31 de jan de 2011

Harmonium "Harmonium" 1974

Ao lembrar dessa jóia em meu baú, resolvi postá-lo, mas comecei pelo que mais gosto o qual está logo abaixo e tem um trabalho de capas lindíssimo, aliás não foi só a estrela de Roger Dean que brilhou e existe apesar dele ser endeusado capas maravilhosas e fora do padrão Dean, cada uma contando a sua maneira a forma como o artista vê as músicas de outros artistas.

Confesso, que essa é mais estranha do que bela aos meus olhos de leigo, mas como admirador e vivendo a música por muitas vezes como única companhia, aprendi a desenvolver a minha personalidade e ter meu gosto próprio.
Passava por muita vezes horas observando uma capa e tentando entender ou apenas admirar e pensava que se tivesse um dom como esse gostaria de usá-lo assim; capas de disco são as guardiãs de um tesouro qdo feito por amor, e devem ser tão belas qto os trabalhos que contém; o tempo infelizmente transformou o trabalho em mero mercantilismo e muitos que tem talento em obreiros da máquina "consumo" e a arte verdadeira acabou relegada à um segundo ou terceiro plano e hj vende muito mais "bundas e peitos"com nomes apelativos do que um belo quadro cuidando de um disco.

Ainda prefiro os últimos!!!!!!!

Ah!!!!! Antes que eu seja torrado na fogueira da inquisição, minhas camisetas tinham cada uma uma capa dos discos que Dean fazia retratadas, afinal ele sempre foi um mestre e sempre será, e seu trabalho é lindíssimo mas ainda farei alguns posts com capas de discos de outros artistas."Harmonium's first album was recorded as a trio.
Singer-guitarist Serge Fiori and guitarist Michel Normandeau wrote all the music and lyrics. Bassist Louis Valois completed the band.
A session drummer, Réjean Emond, appears on half of the songs.
Acoustic bass, 12-string guitar, and acoustic guitar constitute the main instrumentation, all topped by Fiori's delicate voice (singing in French).

Lyrical themes all relate to 1970s humanism. The music belongs to folk-rock with a progressive rock touch (this last trait would become stronger with each successive release), and could be compared to McKendree Spring or Fairport Convention. Harmonium includes "Pour un Instant" ("For a Moment"), which became a hit in the summer of 1974 in Québec and remains to this day the best-known song of the band, enjoying constant radio airplay. "Harmonium," "Aujourd'hui, Je Dis Bonjour à la Vie" ("Today, I Say Hello to Life"), and "Un Musicien Parmi Tant d'Autres" ("One Musician Among Many Others") have been standard singalongs around campfires for decades and remain some of the first songs any young Québecois starting on guitar will learn to play.

The CD reissue includes an extra track, "100,000 Raisons" (first released as the B-side to "Pour un Instant"). Musically speaking, Harmonium is the less developed, less ambitious opus of the band, but the more representative of Québecois culture at the time (the aesthetic is similar to Beau Dommage and Paul Piché, other key artists of 1970s Quebec). That is probably why it remained the most popular in Québec, but the least popular elsewhere. ~ François Couture, All Music Guide"

Personnel
Serge Fiori – lead vocals, backing vocals, acoustic guitar
Michel Normandeau – backing vocals, acoustic guitar
Louis Valois – bass guitar

Side one
"Harmonium" (Serge Fiori, Michel Normandeau) – 6:36
"Si doucement" (Fiori) – 4:25
"Aujourd'hui, je dis bonjour à la vie" (Fiori) – 5:44
"Vieilles courroies" (Fiori, Normandeau) – 5:47
"100,000 raisons" (Fiori, Normandeau) – 3:42
Not on the original vinyl, it was introduced in the reedited CD.

Side two
"Attends-moi" (Fiori, Normandeau) – 4:40
"Pour un instant" (Fiori, Normandeau) – 3:21
"De la chambre au salon" (Fiori) – 5:43
"Un musicien parmi tant d'autres" (Fiori) – 7:05

Postado originalmente em 27/07/09, repostando com link ok à pedidos,rs

Apprécier!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

30 de jan de 2011

L'Uovo Di Colombo

Este é um daqueles posts que eu gostaria de ter feito, mas como é impossível postar tudo que se gosta é bom ou se tem, sempre ficarão de fora muitos e aí é que vem a parte que mais gosto.

Meter as patas nos blogs dos amigos e trazer pra cá posts maravilhosos como este. Em primeiro pela minha paixão pela música produzida na Itália e principalmente nos anos 70 e depois por realmente ser um disco que vale a pena e não como muitos que só são postados prq tem nomes esquisitos ou chamam a atenção e aquele que postou nem imagina quem é ou significa pro cenário musical.

O Mercenário acertou mais uma vez, só que eu não tenho mesmo vergonha na fuça, e por isso acrescentei mais capas originais do cd tb e imagens do vinyl, além de um texto muito bem redigido pelos "amici italiani" e espero que ele não se zangue pensando que tentei fazer melhor, o que não é verdade, só fiz com o post dele o que faço com o de outros que pra cá trago e coloquei mais alguns adereços afim de que brilhem mais ainda e como forma de agradecimento.

É isso, no mais é curtir um som fantástico lendo esta resenha do Mercenário, que pelo jeito está virando um saudosista como nós lobos, e isso é muito bom, mais nostálgicos para o meio,rs."É com imenso prazer que finalmente divulgo essa verdadeira jóia do progressivo Italiano. Não sei o motivo, mas esse álbum deveria ser uma das minhas primeiras postagens nesse Mukifu, mas por razões que desconheço foi ficando "esquecido" no meu acervo.

Certamente alguns dos ouvintes da saudosa e genial Rádio Eldo Pop, que ainda não conhecem a banda pelo nome, vão adorar essa postagem, pois logo na abertura 'L'indecisione' vão poder degustar e relembrar dos bons e velhos tempos. Os 'diabólicos' teclados de Enzo Volpini aliados a feroz bateria de 'Ruggero Stefani' são absolutamente inesquecíveis! São realmente de arrepiar.

L'Uovo di Colombo é mais uma daquelas excelentes bandas de progressivo que infelizmente dissolveu-se após o lançamento do seu primeiro e único álbum. A banda faz um progressivo encorpado, criativo e com personalidade, porém não deixa escapar, aqui e ali, uma forte influência do 'Le Orme' e 'ELP' o que na verdade, torna a sonoridade da banda ainda mais atraente, dada sua sábia e contida utilização.
A banda era, por assim dizer, perfeita e tudo indicava que teria um futuro brilhante e grandioso. O entrosamento de seus integrantes era quase 'mágico', tudo muito bem "amarrado", sem brechas e sempre capaz de surpreender o ouvinte com belíssimos arranjos e temáticas melódicas variadas e belas, fundindo com excepcional bom gosto o progressivo, o clássico e uma pitada de jazz, com absoluta criatividade e desenvoltura, podendo mencionar algumas faixas como; 'L'indecisione', 'Anja', 'Consiglio', 'Visione Della Morte', que certamente ratificam minha opinião.

A Grande competência e genialidade de seus integrantes resultou e até mesmo originou-se de numa longa experiencia profissional com algumas outras bandas italianas de renome. O vocalista 'Toni Gionta' (que posteriormente passou a utilizar-se de seu verdadeiro nome 'Tartarini') foi mais tarde integrante da banda 'Cherry Five' (na verdade 'Oliver') banda que antecedeu o 'Goblin' (para saber mais leia a postagem relativa ao Goblin). Quanto aos monstruosos 'Enzo Volpini' (tecladista) e 'Ruggero Stefani' (baterista)estes já haviam participado da banda 'I Fholks' com alguns dos futuros membros do que mais tarde seria a banda 'Reale Accademia di Musica'.

