30 de mai de 2009

Best of The Doobie Brothers Live - 1999

Formada no início da década de 1970 por Johnston, John Hartman e o baixista Greg Murph, logo substituído por Dave Shogren, todos da Califórnia.
No ano seguinte lançaram o primeiro LP homônimo, já transformado em quinteto (com Trian Porter e o percussionista Mike Hossack). O som que faziam era um country rock, com leve tendência para o gospel e com utilização de instrumentos de sopro.
Em 1972, o LP Tolouse Street (que trazia o sucesso "Listen to the music") ganhou o primeiro disco de ouro, que seria uma constante na carreira do conjunto daí em diante.

Em 1973, o disco The Captain and Me teve outros grandes sucessos como a faixa "Long train runnin'". A canção "Black water", composta por Simmon para o disco What Were Once Vices Are Now Habits de 1974, alcançou o primeiro lugar na Billboard.
Stampede, lançado no ano seguinte, foi o último álbum de estilo country rock do Doobie Brothers neste período.

Na turnê do disco Stampede em 1975, Johnston deixou a banda por causa de problemas de saúde. Jeff "Skunk" Baxter, que entrou um ano antes, sugeriu o tecladista Michael McDonald que mudou a cara do Doobie Brothers. No primeiro disco com o Michael, Takin' It to the Streets de 1976, as canções "Keeps you runnin’" e a faixa-título, compostas por ele, alcançaram um grande sucesso. O disco era uma mistura de soul, jazz e rock.

Depois de quase uma década na estrada e com sete álbuns lançados, os Doobie Brothers alcançaram seu maior sucesso com o disco Minute by Minute de 1978, que ficou cinco semanas no topo da Billboard. A canção "What a fool believes", composta por Michael Mcdonald e Kenny Loggins, ganhou o Grammy de melhor música e gravação do ano.
Em 1979, Hartman foi substituído pelo baterista Chet McCracken e Baxter pelo ótimo guitarrista John McFee.
O álbum One Step Closer foi lançado em 1980.
Em 1982 Doobie Brothers se dissolveu, mas ainda foi lançado o disco ao vivo Farewell Tour que tem participação de Johnston.

A partir do LP One Step Closer, de 1980, a formação incluía: Pat Simmons (guitarra e vocais), Tiran Porter (baixo), Keith Knudsen (bateria), Michael McDonald (teclados), John McFee (guitarra e vocais), Cornelius Bumpus (saxofone, orgão e vocais) e Chet McCraken (bateria e percussão).

Os Doobies pararam durante cinco anos tocando, somente, em momentos especiais. Knudsen e McFee formaram o Southern Pacific com o baixista Stu Cook do Creedence Clearwater Revival. McDonald partiu para uma sucedida carreira solo.

O retorno dos Doobie Brothers aconteceu em 1989, com o lançamento do disco Cycles pelo selo Capitol Records, que teve uma participação de McDonald na faixa "One step closer". As canções estavam novamente country rock. O sucesso do álbum motivou o lançamento em 1991 do álbum Brotherhood, também pela Capitol.

Em 1995, Os Doobies juntaram com McDonald para uma excursão com o Steve Miller Band. No ano seguinte, o álbum duplo e ao vivo, Rockin' Down the Highway: The Wildlife Concert, teve três canções de McDonald, e Baxter também participou durante os concertos que originou o disco.

Ainda no mesmo ano, os Doobies foram eleitos para o Hall da Fama do Rock and Roll.

Em 2000 foi lançado o álbum Sibling Rivalry, depois de nove anos sem gravações de estúdio. O material teve contribuições significantes de Knudsen e McFee e variou de hard rock, hip-hop e jazz, mas não alcançou um grande sucesso. O último trabalho dos Doobie Brothers é o álbum Live at Wolf Trap de um concerto na Virgínia.

Discografia:
The Doobie Brothers (1971)
Toulouse Street (1972)
The Captain and Me (1973)
What Were Once Vices Are Now Habits (1974)
Stampede (1975)
Takin' It to the Streets (1976)
Livin' on the Fault Line (1977)
Minute by Minute (1978)
One Step Closer (1980)
Farewell Tour (ao vivo, 1983)
Cycles (1989)
Brotherhood (1991)
Rockin' Down the Highway: The Wildlife Concert (1996)
Best of the Doobie Brothers Live (1999)
Sibling Rivalry (2000)
Divided Highway (2003)
Live at Wolf Trap (2004)

Musicos:
Tom Johnston, Patrick Simmons, John McFee (vocals, guitar)
Danny Hull (vocals, harmonica, saxophone, keyboards)
Michael McDonald (vocals, keyboards)
Keith Knudsen (vocals, drums)
Skylark (bass)
Mike Hossack (drums).

Additional personnel:
Cornelius Bumpus (saxophone, keyboards)
Guy Allison (keyboards)
Carlos Guaico
Buck Johnson (background vocals)

Tracklist:
1. Jesus Is Just Alright
2. Rockin' Down the Highway
3. What a Fool Believes
4. South City Midnight Lady
5. Doctor
6. Neal's Fandango
7. Minute by Minute
8. China Grove
9. Dependin' on You
10. Slack Key Soquel Rag [Instrumental]
11. Black Water
12. Long Train Runnin'
13. Listen to the Music
14. Without You

Obs: Sabe aqueles dias que voce tá afim de ouvir alguma coisa de alguém mas não tá afim de ouvir tudo?
Aí vc saca uma coletãnea e de repente acha realmente um pouco de tudo num dos melhores shows que os caras já fizeram?
Tá aí!!!
Mas ainda não é o melhor "Live" deles e vou postar mais pra frente o "Life Wolf Trap", esse pra mim o ponto máximo dos caras, mas com o "Best of, vc se diverte e muito.


Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

The Doobie Brothers

29 de mai de 2009

Ozzy Osbourne processa Tony Iommi pela propriedade da marca Black Sabbath

Osbourne quer direitos sobre 50% do nome da banda inglesa.Guitarrista teria registrado a marca após fim de contrato com a Live Nation

Os advogados do cantor britânico Ozzy Osbourne entraram com um processo no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA contra o guitarrista Tony Iommi, colega de Osbourne no Black Sabbath, alegando que Iommi tentou assumir ilegalmente o controle total do nome da banda.

Segundo o jornal “Ney York Post”, o processo de Ozzy exige que o cantor fique com 50% da propriedade da marca Black Sabbath, além de parte dos lucros que Iommi teria ganhado com o uso do nome, sugerindo que foi a “voz” de Osbourne que ajudou a criar o “extraordinário sucesso da banda”. O processo também insinua que a popularidade do grupo “caiu vertiginosamente” durante o período em que o cantor esteve ausente da formação.



O processo de Osbourne acontece após outro, feito por Iommi em dezembro de 2008 contra a Live Nation, onde o guitarrista afirma que a empresa continuou vendendo material relacionado ao Black Sabbath após o fim do contrato com a banda em 2006 – logo após o fim do acordo, Iommi teria registrado a marca do grupo em seu nome.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

22 de mai de 2009

John Entwistle's OX - Mad Dog - (1975)

Entwistle nasceu em Chiswick, subúrbio de Londres. No começo dos anos 60 ele passou a se apresentar em vários grupos de jazz e dixieland com seu colega de escola Pete Townshend, posteriormente entrando para a banda The Detours, de Roger Daltrey. Estava formado o núcleo do que seria mais tarde o The Who.

