30 de jun de 2013

Eureka "Shackleton's Voyage"

Já havia escrito um pequeno livro pra concorrer com o post mas resolvi fazer diferente.

Como ultimamente sempre existem os descontentes que criticam tudo, em homenagem a esses detratores de obras feitas não dissertarei que o disco abaixo é fantástico, que a obra artística mais ainda e que em 2009 sai um trabalho tão bom enquanto ainda discutiamos se a década de 80 foi uma década perdida ou não.

Comunguei, destilei meu veneno, provoquei mas acho que cada época é um época diferente de outra com os mais antigos se perpetuando e passando suas experiências boas ou ruins pra os mais jovens e com isso interligando uma a outra e discordo completamente de que o que é bom só aconteceu nos anos 60/70 e o resto é resto.

Porra nasci nos 60, cresci nos 70 e tb convivi com a música dessa época intensamente, passei pelos 80 e seus programas de auditório onde só o comercial rolava e no meio, um ou outro grupo conseguia dar seu recado e fazer seu trabalho independente da máfia.

Nos 90 houve uma sessão de buscas e lançamentos interessante como astros consagrados se juntando a sinfônicas, como Jon Lord já fazia nos 60, e a somatória de vários grupos não em grandes shows mas em participações de um no trabalho do outro, a saída de vários músicos tocando com outros que nem perto passariam na década anterior e isso trouxe ao meu ver um renascimento muito forte que resultou em péssimas obras mas tb em maravilhosas obras primas pra eternidade dure qto durar a tal!!!!!!

Pra os que gostam de música de verdade, lembro que não copio e colo só da wiki como alguns as vz insistem em dizer pra acrescentar algo mais consistente ao post e sim procuro como nesse caso em lugares sérios escrito por profissionais que entendem do que falam como no Tull 2 que trouxe até informações do "the Guardian"; pena os leitores não perceberem ou não lerem antes de "cutucar".

Mas quer saber?

Tá aí mais um puta post, com arte completa e original, qualidade sonora impecável e um som viajante como a história e só quem destrinchar tudo vai entender e quem não o fizer por preguiça, maldade ou sei lá o quê vai ficar mesmo na beirada e não mergulhar fundo numa obra dos anos 2000; ou seja, nada acabou pode ter mudado, evoluido, alternado mas estagnado nunca, e não ficou não "lá nos 70" o que era bom prq continuam brotando aos montes e se me lembro bem, só pra exemplo a maior banda de rock prog brazuca o SNdCD, só foi reconhecida ao acaso depois de abrir o show do Alice e aí ter de correr pra montar o lp Snegs senão nem da garagem do bairro da previdência teríamos saído.

Segue abaixo o contato do Ricardo e toda a preocupação em trazer pra gente algo que valha o tempo por aqui, agora aqueles que acham perda do tal tempo não se esforcem pra tal, desistam e sigam seus caminhos.
Fala Dead!

Já ia me esquecendo. Tinha separado para mandar para você, mas entra uma sai outra, foi ficando para depois. Tenho o hábito de ficar sintonizado numa rádio que pego pelo Winamp, Delicious Agony. Já comentei sobre esta rádio. Mantendo sempre papel e caneta, anoto as referências do que me chama a atenção na primeira audição. Dei de ouvidos com o álbum que segue no link abaixo. Tenho uma franca predileção por instrumental puro, mas isso tem história e é uma linda história. Uma história de coragem, persistência, confiança e fé. Uma história de aventura. Uma aventura daquelas impossíveis e que ninguém acredita que irá voltar vivo para contar, mas tá aí. Mais uma lição de vida. Nunca havia ouvido falar do grupo alemão Eureka e muito menos sobre a a viagem de Shackleton. Vai com tudo que consegui reunir. O álbum contém lindas passagens instrumentais e para entrar no clima, é legal ler sobre a história contida no livreto e acompanhar a narrativa ao longo da evolução da aventura.
Não vou me espantar se você já conhecer, pois reconheço o tamanho de sua cultura e vivência musical, mas eu me espanto com o tanto que não conhecemos e sequer ouvimos falar. Não entendo o desprezo da mídia pela música de verdade, elaborada, trabalhada, fruto de inspiração e técnica, apesar de tratar-se de um álbum recente, lançado em 2009.