Outro integrante da banda que merece uma menção especial é o baixista e guitarrista 'Elio Volpini'. O cara é muito competente e domina os dois instrumentos com absoluta criatividade e desenvoltura. Alguns de seus excelentes momentos podem ser constatados no final da faixa 'Turba' e na faixa 'Consiglio' dentre todas as demais faixas.

Espero que essa divulgação musical seja do agrado de todos, principalmente dos fiéis ouvintes da Eldo Pop.

MM"
"Based in Rome, L'Uovo di Colombo was another of those bands that just made an album without their record company support, so the band disappeared soon after the album release. Enzo Volpini and Ruggero Stefani had previously played together in I Fholks with future members of Reale Accademia di Musica, while Elio Volpini had been a member of Flea (on the Honey).

L'Uovo di Colombo is a great album, with the very good voice of Toni Gionta (his real surname was Tartarini and he was later the singer with Cherry Five) backed by a keyboard/bass/drums trio in perfect Le Orme style with occasional use of acoustic and electric guitar. The solid rhythm section and competent keyboard playing give the album a very high quality and the eight tracks are all perfectly enjoyable.Two album tracks were also released as a single, the opening track, L'indecisione and the instrumental guitar-driven Turba, but with no success. Among the other album tracks, a mention for Consiglio, with keyboards in evidence and a very good vocal part.

After the band's demise, drummer Ruggero Stefani joined Samadhi, then Mediterraneo and Gli Alunni del Sole.
Elio Volpini went back to his old cohorts of Flea to form the jazz-rock outfit Etna.
As said before, singer Gionta changed his name to Tony Tartarini and was briefly involved in Cherry Five.A rare album on blue EMI/Columbia label, housed in a distinctive laminated gatefold cover, L'Uovo di Colombo was first reissued in Japan in the 80's (Crime/King NAS 1419) and only in 2010 in Italy by AMS.
Some copies were released on the Odeon label (sometimes with a small sticker applied on the Columbia logo on the cover, otherwise a different cover with the Odeon logo was used), these were probably released at the same time as the Columbia ones due to shortage of labels, or intended for export, and had the same catalogue and matrix numbers.

No counterfeit exists.

Many thanks to Artur Siim, Guilherme Tofani and Claudio Pescetelli for some of the pictures and information included in this page."

http://www.italianprog.com/a_uovodicolombo.htm Musicisti:

Toni Gionta (vocals)
Enzo Volpini (keyboards, acoustic guitar, vocals)
Elio Volpini (bass, guitar, vocals)
Ruggero Stefani (drums, percussion, vocals)Musica:

01. L'indecisione
02. Io
03. Anja
04. Vox Dei
05. Turba
06. Consiglio
07. Visione Della Morte
08. Scherzo

Godetevi!!!!!!!!!!!

28 de jan de 2011

Trey Gunn "Untune the Sky"

Já postei bem no inicio um trabalho do Trey Gunn e repito, não é dos meus preferidos prq sou muito antiquado eu acho.
Ele é um perfeccionista, um experimentalista, um virtuose, um.......Bom faltam argumentos para citá-lo, e ainda assim ficarão faltando muitas citações.

Mais uma vez critico o Robert Fripp, prq gênio são os caras que ele acha, ele pode ser um ótimo descobridor de talentos, mas suas obras sem eles nada seriam e aí está mais uma prova do que falo.

O cara é mágico sim, faz o que quer no Crimson; mas ainda falta um pouco de espaço mas faz melhor que muitos.

Bem, aí vc me pergunta: Porque vc posta esse cara então?
Porque ele é muito bom, mas muito bom mesmo e quero mais é que todos percebam o talento desses caras que orbitam ao lado do tão enaltecido Fripp; não que ele não seja bom, ele é, mas excelentes são seus convidados.

Experimentem uma viagem com Trey Gunn e não deixe passar batida a "The Third Star", uma musica melódica, experimental, mas uma delicia de se ouvir, essa sim mais ao meu estilo.....realmente uma viagem ao som de uma voz gostosa e sexy, mas sem cair na breguice.

Ah!!!! não poderia deixar de citar que o Trey tb tem um talento fantástico em unir músicos fantásticos e com ele eles ficam bem a vontade, onde chamo a atenção para o Tony Geballe que gosto muito, o Pat Mastelotto que acredito ser um dos melhores do progressivo e claro o Robert Fripp que aqui está em seu devido lugar (ré,ré,ré); sem implicância, só uma brincadeira.Musicos:

- Trey Gunn / Warr guitar, Chapman stick, voice
- Bob Muller / drums, percussion, tabla
- Dave Douglas / trumpet
- Tony Geballe / saxophone, guitar, bağlama (Track 1)
- Joe Mendelson / guitar
- Pat Mastelotto / drums
- Bill Rieflin / drums
- Robert Fripp / organ guitarTrack List:

1. Sozzle (4:41)
2. The Glove (Live) (5:03)
3. Killing For London (6:27)
4. The Third Star (Alternate Mix) (3:43)
5. Take This Wish (Alternate Mix) (6:42)
6. August, 1997 (1:38)
7. Rune Song (5:40)
8. Puttin' On The White Shirt (7:59)
9. Brief Encounter (5:50)
10. Arrakis (5:21)
11. The Cruelest Month (9:00)
12. The Gift (4:15)
13. Hootenanny At The Pink Pussycat Café (2:10)

Obs: Repostando pela enésima vez mais um que acho não poder ficar de fora de nossa galeria lupina,rs (post original em 28/03/09)

Enjoy!!!!!!!!!!!!

25 de jan de 2011

V.A.Fusion for Miles - "A Guitar Tribute: A Bitchin'Brew"

Esta repostagem achei necessária prq até no blog do Richard os links já eram e aí percebi que um trabalho deste deveria estar no ar mais um pouco e qual de novo não foi minha surpresa ao só encontrá-lo em torrents ou em vários blogs com os links que usamos antes do próprio Richard, ou seja, "arquivos não encontrados"!!!!!!!

Porra, os caras não se dão ao trabalho de upar os discos ou de dar crédito de onde trouxeram e isto me irrita profundamente e tb estranhei pois afinal do jeito que o Miles é cultuado por tantos um trabalho desses não rodar por
aí?

Ah, sei lá, este eu trouxe os links do Legendary Devils e só fiz isso nem foi por causa de upar ou não mas por pura birra afim de explicar o assunto de roubo de idéias e trabalho alheio, por isso que blogs bons vão parando mesmo, e dá vontade sim, mas segue como postei originalmente em 2009 e claro foi derrubado pelos hosts da vida.

Neste período que me relaciono com pessoas do mundo todo em volta de um gosto comum que é a música, conheci como em todo lugar bons e maus; com ou sem caráter; falsos ou sinceros.
Mas se fosse tentar dimensionar aqueles que me trazem alegria e satisfação seria injusto prq deixaria de fora alguém prq são muitos mesmo e é isso que me move e mantém meu desejo em dividir o que tenho e aquilo que alguns tem de melhor.

É o caso do Richard.Drummer e seu belíssimo blog o
"Fusion Jazz And Something Else" , que preza pela qualidade e quase todo seu material é 320kbp/s ou Flac, e principalmente álbuns fantásticos e raros mesmo.
Iria trazer o post como feito lá afinal foi idéia dele, mas não consigo ficar sem fazer parte e participar da brincadeira tb, e por isso peço à ele que me desculpe se não mantive a originalidade mas só acrescentei umas capas e meus comentários o que acredito não tire o brilho da idéia original.