O grupo começara com Daltrey e Townshend dividindo os acordes de guitarra, até que Roger desistiu do instrumento. A mudança para uma única guitarra foi essencial para Entwistle (apelidado de "The Ox"), que passou a tocar acordes extremamente altos e intrincados para compensar a falta de uma guitarra rítmica - o resultado foi, dos primeiros singles do Who até o seu último sucesso, a transformação do trabalho do baixo de Entwistle em um dos mais complexos e audíveis do rock. Mais do que isso, ele tendia a aparecer justamente por não aparecer.

Além de seu trabalho no baixo, Entwistle revelou um talento peculiar como compositor. Suas canções demonstravam um senso de humor sombrio, incompatível com o trabalho mais introspectivo de Townshend. Embora contribuísse numa proporção de 2 músicas por álbum, a frustração de ter seu material relegado pelo The Who levou-o a lançar Smash Your Head Against The Wall em 1971, sendo o primeiro integrante da banda a gravar um disco solo.

Entwistle desenvolveu o que ele chamava de estilo '"datilógrafo" de tocar baixo. Consistia em posicionar a mão direita sobre as cordas para que os quatro dedos pudessem ser usados para bater percussivamente nas mesmas, fazendo com que elas atingissem o braço com um distinto som agudo. Isso dá ao músico a habilidade de tocar três ou quatro cordas de uma só vez, ou de usar diversos dedos em uma só corda, além de permitir a criação de passagens bastante percussivas e melódicas. Ele usava esta técnica para imitar os preenchimentos usados pelos bateristas, às vezes antes mesmo que os bateristas tivessem a oportunidade de fazê-los.

John identificava suas influências como uma combinação de seu treinamento formal ao trompete, trompa e piano, o que dava a seus dedos uma força e flexibilidade ímpares. Juntamente com os guitarristas de rock Duane Eddy e Gene Vincent, e baixistas de soul e R&B como James Jamerson, ele é considerado um pioneiro nas técnicas de baixo. Entwistle foi a influência primordial de gerações de baixistas e continua a aparecer em enquetes sobre os "melhores baixistas" em revistas musicais. Em 2000, a revista Guitar nomeou John Entwistle o "Baixista do Milênio" numa enquete entre seus leitores.

Personnel:

John Entwistle
Robert A. Johnson
Graham Deakin
Mike Deacon

Tracklist:

1. I Fall To Pieces
2. Cell Number 7
3. You Can Be So Mean
4. Lady Killer
5. Who In The Hell?
6. Mad Dog
7. Jungle Bunny
8. I'm So Scared
9. Drowning

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mad Dog

21 de mai de 2009

The O'Jays - Live in London (1973)


Caraca!!!!
O que escrever destes caras?
Ok, ok, nada, fica quieto e 'bora ouvir a negrada.
Mas não pode ser assim, fica sem graça pra mim, isso aqui não é uma loja de discos que "nego" fuça, revira, tira do lugar e vai embora; não....aqui é onde coloco minhas memórias, minhas descobertas, nossas novidades, enfim um canto onde se tira "um dedo de prosa" ou as vezes até a mão toda!!!!!

The O'Jays!!!!!!!!!

Os caras são uma lenda da música negra verdadeira, são os precursores de todos os movimentos, inclusive inspiradores até hoje de bandas "brancas" famosíssimas e quem não sabe que o Zep, os Stones, os Beatles e tantos outros só existiram depois de ouvir a "negrada"?
Que tal "Doobie Bros"?
Quer uma banda branca, caipira e mais negra do que eles?
Uma das maiores relíquias da Motown é um som do Michael McDonald cantando os principais sucessos de várias décadas (que por acaso eu tenho e prometo, eu posto sim!!!)da gravadora; ou seja um cara totalmente branco e até grisalho desde jovem mais negro que muito negrão por aí.

Bem , mas "O'Jays......."
Olha, eu achei uma resenha lindíssima em inglês e sei que muitos manjam bem da lingua e os que não, se viram com tradutores on line. Pode até ser que eu contrate uma especialista (Lucy in the Sky conhecem? carézima, mas fazer o quê é especilaista!!!!!!!!) e depois eu reposte com a tradução.
Mas tá ai um dos melhores shows que já vi e ouvi e por favor, sem essa de bandeira de movimento de cor alguma, porque sempre digo que música não tem cor e sim qualidade; agora que me embalo ao som da negrada e nesse caso a magistral "Love Train", ah isso ninguém me segura, ré,ré,ré!!!


Original Members:

Eddie Levert
Walter Willians
Willian Powell(deceased)

Tracklisting:

1. Introducing The O'Jays

2. Put Your Hands Together

3. When The World Is At Peace

4. Wildflower

5. Back Stabbers

6. Sunshine Lyrics

7. Love Train

"...These albums are not likely to take their place beside the Motown and Stax/Volt European tour LPs, principally because Philadelphia International is a producer's operation. The O'Jays are fine performers, and lead singer Eddie Levert is positively breathtaking throughout most of the London album, but without the settings crafted by Kenny Gamble, Leon Huff and Thom Bell, tunes like "Back Stabbers," "Put Your Hands Together" and "Sunshine" have a hollow ring. "Love Train," minus the irresistible rhythm line Thom Bell gave it, is just another supercharged show-closer. Billy Paul, who doesn't hold a candle to Levert technically or expressively, comes off better than the O'Jays. For all his stiffness and occasional wandering off pitch he does have a way of putting over a song to an audience, and he has the better band. Songs like "Me and Mrs. Jones" and "Your Song" benefit from the relatively spare accompaniment heard here; Paul's live version of "Mrs. Jones" and the audience reaction demonstrate the perfect blend of performer and material which made the record such a monster in the first place. Live In Europe is preferable in many ways to Paul's War of the Gods. The O'Jays Live in London is an energetic party sure-shot. But The Stax/Volt Revue Live in Europe they ain't..."
BOB PALMER
(Posted: Aug 29, 1974)

"...The O'Jays are a Canton, Ohio-based soul/R&B group, originally consisting of Walter Williams (b. August 25, 1942), Bill Isles, Bobby Massey, William Powell (January 20, 1942-May 26, 1977) and Eddie Levert (b. June 16, 1942). The O'Jays were inducted into the Vocal Group Hall of Fame in 2004, and The Rock and Roll Hall of Fame in 2005. The O'Jays (now a trio after the departure of Isles and Massey) had their first hit with "Lonely Drifter", in 1963. In spite of the record's success, the group was considering quitting the music business until Gamble & Huff, a legendary team of producers and songwriters, took an interest in the group. With Gamble & Huff, the O'Jays emerged at the forefront of Philadelphia soul with Back Stabbers (1972), a huge pop hit..."
fonte: wikipédia

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

The O'Jays

20 de mai de 2009

Lizz Wright - Salt - (2003)


É impressionante a quantidade de artistas e cantoras de altíssima qualidade que os EUA conseguem produzir.
Vou fazer uma comparação histórica e me perdoem os puristas, rascistas e afins mas segundo constam dos anais históricos, os negros escolhidos pra escravos e levados para a Ámerica teriam de ser os maiores, os mais fortes, os mais bonitos e com os melhores dotes.
Já li estudos sobre assunto o que justificava o porque dos jogadores de basquete norte-americano serem os maiores, os mais hábeis e os mais fortes, claramente devido a herança genética dessa época.
Aliás como norte-americano "ama"negro nos esportes não?
Até bolsas de estudo sem estudar eles ganham........esse tipo de demonstração de amor chega a me emocionar.