Forte abraço e espero que goste!
Ricardo

As near death experiences go Ernest Shackleton’s 1914-1916 ill fated Antarctica expedition is the stuff of the legends.

Now, courtesy of Hamburg’s multi instrumentalist Frank Bossert and his Eureka project the expedition is the stuff of an excellent progressive rock album.

Frank Bossert left Hamburg in the early ’90’s to build his own studio in the North Sea town of Husun.

His debut album Eureka emerged in 1997 and represented a now familiar range of celtic flavoured symphonic drama.

Clearly living so close to the dramatic North Sea coastline had an inspirational effect on his music.
In 2002 he released the second album The Full Circle, which was followed by The Compass Rose four years later.

These albums gained many impressive reviews and it was clear that any Eureka release would be loaded with atmospheric and symphonic music.

With Shackleton’s Voyage Bossert has again returned to nautical themes.

The result is an absolute gem among this years prog rock releases.

When Shackelton’s crew of 28 set off with the aim of becoming the first ever expedition to cross Antarctica little did they know that they were embarking on a two year journey to hell and back.

Just one day short of its destination their aptly named ship Endurance sank having been crushed by pack ice.
Shackleton and his men escaped on life boats to a nearby island.

He then set off with five of his men in one of the small boats braving the ravages of the dreaded Drake Passage.

That wasn’t all, they then had to cross ice covered mountains which had, up until that point, been considered impassable.

He succeeded and help was sent to rescue the remainder of his crew who were saved without loss of life.

The stuff of legends indeed.

Shackleton's Voyage tells the story through fifteen lavishly arranged tracks.

Actor Ian Dickinson, narrates the dramatic story.
Also involved is ex-Yes member Billy Sherwood who had been so impressed with Eureka that he contacted Bossert offering his help.

He covers vocals on both “Going Home” and “The Challenge”.

Meanwhile Yogi Lang of RPWL, mixed and mastered the album whilst also supplying the moog solo on “Heading South”.

The highly respected Troy Donockley, who has played with Iona and Nightwish, whilst still finding time to release some excellent solo albums, adds his trademark Celtic touches of bagpipes and flutes.
To complete the scene the album’s artwork includes original photographs from the expedition.

This is an album so atmospheric that it will literally have you feeling the icy cold blast of the Antarctic.

The album opens with a brief explanation from Ian Dickinson before “Departure” releases the joy and anticipation felt as the Endurance sets sail.

Troy Donockley adds great swathes of celtic colour and as the album opens, and the ship leaves, you are literally swept away too.

“The Challenge” sees the entrance of Billy Sherwood who adds further detail to the background to a story that already has me hooked.

“Grytviken Whaling Station” creates a powerful image of one of the most inhospitable places on the planet. From this point on the going would get even tougher.
By now I am wondering what type of person would even contemplate undertaking such a journey which stares death literally in the face.

It is the place for heroes and there was none bigger than Shackleton who despite every conceivable setback succeeded in saving his crew.

Whilst losing yourself in the story it is easy to overlook the quality of the musicianship and song writing on offer.

“Heading South” underlines both and leads nicely into the moment where the expedition suffered a near fatal disaster during the self explanatory “Icebound”.

This is a track so haunting that it will literally have you shivering in the imaginary cold.
The joyful jig that is “Plenty Of Time” leaves you almost able to see the crew downing what is left of any rum that they may have saved.

“Going Home” again features the excellent vocals of Billy Sherwood.