Digo de antemão não ser fã do Miles Davis e me canso de ver e ouvir tanta gente endeusá-lo como se não existisse nada nem mais ng além dele e que só ele era isso e aquilo; ah!! isso pra mim é ignorância musical, mas em outra oportunidade qdo postar um que considero muito adiante do próprio Miles; Chet Baker que só tocou com os melhores do mundo e foi escolhido por um dos ídolos e mestres de Miles, pra fazer parte de sua orquestra ainda menor de idade poderei descrever melhor minhas razões.

Mas a prova maior do que digo é o time que toca nesse álbum as musicas de Miles e a possibilidade de algumas não ficarem a altura mas na maioria até superarem em estilos diferentes e formas muito mais o que foi feito por ele; e claro que aqui não sou ignorante ao ponto de negar o talento dele e ng pra desmerecer sua obra que é lindíssima e a toda prova, mas só acho que aqui em terras tapuias se endeusa demais alguns poucos prq não se conhece mais ou pra se evitar conhecer outros tantos que existiram, existem e existirão, que tal nos arriscarmos nessa aventura???

Post original

"Fusion For Miles: "A Bitchin' Brew: Guitar Tribute" brings together incredible and influential guitarists Eric Johnson, Bill Frisell, Part Marino, Warren Haynes, Jimmy Herring, Mike Stern, Bill Connors, Steve Kimmock, Bireli Lagrene and Jeff Richman, each paying an inspired guitar tribute to one of the top founding fathers of contemporary jazz and fusion - Miles Davis. These guitarists are all world renowned and collectively make a once in a lifetime musical statement. If that wasn't enough, additional musicians making up the band include Alphonso Johnson on bass, Vinnie Colaiuta on drums, Dave Liebman on sax and Larry Goldings on organ.

Featuring
Eric Johnson: Guitar
Jimmy Herring: Guitar
Jeff Richman: Guitar
Mike Stern: Guitar
Bill Frisell: Guitar
Bill Connors: Guitar
Pat Martino: Guitar
Warren Haynes: Guitar
Steve Kimmock: Guitar
Bireli Lagrene: Guitar
Vinnie Colaiuta: Drums
Alphonso Johnson: Bass
Larry Goldings: Keyboards
Dave Liebman: SaxophoneTracks
01. Black Satin (Jimmy Herring)
02. Splatch (Jeff Richman)
03. Jean Pierre (Eric Johnson)
04. So What (Mike Stern)
05. Nefertiti (Bill Frisell)
06. Eighty One (Bill Connors)
07. Serpent's Tooth (Pat Martino)
08. It's About That Time (Warren Haynes)
09. Back Seat Betty (Steve Kimmock)
10. Spanish Key (Bireli Lagrene)
Part 01
Part 02
Part 03
Part 04

Enjoy!!!!!!!!!!!

23 de jan de 2011

Shinedown

Grave este nome se ainda não ouviu ou se não conhece!
Shinedown é pra este Lobo Transtornado uma das melhores bandas de rock que surgiu nesta nova geração.

E não é por causa dos mais de 3 milhões de views de seus sons no youtube porque na média cada um deles gira acima de 1 milhão e meio de views e isso sabemos nós que pode ser só marketing, moda ou o escambau.

Não, qdo os ouvi pela primeira vez e já atrasado foi numa chamada de um canal fechado pra séries do próprio canal e aquele som me despertou curiosidade e até pra ler o nome foi difícil prq era pequeno e aparecia muito rápido no início, mas insistente consegui e fui atrás.

Puta surpresa e das boas!!!!!!!!
Ao ver um clipe com os caras de piercing, cabelos trançados e coloridos e cheios das tatoos confesso que torci o nariz, mas fui cheirando mais a fundo e os caras são muito mas muito acima da média atual ou até daqueles que consideramos no passado.

Ótima sonoridade, vocais arrepiantes e rasgados no estilo R'R mesmo e sem essa de fazer tipo, os caras são bons mesmo apesar da super produção por trás; mais de 6 milhões de discos em alguns anos, shows a rodo não podem ser por acaso e ao ouvi-los me encantei com as versões acústicas dos discos prq cada um tem uma ou duas e ainda vou trazer um ao vivo deles.

Sei que vou arranjar encrenca, mas o Lobo recomenda se vc gosta de rock de verdade, com sangue novo, e que te faz viajar como nunca baixe sem medo e meta o som na sua caverna a mil, senão nem perca tempo pra me contestar; não vai adiantar, já virei fã de carteirinha,rs.


SHINEDOWN:

Integrantes
Brent Smith
Barry Kerch
Zach Myers
Eric Bass

Ex Integrantes
Nick Perri
Jasin Todd
Brad Stewart

Ah...ouça uma mostrinha do som dos caras neste video prq os outros estão bloqueados, mas quer saber?....baixe..........rs

Informações do excelente site oficial dos caras


Band HistoryEarly in 2007, producer Rob Cavallo asked Shinedown frontman Brent Smith about his goals for the band's new album. Smith didn't hesitate.

"I said, 'You know what -- when I'm dead and gone, when everybody in this band has passed or what have you, I want the world to remember this as a record that needed to be made, and that there was a reason for it,' " Smith says. "That was the motivation behind this album.”

"And part of the reason it took so long to make!"

Welcome then to THE SOUND OF MADNESS, Shinedown's third album -- and the Florida rockers' boldest effort to date. Like its two predecessors, 2003's Platinum LEAVE A WHISPER and 2005's Gold US AND THEM, THE SOUND OF MADNESS offers a brave and unsparing look into the soul and psyche amidst a fierce musical attack that, even in its quieter moments, vibrate with the passion, energy and focus of a band with high-minded ideals and limitless ambitions.

Smith and company began the recording process for THE SOUND OF MADNESS with the formidable task of following up two massively successful albums that yielded a staggering seven consecutive Top five rock and alternative radio hits that included "Fly From the Inside," "45," the chart topping "Save Me," and a cover of Lynyrd Skynyrd's "Simple Man," along with a reputation as a hot live band with an insatiable appetite for the road.

However, after one listen, it’s clear that the band didn't shrink from the task. Where THE SOUND OF MADNESS differs most is in its growth; it’s the product of a group that has developed an even clearer vision for how it wanted to impact an audience.

"Lyrically, these songs are the most blunt that I've ever written," says Smith, who formed Shinedown with drummer Barry Kerch in 2001 in Jacksonville, Fla. "I feel that on this record I wrote what a lot of people want to say, but they just don't know how to say it -- not that I should tell anyone how to live their lives, but I've had these experiences and these thoughts that are in my head. And I can't believe I'm the only one who feels the way I do. So I just tried to express that in the most artistic and the most honest way I possibly could."
On THE SOUND OF MADNESS, Smith and Shinedown express those thoughts and ideas in ways they never have before. The group's hard rock muscles flex on songs such as the first single, "Devour," "Cry For Help," "Sin With a Grin" and the title track. But the likes of "The Crow and the Butterfly," "Breaking Inside" and their latest single "Second Chance" incorporate more sophisticated, emotional dynamics (enhanced by a 20-piece string section), while Smith counts "If You Only Knew" as his first straight-up love song.

"A long time ago I said, 'I'll never write a love song. I'm not that guy,' "Smith recalls with a laugh. "I just never had a reason to write a love song before. But this song was written the day that I found out that I was going to be a father. My son has given me a whole different perspective on things, especially love."