Seguindo esta linha de raciocínio seria lógico que as mulheres negras também teriam de ser as melhores "matrizes" porque senão de nada adiantaria e a herança genética se dissiparia com o tempo e talvez isto explique também o talento musical que os negros norte-americanos possuem, apesar dele ter sido gestado em sua maioria do sofrimento de seus cativeiros; essa "verve" é sim genética.
Não se adquire por mais que treine e se esforçe um talento à esse nível, vc pode chegar à um limite aceitável, mas daí pra frente.....só o chamado "Dom"

Lizz Wright (Hahira, Georgia, 22 de janeiro de 1980) é uma cantora e compositora de jazz americana.
Filha de pastor, Wright iniciou cantando gospel e tocando piano na igreja ainda criança e cedo se interessou por jazz e blues. Frequentou a Houston County High School, onde participou ativamente no coral, onde recebeu o National Choral Award.
Wright estudou musica na Georgia State University em Atlanta.
Seu primeiro álbum, Salt, foi lançado em 2003 e chegou ao segundo lugar da Billboard, top jazz contemporâneo em 2004. Em junho de 2005 lançou Dreaming Wide Awake, que atingiu o primeiro lugar em 2005 e 2006.
A jovem cantora viu rapidamente a sua música ser elogiada desde o lançamento deste seu primeiro disco, “Salt”, sendo agora comparada a grandes nomes do panorama musical como Cassandra Wilson, Oleta Adams e Jill Scott.
Bom, esta é a parte técnica, mas Lizz é mais um dos fenômenos da musica chamada"negra", dona de uma voz lindíssima e de um "elan" absurdo ela nos remete a sonhos e visões, viagens e passeios por mundos imaginários do amor e da amizade; da pureza e da beleza e ainda com uma vitalidade fora dos padrões comuns.
Preste atenção e tenho certeza que você vai ter momentos de uma música de altíssima qualidade acompanhada de uma voz encantadora, e olha que ao ouvi-la pela primeira vez quando ganhei o disco, ainda pensei que fosse mais uma dessas cantoras romãnticazinhas pra vender discos....santa ignorância.

Músicas:
1.Open Your Eyes, You Can Fly
2. Salt
3. Afro Blue
4. Soon as I Get Home
5. Walk With Me, Lord
6. Eternity
7. Goodbye
8. Vocalise / End Of The Line
9. Fire
10. Blue Rose
11. Lead the Way
12. Silence

Músicos:
Lizz Wright - vocals
Sarah Adams
Terreon Gully
Crystal Garner
Brian Blade - acoustic guitar
Adam Rogers - acoustic, electric & bottleneck guitars
Sam Yahel - Hammond B-3 organ
Sam Yahel - Hammond B-3 organ
John Hart - acoustic guitar, guitar
Derrick Gardner - trumpet
Vincent Gardner - trombone
Jeff Haynes - percussion
Myron Walden - alto saxophone
Doug Weiss - acoustic bass
Ellen Westerman - cello
John Cowherd - acoustic piano
Judy Witmerr - viola
Kenny Banks - acoustic piano, Fender Rhodes piano
Ron Carbone - viola


Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Lizz Wright

19 de mai de 2009

Wetton e Downes - Icon - (2004)


Se existe uma pessoa suspeita pra falar qualquer coisa de John Wetton é este que vos escreve!!!
Sou um verdadeiro apaixonado pelo seu tom de voz, pela forma que entoa suas canções e as de outros, suas participações e suas aventuras-solo.
Não, ele não é um gênio que não erra nunca e errou muito em sua carreira fazendo algumas homéricas besteiras, mas que ao meu ver o fizeram se tornar ainda melhor e o principal é saber com quem se juntar; à quem chamar pra fazer um som ou de quem aceitar um convite, isso só o tempo e a experiência ensinam (eu até hoje não aprendi e vira e mexe tô quebrando minha cara com convites de "amigos"que simplesmente te usam e depois te descartam, mas assim é a vida não?).


Eles formaram a dupla Wetton/Downes, lançando o projeto "Icon" com os CDs John Wetton / Geoff Downes (2001), Icon (2005), Icon II - Rubicon (2006), Icon Live (2006), Icon Acoustic (2006) e Icon 3 (2009) nos últimos anos.
E passeando pela net encontro este trabalho que já me encantei pela delicadeza da capa e aí fui fundo pra conhecê-lo e simplesmente achei fantástico!!!
Um dos melhores álbuns já gravados e produzidos por esses caras e pra mim um obra prima que não canso de ouvir e admirar sua sonoridade e sua sutileza de detalhes e o mais importante como já disse em posts anteriores; ele Wetton saiu já de várias mas a pouco tempo se recupera de uma crise de alcoolismo e que dom é esse meu pai, que nem as drogas, nem o álcool, nem as frustrações da vida conseguiram destruir?



Podem me chamar do que quiser, de carola, de beato , de crente, do que for; mas se isso não é um dom e dons são concedidos por seres superiores, senão todos os teriam à rodo, eu não sei o que é e não entendo mais nada.
Só sei que esse mesmo Ser, que concede esses dons deve estar olhando por todos nós e cada um de uma maneira e não me sinto de forma alguma diminuído em não saber fazer o que ele faz e escrever sobre ele e dividir com vc essa maravilha de som.
Ao contrário, me sinto um abençoado de poder fazê-lo e como se também tivesse recebido meu dom em contar um pouco da vida desses caras e que nos sirvam de exemplo pra seguirmos em frente com nossas próprias lutas.

Músicos:

John Wetton: principal songwriter, vocals and bass
Geoffrey Downes: principal songwriter, keyboards
Dave Kilminster: guitars and vocals
Pete Riley:drums


Tracklist:

1. Let Me Go
2. God Walks With Us
3. I Stand Alone
4. Meet Me At Midnight
5. Hey Josephine
6. Far Away
7. Please Change Your Mind
8. Sleep Angel
9. Spread Your Wings
10. In The End

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Wetton/Downes

17 de mai de 2009

Deep Purple - Live at the Olympia 96 - Bootleg Made in Holland


Quem nunca teve alguma relação com o Purple que atire o primeiro disco de vinyl!!!!!
Bem, sem contar sobre a vida dos caras porque eles já foram mais do que destacados e continuam sendo por todos os cantos, enquanto escrevo vou ouvindo"Highway Star"com o solo de Morse, um cara que nunca dei um tostão pra ele, rs; mas que caiu como uma luva nesse "asilo de doidos" ou se quiser "balaio de gatos".
Porque o que o "DP" já foi e voltou, e brigou e acabou e se fez e refez, e já pode ser coroado como a verdadeira "Fênix" do rock e ainda está por aí e de repente muda tudo, mas....

Tenho muita coisa deles, desde oficiais á bootlegs como esse com um selo na capa de "official bootleg"...rs; mas este específicamente tem uma pequena histórinha bem particular.
Nessa época eu tava numa falta de grana que dava dó, mas brasileiro que é brazuca num desiste né? e lá ia eu que nem cavalo de parada, c......e andando e fosse lá o que Deus quisesse; e aí um camarada me disse que minha encomenda havia chegado!!!!!!!!!