The determined “Into The Lifeboats” marks the point where the crew abandon their sinking ship with little hope of survival.

That word survival soon becomes the main driving force.
“Elephant Island” again underlines the unerring ability of Frank Bossert to create powerful lasting images through his music.

Meanwhile “Will You Ever Return” features the voice of Kalema as a wife left back at home with the pain of not knowing.

“In Search Of Relief” takes us back onto the ice as Shackleton tries to find help to save his men.
This piece is, like the album itself, beautifully constructed.

Layer upon layer of instrumentation build the drama conjuring up the movement of the sea in breathtaking, seasickness-provoking reality.

A sudden guitar break, slightly reminiscent of Mike Oldfield, leads us into calmer water as the dangerous Drake Passage is defeated.
“The Rescue” leads smoothly into the last track “We Had Seen God!”.

Yes, they had been that close to death.

This is no Hollywood epic even though this music would make a perfect backdrop to one.

Instead it is a real life story of heroism beyond most of our imaginations that confirms Shackleton’s place in history.
Shackleton’s Voyage expertly brings it all vibrantly to life and allows us to touch the drama, feel the fear, shiver with the cold, and taste the grim prospect of death. It is a huge theme that needs a huge level of skill to do it justice.

Eureka hit every atmospheric target and successfully serve up a quality album that will have you frantically checking your toes for frostbite.

By Jeff Perkins    |   Tuesday, June 16, 2009
Line-up / Musicians
- Frank Bossert / guitars, keyboards, bass, mandolin, drums, percussion
- Billy Sherwood / vocals
- Troy Donockley / pipes, whistle
- Yogi Lang / moog, synthesizers
- Kalema / vocals
- Ian Dickinson / voice

Obs: Véio já tá atualizado ok?
 
Enjoy!!!!!!!!!!!

26 de jun de 2013

Kang Ino "My World"


Ino Kang or Kang In O is a Korean born guitarist.

He previously was a member of the band Penta.

He produced an 8-track demo in 1998.

Relative success ensured that a full-length CD followed. Ino Kang or Kang In O recorded My World in 2004 and features Blues Saraceno on two tracks.

Kang is a rock based guitarist and should appeal to fans of Joe Satriani, Blues Saraceno and Michael Lee Firkins.
Tracklist:

01 Confusion
02. My World
03. Into The Dreams
04. As The Leaves
05. Missing You
06. Black & White
07. The Numbness
08. A Rainbow
09. Children
10. Sunset (Memories)

Enjoy !!!!!!!!!! (JJ)

24 de jun de 2013

Diane Schuur "Blues for Schuur"

Bem, como já havia dito anteriormente, estava em débito com algumas cantoras, músicas e artistas aqui na alcatéia e isso tava me incomodando, apesar de ter bastante material feminino pra postar.

Tenho uma desculpa esfarrapada, que devido aos inúmeros restauros que tive de fazer passei tudo pra discos e ficaram mais distantes de mim, mas não justifica deixar de fora algo como este trabalho de Diane Schuur.

Não vi ainda algo tão singelo, tão spiritual, ou tão sentimental, a não ser nas negras mais antigas que entoavam seus cãnticos, qdo na lavoura de algodão do Mississipi não podiam chorar as mortes de seus maridos e filhos porque seriam mortas tb, e então acharam uma forma de lamentarem seus entes queridos brutalizados pela cor da pele.

Enquanto trabalhavam, viam aquelas cenas de horror, deles empalados ou espetados na lavoura pra servir de exemplo aos outros negros, do que aconteceria, caso desobedecessem aos seus "donos".

Sei que muitos conhecem este fato, mas tb sei que muitos não e foi aí nesses lamentos que nasceu o Blues, e por isso discuti com teóricos que classificam isso ou aquilo como mais requintado e etc, mas a questão é a origem; o Blues é a origem porque a primeira vez que se falou este nome "Blues" foi num escrito de uma mulher negra que dizia mais ou menos assim: - Hoje de tanta dor estou sentindo algo como.......como......como um blues em minhas vida, e isso teve um significado nas primeiras traduções como sentimento de dor, e assim ficou; o Blues não é triste, o

Blues é verdadeiro, conta e canta o amor e a dor, a verdade sempre e as histórias dos que antes vieram.