THE SOUND OF MADNESS also contains Smith's first-ever political song “Devour,” which he says was inspired by Shinedown's visits to troops in Iraq and his feelings about the end of George W. Bush's presidency.

"I won't lie; I got really angry," Smith explains about the first single. "This is my statement to him; 'This is the end of your presidency, and this is what you have to show for it' -- Not that everything he did was bad or wrong. I don't want to get too political, because I'm not a political person. But after coming back from Iraq, I just had to write that song and get it out of my system."

Elsewhere on THE SOUND OF MADNESS, listeners will find Shinedown waxing autobiographically ("Second Chance" is about Smith leaving his native Knoxville, Tenn., to pursue a career in rock 'n' roll; "What a Shame" is an elegy to a beloved late uncle) but also crafting insightful observations gleaned from the hundreds of shows and millions of road miles the band has logged.

"In the seven years of this thing called Shinedown," Smith says, "I've seen a lot of different things - what we've all gone through on the road, things in our personal lives or witnessed firsthand through the fans that we've made and the relationships we've built with our audience. I think the biggest thing was I didn't want to sugarcoat the way life can be sometimes. This is my viewpoint. This is my view of every day life."
Kerch, meanwhile, says THE SOUND OF MADNESS succeeds most in putting some sonic power behind the power of Smith's expression.

"We wanted to come out of the gate crushing," the drummer explains. "We really wanted to make a statement with this record and make it bigger than life -- a big rock album that made a statement that, 'Alright, we're back. This is our third record, and this is what we're about.”

By the time Shinedown first met with producer Rob Cavallo -- whose own Grammy award winning, multi-platinum track record includes work with Green Day, My Chemical Romance, the Goo Goo Dolls and Kid Rock -- the frontman had a number of songs already together and further dazzled the producer by improvising a new composition during their discussion.

"I was just taken with (Smith)," Cavallo says. "He was really just on fire to do well. He's a guy driven to win. He wants to make the best record he can make and spent a lot of time writing ...making sure it all mattered."

Cavallo, meanwhile, entered THE SOUND OF MADNESS with his own agenda for Shinedown's next step.

"I thought they definitely had a greater potential than the success they'd already achieved," he explains. There's no reason a guy with that voice and intensity shouldn't be able to go all the way. We decided to make sure that the songs had that potential."

Smith heard the message loud and clear. He left the first meeting with Cavallo and returned with nearly 60 songs by the fall, when Shinedown entered the studio in Los Angeles. The group wound up recording 15, including some -- such as "Cry For Help" -that were written in the studio during the recording process.

All the while, however, Smith says that Shinedown "wanted it loud and wanted it big and heavy and grandiose. For the heavy songs, we wanted it as heavy as it could be, but using different kinds of styles with a lot of different guitar tones." Incorporating synthesizers and the aforementioned strings, Smith notes that, "we used a lot of really unique sounds and different variations underneath the music that you wouldn't necessarily know were there, but, if they were gone, you'd miss them."
Kerch says Cavallo's role in helping attain that layered sound cannot be understated. "He brought to the table not only knowledge of music in general but a lot of patience and a real comfortable environment," Kerch recalls. "He would sit on the couch and we'd be playing a take and he'd pop up and go, 'Oh fuck! This is what we have to do!' and come out and literally show us. He was so energetic and made everybody want to do better."

That bigger sound on the album is mirrored in the new lineup of Shinedown, a revamped edition of the band that, along with drummer Kerch (or ‘the almighty Barry Kerch’ as Smith likes to say), includes Eric Bass on bass and former touring guitarist Zach Myers as a permanent fixture.

"All of a sudden it started growing into this other thing," Smith says. "These guys are brilliant, brilliant players. It's a reinvention, and it's stronger."

Smith plans to take keep this "new reincarnation" of Shinedown on the road for quite awhile, too, making sure THE SOUND OF MADNESS is heard worldwide. A justifiable pride in the album as well as a growing international fan base for the band will lead to an even further evolution in which the record that "needed" to be made will similarly need to be heard in a live setting.

"I sometimes look at Shinedown as an entity unto itself," Smith says. "It keeps evolving all the time, like it actually has a heartbeat. It's not a machine; there's actually blood flowing through it. From the time we came up with the name, it's felt like it's conducting us and flowing through us. It's weird -- but it's pretty wonderful, too." .

Influences:Otis Redding, Pink Floyd, Iron Maiden, Stone Temple Pilots, Foo Fighters

Leave a Whisper "2003"
Tracks:
1. Fly From the Inside
2. Left Out
3. Lost in the Crowd
4. No More Love
5. Better Version
6. Burning Bright
7. In Memory
8. All I Ever Wanted
9. Stranger Inside
10. Lacerated
11. Crying Out
12. 45Us and Them"2005"Tracks:
1. The Dream
2. Heroes
3. Save Me
4. I Dare You
5. Yer Majesty
6. Beyond the Sun
7. Trade Yourself In
8. Lady So Devine
9. Shed Some Light
10. Begin Again
11. Atmosphere
12. Fake
13. Some DayThe Sound of Madness "2008"Tracks:
1. Devour
2. Sound of Madness
3. Second Chance
4. Cry for Help
5. The Crow & the Butterfly
6. If You Only Knew
7. Sin with a Grin
8. What a Shame
9. Cyanide Sweet Tooth Suicide
10. Breaking Inside
11. Call Me

Obs: Links corrigidos cortesia by Drachen,rs

Enjoy!!!!!!!!!

20 de jan de 2011

Mahtrak "Panorama"

Vejam só os amigos que tenho!!!!
O ZM já narrei um tempo atrás conheci numa discussão sobre pontos de vista distintos e foi uma bela duma discussão,rs

Com o tempo nossa amizade foi se estreitando e nos tornamos até inseparáveis apesar da via de contato ser sempre a net e sua virtualidade.

Ele em busca de músicas raras como sempre postava em seu blog, qdo tinha né? prq com uma desculpinha muito da sem graça ele parou o seu trabalho que era muito bom mesmo e ficou só dando pitaco em blogs de amigos ou não, prq ele dá pitaco em tudo que acha por aí,rsJá fizemos amizades nos Japão, nos Eua, na Europa em geral mas de repente ele dá uma afastada e dizendo-se ocupado vai a caça do pão de cada dia, e claro some né?

Nas festas de fim de ano com a maior cara de pau manda um olá e fica por isso mesmo, depois me diz que passou aqui por perto afinal passou férias no Caribe com a família e nem pra desviar um pouco a rota, que absurdo não?

Como ainda enfrento dificuldades com a lesma lerda do speedy que vc paga mas eles não entregam, afinal eles te dão só o download alegando que o upload não é obrigatório o que é uma puta de uma mentira e ninguém faz nada, nem anatel, nem ministério público (em minúscula mesmo prq pra aparecer na tv todos querem mas prq não acionam a telefonica que nos rouba a tanto tempo?) nem ninguém lê contratos ou obriga a serem cumpridos.O upload pra quem não sabe "TEM" de ser no mínimo 20% do down, e eles alegam que não, só que o up pra eles tem custo e o down praticamente não, aí eles entregam pros trouxas o grátis e guardam ou então cobram mais caro o que custa manter e entregar.

E se vc quiser o up eles alegam que tem de diminuir o limite de seu down, outra puta balela prq uma coisa não tem nada a ver com outra, são vias de mãos diferentes como auto estradas de ida e vinda.

Mas mesmo assim somos lesados e roubados diáriamente 24 hs por dia e ninguém faz absolutamente nada!!!!!!!!!!

