremos sós.
Vida longa ao meu irmãozinho Poucosiso, nossa Ana, e todos que tanto a amam e cuidam dessa jóia em forma de menina, e se amam caminhando juntos ao som das mais lindas melodias.
Vida longa a SRV que torna a vida deste lobo mais alegre e mais leve.
Vida longa aos bons que sabem entender o Bem e o Amor.
Que bom poder ir na casa do meu irmão e ter o que trazer pra alcateia e expor na galeria da nossa caverna, que bom, já estava com saudades.São 56 min de duração.
Transmitido pela tv Italiana Raidue para assinantes este vídeo é algo de fantástico.
Tivemos ai uma alma caridosa que compartilhou esta jóia, grato, gratíssimo!
Boa diversão!!!
Poucosiso - PoucoSisodaExtrada

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

06/11/2009

Matt Bianco - Matt's Mood

Este considero como um velho amigo!

Mas peraí, não é uma pessoa e sim um grupo musical!
É que nos primeiros contatos que tive com este talento fundamental para a mistura Jazz/R"B/Swing/Salsa, Merengue/etc e etc européia, sempre imaginava como seriam os componentes e quem era esse gênio capaz de à cada disco lançar uma cantora diferente e cada uma melhor que a outra, continuando amigos e sem nunca perder o pique.

Isto ao ponto de um show deles ser interrompido prq uma das vocalistas já sucesso mundial em carreira solo se derramando em lágrimas de emoção estava na platéia, e aí a música para e gentilmente ela é conduzida pela então vocalista ao palco e fazem uma apresentação memorável que ainda acho(era Lisa Stansfield que cito algo no final), pois até onde se sabe não foi registrada como é de costume deles fazerem.Gostam que seja sempre única cada apresentação, e não é diferente neste som que trago pra alcatéia e não esperem nada (claro para quem não os conhece bem ainda) prq são camaleões e a cada edição uma nova etapa da música é superada e nesta, se vc se permitir levar, fará uma viagem ao caribe, ao mediterrâneo, à "parte velha" da europa e estará sentado(a)na primeira mesa de um barzinho aconchegante observando um belíssimo por de sol ouvindo músicos fantásticos tocando só pra poucos amigos.

Isto!
Matt Bianco é pra poucos!Matt Bianco was formed by the late Kito Poncioni (bass), Mark Reilly (vocals) and Danny White (keyboards) in 1982, from the remnants of the abandoned Blue Rondo A La Turk.

For their first album “Whose Side Are You On?” they hired unknown polish vocalist Basia Trzetrzelewska. Her vocal arrangements gave the album a jazzy dimension that Reilly and White couldn’t anticipate, and hits like “Get Out of Your Lazy Bed” and “Half a Minute” turned Matt Bianco into one of the biggest acts of 1984 in Europe. The band name suggests that Matt Bianco is a personal name, but Matt is “a made up spy, a secret agent; we loved spy TV themes and film scores.”

Basia and Danny White left the group after the first album to pursue a career with Sony under the name Basia. Mark Reilly, now without a musical partner, found ex-Wham keyboarder and session musician Mark Fisher and recorded the next (self titled) “Matt Bianco” album. Their rendition of Georgie Fame’s “Yeh Yeh” received a European music award as Best Single of 1985. This was followed by a European tour that saw them perform in front of more than 250,000 people. Now Matt Bianco was a household name in Europe and Warner Brothers thought it was time to get them into the U.S. market.
They hired Gloria Estefan’s husband and producer Emilio Estefan and recorded Indigo, with the Estefan productions being chosen as singles -1988’s “Don’t Blame It On That Girl” and “Good Times”. Another song from the album, “Wap Bam Boogie” became the number one European club track of 1988.

After another album with Warner Brothers - “Samba In Your Casa” (1991), Reilly and Fisher split from their record company and went freelance. From now on they would record their albums in their own studios and then offer them to independent distributors worldwide.

This way, they had total artistic freedom but still scored contracts with ZYX Music and Intercord in Europe, and JVC-Victor in Asia. They created a loyal fan base in Japan and the rest of Asia and the albums “Another Time Another Place,” “Gran Via,” “World-Go-Round,” “A/Collection,” “Rico” and “Echoes” sold well enough for a comfortable lifestyle in the south east of England.

After twenty years recording and touring Mark Fisher started to crave for a different lifestyle and the two split amicably.
Basia and Danny White joined with Mark Reilly to reform the “original” Matt Bianco in 2003, after 20 years apart. In 2004, Matt Bianco released the album “Matt’s Mood,” which features well-crafted adult-contemporary/jazz numbers like “Ordinary Day”, “Wrong Side of the Street” and “Golden Days”, and the Latin jazz the group is known for in the piece “La Luna”.

The following year, they embarked on a world tour, which included stops in the UK, Japan, and the United States. Following this, Basia and Danny White left Matt Bianco again to reinvigorate the Basia franchise.
Mark Reilly and Mark Fisher are now back once again as a duo and have recorded a new album, their first studio album together in 5 years, entitled “Hi Fi Bossanova”. 2009 has seen them perform in Europe, Japan and SE Asia and with the new album the band have secured a contract with Edel (Ear Music) in Europe and continued their cooperation with JVC-Victor in Japan.
Bom esta resenha foi tirada do blog oficial deles e só não entendi o porque de Lisa Stansfield não constar dela afinal foi em sua época que eles e a "new bossa"se consagraram definitivamente.
Talvez questões contratuais, talvez disavenças que não chegaram claramente até nós, mas o que importa é a sonoridade, que muitos europeus e principalmente "ingleses" divulgaram para o mundo todo, baseados específicamente na "Bossa Nova"; o que claro vira e mexe desanda pra "rumba,salsa e merengue", mas nesse caso propósital mesmo, prq na grande maioria existem filmes famosos com trilhas sonoras que eles intitulam "samba" que não passa nunca de uma rumba e olhe lá,rs.
Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

05/11/2009

4 shared sempre gentil!


Well!
Eu tenho alguns arquivos hospedados nos mais diversos lugares que acho mas vira e mexe eles cismam com um ou dois e deletam, mas no caso do 4Shared ele te avisa como segue abaixo que tem uma pasta separada com os arquivos que foram denunciados para que vc os retire.

Ótimo!

Civilizados até não? Acho que poucos estão fazendo assim, mas de novo vem aquele assunto idiota: Qdo compramos algo com nosso dinheiro e ele está em nossa posse não se pode fazer dele o que quiser?
Então não compramos, é comodata, aquilo que vc paga mas não é seu como aparelhos pra tv a cabo, satélite e o escambau, onde o preço é baixo prq vc não é dono do aparelho, e qdo cancela sua assinatura eles o retiram por ser deles.

Mas se ligo um som alto quem está fora não ouve?
Isto é a reprodução que as majors ou gravadoras proíbem, mas se eu gravar e der pra alguém? Ah, tb não posso prq nenhum tipo de divulgação é permitida!!!!!!!!

Bem nesse caso é mais engraçado ainda, prq os dois discos que foram retirados, não existem,rs
Sério, eles não foram lançados oficialmente, nao constam de discografia oficial ou até na biografia e é um material exclusivo meu que adquiri honestamente; ou seja, além deles não serem donos do que postei, eles decidiram que aqueles artistas não podem.......!!!!!!!!!!!!
Peraí, não tô entendendo, eles não compraram estes produtos prq não foram lançados e se não foram lançados, oficialmente não existem e se não existem como podem ser de propriedade exclusiva de alguma empresa, ou não existe a lei que vigora sob "domínio público" tb outras paragens?

Ah sei lá!!!!!!!!!!!!!
Só sei que toda vez que isso acontece dá uma vontade de apertar o foda-se e deletar tudo e pronto, acabou a encheção, a preocupação e a perseguição da santa inquisição fonográfica, que ganha as custas dos músicos que não vivem de vendas de cds e sim de shows e divulgação e os babacas brazucas que enchem o saco pra não postar que prejudica as vendas não percebem prq não saem da merda que vivem e não dão em lugar nenhum, prq só os "caras" ganham.

Bem dessa vez foi um disco do Crimson de 69 que não existe a versão que tenho, até detonada de ruim pra época e um que chamei de bonus do Buckley prq tb não saíram as versões que possuo e isso foi só pra desabafar, me desculpem.

Hello,


We received a complaint that some files in your account are breaking our terms of use and contain illegal or abusive information.


These files were moved to the 'Abuse' folder and access to them was disabled.


You can remove those files so they will not consume your storage space.


Thank you!


Best regards, 4shared Support Team


support@4shared.com

03/11/2009

Roupa Nova e o Tema da Vitória - A verdade

Com o post abaixo,entre Slade e Quiet Riot, meu irmãozinho Diego comenta das músicas usadas por rádios e tvs e programas pelo mundo afora.
Só que aqui no nosso pais,os devidos créditos nunca são dados ou sequer corrigidos,e a gloriosa plim plim, ilustrou nossas manhãs de domingo com o chamado "Tema da Vitória" a cada uma que o saudoso Airton Senna conseguia, e ainda hj basta um brazuca ganhar que lá vem o tema de novo.