Que porra de encomenda seria?

Ainda em 97 a net era mais lerda, as coisas mais demoradas, o conhecimento menor e como já disse antes alguns amigos viajavam e traziam o que vc pedia e aqui vendiam pelo triplo prq eram "amigos da onça" ou os chamados "fdps" e queriam tirar a viagem deles nas costas dos tapuias que mal podiam sair de suas cidades, mas e agora o que fazer sem um puto no bolso?
Mas esse era um objeto de desejo, um som que se repete em todos os shows, mas que esse camarada havia assistido o show e dito que foi um dos melhores da história dos caras (já sei,já sei, sempre haverá outro ou outros melhores, mas à época e na minha cabeça era "O Show!!!) e se eu não fosse pegar logo já havia "nego na fita" querendo o dito cujo.

Dizem que quem tem "padrinho num morre pagão", e aí me aparece um serviço daqueles inesperados pra se fazer hoje e receber no ato, bem já deu pra sacar que passei na casa do fdp e peguei minha encomenda e ainda me sobrou pra levar mais uma meia dúzia prq na realidade ele havia trazido um monte de cds e ng tinha grana e ele havia ficado com "o mico na mão" e eu fiz uma varredura e levei o que tinha de melhor e ainda pelo preço de nacional, ré,ré,ré.
É isso, e ao chegar em casa é que notei que era um bootleg e ainda made in Holland, mas eu já tinha outros e a qualidade deles é superior nesses casos e não me decepcionei, um puta som, um baita show e claro uma das maiores bandas da história da música mundial.

Obs:Coloquei imagens de um bootleg made in Italy, prq estavam melhores que as minhas mas o som é do meu disco e a gravação como disse feita por eles nesse show arrepiante no "Olympia" em Paris e não no Olimpia em Sp como eu ouvi muitos por aí à época dizendo nas rádios-rock e eu me divertia muito com isso prq nós amamos muito o som, mas muitas vezes engolimos umas assim por falta de conhecimento ou por achar que aquele que alí está deve saber mais do que a gente e aí olha só no que dá!!!!! Qdo puder disponibilizo pra os fãs as fotos feitas no show que vieram dentro, fotos feitas pela galera que foram colocadas como encarte e são um show a parte valendo um mural até.

Deep Purple:

Ian Gillan - vocais
Steve Morse - guitarra
Jon Lord - teclado
Roger Glover - baixo
Ian Paice - bateria

CD 1 :
Fireball
Maybe I'm A Leo
Ted The Mechanic
Pictures Of Home
Black Night /
Cascades: I'm Not Your Lover
Sometimes I Feel Like Screaming
Woman From Tokyo
No One Came
Purpendicular Waltz.

CD 2 :
Rosa's Cantina
Smoke On The Water
When A Blind Man Cries
Speed King
Perfect Strangers
Hey Cisco
Highway Star

Obs: Links atualizados, sejam rápidos prq DP tá caindo na hora,rs e como meus links deram problemas peguei estes emprestados do Cheiro do Ralo, thanks!

Enjoy part 01 and part 02!!!!!!!!!!!!!!

16 de mai de 2009

Vanessa Mae - The Violin Player ( 1995)

Vanessa Mae nasceu em Cingapura de pai thailandes e mãe chinesa.
Depois da separação dos seus pais, sua mãe casou com um inglês (Graham Nicholson), e a sua familia se mudou para Inglaterra, isto quando Vanessa tinha 4 anos crescendo em Londres e em regioes britanicas.
Vanessa Mae começou a tocar piano com 3 anos, e violino com 5.
Durante a infãncia era relativamente famosa no Reino Unido, fazendo tambem apariçôes televisivas (por exemplo em Blue Peter) tocando mais que uma ou outra música clássica ou de estilo conservativo. Segundo o Guinness, é a mais jovem violinista e ter gravado os concertos para violino de "Beethoven e Tchaikovsky", um registro feito quando ela tinha 13 anos.
Nesses anos, estudava na Francis Holland School no centro de Londres.


"...Vanessa Mae ebbe il suo debutto internazionale allo Schleswig-Holstein Musik Festival in Germania nell´anno 1988, e nello stesso anno fece il suo debutto in concerto suonando con la Philharmonia Orchestra a Londra..."

Durante a adolescência Vanessa Mae se destacou das suas influências clássico-tradicionais e criou um estilo próprio vistoso e sexy aparecendo nos videos musicais em roupas ousadas.
Participou das produçoes do álbum “The Velvet Rope”de Janet Jackson tocando um solo de violino na canção "Velvet Rope".


Obs técnica:
Vanessa-Mae Vanakorn Nicholson (nasceu em 27 de Outubro de 1978 em Singapura), conhecida no palco e no mundo da música apenas como Vanessa-Mae e (em/na Chinês: 陈美, Chén Měi) é uma violinista de formação clássica que se tornou famosa mundialmente fazendo gravações onde misturava música clássica com pop, jazz, techno e outros ritmos modernos. O álbum que lhe deu fama internacional foi "The Violin Player", de 1995.


Em abril de 2006, Vanessa Mae foi classificada, segundo a "Rich List del Sunday Times", como a mais rica jovem entre as pessoas de 30 anos para baixo no Reino Unido, tendo um patrimônio de 32 milhôes de libras esterlinas acumuladas em concertos e vendas discográficas.
Vanessa Mae anunciou que o seu próximo álbum (entre 2007 e 2008) seria um conto de fantasia sobre pedaços famosos do repertório operístico.

Discografia:

Violin (1990)
Kids' Classics (1991)
Tchaikovsky & Beethoven Violin Concertos (1991/1992)
The Violin Player (1995)
The Alternative Record from Vanessa-Mae (1996)
The Classical Album 1 (November 12, 1996)
China Girl: The Classical Album 2 (January 1, 1997)
Storm (January 1, 1997)
The Original Four Seasons and the Devil's Trill Sonata: The Classical Album 3 (February 16, 1999)
The Classical Collection: Part 1 (2000)
Subject To Change (July 17, 2001)
The Best of Vanessa-Mae (November 5, 2002)
The Ultimate (December 23, 2003)
Choreography (2004)

Álbuns de Edição Especial
The Violin Player: Japanese Release (1995)
The Classical Album 1: Silver Limited Edition (1 de Janeiro de 1997)
Storm: Asian Special Edition (1 de Janeiro de 1997)
The Original Four Seasons and the Devil's Trill Sonata: Asian Special Edition (1 de Fevereiro de 1999)
Subject to Change-Vanessa-Mae: Asian Special Edition (1 de Julho de 2001)
The Ultimate: Dutch Limited Edition (Janeiro de 2004)



Enjoy!!!!!!!!!!!!