Nada!!!!!!!!!!!Mas voltando ao assunto em pauta devido a roubalheira fiquei com meu upload quase a zero, e surgiram dificuldades pra manter atualização na toca e por isso o aviso de não conseguir postar como gosto e até precisar algumas vz trazer posts de blogs de amigos devido a impossibilidade de uso da net.

Com isso pedi ao ZM alguns de seus posts que eram além de raros muito bem feitos e ainda por cima em inglês (coisa que o Lobo doido aqui se enrola e bastante,rs), mas olha só abaixo a resposta que o cidadão me envia......e com isso lá estou eu de novo confundindo alhos com bugalhos e escrevendo uma confusão de idéias pra tentar dizer que este é um daqueles:

Vc já viu?

Já ouviu?

Conhece?

E graças ao ZM o Som Mutante vai postando pros amantes da música sempre o que pode de melhor e não só à ele mas a muitos que sempre me enviam material de qualidade e qdo possível vou postando prq nada me adianta ter uma caverna repleta de discos e ng pra ouvir comigo.

ZM, valeu como sempre e sua amizade é sempre bem vinda, e qto a vc aí se tiver algum material que queira dividir conosco, é só enviar pra este lobo desvairado que assim que possível estará em nossa galeria e claro, enquanto nos deixarem no ar, rs..."Conforme teu comentário, tomei a liberdade de rippar um CD meu, e subí-lo no MultiUpload.
Ou seja, o CD (em duas partes *.RAR) está nos principais hosts, conforme links abaixo.

Não vou dizer agora o que é, será uma surpresa para você.
Espero que goste!

Junto com o arquivo RAR, eu coloquei uns scans do encarte, com o nome dos músicos, alguns comentários, curiosidades, etc.

Ou seja, fiquei com preguiça de escrever o texto do post.
Deixei esta tarefa pra você, pois você sempre o faz com propriedade e qualidade!"

ZM"Primeiro álbum da banda paulista (2004), misturando um jazz-rock com referências dos anos 70 (Mahavishnu Orchestra, Return to Forever, Jeff Beck) com generosas pitadas de rock progressivo (Caravan, Hatfield and the North, Camel), gravado com instrumentos clássicos do estilo (órgão Hammond, mellotron, Fender Rhodes).

Edição limitada em luxuoso digipack capa tripla."

Halley Discos"In 1995, Cris Oliveira and Fabio Cesar, which were then part of Magna, invited Paulo Viana to join their band. They released an EP, did some gigs and split after two years. The musicians moved on to several musical projects till they met again in 2000 and decided to form Solarshift, a progressive rock trio with classical and jazz rock influences.

Solarshift was getting some material ready to start the production of their first album when, on a rehearsal, they met guitarist Antonio Rodrigues. As consequence of that the four of them started jamming during those rehearsals, and those jams built into some new and exciting material, which led to a decision: they'd take that direction and this new band would be called Mahtrak. For the next two years they worked heavily on new compositions.

In 2004 Mahtrak started the recording of their first CD, PANORAMA. All of them did their best to make sure that the production sounded true to the vintage sound from the seventies, as well as the essential elements to the genre: sharp compositions, improvisation, vigorous bass and drums and breathtaking guitar and keyboard solos.

Though they were influenced by the great jazzrock names from the seventies - specially bands such as Mahavishnu Orchestra, Return to Forever, The Eleventh House, Soft Machine, Passport, and musicians such as Stanley Clarke, Chick Corea, Jeff Beck, Al di Meola, George Duke, Billy Cobham and several others - Mahtrak has a style of their own, and the tracks you're listening to showcase very well the personality of each member.

When the production of PANORAMA ended the musicians turned their attention to other projects. In 2006 Cris Oliveira, Paulo Viana and Fabio Cesar returned their activity with Solarshift and a debut CD is now being produced - it presents original material and features also a chamber orchestra playing with the band. Fabio Cesar also plays bass in the hard rock band King Bird and recorded their second CD, SUNSHINE, released in 2008. This work had also Paulo Viana as special guest.

In 2009, Mahtrak has reformed with new guitarrist Fred Berlowitz to support the release of Panorama. Since then the band has been rehearsing regularly and preparing new material for their second CD."
Member Since:
July 15, 2007

Members:
Cris Oliveira - Drums and Percussion,
Paulo Viana - Keyboards,
Fabio Cesar - Bass guitar,
Fred Berlowitz - Guitars,

Influences:
Soft Machine, Return to Forever, Jeff Beck, Mahavishnu Orchestra, Gong, Weather Report, Magma, Area, Arti + Mestieri, Camel, Brand X, Focus, John Mclaughlin, Billy Cobham, Bill Bruford, Jaco Pastorius, Herbie Hancock, George Duke, Hatfield and the North, etc...

Sounds Like:

Mahtrak playing at the Rio Art Rock Festival 2009 - Nachos Y TequilaMahtrak playing at the Rio Art Rock Festival 2009 - Frankenstein goes to Disneyland
Tracklist:

1 Tempestade
2 Breeza
3 Nachos y Tequila
4 Sinestesia
5 Mantra
6 Panorama
7 Frankenstein goes to Disneyland
8 Il Tamburo Spaziale
9 Crystal Canyon
10 Venus
11 Oraculo

Obs: Tomara não me surjam aqueles papos brazucas que blogueiros são piratas e atrapalham as carreiras musicais de bandas que não vendem por seu trabalho estar de graça na net.

O que tendo trabalhado no meio musical por décadas discordo completamente mas sou obrigado a acatar e tenho um ex de uma banda mineira de prog que torrou o saco do Mactatus e do Voo7177 e depois o meu pedindo que não atrapalhassem sua carreira e hoje vivem mandando releases e discos pra serem publicados e eu claro, recuso até a dar o nome das estrelas famosas do jet set nacional; que se ferrem com seus divulgadores agora.

E o pior é que ainda vejo blogueiros inocentes achando que os caras são legais em mandar material de graça; é que quebraram bem a cara e só divulgar seus shows no youtube não deu em nada vindo atrás dos fora da lei pra tal, ré,ré,ré....nada como um dia após o outro.

Outra obs: Como sempre não paro,rs mas este comentário achei importante associar ao post e agradecer ao Paulo do Mahtrak pela gentileza e educação, seja sempre bem vindo e qdo quiser estamos aqui.

Saudações a todos! Sou o tecladista do Mahtrak, e fiquei bastante contente com os comentários do pessoal aqui. Que bom que gostaram do som! Achei legal também o cuidado de quem fez o upload, que escaneou todo o encarte com tanto capricho. Até eu fiquei com vontade de baixar! Quanto à questão da pirataria, eu estou com vocês na opinião de que blogs como esse mais ajudam a divulgar do que atrapalham. Quem ouvir e gostar, pode acabar comprando o CD. Quem quiser comprar e estiver com dificuldades de encontrar, pode entrar em contato conosco pelo e-mail mahtrak@mahtrak.com
Outra dica, se vocês encontrarem o CD por aí por mais de R$20,00, está caro. Ele pode ser encontrado por esse preço aqui em SP em várias lojas, e também pode ser comprado através do nosso site com frete grátis para qualquer lugar do mundo. Qualquer dúvida entrem em contato! Abraços, Paulo Viana

Por Paulo Viana em Mahtrak "Panorama" 21/01/2011 às 16:56

"Olá moçada do blog, aqui e o Cris Oliveira baterista do MAHTRAK e quero agradecer pelos comentários muito positivos sobre nosso som.
O intuito deste trabalho e justamente poder recuperar toda a energia do jazz rock dos anos setenta, com uma gravação inspirada na sonoridade da época e com timbres e arranjos bem fieis ao estilo.
Alem disso a banda tem muita influencia do rock progressivo. O cd tem ido muito bem em vários países graças a internet e blogs como este.
Quem gosta de música de qualidade ira baixar e com certeza comprara o cd, especialmente sabendo que a produção tem padrão internacional, digipack triplo, mídia de primeira, por apenas 20 reais ou alguns poucos dólares.
Aqueles que gostaram, visitem nossas páginas www.MAHTRAK.com e MySpace.com/MAHTRAK, no orkut e no youtube e deixem seus comentários. Isso nos da mais motivação ainda para fazermos o segundo disco.