Mas se não bastasse a tristeza da perda, eu que sou fanático por corridas e ontem ainda assistia um GP de Taladega fantástico da Nascar onde três fileiras de carros à mais de 300 km/h deram 300 voltas com dois acidentes e emoção do começo ao fim entre 40 carros disputando um espaço; vi tb pela manhã um final decepcionante da antes gloriosa F1 se curvando aos sheiks e uma prova sem nenhuma emoção com final lamentável pra nós; um piloto envolvido em esquemas de fraudar resultados,outro machucado e outro que não consegue o objetivo,apesar de rico e competente.

Mas aqui a citação é outra, e o Viejo Lobo se perde em reminiscências, é que há tempos eu fiquei puto da vida qdo vi essa apresentação que posto acima e eles humildemente comentam que no começo da carreira qdo ng acreditava neles o Maestro Eduardo Souto Neto os chamou para a gravação original.

Roupa Nova, Maestro Eduardo Souto Neto e o Tema da Vitória.

Parabéns aos responsáveis por esta obra de arte chegar até nós e esta alcatéia ter mais uma exposição.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

02/11/2009

Cum feel the Noise - Slade ou Quiet Riot

Senta que lá vem história.

É sério, rs, pode não parecer mas é sim.

Outra madrugada dessas passeando por aí como sempre faço ouvi uns comentaristas que colocaram um som de fundo e estavam falando sobre futebol, analisando um clássico e tal aquele blá blá blá todo; mas o som de fundo me fez voltar no tempo na hora e veio claro a minha mente, uma das maiores bandas que já ouvi em minha vida e claro acompanhou minha iniciação no R'R o "SLADE".

O nome veio como um letreiro luminoso na minha frente e era como se estivesse pra entrar no show e assistir os caras ao vivaço; aquela voz rouca de Noddy Holder (vocals, guitar), aqueles riffs infinitamente adiantados pra época de Dave Hill (guitar) e uma porrada na cozinha com Jimmy Lea (bass) e Don Powell (drums)que não era qqr banda que tinha igual.
Mas um dos comentaristas, considerado o gênio da turma falou: ah! esta é fácil "Quiet Riot"????????
O quê? Quiet Riot?"Cum feel the noise" é talvez um dos maiores clássicos do rock, da música mundial e sempre foi peça chave do Slade, e aí me peguei em conflito não prq o comentarista errou, prq ele não errou; o Quiet como sabem relançou sua carreira em cima dessa música do Slade entre outras, prq começaram e balançaram, aí tiveram a brilhante idéia de catar um hino, um refrão de peso pra conseguirem ser vistos novamente e deu certo e pegaram mais depois e voltaram ao topo.

Mas daí ser esquecida de onde veio a fonte, quem trabalhou dias e noites a fio, anos até prq a diferença de época é razoavel aí já é demais.
Pra colocar os pingos nos devidos "ís" seguem abaixo, o original, e a versão, as duas excelentes, mas me perdoem os puristas, ng nunca conseguiu chegar perto do peso do Slade e de sua história que ainda postarei aqui na alcatéia, melhor que muito dinossauro emblemático e midiático.Por Allan Jones
Uma das mais importantes banda inglesas de todos os tempos, o quarteto de ferro do Slade é formado por Noddy Holder (vocals, guitar), Dave Hill (guitar), Jimmy Lea (bass) e Don Powell (drums). Esses quarto músicos despontaram no cenário em 1966, com o single “You better Run” produzido por Kim Fowley.
Os anos seguinte não trariam nenhuma novidade para os músicos. O cenário não dava espaço para novas bandas com o tipo de som que o Slade fazia e com o visual que tinham seus integrantes.

Com a entrada da década de 70, o Slade viu no chamado glam rock uma boa oportunidade de aparecer. A banda fez fotos promocionais no visual da época e lançou o single do cover "Get Down And Get With It", que chegou ao Top 20 em 1972.
Os músicos se empolgaram e Jim Lea e Noddy Holder começaram a investir em composições próprias. ”Cuz I Love You” chegou ao número 1 das paradas. Até a presente data o Slade já havia lançado quatro discos: “Ambrose Slade Beginnings” (69), “Play It Loud” (70), “Alive!” (72), “Slayed?” (72).

Nos anos seguintes o Slade se tornaria um campeão dos charts, enquanto músicas como "Mama Weer All Crazee Now", "Cum On Feel The Noize" e "Skweeze Me Pleeze Me” surgiam nas paradas.
Em 73, o Slade participa de um famoso festival de natal no Reino Unido, e isso rende um álbum.

A banda chegava ao topo do rock inglês.A banda Quiet Riot, tem seu nome ligado fortemente ao guitarrista Randy Rhoads e a banda Slade.
O "gancho" com Rhoads (que já havia tocado em bandas desconhecidas como The Katzenjammer Kids e Mildred Pierce quando adolescente), é devido ao Quiet Riot ter sido a banda que lhe destacou, visto que desde essa epoca já se destacava devido a ser um EXCELENTE guitarrista. Depois do Quiet Riot, ele veio a ingressar a banda de Ozzy Osbourne, e veio a falecer em março de 1982 num acidente aéreo.

A ligação com o Slade vem do fato de as duas músicas que fizeram maior sucesso com o Quiet Riot, serem covers do Slade, Cum On Fell The Noize e Mama, Weer All Crazee Now.

A banda foi formada em 1975, com o vocalista Kevin DuBrow, o guitarrista Randy Rhoads, o baterista Drew Forsyth e Kelly Garni como baixista. O nome Quiet Riot, foi uma sugestão de Rick Parfitt (Status Quo).

A banda, tocando nas noites americanas, veio a chamar atenção, o que lhe rendeu um contrato com a gravadora CBS/Sony, para o lançamento de um album e um EP apenas no Japão. Ambos receberem boa aceitação do mercado nipônico.

Essa boa aceitação, fez com que a banda gravasse os álbuns QR em 1978 e o album QR 2 em 1979. Esses álbuns mantiveram o nome da banda no Japão, mas eles não conseguiram patrocínio para uma tour Japonesa. Após esse fato Randy deixa a banda, junto com Garni, eles foram substituídos, respectivamente, por Carlos Cavazo e Rudy Sarzo.Em 1984 foi lançado o album Metal Health, com o primeiro cover do Slade, Cum on Fell the Noize, e ainda as excelente faixas, Metal Health, Slick Black Caddilac, e a homenagem a Randy Rhoads (que já havia falecido), Thunderbird.Essa foi a fase de maior sucesso do Quiet Riot.

Outro album que chamou atenção, foi o Condition Critical, que conta com o segundo cover do Slade (Mama, Weer All Crazee Now), alem de outras excelentes faixas, como Sign Of Times, Scream & Shout e Winners Take All, que também virou nome de uma boa coletânea do grupo. Após esse album, pouco se falou sobre o Quiet Riot, Kevin DuBrow formou o Little Women, e Rudy Sarzo saiu também da banda, vindo a tocar com varias outras bandas e artistas, como Ozzy Osbourne.

Slade - Sladest - 1973

Quiet Riot - Metal Health - 1983

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

The Watch - The Fountain of Salmacis

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

30/10/2009

The Watch - O novo Genesis?

Sempre é bom termos amigos dignos não?
Mactatus, um dos responsáveis pelo Voo7177 me aconselha a seguir em frente e deixar de lado aquilo que não vale a pena, e ele está coberto de razão, mas sou sangue quente e um dia aprendo, a experiência ainda chegará como chegou à ele.

Pensando nisso este post que faria só na próxima semana, resolvi postar de uma vez e parar de me boicotar ou perder tempo com coisas fúteis e banais e fazer o que gosto, compartilhar músicas e idéias e aqui está o resto da discografia do The Watch.
Ainda é pequena?Pode ser, mas de uma qualidade sonora a toda prova, formações com algumas variações desde o primeiro álbum qdo ainda eram apenas "NightWatch" até o "Live" qdo já atigiram a maturidade necessária e repito, todos, mas todos sabem que eles são fissurados no Genesis/Gabriel e seguiram sim essa linha e talvez como já disse tenham conseguido continuar o que seu ídolos pararam e ao meu ver, para o meu gosto são hoje uma das melhores bandas de progressivo do mundo mesmo sendo italianos, o que não os limita em nada.Tirem sua próprias conclusões. Ah! Vamos ver se duram os links, qqr coisa avisem por favor.
After their much heralded concert at iO Progheaven 1 in November 1998, I had to write something about these guys, so here it is. The following message is for organizers of prog festivals around the world: invite these guys.
The music
The album opens with My Ivory Soul, that reveals the Genesis influences of the band: vocals like those of Gabriel and the general atmosphere is also of those band. The music is emotional and easily carries you away. The name of the band derives from King Crimson and in fact this more or less explains the dark side to the music.
A good album in the spirit of the old Genesis (and sometimes not just the spirit), but darker, revealing hints of King Crimson. It also reveals that in some places the band could do better: in some of the tracks they seem to want to put in a little too much into their songs making them sound fragemented. Still, the emotion, the playing and the melodies are there. For those who already own this disc: live they're even much better. In fact to any one able to see these guys live: do it!
© Jurriaan Hage
Line up
Simone Rossetti - vocals
Franceso Zago - guitars and programming
Antonio Mauri - bass
Giovanni Alessi - keyboards
Diego Donadio - drums

Tracks
1) My Ivory Soul 8.40
2) The Theme 1.31
3) The Fisherman 8.42
4) Tomorrow Happened 9.47
5) The Black Cage 8.44
6) A Game With Shifting Mirrors 8.02
7) Flower Of Innocence 3.51
Rimane difficile apprestarsi a parlare di un album dei Watch senza menzionare i Genesis… impossibile direi. Se con "Vacuum" Simone Rossetti e compagnia si erano minimamente scostati dalla mera riproposizione di un sound e di stilemi cari, con "Primitive" si ritorna decisamente alle origini.
Non è per niente un caso se i nostri hanno aperto le date italiane dei Musical Box (due cover bands al prezzo -elevato- di una, ha commentato qualcuno)! Se tuttavia "Ghost" si rivelava brillante, ricco di spunti, certamente mutuati da un'origine ben definita, e variato, questo nuovo album si presenta più omogeneo, meno eclettico e brillante, quasi più intimistico direi.