Hootie and the Blowfish - Cracked Rear View - (1994)

O Hootie and The Blowfish, de Columbia, Carolina do Sul, EUA, é um dos grupos contemporâneos adultos de maior sucesso comercial a emergir na metade dos anos 90. Milhões de fãs pelo mundo compraram a estréia da banda em um grande selo, Cracked Rear View, e seu retorno em 1996, Fairweather Johnson.
O Hootie and The Blowfish foi formado na Universidade da Carolina do Sul no início dos anos 80 e lentamente conquistou adeptos no sudeste norte-americano através de numerosas aparições em bares e universidades. Com um som pop-rock melódico - inspirado principalmente pelo R.E.M. e pela Steve Miller Band - a banda foi contratada pela Atlantic Records em 1993, antes mesmo de ter lançado um álbum de longa duração.
Produzido por Don Gehman (que ainda é o único produtor a ter trabalhado com a banda), a estréia em selo grande em 1994 do Hootie - Cracked Rear View - tocou o mundo da música como uma tempestade, alcançando o número um e vendendo quinze milhões de cópias nos EUA.

O álbum gerou os sucessos internacionais "Hold My Hand," "Let Her Cry" e "Only Wanna Be With You". Após ficarem em extensa turnê, o quarteto retornou ao estúdio e gravou em 1996 Fairweather Johnson, que vendeu relativamente meras duas milhões de cópias.
Na primavera de 1998, a banda lança o álbum Musical Chairs e, em outubro de 2000, o álbum Scattered, Smothered and Covered, somente com covers dos artistas favoritos da banda
Esta é a parte técnica do trabalho dos caras que realmente são muito bons e eu os vi pela primeira vez numa apresentação na 54ªAv, e o clima deles é mágico além da voz do Darius ser o diferencial; aliás reza a lenda que Mark ouviu Darius cantando no banheiro da universidade e achou aquela voz absurdamente diferente e o chamou pra montarem uma banda e aí o resto é história...

O Hootie and The Blowfish é formado por:

Mark Bryan (guitarra)
Dean Felber (baixo)
Darius Rucker (voz e guitarra)
Jim “Soni” Sonefeld (bateria)

Tracklist:

1 Hold My Hand
2 Drowning
3 I'm Goin' Home
4 Goodbye
5 Not Even The Trees
6 Look Away
7 Time
8 Running From An Angel
9 Hannah Jane
10 Let Her Cry
11 Only Wanna Be With You

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Hootie and The Blowfish

15 de mai de 2009

S.R.V - Texas Flood - (1983)

Filho de Big Jim e Martha Vaughan, Stevie Ray Vaughan nasceu no dia 3 de Outubro de 1954 em Dallas, Estado texano marcado pela caipirice e pelos poços de petróleo. Vaughan começou a tocar influenciado por Jimmie, seu irmão mais velho e integrante do célebre grupo The Fabulous Thunderbirds. Além da banda, o jovem Stevie invejava a coleção de discos do irmão que, entre outros, tinha trabalhos de Jimmy Reed, Albert King, B.B. King, Kenny Burrell, Albert Collins, Charlie Christian e Django Reinhardt.

Curiosamente, o primeiro instrumento que Stevie quis tocar era a bateria, mas não havia nenhuma em sua casa. Depois, veio a vontade de tocar saxofone, e Stevie chegou a experimentar o instrumento, mas o máximo que ele conseguiu produzir foram alguns grunhidos. Desobediente, em 1963 ele desrespeitou a ordem do irmão mais velho para que ficasse longe das suas guitarras. E foi assim, às escondidas, que ele descobriu sua paixão pela guitarra e sua identidade com o blues.
Boa praça, Jimmie não ficou nervoso quando flagrou o irmão tocando uma de suas guitarras. Pelo contrário, ao ver o potencial do garoto, deu-lhe de presente uma Gibson Messenger, guitarra que foi logo substituída por uma Fender Broadcaster 1952, outro presente de de Jimmie.
Não se sabe ao certo se a verba veio de sua mesada ou de algum bico, mas em meados dos anos 60 Stevie comprou seu primeiro disco, um compacto com o hit instrumental "Wham", de Lonnie Mack. Foi desse disco - e de vários outros de Albert King - que Stevie começou a forjar seu estilo.

Bowie, então, convidou Stevie para tocar guitarra em um de seus álbums, "Let's Dance", oferecendo em troca um acesso aos estúdios para que o Double Trouble gravasse seu primeiro álbum.
O resultado foi este postado aqui, o"Texas Flood", em 1983, aclamado por críticos de blues e rock.
Infelizmente Stevie começou a ter problemas com o vício em cocaína e álcool mas, ainda assim, lançou seu primeiro álbum ao vivo, "Live Alive" em 86.
Após passar um período em clínicas de reabilitação, Stevie Ray Vaughan voltou em 1989 com o álbum "In Step", vencedor do Grammy de melhor disco de blues.

O estilo musical de Vaughan tocar blues era fortemente influenciado por Albert King, que se auto-proclamou "padrinho" de Stevie, e por outros músicos de blues como Otis Rush e Buddy Guy.
Stevie é reconhecido por seu som de guitarra característico, que em parte provinha do uso de cordas de guitarra espessas, pesadas, calibre .013 e também da afinação meio tom abaixo do normal em (Eb) mi bemol.
O som e o estilo de Vaughan tocar, que freqüentemente mescla partes de guitarra solo com guitarra rítmica, também traz freqüentes comparações com Jimi Hendrix; Vaughan gravou várias canções de Hendrix em seus álbums de estúdio e ao vivo, como "Little Wing", "Voodoo Child (Slight Return)" e "Third Stone from the Sun".
Ele também era fortemente influenciado por Freddie King, outro grande músico texano, pricipalmente pelo tom e ataque. O pesado vibrato de King pode ser claramente ouvido no estilo de Vaughan.
Outra influência no estilo foi Albert Collins, sua técnica da mão direita, usando o dedo indicador, foi extensamente utilizada por SRV, batendo na cordas contra o braço da guitarra.
A carreira de Vaughan foi tragicamente interrompida quando, na manhã do dia 27 de agosto de 1990, ele morreu em um acidente de helicóptero próximo a East Troy, Wisconsin.
SRV seguia para uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, onde na tarde anterior se apresentara junto com Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e seu irmão mais velho Jimmie Vaughan. Quatro helicópteros estavam a disposição dos músicos, e Stevie encontrou um lugar vazio em um helicóptero com alguns membros da equipe de Clapton, e decidiu embarcar.
Em conseqüencia do céu extremamente nublado e da forte névoa, o helicóptero de Stevie virou para o lado errado e foi de encontro com uma pista artificial de ski. Não houve sobreviventes, e o Blues perdera um dos seus maiores expoentes. Stevie Ray Vaughan está enterrado no Laurel Land Memorial Park,em Dallas, no Texas.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Stevie Ray Vaughan

Glenn Hughes - Addiction (1996)

Adjetivo: a.dic.to
que se apega.
que se afeiçoa a.
dependente de.
submisso.
(Medicina) que não consegue largar um hábito nocivo (psicológico ou da fisiologia corporal).

Sinônimos de (adjetivo): adstrito.
dedicado.
devotado.

Sinônimos: dependente.
toxicômano (grafia bras.),
toxicmano (grafia port.).