Parabéns pelo blog e pela forca! Um abraço."

Por Cris oliveira em Mahtrak "Panorama" em 05/03/11


Enjoy part 01 e part 02 (Flac)!!!!!!!!!!!!

17 de jan de 2011

Wishbone Ash "Live Rockpalast" (vhs rip)

A história do Wishbone é bacana, remonta a 1966 quando se aventuraram pela Inglaterra oriundos da Alemanha.
Tem tudo no site wikipédia, vale a pena conhecer.
Os caras só venceram pq persistiram demais. Já estavam desistindo quando ai começou a dar certo.
Tanto deu certo que eles estão na ativa até hoje, por mais de 40 anos já.
Certamente a formação sofreu alteração, do grupo original só um membro. Mas o Wishbone taí na ativa!
Achei um show deles de 1º/12/1976, gravado no Rockpalast. Não é nenhum primor de áudio e vídeo até pq a fonte deve ter sido um bom e velho VHS vídeo K7. Apesar de ter comprimido mais um pouco, pra ficar do agrado geral, não consegui melhorar nem piorar a imagem e som, está bem fiel ao que recebi. Muito boa pra VHS.Uma hora e meia de show e quem conhece sabe o que esperar.
Como?
Vc não conhece?
Se aveche não!
Eu também não conhecia.
Aqui o mérito é do meu consideradíssimo irmão Dead Or Alive do Som Mutante que me aplicou um Argus -disco de 1972 - na testa.
E quando vi este vídeo pairando pela net não resisti.
Abração Dead! Beijão pra Mel!
Sem mais milongas e rasgação de seda, vamos ao que interessa!

Video: Xvid 512x384 25.00fps 893Kbps
Audio: MPEG Audio Layer 3 48000Hz stereo 256Kbps
Bom proveito!
Proteção Divina!

Poucosiso
Obs: Mania besta de pegar o post dos outros e ainda querer mexer neles,rs
É que pra mim tá tudo certo e só queria lembrar ao maninho Poucosiso que o Wish tem a mania (ou implantou isso não se sabe) de não usar guitarra base, e mesmo assim ainda tem gente e até gravadora que emplaca uma prq acha estranho, eles nunca trabalharam com base só guitarras solo e a criação da "Angel" tb é dedicada ao Andy o que não se sabe ser a verdade absoluta, mas que eles fazem um puta som isso não tem dúvidas.

Agora um show em vhs e com qualidade é pra deitar e se deleitar.

Qto aos agradecimentos eu que digo: Como é bom amigos de verdade, isto me mantém vivo, bjs irmãozinho SemNoção e bjs calientes em nossa filha Ana.

Enjoy!!!!!!!!!

14 de jan de 2011

The Blues - A Smithsonian Collection on a Classic Blues Singer

O Blues é pra uma boa parte de lobos perdidos pelo mundo e pra mim uma música acima de qualquer comparação e as vezes parece prepotência ou arrogância alegar isto, mas é a pura verdade e fácil de se entender.

Um amigo até discutiu comigo sobre esta afirmação prq pra ele o jazz é muito mais evoluído, culto e técnicamente impecável; mas o Blues é a essência de tudo, a base pra o que se ouve de música pelo mundo afora.

Mas não consegui explicar ao amigo que o que dizia é que o Blues por te nascido no sangue e na dor é mais verdadeiro que muitos ritmos e formas existentes e aqueles que o criaram o fizeram realmente na dor e no sofrimento de suas próprias vidas ou de seus familiares queridos.

Já citei em outros posts, mas como no rádio a frequência de um blog é muito rotativa tb e não custa sempre manter vivas certas lembranças.
A primeira referência oficial que se tem da palavra "Blues" associada à um ritmo musical vem das fazendas de algodão do sul dos EUA; qdo os escravos trabalhavam muito mais que animais e ainda não podiam se manifestar com relação à nada.Qdo um deles se rebelava era severamente punido como forma de aviso aos demais do que ocorreria se aquilo se repetisse e o rebelde era pendurado em algum pau ou "empalado" ainda vivo e ficava ali até morrer enquanto os outros eram obrigados a trabalhar e proibidos de chorar ou se lamentar.
Neste clima e nesta situação os negros descobriram uma forma de se lamentar murmurando cânticos e lamentos e assim "chorando" os seus e ainda expondo sua dor sem poderem ser calados.

Esta é a primeira referência do nascimento do gênero Blues e por isso e muito mais, é que quase todos os músicos de verdade e bandas de renome, já tocaram, convidaram músicos famosos, foram iniciados por músicos e sempre voltam as origens como reverência à cultura por ele iniciada e isto é que torna pra mim uma música única apesar de simples mesmo e de poucos acordes necessários.

Qdo o Gustavo do blog "Nas Ondas da Net" me avisou que iria enviar um material confesso que fiquei curioso e por ser amante incondicional o que viria por aí?

Bem, ele me enviou 04 discos históricos lindíssimos que até sei muitos já possuírem algo dos participantes ou se for amante mesmo ter o produto todo de alguma forma; mas o box set é muito bem produzido e o material uma aula de música pra quem gosta ou quer conhecer, é uma viagem ao delta do Mississipi e as plantações de algodão do início do século passado; uma viagem ao mundo dos negros que hoje são tidos como mitos ou estrelas, mas que no início nem sapato possuíam pra seus primeiros testes.Uma das histórias de Muddy Watters é que ao gravar o primeiro disco, teve de emprestar uma roupa pra foto famosa dele e seu trabalho etiquetado ainda à mão, prq a gravadora não estava preparada pra o sucesso do som, e qdo vendeu mais que o esperado fizeram uma foto bem "mambembe" mas que marca a discriminação e a falta de credibilidade que havia em relação à aquela negrada de mãos calejadas, sem dentes ou cegos e qdo se percebeu o potencial daquele material muitos já se viravam sós o que permitiu a liberdade que se mantém viva até hoje.Aí está, um trabalho nobre e raro, de mitos do Blues interpretando os maiores sucessos de suas épocas em gravações originais e de poucas informações por aí; espero seja do agrado de todos como o é meu e que tb tenha a aprovação do Gustavo que me deixa até constrangido ao me enviar algo tão lindo pra postar aqui nesta humilde alcatéia, mas que ama a música com a mesma intensidade e com a mesma dor por muitas vezes como é o caso agora quando escrevo estas mal traçadas.