Per rimanere nell'ambito scelto dal gruppo, prendiamo ad esempio un brano dei Genesis: "Silent sorrow in empty boats". Si tratta di una canzone bellissima, ovviamente, ma è ancor più bella perché collocata in un preciso momento di un album come "The lamb", come a spezzare (o placare) una tensione fattasi quasi eccessiva; un intero album composto da canzoni di questo genere risulterebbe invece limitante e un po' piatto. Ecco… fate conto che "Primitive" grosso modo si presenti in tal forma, con sette canzoni abbastanza omogenee ma con pochi guizzi, armonie continuamente ammiccanti ma senza lo spunto che possa rimanere in mente o che catturi l'attenzione, fatta forse eccezione per il brano un po' più movimentato del lotto, ovvero "Berlin, 1936", in cui la chitarra si fa più aggressiva e le tastiere (sempre con grande rappresentanza analogica al loro interno) si mettono ad urlare.

In tutto ciò il gruppo gioca ancora, e forse di più, a rincorrere i propri beniamini e a presentare situazioni ed armonie che possano far sobbalzare l'ignaro ascoltatore e lo convincano di star ascoltando qualche registrazione dei Genesis d'inizio anni '70; impressionante ad esempio il secondo brano ("The border"), in cui la voce di Rossetti si sovrappone nelle impressioni auditive pressoché in modo esatto a quella di Gabriel... e non certo solamente per il suo timbro! Bisogna altresì appuntare che l'ultimo brano ("Soaring on"), che in effetti si distacca leggermente dalle sonorità del resto dell'album, vede la firma di Cristiano Roversi.
Alberto Nucci

The Watch - Vacuun Peter Gabriel moriva dalla voglia di tornare nei Genesis ed ancor di più il suo desiderio era quello di realizzare canzoni che potessero eguagliare la bellezza immutabile e senza tempo dei grandi classici del passato. Come fare? L'orgoglio non gli consentiva di appagare questo desiderio nascosto e di tornare quindi all'ovile con una reunion ufficiale...
Non rimaneva che compiere il misfatto spacciandosi per un gruppo semisconosciuto, concedendosi al pubblico occasionalmente in concerto e lasciando alle maschere e al pesante trucco il compito di celare la sua vera identità, ecco quindi il progetto "The Watch", giunto con questo lavoro al suo terzo capitolo: il meglio dei Genesis dell'età dell'oro finalmente di nuovo tra noi.
Pensate che vi stia prendendo in giro? Ascoltate attentamente questo album: dove sta la differenza coi Genesis? Non riuscite a rispondere? Ci credo bene! Simone Rossetti è Peter Gabriel, vedete? Suona persino il flauto alla sua solita maniera! Chi potrebbe fare meglio? Qui dentro potete trovare il meglio del repertorio dei Genesis sotto forma di nuove ed originali canzoni, con sequenze musicali che potrebbero incastonarsi ora in "Nursery Crime" ora in "The Lamb" o in "Selling England".
Ogni particolare è perfetto e studiato con la precisione di un paranoico. Ma il fatto più affascinante è che le nuove composizioni posseggono una scorrevolezza ed un magnetismo quasi irreale. Forse in questo lavoro vengono privilegiati aspetti accattivanti e di più facile presa ma la godibilità rimane comunque a livelli alti... Tenete sempre conto che qui si parla di Genesis! La qualità della registrazione e la resa sonora sono oltretutto ottimali. Forse Ettore Hackett Salati, le cui 6 corde passano un po' in secondo piano, dovrebbe ritagliarsi spazi maggiori, ma questo è un particolare del tutto trascurabile. Detto questo lascio a voi le debite conclusioni mentre ricomincio ad ascoltare l'album dall'inizio e continuo a stupirmi.
Jessica Attene

The Watch Live
Line-up / Musicians

- Simone Rossetti / vocals, flute
- Ettore Salati / guitar
- Roberto Leoni / drums
- Marco Schembri / bass
- Sergio Taglioni / keyboards


Atual formação da banda:

Simone Rossetti
- vocals
- flute
- dtambou
- atmospheres

Giorgio Gabriel
- electric guitar
- acoustic guitar
- 12 string guitar
- bass pedals

Cristiano Roversi
- chapman grand stick
- bass guitar
- electric guitar
- acoustic guitar
- bass pedal

Fabio Mancini
- piano
- mellotron
- organ
- moogs
- synths

Marco Fabbri
- drums and percussions


Obs: os links estão por aí, basta atenção ok?
Obs: Agradecer a força da Carol e tb do Cláudio por essa postagem ter saído, ficamos devendo só um Live Bootleg que assim que receber trago pra cá e o Ghost está logo aqui abaixo.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

The Watch - Ghost - 2001

Buenas galera da alcatéia!
Este post é pra mim uma das coisas mais lindas que já ouvi desde que conheci o Genesis a partir do album Trespass (nunca gostei do From...mas que saudades da minha adolescência bateu agora,rs), desde que ouvi as harmonias dos sons misturadas as dramatizaçôes do gênio Peter Gabriel, talvez um dos maiores vocalistas vivos da história da música.

Bem, sim, eles seguem a linha exata descrita acima, beberam na fonte, mas outros não conseguiram, eles se superaram e se não marcaram ainda tão profundamente nossas almas em primeiro; os tempos são outros e em seguida a internet hj tá um lixo tão grande que pra se achar algo que presta tem que rodar muito o que faz que as pessoas desanimem e parem de procurar e continuem ligados em seus sons, assim não correm riscos desnecessários.

As fotos que seguem de 2009 foram retiradas do The Watch - Portal e são na sequência de:
Simone Rosseti - Vocals, flute, tambourine, mellotron and moogs (studio)
Marco Fabri - Drums, percussions, vocals
Giorgio Gabriel-Electric guitars, 12 strings acoustic guitar, classical guitar
Guglielmo Mariotti-Bass, bass pedals, 12 strings electric and acoustic guitars, vocals
Valerio De Vittorio-Pianos, Hammond L122 organ, mellotron, arp and moog synths, vocals
E são ilustrativas , mas a banda do Ghost está descrita abaixo e nos próximos posts atualizo quem é quem.
Mas como não tenho sangue de barata, aliás o lobo é um avatar quase próximo de minha essência mas um dia ainda posto uma imagem mais coerente com minha alma atormentada de ver tanta idiotice e tanta prepotência pelos blogs a fora..............mas calma é fácil explicar.

Existem aqueles que só postam, e existem aqueles que como eu gostam de viajar, jogar um pouco de conversa fora, mas no meio existem alguns que só sabem roubar idéias e ainda posam de gênios, opiniões indiscutíveis de oráculos da música.....um puta bando de babacas, um bando de chupins, um bando de imbecis e idiotas que não sabem porra nenhuma de música e ainda qdo roubam algo de alguém postam como se fossem de seu acervo pessoal algo que nem sabem o que é.
Depois desse desabafo volto ao som em questão, que vi em poucos blogs até agora, e poucos sabem deles o suficiente pra explicá-los e nem imaginam terem postado algo que não surgia há muito, música de qualidade e feita por mais uma banda italiana.

Bom se é italiana, eu sempre prefiro a opinião de amigos especialistas no assunto afinal eu aprendo com eles, não nasci sabendo, mas de música eles entendem e sempre dou os devidos créditos,não sou ladrão de idéias e nem de trabalho alheio.
E poucos entendem de rock progressivo italiano como o Alberto , a Jessica e outros que vivem lá. "L'album dei NightWatch venne additato da molti come un buon disco ma purtroppo fortemente condizionato dall'opera di clonaggio dei Genesis, opera che il gruppo perpetuava anche dal vivo, col cantante Simone Rossetti vero istrione del palco sulle orme del miglior Gabriel.
Dopo il cambio di nome, a seguito di qualche cambio di formazione, c'era curiosità sulla direzione che il nuovo corso avrebbe potuto seguire. Beh... non so come dirlo ma... questo non è un album di un gruppo chiamato The Watch! Ci hanno preso in giro!
E' stato preso qualche nastro contenente inediti dei Genesis del 1972 e l'hanno spacciato per un disco nuovo! Non è possibile che un gruppo attuale componga, suoni e appaia così uguale! La voce di Simone... Simone...? Simone chi? Questo è Peter! Cyrus dei Citizen Cain diventerà verde d'invidia ad ascoltare questo disco, se davvero non è Peter Gabriel quello che possiamo sentire alle prese con queste 7 canzoni; altro che voce uguale...! Ripeto: questo è un disco dei Genesis, dei migliori Genesis probabilmente rimasto nel cassetto perché ritenuto a suo tempo troppo poco commerciale, non c'è altra spiegazione. I veri appassionati non potranno trattenere le lacrime ascoltando queste meraviglie rimaste celate fino ad oggi e finalmente ascoltabili, anche se sotto un altro nome. In "Ghost" troviamo la giocosità dei Genesis di "Willow farm" e "I know what I like", la drammatica epicità di "Epping forest", le aperture di tastiera che ti allargano il cuore, le intricate melodie e le liricità poetiche di Peter.
La chitarra di Hackett è riconoscibilissima nei suoi tipici lamenti che tanto hanno contribuito a creare il sound del periodo d'oro del nostro gruppo preferito, mentre Collins, pur preciso come al solito, pare qui trattenersi un po' dietro il suo castelletto.
Non trovo molto da dire... o meglio... troverei moltissimo in quanto questo disco si commenta da solo oppure avrebbe bisogno di un libro per ogni canzone in esso presente. Resta il fatto che The Watch... pardon, i Genesis hanno trovato il modo di tenerci incollati allo stereo per 47 minuti senza concederci possibilità di scelta, dato che chiunque ami questa musica non potrà farne a meno.