Adicto é dependente.
Adicto é considerado no mundo das drogas aquele que é inclusive irrecuperável.
Ele ou ela pode se abster mas nunca sarar, a adicção estará lá pra sempre a espera de uma oportunidade ou de uma recaída.
Como em outras postagens, todos sabem que Glenn Hughes pra mim é um dos maiores exemplos de recuperação de um ser humano e da famosa viagem retratada por Dante até os infernos; ou tantos outros que já narraram à descida aos mais profundos infernos de cada um, além claro e óbvio de um dos maiores músicos vivos.
Mas o retorno é a parte mais importante, porque do jeito que muito se fala e faz fica a impressão que aquele que cai, não tem mais retorno e se voltar não mais será o mesmo e nem poderá mais ser confiável ou exercer qqr atividade porque"queimou seus neurônios"
PQP, nunca vi tamanha ignorância e como não tô aqui pra levantar bandeira alguma, só lembro aos idiotas de plantão que temos no cérebro bilhões de células e que ao se perderem algumas outras podem assumir suas funções e etc e etc e etc.

Muitos artistas contam suas experiências e narram suas histórias de formas variadas, em livros, discos, pinturas e palestras; mas tudo pra se valorizarem e vender sua dor e ainda lucrar com ela.

Mas poucos se expõem como Glenn fez desde seu retorno do inferno das drogas, mas de uma maneira que não se tornou ícone da resistência e nem mártir de porra nenhuma, só mostrou que é possível e além de possível, se pode retornar melhor ainda do que era se é que o caso dele algo precisava melhorar na questão musical.

Mas seu caráter é um exemplo, sua dedicação em lançar as vezes até 03 discos em um ano e fazer shows o tempo todo e ser fiel aos qeu estão com ele desde o inicio como seu guitarrista Joakin Marsh; e uma das mais belas frases que já vi desses artistas famosos e poderosos escreverem em suas obras: "To my high power, My Lord".

Poucos dão créditos à esta força superior que nem nome se sabe exato, mas conhecida por "Deus" e poucos creditam à esta força o retorno do inferno e a ascensão aos "céus da liberdade" e por isso cada dia que passo admiro mais o trabalho, a carreira e a dignidade desse ser humano que é um monstro em tocar, um exemplo de amizade com aqueles que estão a sua volta e claro "A Voz do Rock" mas a verdadeira e não só a que grita e canta, mas a que grita e clama: "Obrigado Senhor por me dar mais uma chance, vou aproveitá-la ao máximo".

"Addiction"

Let me breathe, my tired body
Let me sleep inside my bed
Don’t let me fall into the darkness
While you weave your tangled web
Don’t leave me slain beside the gutter
Show me my flesh, then lock me in,
Then wash me down in holy water
Then close my eyes, until i’m gone

Throw my soul into the fire
Let my body burn in sin
It’s so cold and i’m no liar
And it’s all the same, all the same
It’s just addiction

You can’t deny the pain you’re under
You know the wheel refuse to turn
Can’t break that spell and you have 2 wonder
Can’t walk away, you never learn
Don’t live that lie, ‘cos you can take it
You must have been some kind of man
I feel the rage of your condition
‘cos you will find euphoria

Can you taste your last temptation?
Your state of mind is filled with shame
If you fail to shake your demon
Tormented life, no one to blame

Não sou o único e a admiração aqui na alcateia é geral e faz tempo que ThicoMusic me pede a postagem desse trabalho que ele considera talvez o melhor e mais intenso de Glenn; pois tá aí....

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Addiction

Pat Martino "Live at Yoshi's"



:) só escutar......

download part 1
download part 2

Enjoy!!!!!!!!!!!!

14 de mai de 2009

Steve Miller Band - Fly Like an Eagle (1976)

Steve Miller (nascido em 5 de outubro de 1943 em Milwaukee, Wisconsin) é um músico e guitarrista de blues e rock. Ele estudou na Universidade de Wisconsin-Madison durante os anos 60, onde formou sua primeira banda, The Ardells. Miller ensinou a Boz Scaggs alguns acordes, e Scaggs juntou-se ao Ardells no ano seguinte. Outro ano se passaria até que Ben Sidran fosse adicionado como tecladista do grupo.

Em 1968, Miller formou a Steve Miller Band com Scaggs nos vocais, lançando o álbum Children of the Future, o primeiro de um série de discos calcados solidamente no estilo de blues psicodélico que dominava o cenário musical de São Francisco na época. Scaggs deixaria a banda depois de mais dois álbuns e seria substituído em sua função pelo baterista Tom Davis; o próprio Miller só começaria a cantar em 1969, assumindo os vocais ocasionalmente no álbum Brave New World.

The Joker, de 1973, marcou o início de uma nova fase na carreira de Miller: mais simplista e direcionado ao pop, o álbum obteve grande êxito com a faixa título e outras de suas canções. Miller agora assumira o papel de cantor de vez; seu alcance vocal limitado na verdade fez com que as músicas se tornassem mais acessíveis e propensas a tocarem nas rádios.

Depois de The Joker veio Fly Like an Eagle (1976) e Book of Dreams (1977).
Estes dois últimos representaram o auge do sucesso comercial de Miller, ambos alcançando as colocações máximas nas paradas musicais e emplacando diversos hits, como “Rock ‘N’ Me”, “Take the Money and Run”, “Jet Airliner” e “Jungle Love”. Enquanto a crítica esculhambava Miller por ele abandonar suas composições mais ambiciosas e socialmente engajadas em favor de simples sucessos de pop-rock influenciados por blues, os fãs aumentavam cada vez mais, e a Steve Miller Band co-encabeçou uma grande turnê por estádios com o The Eagles em 1977.


Do alto de seu massivo sucesso, Miller resolveu dar uma pausa nas gravações e turnês, só emergindo em 1981 com Circle of Live, um álbum ambicioso possivelmente planejado para aplacar os críticos com seu novo estilo. As vendas foram decepcionantes, e em 1982 ele retornou à formula pop com outro álbum de sucesso, Abracadabra. Este seria seu último grande êxito comercial; uma série de coletâneas, álbuns ao vivo e tentativas de encontrar um novo estilo apareceriam esporadicamente, mas no começo dos anos 90 Miller desistiu de vez de produzir novos discos.
Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Miller

Obs: eu estava devendo o post do Steve já há algum tempo e aí posto o que considero (só eu né?) o melhor trabalho do cara.
Mas resolvi puxar o texto da wikipédia pra se ter uma ideia de como outras pessoas vêem alguns daqueles que consideramos ídolos ou ícones; e esse texto não acho que dá o devido mérito ao trabalho de uma carreira inteira e vou retornar nesse assunto ainda postando outros trabalhos também muito bons.
Mas enfim, tá aí , pode baixar sem medo e dó, porque é muito bom mesmo.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Download


Pra quem gosta de um som de verdade......



Mas por favor vejam até o fim é fantástico!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

13 de mai de 2009

Earth, Wind and Fire - Live in Japan (1996)

As vezes deve cansar repetir o mesmo mantra, mas sou realmente um apaixonado pela música por tudo que ela representa em minha vida e talvez por isso eu tenha retornado pra um meio que gosto tanto. Pra poder colocar um pouco do que aprendi, aprender muito do que preciso e fazer amigos.

Talvez um dos maiores exemplos de amizade e fidelidade que eu já tenha visto nesse universo da música esteja aqui agora "E,W&F".

A história deles é a mesma de muitos, Maurice White resolveu montar uma banda, mas "A" banda e fez suas incursões variadas desde os 70 lançando alguns discos que até foram bem aceitos; mas qdo ele entra em um sabático estágio lhe aparece pela frente um jovem e decidido dizendo: Vim cantar em sua banda!!!
Maurice já mais velho e experiente olhou aquele moleque ainda e perguntou o motivo dele achar que ainda existisse banda e se sim porque ele seria aceito? e mais uma vez uma resposta decidida e franca: Porque eu estou aqui!!!