Vida longa ao Blues, e à música como um todo.Review by Cub Koda

While any collection professing to be a definitive overview of a genre usually falls short of the mark, it's hard to find fault with this excellently researched and compiled four-disc set from the Smithsonian Collection. Running the recorded history of the music chronologically, the first disc explores the early sides by guitarists like Blind Lemon Jefferson, Barbecue Bob, Blind Willie Johnson, and Tommy Johnson, and classic blues singers like Bessie Smith, Ma Rainey, and Sippie Wallace. Volume two rounds up sides from Leroy Carr, Mississippi John Hurt, Charley Patton, Memphis Minnie, Son House, and Big Joe Williams, as well as off-the-beaten-track delights from the Memphis Jug Band and the Mississippi Sheiks. The third volume continues in the history of Delta blues with classic entries from Robert Johnson and Bukka White, moving into the Bluebird beat, ending up with the first recordings from John Lee Hooker and Lightnin' Hopkins. The final disc is a veritable feast of Chicago blues with classic sides galore from Muddy Waters, Junior Wells, Elmore James, Howlin' Wolf, Otis Rush, and Jimmy Reed, finishing with more contemporary offerings from Ray Charles, Latimore, and a retro style closer from Cephas & Wiggins. The transfers on the really vintage sides are as good as any you're likely to come across, and the song selection throughout is impeccable. Add a sumptuous booklet chock-full of photos and an abundance of historical facts, all well-annotated by W.K. McNeil, and you've got a box set for the ages. Very, very well done.
Tracks:

Disc 01

1 Black Snake Moan Jefferson 2:50
2 Broke and Hungry Jefferson 2:59
3 Match Box Blues Jefferson 2:47
4 Shake That Thing Jackson 2:57
5 Shave 'Em Dry Blues Rainey 2:36
6 Countin' the Blues Rainey 3:08
7 Jailhouse Blues Smith 3:13
8 Mama's Got the Blues Smith 2:56
9 Backwater Blues Smith 3:17
10 Special Delivery Blues Wallace 3:22
11 Death Sting Me Blues Martin 2:53
12 Barbecue Blues Barbecue Bob 3:10
13 Man Trouble Blues Coleman 3:02
14 Long Lonesome Day Blues Alexander 3:00
15 Kansas City Blues, Pts. 1 & 2 Jackson 6:28
16 Why Don't You Come Home Blues Lewis 2:44
17 Dark Was the Night (Cold Wasthe Ground) Johnson 3:18
18 Minglewood Blues Cannon's Jug Stompers 3:36
19 Cool Drink of Water Blues Johnson 3:30
20 Big Road Blues Johnson 3:20
21 Bull Doze Blues Thomas 3:24
22 How Long, How Long Blues, Pt. 1 Carr 3:02

Disc 2

Title Performer Time
1 Blues Before Sunrise Carr 3:30
2 Downtown Blues Stokes 3:11
3 Stack O' Lee Blues Hurt 2:55
4 Rolling Mill Blues Howell 3:03
5 Mr. Johnson's Blues, No. 2 Johnson 2:57
6 Pony Blues Patton 2:55
7 44 Blues Sykes 3:05
8 Bumble Bee Blues Memphis Minnie 2:46
9 I'm So Glad Memphis Minnie 2:38
10 The Dirty Dozens No. 1 Speckled Red 3:12
11 Divin' Duck Blues Estes 3:13
12 K.C. Moan Memphis Jug Band 2:31
13 Sitting on Top of the World Mississippi Sheiks 3:12
14 M & O Blues Davis 3:01
15 Dry Spell Blues, Pt. 1 House 3:06
16 Devil Got My Woman James 2:57
17 Chain Gang Bound Bumble Bee Slim 3:40
18 Broke Down Engine McTell 3:09
19 Big Bill Blues Broonzy 2:55
20 I'm Gonna Move to the Outskirts of Town Broonzy 2:52
21 Old Original Kokomo Blues Arnold 2:49
22 Strut That Thing Lofton 2:50
23 Crow Jane Martin 2:50
24 Baby Please Don't Go Williams 3:22

Disc 3

Title Performer Time
1 The First Time I Met You Montgomery 2:46
2 Dust My Broom Johnson 3:56
3 Cross Road Blues Johnson 2:28
4 Peetie Wheatstraw Stomp Wheatstraw 2:31
5 Good Morning Little Schoolgirl Williamson 3:00
6 Sloppy Drunk Blues Williamson 3:12
7 Sent for You Yesterday (And Here You Come Today) Rushing 2:55
8 Roll 'Em Pete Turner 2:50
9 Wee Baby Blues Turner 2:53
10 Fixin' to Die Blues White 2:44
11 Step It up and Go Fuller 2:51
12 Anna Lou Blues Tampa Red 2:50
13 Worried Life Blues Merriweather 2:53
14 I've Been Treated Wrong Washboard Sam 3:12
15 T-Bone Blues Walker 3:14
16 Stormy Monday Walker 2:58
17 Mozelle Blues McClennan 2:53
18 It's a Low Down Dirty Shame Jordan 2:47
19 Cherry Red Vinson 3:06
20 That's All Right Crudup 2:53
21 Driftin' Blues Brown 3:11
22 Mr. Blues Jumped the Rabbit Harris 2:47
23 Boogie Chillen' Hooker 3:05
24 Tim Moore's Farm Hopkins 2:37
25 No Rollin' Blues Witherspoon 4:02

Disc 4

Title Performer Time
1 Louisiana Blues Waters 2:52
2 Honey Bee Waters 3:20
3 Reconsider Baby Fulson 3:08
4 Eyesight to the Blind Miller 2:59
5 Monkey Woman Blues Yancey, Yancey 4:03
6 Hound Dog Thornton 2:50
7 Mystery Train Parker 2:22
8 Hoodoo Man Wells 3:07
9 Every Day I Have the Blues Williams 5:25
10 Smokestack Lightning Howlin' Wolf 3:04
11 The Sky Is Crying James 2:45
12 Woman Blues Boogie Memphis Slim 3:07
13 Farther up the Road Bland 2:57
14 I'll Take Care of You Bland 2:17
15 The First Time I Met the Blues Guy 2:16
16 Rooster Blues Lightnin' Slim 2:32
17 So Many Roads, So Many Trains Rush 3:10
18 Big Boss Man Reed 2:47
19 I Got a Woman Charles 2:52
20 Join the Army Johnson 3:36
21 Let's Straighten It Out Latimore 3:26
22 Dog Days of August Cephas, Wiggins 5:09

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!

9 de jan de 2011

Avantasia "The Metal Opera" (part I)

Se tem algo que sempre me atraiu foram e são as histórias de reinos mitológicos, lutas por princesas e terras, seres alados e tramas misteriosas.
Aqui Tobias Sammet faz com muita competência a junção disso no mundo da música e claro na sua praia de metal pesado, vozes diferentes e muita gente de peso juntas; o que ao meu ver torna o trabalho muito agradável e intenso, sei que muitos ainda torcem o nariz à essa nova geração do rock e particularmente não gosto de pedaleira dupla em batera nenhuma (nem se o Neil Peart usar), mas comprei logo que saiu pois já conhecia o trabalho de todos os integrantes e principalmente o de André Matos que gosto e muito independente do que ouço a respeito, e até hoje não me arrependi.

Tomei a liberdade de publicar o texto postado na Wikipédia sobre a obra por achar limpo e direto.
Precisamos sim referenciar quem nos trouxe até aqui, mas precisamos também ter contato com aqueles que irão nos levar adiante e se bem me lembro quando "Tommy" foi lançado, o que choveu de críticas negativas foi uma festa mas até hoje é reverenciado nos quatro cantos do planeta como a maior ou uma das maiores óperas rock de todos os tempos; mas isso é fácil .........hoje!!!!