PS: dato che di persone povere di spirito ce n'è più di quanto ognuno creda: questo è veramente un album della band chiamata The Watch, solo che, come dire, assomiglia un poco ai Genesis. Forse si va perfino al di là della parola clonazione, dato che effettivamente sembra proprio un album dei Genesis! C'è diffidenza nei riguardi dei cloni, ma l'eventuale condanna che qualcuno volesse infliggere al gruppo milanese si squaglierebbe alle prime note della prima canzone, ne sono sicuro."
Alberto Nucci.
Formação The Watch - Ghost

Simone Rossetti - vocals
Valerio Vado - guitars
Marco Schembri - bass
Sergi Taglioni - piano, keyboards
Gabriele Manzine - keyboards
Roberto Leoni - drums
Artworks by SPENCER BOWDEN

1) DNAlien 8.36
2) The Ghost And The Teenager 8.38
3) Heroes 8.12
4) Lochsmith 1.15
5) Moving Red 6.34
6) Riding The Elepant 3.38
7) ...And The Winner Is... 10.11

Obs: Quem me lembrou do som dos caras foi o Cláudio que vive me cobrando no mural tudo que pode,rs e graças a ele o viejo lobo lembrou de postá-los afinal já faço parte do fã clube deles faz tempo e tb de seu site, acompanhando seus shows mundo afora, mas como tem muita coisa boa postada aqui e vejo que a maioria de fora é que procura, guardo as raridades e as melhores pra qdo acho ocasião melhor, qdo é pra alguém como presente, qdo tô no clima, qdo tô afim, prq correr riscos, ser deletado, ter links deletados e etc, tem de valer a pena não?

Valeu Cláudio! O primeiro não é esse álbum, ou melhor é! este é o segundo ou melhor não é! pra quem não sabe e pretende sugar viu? ré,ré,ré

Mas postarei os outros em breve. Agora que já dei algumas dicas que tal ilustrarem seus posts sobre uma das maiores bandas que já surgiram nos últimos anos, e ralarem um pouco pra ter o trabalho dos caras?

The Watch - Ghost

Gustare!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"Terça do Omar" direto do "Seres da Noite"

Jimmy Witherspoon (1996) Live At The Mint

Bom, como um viejo lobo que se preza e sem a mínima vergonha, passei pelo "Seres da Noite", como faço sempre as terças pra ver o que meu amigo Omar teria reservado e qual não foi minha surpresa além de um belíssimo álbum de um bluesman maravilhoso, acompanhado de músicos simplesmente irrepreensíveis uma dedicatória a este lobo andarilho!!!!!!

Porra quem não gosta de ganhar presentes?
Mas existem presentes e presentes, claro, óbvio e lógico dã, diria Lucy, mas alguns tocam tão fundo a alma da gente que as vezes o presenteador nem imagina o tamanho da dor que aplacou com um gesto tão singelo.

Eu fiz um comentário lá agradecendo e tal, mas não resisti em expor aqui tb na galeria de artes da nossa alcatéia, pra que os lobinhos cresçam sabendo de onde vieram, pra que os mais adultos relembrem histórias a luz do luar, e pra que o coração deste lobo receba uma "fresca"pra aplacar e aliviar as dores do mundo.

Extremamente envaidecido, só posso dizer ao Omar que amei e que me remeteu à um som tb fantástico onde Albert King (eu disse BB King lá, excuse moi)apresenta nada menos que SRV, num disco dele tb maravilhoso e isso só pra dizer que, quem é grande como o Jimmy era(aqui trocando cordas com nada menos que Robben Ford)e o Albert; sabem que o gostoso é compartilhar, dividir, que na realidade dá como resultado a "soma" sempre mais e nunca menos; compartilhar é amar, é doar, é dar sem esperar nada em troca - "Sara_Evil" - e foi isso que o "Morcegão" fez ao ter o "Omar" com ele, e ele dividindo comigo e conosco.

E atenção pras versões de "What a wonderfull world" e "Stormy Monday", simplesmente divinas!!!

Terça do Omar - Seres da Noite
Este albun gravado en vivo en The Mint, fue nominado para el Grammy como mejor disco de blues tradicional. En el dos grandes musicos, en momentos opuestos de sus carreras, Jimmy Witherspoon, una de las mayores voces del blues y del jazz, con su registro vocal ronco, intensificado por el cancer de garganta que lo llevaría a la muerte en 1977 y su grande amigo Rooben Ford, surgiendo como uno de los mas promisores guitarristas de blues rock, transforman este disco en un obra prima del blues.

Gravado en un ambiente totalmente intimista, a la moda de los viejos clubes de blues, Witherspoon con sus tonos bajos, por momentos casi un lamento es secundado por un Ford absolutamente brilhante, en uno de sus mejores trabajos. Un disco que para aquellos que aman el blues llega a ser emocionante (soy uno de esos).

Este post va dedicado a un cara de rara sensibilidad, que siempre está presente dando una fuerza, valeu Dead.
Line up:
Jimmy Witherspoon: vocals
Robben Ford: guitars
Roscoe Beck: bass
Russel Ferrante: keyboards
Tom Breachtlein: drums

Tracks:
01 - Goin' Down Slow 09:08
02 - Big Boss Man 06:16
03 - Goin' To Chicago 05:31
04 - Intro 00:53
05 - Ain't Nobody's Business 05:28
06 - Medley Trouble Mindcherry Red 06:10
07 - Intro 00:57
08 - Past Forty Blues 05:31
09 - What A Wonderful World 03:29
10 - Medley Whose Hat Is Thatc.C. Rider 06:49
11 - Stormy Monday 07:49
12 - Money's Gettin' Cheaper 03:58
13 - Intro 01:35
14 - S.K. Blues 03:43
15 - Nothing's Changed 05:15


[99MB @192kbps]


Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

28/10/2009

Stand By Me - Versão de rua.......and "Playing for Change"

O Ser humano qdo quer produz verdadeiras obras de arte, transforma outras tantas e constrói a esperança de muitos.....O ser humano pode....basta querer, que se consegue fazer a diferença na vida de muitos outros.

Mark Johnson, fundador do "Playing for Change", e sua equipe viajaram durante uma década com uma única paixão e objetivo: conectar o mundo por meio da música.
A ambiciosa jornada os levou à África do Sul pós-apartheid, passando pelo Oriente Médio, até as montanhas do Himalaia e muito mais.
O resultado do projeto está em Songs Around the World, que reúne canções e vídeos de músicos de diversos cantos do mundo tocando essencialmente juntos, embora a centenas ou milhares de quilômetros de distância uns dos outros.

Stand By Me Playing For Change Song Around The World from Concord Music Group on Vimeo.

Tomara faça a diferença pra vc tb.

Obs: rs, o video demora um pouco mas é melhor carregar primeiro, mesmo com banda larga, ele dá umas travadas ok?

Outra obs: Como muitos gostaram do video e da música a Lucy resolveu nos presentear com o trabalho em áudio na íntegra, e pra não perder a aura, a essência do que representa isso pra mim acrescento pra formar um todo; sei que o trabalho é pra arrecadar fundos e caso vc possa participe deste trabalho acessando "Playing for Change"

Stand by Me
One Love
War/No More Trouble
Biko
Don´t Worry
Talkin´Bout a Revolution
Better Man
Chanda Mama
Love Rescue Me
A Change Is Gonna Come

Thanks Lucy, thanks for all........thanks God!!!!!
Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!

25/10/2009

Stuff - Stuff it! - 1979

Considero este disco a "jóia da coroa".
Graças ao meu amigo "Richard.Drummer" e seus amigos do" World Fusion ", consegui mais um álbum daqueles que considero, raro, impossível de achar e até pra comprar e o principal: Desconhecido de muitos.
É!
É sério, conheço bateristas e bons que nunca ouviram falar de Steve Gadd e nos blogs da vida só se ouve falar dos mesmos bateras de sempre.
Mas os bateras que a galera endeusa aprenderam e aprendem com o mestre Gadd, um dos mais talentosos bateristas além de participar de mais de duas centenas de trabalhos, desde Chick Corea no "Leprechaun", até o Legends of Blues, show já postado aqui entre tantos outros.Mas o Stuff não foi só o Gadd claro e óbvio, mas a galera que se reúne nesse disco é algo de absurdamente profissional, como é o caso de Eric Gale na foto acima, que só tocou com Quincy Jones, Sadao Watanabe, Stanley Turrentine entre outra centenas de músicos.