Diane Shuur playing the Blues everybody!!!!!!!!!!!!!

Obs: Atualizando o post e o link uma boa semana a todos.
Dead or AliveDiane Schuur (b. December 10, 1953 in Tacoma, Washington) is an American jazz singer and pianist. Blinded at birth due to a hospital accident, Schuur, nicknamed "Deedles," has won Two Grammy awards. Schuur has headlined many of the world's most prestigious music venues, including Carnegie Hall and The White House and has toured the world performing with such greats as Stan Getz, B. B. King, Dizzy Gillespie, Maynard Ferguson, Ray Charles, Stevie Wonder, and Quincy Jones
Diane Schuur grew up in suburban Seattle, Washington and was encouraged by both her parents to sing. Her early childhood music heroines were Sarah Vaughan and Dinah Washington. Schuur had her first "gig" at Tacoma's Holiday Inn at age ten in which she sang country music. Later attending the Washington State School for the Blind where she performed original material and wowed audiences with her playful and distinctive voice. She started performing songs she wrote starting at sixteen. Her "big break" came when Stan Getz became positive about her work on hearing her sing "Amazing Grace" at legendary Monterey Jazz Festival in 1979, returned there again in '88 and '91. In 1982, Getz asked her to join him at a performance at the White House. Nancy Reagan invited her to perform again as a vocalist with the Count Basie Orchestra in 1987. Stan Getz later played on Schuur's first three albums, Deedles (1984), Schuur Thing (1985) and Timeless (1988).
Schuur's debut album, Deedles, was released in 1984, the first of several recordings to showcase her vocal abilities. In 1985, while on tour in the Far East, Schuur met B.B. King when the two of them played a music festival in Tokyo. Schurr and King eventually made an album together, Heart to Heart released May of 1994, which top the Billboard charts to number one. Twelve of Schuur's albums have reached the Top 10 Jazz Albums on Billboard history charts, including her latest Diane Schuur: Live In London (2006) She received her first Grammy for the album Timeless (1986), and the following year received another, for Diane Schuur & the Count Basie Orchestra (1987).

Schuur proved her staying power through the 1990s and into the 2000s, first with her 1991 follow up to Talkin' 'Bout You, Pure Schuur, and then with nearly an album a year from then on, including In Tribute (1992), Love Songs (1993), Heart to Heart (1994), Love Walked In (1995), Blues for Schuur (1997), Music Is My Life (1999), Friends for Schuur (2000), and Swingin' for Schuur (2001). Late in 2003, Schuur released Midnight, featuring original songs written for the album by Barry Manilow. Manilow also performs alongside Schuur on the album, along with Alan Broadbent on piano, Chuck Berghofer on bass, and Harvey Mason and Peter Erskine.

Her second live album, Diane Schuur: Live In London, was released in June 2006. It is her first release on the GR2 Classics label, the 20th album of her career and was recorded at Ronnie Scott's in Soho, London.

In 2008 she released a new studio collection entitled Some Other Time.
Diane Schuur Grammy Awards History

Year Category Title Genre Label Result

1993 Traditional Pop Performance Love Songs Pop GRP Nominee
1991 Traditional Pop Performance Pure Schuur Pop GRP Nominee
1989 Best Jazz Vocal Performance - Female The Christmas Song Jazz GRP Nominee
1987 Best Jazz Vocal Performance - Female Diane Schuur and the Count Basie Orchestra Jazz GRP Winner