Aquilo fez com que os músicos ali naquele estúdio e o próprio Maurice se entreolhassem e pensassem bem antes de qualquer resposta afinal eles não tinham chegado até ali a toa, eram músicos experientes e pessoas vividas. Na frente deles estava alguém que se não fosse louco seria a força que a banda precisava pra retornar e Maurice muito ligado a astrologia e sinais místicos e tudo mais viu naquilo mais um sinal e resolveu fazer um teste com o novato.
Aí é que a casa caiu mesmo, porque ao perguntar do que ele precisava ele disse simplesmente:

Que vcs me ouçam!!!!

Pegou um microfone e soltou uma voz que viria a ser reconhecida no mundo todo e além(eu sempre digo que se anjos cantarem cantam como ele) até como uma das mais lindas já ouvidas, nascia ali a lenda e a figura magica de Philip Bailey e com a companhia do irmão mais novo no baixo, Verdine White, um verdadeiro furacão no palco fossem qtas horas a duração do show, Maurice refaz sua banda e além disso tudo, ele próprio dono de uma voz potente, linda e perfeita; um compositor talentosíssimo, um arranjador e um maestro digno de ser citado como tal.
Bom o resto um dia eu conto relacionado a minha própria vida e o quanto eles influenciaram minha adolescência e até hoje me encantam com suas canções.

Infelizmente Maurice está com mal de Parkinson e não participa mais dos shows, mas ainda nos bastidores ajuda e os guia, e o grupo se uniu em torno disso e se fortaleceu mais ainda. Saíram uns entraram outros mas o centro da banda gira em torno de Philip e Verdine White e ela prossegue um sucesso de vendas e recordes acumulando discos e mais discos de todos os formatos que se possa imaginar.
Mas pra mim é uma das maiores bandas de soul, funk, black ou o que mais vc queira chamar o estilo musical tocado e cantado por negros, como se por ser feito por negros mudasse a cor da música, se até guitarrista russo já passou pela banda, rs
Ladies and Gentlemans...put your hands together, The Masters of the Universe...Earth , Wind and Fire!!!!!!!!

Este show que trago saiu aqui como "Greatest Hits Live" mas na realidade foi uma tourné realizada no Japão e talvez a última em que Maurice deu seu ar da graça no palco e também é um dvd que na realidade leva o nome acima, mas sabem como são as majors né?
Um dos melhores trabalhos de uma das melhores bandas de todos os tempos e se um dia vc estiver triste, só ou sei lá meio pra baixo, coloque esse som bem alto e sinta a energia e a alegria pulsando em suas veias novamente e alegre-se porque é pra isso que eles estão aí, nos trazer alegria com todo talento e competência; dance, se solte, cante e sorria com eles vai fazer muito bem.

Tracklist:

1. IN THE STONE (2:41)
2. SEPTEMBER (2:27)
3. LET YOUR FEELINGS SHOW (1:37)
4. LET'S GROOVE (3:10)
5. SUN GODDESS (5:37)
6. CAN'T HIDE LOVE (3:25)
7. BOOGIE WONDERLAND (3:21)
8. FANTASY (5:23)
9. REASONS (7:38)
10. THAT'S THE WAY OF THE WORLD (5:25)
11. AFRICANO (5:54)
12. I'LL WRITE A SONG FOR YOU (3:26)
13. BE EVER WONDERFUL (3:44)
14. AFTER THE LOVE HAS GONE (4:40)
15. SHINING STAR (4:36)
16. SYSTEM OF SURVIVAL (5:48)
17. SING A SONG (1:30)
18. DEVOTION (5:03)

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E,W & F (320kbps)

12 de mai de 2009

Keith Emerson


Achei a noticia relevante e também traduzi-la pra facilitar pra alguns, mais uma vez agradecendo ao nosso amigo Carlos pelas novidades, nesse caso não tão boas.

IMPORTANT - TOUR CANCELLATION NOTICE

Dear Friends,

It is with much regret that I have to announce that due to past right hand injuries the resulting nerve damage and dystonic factor has made it unable for me to play the keyboards to the high standard I have always set myself and have to cancel my forthcoming Keith Emerson Band featuring Marc Bonilla USA and European tours.
I am also going to have to cancel the proposed Emerson, Lake and Palmer tour which we were going to do at the end of this year.

I will of course continue with my physical/chiropractic/acupuncture therapy etc. in the hope that this will eventually get me back on form.

This is absolutely devastating to me as music will always be my main key to communicating with a world-wide audience. I know how much my fans and fellow band members were looking forward to these shows and it saddens me greatly to have to come to this decision and make this announcement.

Thank you for your understanding.

Keith Emerson



IMPORTANTE - AVISO DE CANCELAMENTO DA TURNÊ

Queridos amigos,

É com grande pesar que informo que a distonia e os danos aos nervos da
minha mão direita resultantes de lesões passadas me impossibilitam
hoje de tocar teclado com o mesmo nível de profissionalismo que sempre
exigi de mim mesmo e por isso sou obrigado a cancelar as turnês
americana e européia da Keith Emerson Band com Marc Bonilla.

Também sou obrigado a cancelar a turnê com Emerson, Lake and Palmer
que faríamos no final do ano.

É claro que eu vou continuar com meus tratamentos de fisioterapia,
quiropraxia, acupuntura, etc, na esperança de que, eventualmente, eu
volte a ficar em forma.

Isso é absolutamente devastador pra mim porque a música sempre vai ser
meu principal meio de me comunicar com o grande público no mundo todo.
Eu sei o quanto meus fãs e companheiros de banda estavam esperando
muito por esses shows e me deixa muito triste ter que tomar essa
decisão e fazer esse comunicado.

Grato pela compreensão,

Keith Emerson

10 de mai de 2009

Mike Oldfield - Crises (1983)

Michael Gordon Oldfield (Reading, Berkshire, 15 de Maio de 1953), é um músico e compositor inglês, cuja música abrange um vasto leque de influências desde rock progressivo, folk, música étnica, clássica e electrónica, new age e dance. A sua música caracteriza-se pela sua complexidade na composição.
O compositor inglês Mike Oldfield ficou conhecido pelo sucesso de seu álbum "Tubular Bells". Lançado em 1973, o disco, que serviu como trilha sonora para o filme "O Exorcista", ganhou um Grammy na categoria Melhor Composição Instrumental e chegou a vender mais de 16 milhões de cópias ao redor do mundo.

Autodidata, logo aprendeu a tocar uma diversidade de instrumentos. Foi reconhecido por fazer solos de guitarra melódicos e, com vinte anos, lançou o álbum Tubular Bells, composto por dois longos instrumentais de 20 minutos.