Esses caras não brincam de música, e práticamente se vc seguir a carreira por nome aí na sua net, vai ver que tocaram mais dias que vivem, rs
Como pode?

Cornell Dupree é um dos guitarristas mais renomados de Rhythm & Blues e Funk, participou de mais de 2.500 gravações de vários artistas.

Não tô falando?
Me diz aí de algum artista que vc conheça que tenha participado de mais de 1000? Não precisa se de duas mil não........o que é isso!!!!Um show do cantor Paul Simon realizado em 1980 com o título de “Live From Philadelphia" traz o registro de 11 músicas gravadas ao vivo há 28 anos no Tower Theatre, na Filadélfia. Entre as músicas presentes no DVD estão sucessos como “The Sound of Silence”, “Julio Down by the Schoolyard” e “The Boxer”.

Na época do show a banda de Simon era composta por Eric Gale na guitarra, Tony Levin no baixo, Steve Gadd na bateria e Richard Tee no piano.
O baixinho irritante do Simon reuniu milhares de pessoas no Central Parker pra tocar com o Olodum lembram disso?
Parece que não pagou ng, rs, mas é "o cara" e é só um exemplo de nada do tudo que já fez Tee na música mundial e aqui ainda com o mago Tony Levin, ai meu saquinho,rs.Steve Gadd tocou com Chet Baker e Chick Corea antes de se tornar um dos membros fundadores do "Steps Ahead"(já postado aqui).
Especialista na fusão de jazz e rock, tocou com Paul Simon, Stevie Wonder, Aretha Franklin e Paul McCartney. Em 1988, fundou o "Gadd Gang"(já postado aqui tb,rs), com Eddie Gomez (ex-baixista de Bill Evans) e o saxofonista Ronnie Cuber.
Com o guitarrista Cornell Dupree, o Gadd Gang manteve vivo o legado do blues, e provam isso em vários registros.

Retirei estas informações do site do cara pra não ficar me repetindo. Mas dá uma olhada só em um parágrafo!!!

Este é Chris Parker.
"Toph, as friends know him, recorded platinum, gold and Grammy winning albums and CDs with many artists, including the original "Brecker Brothers"(já postei tb,ré,ré,ré), Bob Dylan, Cher, Donald Fagen, Ashford and Simpson, Natalie Cole, Aretha Franklin, Freddie Hubbard, James Brown, Salt n' Pepa, "Stuff", Miles Davis, Patti LaBelle, Michael Bolton, and Suzy Boggus.
He has toured with many artists; among them Boz Scaggs, Joe Cocker, Joe Cool, Bob Dylan, Bette Midler, Paul Simon,AkikoYano and Ralph MacDonald.Tá, mais um que tem o nome nas constelações dos principais sites de jazz do mundo,"Gordon Edwards" onde vc procurar vai encontrá-lo entre os melhores e isso fez do Stuff uma banda mística, uma super banda de jazz-funk-soul music, mas não só isso, uma delicia de se ouvir.

Neste som do Stuff vc que é mais da antiga vai se lembrar um pouco sim de música "Disco", que nada mais foi do que um derivado da soul music, e vai perceber a levada de jazz, mas não se esqueça que os caras estavam nos idos de 79 e perceba nos detalhes do som a singularidade desta super banda.

Que bom poder postar aqui sem patrulhamento prq em alguns lugares onde levei o Quincy Jones (maestro sabe?) só faltaram me linchar prq lá não era lugar pra esse tipo de som, qdo tentei explicar como só um idiota como eu faz, piorou, aí que neguinho "purista" como eu chamo se agigantou: - que é isso? é musica de "preto"?, que num sei o que!!!, "fora com o Dead" e tal e isso não desceu até hoje, não por mim, prq o que sei não dependo desses burros musicais pra nada e não perdi nada, mas é o tal patrulhamento ideológico, que não só perseguiu judeus, como negros, asiáticos, altos, baixos, magros, gordos, que porra de gente perfeita é essa que acha que pode tudo?

Música é música e hj eu vejo muitos publicando discos que nem sabem a história e nem de onde veio, mas tem um nome diferente "deve ser bom", rs, eu me rio da imbecilidade deles e graças ao Mauri, aqui eu posto pra quem tem bom gosto aquilo que acho de melhor sempre; pois foi ele que me cobrou o Stuff e olha que rodei pra achar dois discos dos caras, se vc souber de outros vamos postar por aqui se quiser compartilhar, senão vou procurando como faço e pode demorar, mas chega, se existe, eu acho!
The Tracks:
1. Mighty Love (4:50) [Jefferson, Hawes, Simmons]
2. Dance With Me (4:21) [J.Hall, J.Hall]
3. Since You've Been Gone (Baby, Baby, Sweet Baby) (4:54) [A.Franklin, T.White]
4. Always (5:47) [Richard Tee]
5. Stuff It (:48) [C.Dupree, G.Edwards]
6. Love Having You Around (3:57) [S.Wonder, S.Wright]
7. Rainbows (4:01) [Richard Tee]
8. Gordon's Theme (6:52) [Gordon Edwards]
9. Takin' About My Love For You (4:54) [G.Edwards, D.Smyrl]
10. Do It Again (2:24) [Stuff]

O arquivo é grande prq está em 320kbp/s e não quis modificar, mas vale cada minuto do seu download e se por acaso não for sua praia, ouça pelo menos porque os caras são considerados os melhores do mundo e sem holofotes; só no som.

Enjoy Stuff It!!!!!!!!!!!

23/10/2009

Paice Ashton Lord - Malice in Wonderland

Paice, Ashton and Lord was a rhythm and blues, funky-soul, rock band founded after the break-up of the British band Deep Purple in 1977. Ian Paice and Jon Lord, Deep Purple's drummer and keyboardist, joined friend Tony Ashton, a British keyboardist and singer, for this project; the band was completed with Bernie Marsden on guitar and Paul Martinez on bass.

Lord had joined Ashton previously to record the album The First Of The Big Bands in 1974. There was a BBC Live In Concert recording of this event that year. Ashton also collaborated on Lord's Gemini Suite project in 1971, in which he sang lead vocals on the first song. He took part in more of Lord's solo works and also in some of Deep Purple bassist Roger Glover´s solo projects. Ashton was also invited to participate in the Wizard's Convention editions 1, 2 and 3. One album was recorded as PAL, and also a video in which you could see the band recording their first album in the studio recording sessions. Called "Lifespan", they explain what were the inspirations & meanings of some of the songs. A follow-up was planned but never released.

The name of the first album was Malice in Wonderland and was released in 1977. It was re-released on CD in 2001 by Purple Records, and now includes thirty minutes of demos from the unreleased second album. A live DVD was due for release in late 2006.

Despite some critical appreciation, the album was not a great success. After Ashton broke his leg falling off a stage, the group was wound up. Lord, Marsden and later Paice enlisted in David Coverdale's Whitesnake. Martinez joined Stan Webb's Chickenshack for a short time,before joining John Otway for one album and going on to play with Robert Plant. Later on, Paice played in Gary Moore's band before he and Lord joined the re-formed Deep Purple in 1984, where Paice remains to this day. Ashton died of cancer on 28 May 2001

Original Album: 1/ Ghost Story, 2/ Remember The Good Times, 3/ Arabella, 4/ Silas & Jerome, 5/ Dance With Me Baby, 6/ On The Road Again, Again, 7/ Sneaky Private Lee,
8/ I'm Gonna Stop Drinking Again, 9/ Malice In Wonderland.

Bonus Tracks From Unreleased Second Album: 10/ Steamroller Blues, 11/ Nasty Clavinet, 12/ Black And White, 13/ Moonburn, 14/ Dance Coming, 15/ Goodbye Hello LA,
16/ Untitled Two, 17/ Ballad Of Mr Giver.

;)download

t+.....

22/10/2009

Billie Holiday - Collection and "Strange Fruit"

Há alguns dias o amigo Omar Bocazzi me enviou a letra traduzida da já famosa mas esquecida musica de Lewis Allan na voz de Billie Holiday e aquilo me reacendeu a verve em escrever mais um pouco sobre como nós humanos somos, se é que muitos de nós somos humanos.

O Blues que escrevo sempre com maiúscula, é pra mim todo o lamento de uma nação, de um povo, de uma cultura e como já disse anteriormente os primeiros registros da palavra foram conseguidos por historiadores, relacionados sempre ao lamento e o pranto de uma familia que enquanto escrava, nas fazendas do sul do eua, via algum de seus entes pendurado ou empalado vivo pra servir de exemplo, e como eram proíbidos de chorar pelos capatazes, emitiam lamentos em forma de música e assim nasceu o Blues.

Tb existe um registro que uma professora, rejeitada em seu amor, escreveu em seu diário que aquele dia ela sentia o "Blues" em sua alma, e esse escrito é tb dessa época o que relaciona pra alguns o Blues com a dor e o sofrimento da alma. Qdo postei e fiz observações, Omar me enviou esta tradução, e pensei como usá-la, de que forma fazer o melhor que posso, já que não mudo o mundo, tento me mudar, e como o beija-flor posso não apagar o incêndio na floresta com a água do bico, mas tento fazer minha parte.