Discografia:
1986 Best Jazz Vocal Performance - Female Timeless Jazz GRP Winner
2008 Some Other Time Jazz Concord
2006 Diane Schuur: Live in London Jazz GR2 Classics
2005 Schuur Fire Jazz Concord
2003 Midnight Jazz, Pop Concord
2001 Swingin' for Schuur Jazz Concord
2000 Friends for Schuur Jazz Concord
1999 Music Is My Life Jazz Atlantic / Wea
1997 The Best of Diane Schuur Jazz GRP
1997 Blues for Schuur Blues, Jazz GRP
1994 Heart to Heart w/B. B. King Jazz GRP
1993 Love Songs Jazz GRP
1992 In Tribute Jazz GRP
1991 Pure Schuur Jazz GRP
1989 Diane Schuur Collection Jazz GRP
1988 A GRP Christmas Collection Gospel GRP
1988 Talkin' 'bout You'' Jazz GRP
1987 Diane Schuur & the Count Basie Orchestra Jazz GRP
1986 Timeless Jazz GRP
1984 Deedles Jazz Digital Master
Tracklist:

01-I’m Not Ashamed To Sing The Blues
02-When Did You Leave Heaven
03-Stormy Monday Blues
04-These Blues
05-Moonlight & Shadows
06-All Right, O.K., You Win (I’m in love with you)
07-Who Will The Next Fool Be
08-Save Your Love For Me
09-Someone To Love
10-Toodle Loo On Down
11-You’ve Got To Hurt Before You Heal
12-I Want To Go Home

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

20 de jun de 2013

Karfagen "The Space Between Us" by LDR

Obs: Aqui estamos repostando alguns que o sendspace que gosto muito deletou, e lá é assim , alguns dias sem baixar e o link expira mesmo, só se vc fizer uma conta paga e aí já é demais tb né?

Nem eu e nem alguém que colabore aqui aceito, se é de graça tem de ser tudo e ponto, eles ganham só de entrarmos lá, bastou um click "caixa" e assim vai mas as regras são deles, o jogo e a bola, agora mudamos pro media que não sendo denunciado pelos "carnes de pescoço" de sempre, dura uma vida,rs

Tá aí mais um da nova geração que vale a pena, repostado como originalmente.

Dead or Alive

O Ricardo pirou e começou a me enviar umas bandas que nem imaginava existirem e nem sei de onde ele tirou, mas não é que são boas?

Esta é a segunda remessa, a outra posto depois, e seguindo sua dica realmente conhecida a melodia parece ser mas é que o estilo é bem Nathan East e cia, Pat Metheny enfim, pra meus ouvidos um jazz de classe e swuingado mas até de prog é chamado então, cada um que tire suas conclusões.

Consegui umas imagens variadas dos caras e a vocalista realmente é um show.

Aliás precisa entrar mais mulheres nesses posts mesmo, parece clube do bolinha saco, rs

Olha uma parte do email que a figura me envia, o restante foi censurado aqui na alcatéia senão ele e eu vamos dormir ao relento e não to afim.
E olha, já criei a conta no Sendspace e vamos testar assim que terminar o upload. Vamos testar com um grupo que também gosto muito. Karfagen lá da longínqua e gelada Ucrânia. Classificado como Prog Simfônico, mas tem um tempero de jazz, sei lá, tenho dificuldade para classificar.

Este grupo tem uma discografia mais diversificada e ainda estão na estrada. É um progressivo predominantemente instrumental, mas um dueto acompanhado por um doce vocal feminino se apresenta em algumas faixas. É mais suave que o Grovjobb, o teclado predomina e a guitarra se apresente bem acompanhada pelo baixo, cordas, flauta, sem brigas.

Para começar, segue o link para o segundo álbum. Especial atenção à música 03-Temple of Light. Tive a impressão de já ter escutado em algum outro lugar. Depois me conte se teve a mesma impressão.