À época e me lembro muito bem,ninguém colocou muito a cara pra bater em defesa de Daltrey e Cia e até Quadrophenia era considerado um fracasso ou ocaso da banda, enfim!.
Como este é um repost havia feito uma observação sobre donws e hosts e achei por bem mantê-la apesar de defasada, mas ainda mostrar o qto damos de lucro pra os caras e ainda nos deletam por muitas vz as contas todas como no caso dessa aqui citada que já foi pro espaço mesmo tendo sido bem lucrativa pros caras enquanto interessou.

"Queria aproveitar e agradecer aos amigos,amigas e aqueles que acreditam no que é feito aqui na alcatéia, o host usado aqui, está completando um aninho de conta e dá pra ver que apesar de usar vários pra evitar problemas maiores e muitos arquivos terem sido deletados, o que não entra na contagem, o "Viejo Lobo" sente orgulho por ser quase nada nessa net e ainda assim quase chegar aos 19 mil downs de apenas 52 arquivos, dos 300 e tantos posts aqui já feitos, legal né?
E de graça, com muito tesão ainda em fazer o que faço, valeu a todos."

Som Mutante
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Uma das principais características de Avantasia é o fato de se tratar de uma Metal Opera, possuindo personagens e enredo.

O personagem principal da história é o jovem Gabriel Laymenn, noviço da Ordem Dominicana da abadia de Mainz. É o ano de 1602 e, juntamente com o resto de sua ordem, Gabriel participa de uma caça às bruxas. Mas quando ele é inesperadamente reunido com a sua meio-irmã, Anna Held, que espera seu julgamento por bruxaria, Gabriel começa a ter dúvidas. Ele se esgueira para dentro da biblioteca, onde ele lê um livro proibido. Seu mentor, Bruder Jakob o vê e Gabriel é atirado no calabouço.

Lá ele conhece um velho, Lugaid Vandroiy, que se apresenta como “o druida” ("Reach Out for the Light"). Ele conta a Gabriel sobre uma outra dimensão, o mundo de Avantasia, que corre grande perigo. Ele se oferece para ajudar a resgatar Anna, se Gabriel concordar em ajudar Avantasia. Eles conseguem escapar ("Breaking Away"), e Vandroiy leva Gabriel a um velho poço de pedra que guarda o portal entre as duas dimensões, utilizando-o para enviar Gabriel a Avantasia.

Enquanto isso, Johann Adam Von Bicken, o bispo de Mainz, Bruder Jakob e o Oficial de Justiça, Falk Von Kronberg, estão a caminho de Roma para encontrar o Papa Clemente VIII ("The Glory of Rome"). Em sua posse eles têm o livro que Gabriel leu. Velhos documentos contam que o livro é a última das sete partes de um lacre, que ajudará o seu detentor a alcançar o conhecimento absoluto caso ele o leve à torre no centro de Avantasia.

Quando Gabriel chega à Avantasia (“Avantasia”) ele é recebido por dois habitantes, o elfo Elderane e o anão Regrin (“Inside”). Eles contam sobre a guerra contra as forças do mal, dos planos do Papa e de suas consequências (“Sign of the Cross”). Se o Papa usar o lacre, a conexão entre Avantasia e o mundo humano irá se romper causando terríveis consequências para ambos os mundos. Gabriel chega bem a tempo na Torre e, enquanto o Papa fala com a voz misteriosa que sai de dentro dela, Gabriel rouba o lacre e, em meio ao caos, ele consegue trazê-lo à cidade dos elfos (“The Tower”), o que marca o fim da primeira parte.
Mas Gabriel ainda não se dá por satisfeito. Ele quer saber mais sobre Avantasia e, assim, Elderane o envia à Árvore do Conhecimento. Lá, Gabriel tem a visão de Bruder Jakob submetido a grandes dores em um lago de chamas (“The Final Sacrifice”). Elderane conta a ele sobre um grande cálice dourado nas catacumbas de Roma, local em que se encontram presas um incontável número de almas torturadas, e o avisa da Besta que guarda o cálice. Apesar da tentativa do elfo de desencorajá-los, Gabriel e Regrin voltam ao mundo humano. Eles encontram o cálice e o derrubam, para que as várias almas possam escapar (“Chalice of Agony”). A Besta desperta e os ataca; o anão é morto, mas Gabriel consegue escapar.

Após, Gabriel retorna para Vandroiy, que o estava esperando. O Druida cumpre com sua parte do acordo e se infiltra na prisão à noite para libertar Anna. Lá ele encontra um Burder Jakob mais “refinado”, que planeja fazer o mesmo. Falk Von Kronber, que estava tendo suas próprias dúvidas (“Memory”), os apanha e se aproxima para prendê-los. Isso os leva a uma luta em que Kronberg mata Vondroiy, mas é assassinado por Burder Jakob. Então, Anna escapa e retorna para Gabriel, seguindo rumo ao seu futuro desconhecido (“Into the Unknown”).
Vocalistas
Tobias Sammet (Edguy) - Gabriel Laymann
Michael Kiske (ex-Helloween) - Druida Lugaid Vandroiy
David DeFeis (Virgin Steele) - Frei Jakob
Sharon den Adel (Within Temptation) - Anna Held
Rob Rock (ex-Impellitteri, Carreira Solo) - Bispo Von Bicken;
Oliver Hartmann (ex-At Vance) - Clemens IIX
Andre Matos (ex-Viper, Angra e Shaaman, Carreira solo) - Elfo Elderane
Kai Hansen (ex-Helloween, Gamma Ray) - Regrin, o Anão
Timo Tolkki (ex - Stratovarius) - Misteriosa Voz da Torre
Bob Catley (Magnum) - Árvore da Sabedoria
Ralf Zdiarstek (Warrior) - Oficial de justiça Falk Von Kronberg
Jorn Lande (ex - Masterplan)
Amanda Somerville (Aina e Epica)
Alice Cooper
Roy Khan (Kamelot)Instrumentistas
Henjo Ricther (Gamma Ray) - Guitarra
Jens Ludwig (Edguy) - Guitarra
Norman Meiritz - Guitarra
Timo Tolkki (Ex - Stratovarius) - Guitarra
Markus Grosskopf (Helloween) - Baixo
Eric Singer (Black Sabbath, Kiss, Badlands) - Bateria
Alex Holzwarth (Rhapsody of Fire) - Bateria
Tobias Sammet (Edguy) - Teclado, Orquestrações e Baixo
Frank Tischer - Piano
Sascha Paeth (Heaven's Gate), (Luca Turilli) Aina - Guitarra
Kai Hansen (Gamma Ray) - Guitarra
Rudolf Schenker (Scorpions) - Guitarra
Michael Miro Rodenberg (Luca Turilli) Aina - Teclado, Orquestrações
Obs: Bem, tem gente que não crê que eu goste de certos estilos de música, mas eu fui criado nos fins dos 60 e início dos 70 onde de tudo que prestava ou não aparecia, e muitos dinossauros foram minha escola, mas adoro ver essa garotada fazendo o chamado metal rock (existe isso? rock não é metal?)e nesse meio se destacam muitos artistas de verdade e que se fosse lá atrás teriam o mesmo ou até mais respeito que muitos dos deuses do olimpo musical, ai meu saquinho,rs

Ainda posto a segunda parte dessa história e as outras duas que completam o quadro, e pode ter certeza, ouço ainda e muito, e até pra aqueles que torcem o nariz pro Iron, a apresentação ao vivo do "The Trooper" com 3 guitarristas é um arraso em tudo, do começo ao fim.

Originalmente postado em 15/12/08,depois em 07/12/09 e deletado o link mais umas 3 vz e agora insitente como sempre olha ele again de novo,rs

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!