Estranho Fruto

Árvores sulistas têm um estranho fruto,
Sangue nas folhas e sangue na raiz,
Corpo negro balançando ao sopro da brisa do Sul,
Fruto estranho pendente em álamos.
Cena pastoral do Sul galante,
Os olhos esbugalhados e a boca torcida,
Perfume de magnólia doce e fresco,
E o súbito cheiro de carne queimada!
Eis um fruto para os corvos bicarem,
Para a chuva arrancar, para o vento sugar,
para o sol apodrecer, para uma árvore deixar cair,
Eis uma estranha e amarga colheita''


É verdade, não se trata de Blues; da forma que nos habituamos a ouvir... mas é puro Blues pela letra, pela interpretação.
Reza a lenda que Billie Holiday não se continha e chorava a cada vez que interpretava essa musica. Strange Fruits - Billie Holiday – Gravação de 1940

"Southern trees bear strange fruit,
Blood on the leaves and blood at the root,
Black bodies swinging in the southern breeze,
Strange fruit hanging from the poplar trees.
Pastoral scene of the gallant south,
Of the bulging eyes and the twisted mouth,
Scent of magnolias, sweet and fresh,
Then the sudden smell of burning flesh.
Here is fruit for the crows to pluck,
For the rain to gather, for the wind to suck,
For the sun to rot, for the trees to drop,
Here is a strange and bitter crop"

- music and lyrics by Lewis Allan, ©1940

Conta a história dos estranhos frutos que cresciam nas árvores do Sul dos Estados Unidos, quando negros eram perseguidos e linchados sob as vistas e aplausos de centenas, milhares de pessoas, todas brancas.

Sou assim a flor da pele e muitas vezes prefiro ser um viejo lobo solitário, do que humano como os que seguem descritos abaixo. Mas nem por isso só os negros são bons, em todas as cores existem bons e maus.
Estes textos são da Wikipédia, mas os retirei de um blog que não achei mais o endereço por não ser de meu contato, foi ao acaso procurando algo de BH que servisse pra quem quiser conhecer ou ter um resumo da obra dessa cantora, que chorou como ng a dor de sua raça, a raça humana.

São 03 cds, em gravações originais, de uma das maiores vozes da música mundial e que até hj ecoam pelos quatro cantos do planeta e tb aqui na alcatéia, hj triste por tantos dissabores, mas sarando as feridas pras próximas batalhas.
LINCHAMENTOS DE NEGROS
Esssas cenas eram comuns... e nesse endereço vocês irão encontrar fotos desses linchamentos.
http://www.americanlynching.com/pic1.htm
Pergunto a vocês... são ou não são estranhos frutos?

Linchagem, linchamento ou lei de Lynch é o assassinato de um indivíduo, geralmente por uma multidão, sem procedimento judiciário legal e em detrimento dos direitos básicos de todo cidadão.

Muitos autores atribuem a origem da palavra ao coronel Charles Lynch, que praticava o ato por volta de 1782, durante a guerra de independência dos Estados Unidos da América, ao tratar dos pró-britânicos. Entretanto, é mais seguidamente atribuída ao capitão William Lynch (1742-1820), do condado de Pittsylvania, Virgínia, que manteve um comitê para manutenção da ordem durante a revolução, por volta de 1780.

A « lei de Lynch » deu origem à palavra linchamento, em 1837, designando o desencadeamento do ódio racial contra os índios, principalmente na Nova Inglaterra, apesar das leis que os protegiam, bem como contra os negros perseguidos pelos "comitês de vigilância" que darão origem ao Ku Klux Klan. No sul, é a desconfiança da lei e a reivindicação de anarquia que favoreceram seu desenvolvimento.

Nos Estados Unidos, antes da Guerra Civil, o linchamento era usado principalmente contra defensores dos direitos civis, ladrões de cavalos e trapaceiros. No entanto, por volta de 1880, seu uso se expandiu para grupos de status social supostamente mais baixo, como negros, judeus, índios e imigrantes asiáticos.

A prática do linchamento ficou particularmente associada ao assassinato de negros no sul dos Estados Unidos no período anterior às reformas dos direitos civis da década de 1960. Menos de 1% dos participantes de linchamentos nos EUA foram presos. Mais de 85% dos estimados 5000 linchamentos do período posterior à guerra civil ocorreram nos estados do sul, mas o problema era nacional, com um ápice em 1892, quando 161 negros foram linchados.

fonte: Wikipedia
A KU KLUX KLAN
Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apóiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento a outras religiões. A KKK, em seu período mais forte, foi localizada principalmente na região sul de tal país, em estados como Texas e Mississipi.

A primeira Ku Klux Klan na verdade foi fundada por 60 amigos da cidade de Pulaski, Tennessee, em 1865 após o final da Guerra Civil americana. Seu objetivo era impedir a integração social dos negros recém-libertados, como por exemplo, adquirir terras, ter direitos concedidos aos outros cidadãos, como votar. O nome, cujo registro mais antigo é de 1867, parece derivar da palavra grega kyklos, que significa 'círculo, anel', e da palavra inglesa clan (clã) escrita com k. Devido aos métodos violentos da KKK, há a hipótese de o nome ter-se inspirado no som feito quando se coloca um rifle pronto para atirar.

Em 1872 o grupo foi reconhecido como uma entidade terrorista e foi banida dos Estados Unidos.

O segundo grupo que utilizou o mesmo nome foi fundado em 1915 (alguns dizem que foi em função do lançamento do filme O Nascimento de uma Nação, naquele mesmo ano) em Atlanta por William J. Simmons. Este grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes. Este grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus "inimigos". Chegou a ter 4 milhões de membros na década de 1920, incluindo muitos políticos. A popularidade do grupo caiu durante a Grande Depressão e durante a Segunda Guerra Mundial.

DECADÊNCIA DA KKK
A perda de respeitabilidade da Ku Klux Klan, unida a divisões internas, levou à degradação de seu público, apesar de a organização continuar a realizar expedições punitivas, desempenhando por exemplo o papel de supervisora de uma agremiação de patrões contra os sindicalistas, cuja cota estava em alta depois da crise de 1929.

Nos anos 1930, o nazismo exerceu uma certa atração sobre a Ku Klux Klan. Não passou disso, porém. A aproximação com germanistas foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo". Só faltava o tiro de misericórdia ao império invisível. Em 1944, o serviço de contribuições diretas cobrou uma dívida da Klan, pendente desde 1920. Incapaz de honrar o compromisso, a organização morreu pela segunda vez.

Apesar de diversas tentativas de ressurreição (num âmbito mais local que nacional), a Ku Klux Klan não obteve mais o sucesso de antes da guerra. As mentalidades evoluíram. A ameaça de crise estava a partir de então descartada, tendo o soldado negro mostrado que era capaz de derramar tanto sangue quanto o branco.

Finalmente, o "traidor" Stetson Kennedy contribuiu para desmistificar a organização, liberando todos os seus segredos no livro "Eu fiz parte da Ku Klux Klan". Alguns klanistas ainda insistiram e suscitaram, temporariamente, uma retomada de interesse entre os WASP (sigla em inglês para protestantes brancos anglo-saxões) frustrados, que não compunham mais a maioria da população americana.
Nos ano de 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões, e cruzes se acenderam. Seguiram-se batalhas, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais). Os klanistas tentaram se reciclar no anticomunismo, combatendo os índios ou atenuando seu anticatolicismo fanático.

Mas nada surtiu grande efeito e o declínio da Klan já tinha começado desde o fim dos anos 1960, época em que só contava com algumas dezenas de milhares de membros. Depois, podia-se tentar distinguir os Imperial Klans of America dos Knights of the Ku Klux Klan, ou ainda dos Knights of the White Camelia, alguns dos vários nomes das tentativas de ressurgimento.

Mas os klanistas não eram mais uma organização de massa. Apesar das proclamações tonitruantes e de provocações episódicas, as "Klans" não reuniam mais do que alguns milhares de membros, comparáveis assim com outros grupelhos neonazistas com os quais às vezes mantinham relações. A organização não parece estar perto de renascer uma segunda vez.

Hoje a Ku Klux Klan, conta apenas com um efetivo de 3 mil homens em todos os estados confederados, apesar do baixo número de associados, muitos não associados apoiam a organização.

fonte: Wikipedia


Obs: Me desculpem, não é algo alegre, nem que cause orgulho, mas acho eu que não pode ser deixado de lado.
Apesar disso vc terá mais de 200 mbs de boa música de Billie Holiday, aproveite!!!!!

21/10/2009

U2 - Bootleg - Live in New Jersey - 24-09-2009

Se tem um cara que tá perdendo o juízo eu começo a achar que esse cara sou eu!

Mas é de fácil explicação, nós somos perseguidos, deletados, cassados e agora querem cortar o acesso a internet de que faz downloads "ilegais", ré,ré,ré; e eu como todo bom lobo que se preza (bom? eu?)acho um show desses caras e dos mais recentes e posto antes um pouco deles lançarem seu novo disco!!!!

Não, sem essa de herói ou arrojado provocador, é que o Alberto da Rock Fly voltando de suas férias no Caribe (é pra quem pode né?)me deu uma dica que eu nem me lembrava; o U2 tá com som novo na praça no fim do mês, com uma puta de uma mídia, vídeo na net e o escambau e como aqui na toca, a alcatéia não tá nem aí se mais um disco ou menos um vai fazer a gente sair em disparada qqr dia desses pras montanhas, porque não?