Em 1975 lançou Ommadawn, onde em algumas partes da suíte se ouvem trechos de world music.
Continuou com suas inovações e fez diversos álbuns dos mais variados estilos. Entre esses podemos destacar Amarok (1990), onde Mike mostrou seu extremo senso de composição e melodia, compondo uma música de 60 minutos, onde toca mais de 60 instrumentos, e mostrando vários estilos musicais, como a música portuguesa, flamenco, celta, africana, minimal, folk, progressiva entre outras. Em 2005 lançou o álbum duplo Light & Shade. Cada CD desta obra mostra um lado na personalidade do Mike. De um lado há influências de música eletrônica, de outro músicas mais introspectivas, com climas obscuros e solos de guitarra.
Com "Crises", de 1983, o sucesso lhe chega novamente, graças a "Moonlight shadow", com sua melodia marcante e vocal doce de Maggie Reilly. O disco traz também momentos progressivos, como a faixa-título com seus 20 minutos, em que vemos um guitarras pungentes, várias mudanças de clima e a bateria e percussão fortes. O peso também marca "Shadow on the wall", com Roger Chapman nos vocais.


Tracklist:
1 Crisis 20:38
2 Moonlight Shadow 3:38
3 In High Places 3:33
4 Foreign Affair 3:53
5 Taurus 3 2:25
6 Shadow on the Wall 3:10

Personnel:

Pierre Moerlen Drums, Vocals (Background), Vibraphone
Phil Spalding Bass
Simon Heyworth Remastering
Nigel Kuby Engineer
Terry Ilott Artwork
Roger Chapman Vocals
Simon Phillips Drums, Tambourine, Bells,
Producer, Stomping, Finger Snaps, Shaker,
Maggie Reilly Vocals
Rick Fenn Guitar
Mike Frye Percussion
Nigel Luby Engineer J
on Anderson Vocals
Adam Ant Guitar
Mike Oldfield Bass, Harp, Quantec Room Simul, Prophet 5, Dmx, Oberheim, Fairlight, Prophet Synthesizer, Bass (Acoustic), Farfisa Organ, Main Performer, Producer, Bells, Vocals, Keyboards, Drums, Strings, Piano, Guitar, Percussion, Mandolin

Obs: Retirei vários trechos de fontes variadas, porque com isso as informações seriam mais precisas de um trabalho, digamos menos mainstrean, e com isso deixo a interpretação pra quem ouví-lo.

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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9 de mai de 2009

Didier Lockwood - Storyboard (1996)

Entre a lenda do violino "Stéphane Grappelli" e o mágico "Jean-Luc Ponty"; Didier Lockwood é considerado um prodígio francês do violino, vivenciando plenamente o fascinante mundo do jazz e compartilhando o palco com grandes instrumentistas de vários genêros e bandas como "Magma" e "Uzeb" entre outros já marcou a história da música mas ainda é pouco conhecido no meio da "grande música"; piada né?.
Nesta gravação, conta com a colaboração de músicos renomados como o Joey DeFrancesco e o mestre da bateria Steve Gadd.

Personal:

Didier Lockwood : violin, alto saxophone (on 6)
Steve Gadd : drums
Joey DeFrancesco : organ, trumpet
James Genus : bass
Steve Wilson : soprano saxophone (on 1),
alto saxophone (on 2,3)
Denis Benarrosch : percussion (on 6)


Tracklisting:

1- Thought of a First Spring Day 7:36
2- Back to the Big Apple 4:42
3- En Quittant Kidonk 5:46
4- Mathilde 7:44
5- Tableau D'une Exposition 4:53
6- "Serie B" 7:01
7- Storyboard 4:00
8- Irremediablement 4:53
9- Spirits of the Forest 8:05

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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7 de mai de 2009

Genesis Live Bootleg - The Musical Fox Bassel '72

Tracklist:

01 Happy The Man
02 Stagnation
03 The Fountain Of Salmacis
04 Twilight Alehouse
05 The Musical Box
06 The Return Of The Giant Hogweed

Line-up/Musicians

- Tony Banks / organ, mellotron, piano, electric piano, acoustic 12 string guitar, backing vocals
- Phil Collins / drums, percussion, backing vocals
- Peter Gabriel / lead vocals, flute, tambourine, bass drum, oboe
- Steve Hackett / electric guitar, acoustic 12 string guitar, acoustic 6 string guitar
- Mike Rutherford / bass guitar, bass pedals, acoustic 12 string guitar, cello, backing vocals

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

6 de mai de 2009

Keith Emerson - Iron Man Vol.01 (1994)

Bom, mais um presente do nosso amigo Carlos.
Uma jóia rara como ele mesmo cita e me apressou sim: "Dead, posta logo essa raridade pro pessoal poder conhecer, ouvir ou lembrar".
Respondi que já tinha vários na fila, mas pensei bem e mudei a senha desse da fila e passei na frente dos outros.

Adoro curiosidades e raridades, sou que nem criança qdo vê novidades e essa é uma pra mim, apesar de ser de 1994 e estar como volume 01; o volume 02 nunca foi lançado.
O Keith todos conhecemos bem, trabalhos maravilhosos e descidas absurdas ao ostracismo da criação, mas assim são os humanos não?

Eu o conheci como já citei um tempo atrás em outro post de um disco do Nice que a mãe de um amigo trouxe de uma viagem ao exterior, e nunca mais eu vi esse trabalho ou achei essa capa; não sei se minha mente me trai com a idade (rs) mas tenho certeza que era uma capa rosa com nuvens e escrito Nice, só.....

Bem, o resto é história e a partir do momento que o Lake se junta a ele e ao Palmer, deu no que deu e eu como bom adolescente à época, gastei agulhas e mais agulhas ouvindo o famoso disco "da pomba".
O que era aquilo meu pai?
De onde vinha aquela sonoridade?

Até hoje vejo consagrarem o "Trilogy" como o melhor álbum deles, mas pra mim foi o primeiro!!!!!!!
Primeiro impacto, primeiro contato, primeiro amor, sem chances......mas é apenas minha opinião.
Aí está mais uma jóia da obra desse gênio maluco chamado Keith Emerson, espero que gostem.

Informações retiradas da net:

Gravado em 1994 como trilha sonora para a música Marvel Comics produção televisiva do desenho animado aventuras do herói Homem de Ferro. Produced by Will Alexander and Keith Emerson Produzido por Alexander e Will Keith Emerson Engineered by Chris Curtis and Will Alexander Projectado por Chris Curtis e Will Alexander

obs: Ah, e parece que oficialmente só foi lançado em 2001; eu me lembro de ver esses desenhos mas nunca percebi a trilha sonora, que falha essa heim?

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

4 de mai de 2009

Jethro Tull - Estival Jazz in Lugano

Este Show do Jethro é o melhor que já vi.
Já o vi aqui por 2 vezes e nem ao vivo foi melhor que neste vídeo.
A maturidade deu a este artista e ao resto da banda uma qualidade sem igual.
Este é um dvd para se ter, autentico!
Já estou providenciando o meu.
Tem nele um repertório de músicas de 1968 até hoje, maravilhosa seleção!

Sem muito papo, boa diversão!

Saudações!

Poucosiso

Bom, quem sou eu pra contrariar meu maninho Poucosiso, eu só posso acrescentar um fato que vc identifica logo de cara; a voz não é mais a mesma com o mesmo poder e força, mas a qualidade é realmente indiscutível e como é bom ver e ouvir um artista fazendo o que gosta e sabe e ainda muito bem.
Envelhecendo com dignidade, esse show diz exatamente isso e assino embaixo, é um dos melhores "Tull" que já ouvi.



obs: Retirado do blog PoucosisodaExtrada

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!