Forte abraço!
Ricardo
From Aural Innovations #37 (Sep 2007)

Karfagen plays tuneful, melodic, occasionally jazz-tinged, progressive rock in the spirit of such European past masters as P.F.M., Nova and Minimum Vitale; the group is even capable of darker tones and textures that recall Magma, though stylistically they have nothing in common with practitioners of Zeuhl music.

Mainly instrumental, Karfagen excels at tightly structured, intricate compositions, often displaying orchestral nuances, as on “Entering the gates” and “Temple of Light.”

But the group is capable of revving up the high voltage and rocking out (as much as a prog band can be said to rock out, of course).

“The Other Side” and “The Great Circus” burn in their own way without compromising the group’s commitment to its art rock aesthetic.

More overtly experimental are pieces like “Masks and Illusions” and the title track, both of which rely on exotic instrumentation and compound metrical forms to achieve a sense of baroque grandeur.

Fans of neo-prog rock will probably want to check this one out.

For more information you can visit the band’s record label site at: http://www.unicornrecords.com/karfagen.html

Reviewed by Charles Van de Kree
Personnel:

Antony Kalugin - keyboards, percussion, vocals, guitars, fxs
Kostya Shepelenko - drums
Sergey Kovalev - harmonica, bayan, vocal
Oleg Polyanksiy - keyboards
Oleg Booklov - electric guitars
Denis Moroz - jazz guitar
Roman Cucherenko - bass
Tim Sobolev - vocal
Georgy Katunin - lyre, flutes
Lena Moscalec - vocal
Oleg Korotaev - occasional nylon guitars
David Todua - electric guitars
Tracklist:
1. Entering the Gates (1:54)
2. The Great Circus (5:30)
3. Temple of Light (4:57)
4. The Other Side ((5:09)
5. Sky of Couple Colors (4:08)
6. Mass and Illusions (6:40)
7. The Dream Master (6:40)
8. Labyrinth (4:44)
9. Let Go (3:33)
10. Wonder Valleys (4:21)
11. Kingsisher and Dragonflies (1:48)
12. Retrofall (5:21)
13. Mind Games (1:21)
14. The Space Between Us (4:17)
15. When the Night Falls (2:13)
16. Big Outro (2:41)
Total : 65:23

Enjoy!!!!!!!!!!!!!

17 de jun de 2013

Banco del Mutuo Soccorso "Io Sono Nato Libero"


Sabem?
Não pretendia hoje fazer nenhum tipo de observação, as vezes não quero mesmo, mas no fundo do coração deste lobo bate o instinto de discutir, conversar, debater, comentar, aprender e claro compartilhar.
Tenho notado que por algumas mudanças em alguns blogs, muitos se sentiram traídos, como se os blogs estivessem aqui pra servi-los, poste um disco ou um vídeo, coloque as informações que não vou ler e o link funcionando e pronto!
 
Bom, acho eu que quem quiser um disco qualquer basta procurar no google, yahoo, torrents e etc e se não achar aí é problema de quem procurou prq não me coloquei nessa situação pra servir "seu ninguém" e sim para compartilhar com amigos e amigas aquilo que acho valer a pena e aí entra o ser humano e suas críticas.
 
Porque se tem uma coisa que o ser humano é mestre é ser "engenheiro de obras feitas"; porque aqui não tem um hall? Porque aqui não tem um salão? A garagem é estreita, compra um apto, lê tudo e depois faz a vida dos outros um inferno querendo mais uma garagem e ocupando a garagem dos outros.
 
Seus filhos então são uns anjinhos usando o elevador social sujos de terra e com amiguinhos que a educação passou longe; mas as domésticas muito limpas e asseadas só nos elevadores de serviço prq as madames admitem seus monstrinhos indo contra os regulamentos, mas as domésticas que fiquem nos convés dos navios negreiros de onde só deveriam sair pra servi-las, esquecendo-se que seus ancestrais chegaram ao brasil da mesma forma que os escravos. 
 