Dá uma olhada só nesse vídeo se ainda não viu e se liga como são fraquinhos os caras,rs.

Caraca! Eu gosto de U2 praca, e sempre gostei, nunca me esqueço daqueles clipes grotescos do início deles na tv, principalmente de "Sunday Bloody Sunday" , que foi gravado numa espécie de caverna com tochas e sei lá mais o quê; mas o importante ali era a mensagem contra um massacre ocorrido na Irlanda que manchou de vermelho as ruas daquele pequeno país.

País esse que por incrível que pareça vê crianças católicas serem proibidas de passarem por bairros de protestantes pra irem a escola e vice-versa ao contrário ídem!!!
Qdo os ouvi pela primeira vez notei que eram diferentes, tinham uma pegada punk num rock feroz, uma levada negra em baladas longas, e um diferencial ainda maior "Eles se importavam com os outros".

Tá, tá, vc vai dizer que era estratégia de marketing, ou qqr coisa que o valha, mas até hoje o Bono é considerado um chato prq vive denunciando tudo que o progresso traz de mal como: "mortes de focas a pauladas pra não estragar as peles pras madames"; "perseguição racial na Africa onde as mulheres são violentadas prq se acredita que com isso se cura a aids nos estupradores"; a fome na mesma Africa e etc, etc, e etc.Só me responda uma coisa: Onde ele está errado?

Errado somos nós que nada fazemos enquanto isso ocorre, enquanto meninas são brutalmente feridas pra retirada do "clitóris", num ritual macabro onde os pais as seguram com as pernas abertas e um "ancião"da comunidade de posse de uma pedra pontiaguda, aleija a menina pra que não tenha desejos sexuais e peque contra algum tipo de deus.
Obs: atenção, isso é só a grosso modo sem conotação técnica até mais como desabafo,mas se alguém quiser posso postar tudo o que falei com dados técnicos e comprovados com imagens.

Por isso, corro mais um risco, e que se lixe o que der, gosto dos caras, eles estão cada vez melhores, tem poucas bandas que conseguem uma levada como a deles e poucos músicos são tão amados e queridos por seus pares e por seu público.LONDON (Reuters) – U2 will stream an entire concert live on the YouTube video sharing site this weekend, the Irish band said on their website. Sunday's show at the Rose Bowl in California is already a sellout, with an audience of 96,000 expected, and U2 said it would be the first time for such a large show to be streamed live.

"The band has wanted to do something like this for a long time," said manager Paul McGuinness in a statement.

"As we're filming the LA show, it's the perfect opportunity to extend the party beyond the stadium. Fans often travel long distances to come to see U2 -- this time U2 can go to them, globally."

Google Inc's YouTube will stream the concert across five continents, and two replays will be available after the live feed -- on www.U2.com and YouTube.

The band behind hits like "Beautiful Day" and "Sunday Bloody Sunday" kicked off the U2 360 Tour in Barcelona in June and has boasted high attendances by using a circular platform that can be viewed from all sides of arena.

YouTube has had an uneasy relationship with the record industry in recent years, with labels arguing that popular social networking and online video sites should pay them more for the right to feature their artists.

At the same time they recognize the importance of maintaining their presence on sites that help shape young fans' musical tastes.

(Reporting by Mike Collett-White; Editing by Steve Addison)
Tracklist:
01 - Intro
02 - Breathe
03 - Get On Your Boots
04 - Mysterious Ways
05 - Beautiful Day
06 - No Line On The Horizon
07 - Magnificent
08 - Elevation
09 - I Still Haven't Found What I'm Looking For
10 - Unknown Caller
11 - Until The End Of The World
12 - Stay (Faraway, So Close!)
13 - The Unforgettable Fire
14 - City Of Blinding Lights
15 - Vertigo
16 - I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight
17 - Sunday Bloody Sunday
18 - MLK
19 - Walk On
20 - One
21 - Where The Streets Have No Name
22 - Ultra Violet (Light My Way)
23 - With Or Without You
24 - Moment of Surrender

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

20/10/2009

Rush - "O início de tudo"

Quem gosta de boa música e nunca tentou copiar os agudos de Geddy Lee que atire seu vinyl pela janela,rs.
Acho que de uma certa geração em diante pipocaram algumas bandas fantásticas e maravilhosamente diferentes de tudo que chegava ao Brasil e o Rush não foge a linha; um trio? Só três caras? Não, isso era impossível, faltava algo nas capas, deve ser golpe publicitário....e cadê imagens e informações pra gente tirar as dúvidas?

Aquela molecada andando com seus bolachões em baixo do braço pra baixo e pra cima, tocando na casa dos outros e os outros em casa e aquela zona alegre das descobertas dos sons, que delícia.Esses dias eu li alguns releases brazucas e ainda vou tocar nesse ponto, prq procurava coisas na Itália, e ao ler por aqui que as bandas de lá não vingaram prq não tinham mercado e blá e blá, me deixaram estarrecido, e olha que esse Lobo já leu e viu um pouco de tudo, mas qdo postar os italianos que quero e que já achei 3 de seus 05 discos, falo melhor sobre isso.

Não é que não havia mercado, éramos nós que tínhamos um efervescência que não deixava quietos em lugar algum, e eu mesmo com uma banda formada e indo bem saí e fui fazer parte de outra que mal tinha instrumentos e aí reside o que residia à época das descobertas por nós jovens amantes da música.

Mas o Rush é uma grata excessão e que bom eles continuarem de onde outros pararam e que maravilha os termos pra ilustrarem nossas vidas e nas caminhadas noturnas e sem luz, o Viejo Lobo trouxe pra toca o que pode se considerar o primeiro EP de 7" do Rush e em sua primeira formação e sua história no original como peguei,ré,ré,ré.
"Essa formação contava com o baixista e vocalista Geddy Lee ( Gary Lee Weinrib nascido no dia 29/07/1953 em Toronto - Canadá ), o guitarrista Alex Lifeson ( Alex Zivojinovich nascido no dia 27/08/1953 em Surnie - Canadá ) e o baterista John Rutsey, companheiros de escola.
Esta formação tocava covers de bandas de hard rock como Led Zeppelin e Cream no circuito de clubes de Toronto. O nome Rush foi sugerido pelo irmão do baterista John Rutsey

o primeiro single da banda, de 1973. Lançado em 7″e com apenas 1000 cópias, sendo que algumas vinham com ‘Not For Sale(Proibida a Venda)’ estampado na capa. Este single é, original, uma das maiores, senão a maior, raridade numa coleção de Rush. Gravado e distribuído pela Moon Records, gravadora criada pelos integrantes da banda devido a falta de apoio de outras, o single nao alcançou o sucesso que Geddy, Alex e John esperavam.

Composto por duas músicas, um cover e uma composição creditada a John Rutsey e Geddy Lee, o trabalho mostra o começo hard rock desta maravilhosa banda que até hoje toca impecavelmente nos palcos do mundo todo.
No lado ‘A’, “Not Fade Away”, música de Buddy Holly, cuja interpretação mais famosa é a dos Rolling Stones.

Apresentação em 1964 dos Stones.

A típica música rock dos anos 60.
Amor, garotas e um ritmo bem pop e agradável aos ouvidos mais leigos e menos acostumados a complexidade atual da banda. Cover muito bem feito, com a voz ao estilo Robert Plant de Geddy nos anos 70, e uma linha de baixo um pouco mais complexa assinada por ele mesmo. Um pequeno solo de guitarra ao estilo Jimmy Page no final, e viradas de bateria muito bem colocadas e bem feitas, com um timing maravilhoso do querido John Rutsey (D.E.P.).

A segunda música, no lado ‘B’, é “You Can’t Fight It”, composição da banda. Com pouco mais de 2 minutos e um maravilhoso solo de guitarra com toda a maestria de Lifeson ao meio dela, é o típico rock’roll setentista. A letra diz que não se pode lutar contra o rock, pois ele é desprovido de controle. E é isso que vemos neste single.

Duas músicas mostrando a liberdade do rock adolescente dessa época. Com certeza, duas ótimas músicas
que serviriam de introdução ao primeiro álbum, Rush, que os lançaria ao estrelato norte americano, e depois ao mundo.


Faixas:
1. Not Fade Away (Buddy Holly) *Cover – 3:18
2. You Can’t Fight It (Rutsey, Lee) – 2:54

Obs: Não é do meu acervo, mas assim que descobrir de quem é de verdade a primeira postagem darei os devidos créditos; é que um postou, outro assina e outro subiu e se não fosse pouco no arquivo ainda veio o nome de um quarto, que salada,rs!!!

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

19/10/2009

1992 - Guitar Legends "Expo in Sevilla"

Adoro ganhar presentes!!!!!!
Ré,ré,ré, até parece que ninguém sabe né?

Mas os presente são interessantes, pra as vz vêm em horas que vc está em conflito com valores, vendo pessoas agindo pelas suas costas e mesmo vc não devendo absolutamente nada pra esses fdps, eles continuam a torrar o saco.

Vc acredita que um camarada que agiu numa trairagem duca comigo fica convidando meu filho pra se associar ao orkut dele e fazer parte do blog do tal? Toda hora ou melhor quase todo dia, o cara que me deu uma facada depois de eu tê-lo como irmão e amigo, agora fica de ti-ti-ti com amigos meus falando de mim e ainda tentando levar meu filho pra lado dele!!!!!!
Será que ele pensa que o Lobo aqui formou suas crias como ele? Será que passa pela cabeça dele que um filho meu seria tão traíra ou tralha como ele que me deixaria por causa do brilho(que ele acha que tem) seu blog?
Passa pela cabeça de uma criatura dessa que alguém que conviva comigo de verdade vá me trair como ele trai todos que passam por sua vida e ainda se lamenta dizendo que não sabe prq o deixam se ele é tão bom; e não percebe que acaba sempre só ou se não solitário com pessoas que só usam o espaço, mas não amam o que fazem por ele e sim por eles próprios?
As vz o ser humano desce tão baixo que eu que frequento os mais escuros porões do universo, ainda me espanto o quão baixo um dito ser humano pode descer,rs

Fiz mais esse desabafo, pra poder valorizar uma verdadeira amizade, sem interesses, feita por amor e com muito carinho, coisa que incomoda e muito esses lixos que comentei acima, e pra valorizar mesmo o respeito mútuo que existe entre este Lobo e o Diego, o Dio e a Lu além do Mancini que só aparece na folha de pagto, trampar que é bom nada, rs.
Recebi este presente deles e queria dividir com vcs meus amigos, meus irmãos e irmãs, aqueles que amo por aqui vírem e ainda perderem seu tempo lendo reminiscências de um Viejo Lobo com séculos de estrada.

Estou muito agradecido à minha família do Então era Wilson e com muita gratidão e emoção, lágrimas de alegria correm pelo peito desse peregrino e confortam as facadas pelas costas que mal chegam a riscar qto mais machucar, mas são citadas pra neguinho num pensar que é esperto, tô de olho e a hora que o barraco cair não diga que não avisei, melhor seria me deixar quieto!!!!!

Bom chega né?
Vamos ao presente que é o que importa!!!!!!!!!


Dar presentes é uma das coisas mais bacanas que existem. Recebê-los é mais legal, é verdade, mas…

Dá uma olhada nesse vídeo aí:



Preciso dizer mais alguma coisa? Não né?! Só um “bom download” e até a próxima…

Exibir álbum completo
PS: Esse post é dedicado ao meu mano, bruxo, meu amigão Dead Or Alive, que apesar de estar torcendo para o meu time não ser campeão no final do ano, merece muitos e muitos presentes! Diego

Donwload : senha/pass: erawilson

16/10/2009

Il Divo - at Coliseun

Quando tomei o primeiro contato com esses jovens "cantantes" fiquei como muitos, impressionado, porque a questão não é cantar só; mas unir quatro vozes completamente diferentes, quatro temperamentos completamente diferentes, quatro seres humanos completamente diferentes e de nacionalidades tb diferentes e fazer dar certo.

O talento vocal desses rapazes já merecia estar aqui na galeria da alcatéia, mas como sempre digo, vou colocando um quadro, depois outro e alguns vão ficando não por serem menos importantes, simplesmente porque o Viejo Lobo não consegue e não quer postar tudo de uma vez, não tenho costume de me obrigar a fazer "x" posts por mês ou "x"posts por semana; porque como um artista que pensa sua tela ou sua música (e até saiu uma reportagem muito interessante que o mestre Van Gogh, fazia esboços de seus quadros mais famosos derrubando por terra a "tese de doutores da arte" que ele fazia tudo de improviso) também penso o que vou dividir hoje.

Se ele que era ele não fazia, prq eu deveria?
Faço sim por emoção, por impulso de algo que já conheço e gosto, não tem um só post aqui no "Som Mutante" que eu não tenha ouvido e gostado, não tem um só álbum que eu não tenha tido um contato com a obra e como foi feita, porque senão simplesmente seria um repassador como muitos e não quero ser como muitos.O meu respeito pelos que aqui visitam e por aqueles que já fazem parte da alcatéia é tamanho que procuro sim o que acho de melhor da música mundial, pois isso me dá prazer, mesmo as vezes não agradando todos mas fazendo o possível pra apresentar o que conheço de melhor e aí entra o "Il Divo".

Que nome pra um grupo vocal masculino não?
Até pra quem tem muito contato com a "velha bota" me chamou a atenção logo de cara e fui seguindo a carreira deles que começou por volta de 2004 e o que se nota e impressiona é que pelo mundo afora, vários cantores e "cantantes" surgiram como "Andrea Bocceli" só pra dar um exemplo, mas poucos como ele mesmo se mativeram no mesmo nível ou melhor e quatro jovens? Será que viraria?

Mas o talento, a amizade e a direção deles foi tamanho que os mantém juntos e a cada vez melhores.

Carlos o barítono espanhol, e uma figuraça com seu jeito de galã de novela das 8, mas qdo abre a boca pra falar é uma simpatia e ao cantar poucos hoje alcançam as notas que ele canta.

David poderia ser chamado de "Il Castrati", porque em épocas passadas meninos eram castrados pra manterem suas vozes finas como de um adolescente e assim atingirem agudos absurdos, mas além de agudos, ele passa pelos médios e alcança os graves com uma facilidade que só os gênios conseguem e sem precisar ser mutilado pra agradar a poucos.
Sebastien seria o peixe fora d'agua, ele era um cantor pop françês e cantava claro músicas pop, mas a graça de sua tonalidade e seu carisma o fazem uma espécie de líder e práticamente tudo começa e passa por ele e quase sempre é ele quem abre e encerra as músicas além do que é o mais afetivo ao público.

Já Urs, é algo entre todos, não tem a potência do barítono, nem a profundidade do tenor, mas consegue navegar entre todos com algumas notas abaixo e outras acima e se tornar as vezes inaudível!!!
Sim parece que ele não está lá, mas qdo vc os vê ao vivo percebe a importãncia e o talento desse jovem.

Bem, já deu pra perceber que sou um fã e me orgulho disso, e aqui está o áudio da apresentação no Coliseu de Roma, onde tantos morreram por sua fé, ou por serem contrários aos imperadores da época.
Num local onde tanto sangue foi derramado agora se vêem sendo derramadas lágrimas, mas de alegria e emoção, porque estes quatro rapazes conseguem elevar ao máximo as emoções dos que gostam.

Mas ao meu ver, eles navegam muito bem do pop ao clássico,passando pelo romãntico sem se tornarem bregas e ao montar este post os estou ouvindo na entrevista que está junto e onde eles contam um pouco de suas vidas misturadas com suas principais músicas e sobre este show específicamente.Seguem releases favoráveis e nem tanto, mas o que importa pra mim é que cada um tire sua própria conclusão prq opinião e vida cada um tem uma,rs (ía falar outra coisa mas me contive, prq o cara abaixo fala tanta m.....que nem sei, mas....que seja!)
Il Divo é o nome do quarteto musical que tem como integrantes o suíço Urs Bühler (tenor), o norte-americano David Miller (tenor), o francês Sébastien Izambard (voz popular) e o espanhol Carlos Marín (barítono).

Idealizado pelo britânico Simon Cowell, o Il Divo é bastante comparado aos Três Tenores, mas difere destes por terem um desempenho de menor qualidade técnica, preferindo mais uma mistura de música clássica com pop, o que permite aos cantores explorar sua menor capacidade vocal e mostrar um lado mais parecido com as boybands norte-americanas.

Conhecidos por cantar novas versões de clássicos da música internacional, o grupo já gravou três CD's. No Brasil, a música Regresa a Mi (uma versão em espanhol de Unbreak My Heart, conhecida na voz de Toni Braxton) tornou o grupo bastante conhecido por ter sido incluída na trilha sonora de uma novela do plim plim.

O quarteto também já cantou em conjunto com outros artistas, como aconteceu com Celine Dion na canção I believe in you, que fez parte da trilha do filme O Rei Leão, e com Toni Braxton em Times of our lives, tema do Campeonato Mundial de Futebol de 2006
.
Four of the greatest voices return on DVD. This DVD presents a beautifully shot performance set in the breathtaking arena, one of the world's best preserved Roman coliseums situated on the coast of the Adriatic Sea in Pula, Croatia.

Also included is The Promise - Il Divo in Conversation, an intimate interview with Carlos, David, Sebastien, and Urs revealing the rollercoaster ride of the past 5 years, their boldest album to date, and the excitement surrounding their world tour.
The operatic pop group Il Divo performs in a beautiful coliseum on the coast of the Adriatic in this stunning concert film. The world-famous quartet mesmerizes the crowd with an array of inspirational tunes, including "Amazing Grace," "The Power of Love," and "Hallelujah."

This live release also includes THE PROMISE - IL DIVO IN CONVERSATION, an in-depth interview with the artists about their world travels and collective creative process.

Da esquerda para direita na foto abaixo, quem é quem:
URS BUHLER, Tenor (Switzerland)
CARLOS MARIN, Baritone (Spain)
SEBASTIEN IZAMBARD Pop Singer (France)
DAVID MILLER, Tenor (USA)
01. Amazing Grace
02. The Power Of Love - La Fuerza Mayor
03. Hallelujah - Alelujah
04. The Winner Takes It All - Va Todo Al Ganado
05. Adagio
06. The Last Five Years
07. Touring Il Divo
08. Recording 'The Promise'
09. The Songs
10. The Future For Il Divo

Apreciem sem moderação!!!!!!!!!!!!!!!!!