E passaram o mesmo que eles e se hoje deixaram heranças e tal foi ralando muito servindo pães à população, fazendo serviços de manutenção (tinha um espanhol muito gente boa que ia em casa arrumar a tv preto e branco, com suas mãos sujas de graxa prq também era mecânico) e outras coisas que iriam envergonhar os 10 sobrenomes adotados pelos seres humanos pra se diferenciar dos outros.
 
Onde quero chegar?
Já cheguei, existe um livreto de um camarada tão adorável qto inteligente que se chamava José Angelo Gayarsa e a obra "Espelho Mágico", deveria ser um livro de cabeceira pra muitos que aqui passam ou passam por outros lugares.
 
Quem sabem aprendessem que nem tudo que é espelho é a verdade absoluta e que cada um é o que é e vc aceita ou não; vejam os exemplos da "guerra dos ônibus" nas principais capitais!!!!!
Os que precisam das conduções ficam presos horas e mais horas devido a manifestações impedindo o tráfego pelo passe livre e o não aumento das passagens, se esquecendo que aqueles que estão reféns nos coletivos ainda devem precisar de mais uma ou duas baldeações pra chegar ao final da jornada e conheço pessoas que chegam as 23 hs pra sairem as 05:00 hs de novo.
 
A favor de quem estudantes bem criados, de famílias de classe média alta (ou vc acha mesmo que nas faculdades públicas a maioria que lá estuda é de quem não pode pagar uma faculdade particular?) estão tocando "fogo em roma"?
 
Porque os políticos vem detonando o dinheiro público e ng faz ou fala nada, desde os "marajás" daquele ex presidente qdo houve uma movimentação mais ou menos parecida mas hoje quais foram os objetivos alcançados?
 
Quais seriam os interesses dos estudos serem os piores possíveis, a saúde um caos, a segurança outro e assim por diante; porque no jogo do Brasil na estréia dessa copa super faturada só no maracanã em 1 bi; morreu uma criança de dois anos e cada lado culpa o outro, mas a pergunta não redime a culpa e não tira a dor da perda.
 
Por algum motivo uma criança que nada teria a ver com esse movimento social ou dito assim morreu!!!
 
E alguns entram aqui ou em outros blogs pra criticar a forma da postagem ou as discussões que elas geraram!!!!!!!
Não seria melhor se preocuparem com coisas mais importantes ou ainda vale a máxima "Os pobres estão com fome? Que comam Brioches!!!!"

Aqui e em outros lugares em que postar sempre estarei falando de algo que ache deva, e aqueles que desagrado me desculpem, mas assim é assim será e se vc não concordar opine ou não. 
Io sono nato libero, pubblicato nel 1973, è il terzo album del Banco del Mutuo Soccorso.

Il primo brano è una denuncia politica del golpe avvenuto in Cile nello stesso anno di pubblicazione del disco; narra la sofferenza di un condannato in attesa di esecuzione; segue poi la delicata ballata Non mi rompete (musicalmente tratto da una vecchia composizione del gruppo, Vedo il telefono), pubblicata anche su 45 giri.

Il terzo brano, La città sottile, interamente composto da Gianni Nocenzi, è impregnato di rock psichedelico e descrive con sonorità ben studiate una città fantastica. Seguono considerazioni già accennate in altri lavori sulla guerra con Niente è più lo stesso.

Chiude l'album un brano strumentale: "Traccia II".

Tra i musicisti ospiti da citare, Silvana Aliotta, cantante dei Circus 2000, e Rodolfo Maltese, che in seguito entrerà a far parte del gruppo.
Formazione

Vittorio Nocenzi - organo, clarino, voce
Gianni Nocenzi - pianoforte, clarinetto piccolo mib, voce
Marcello Todaro - chitarra elettrica, chitarra acustica, voce
Renato D'Angelo - basso elettrico
Pierluigi Calderoni - batteria
Francesco Di Giacomo - voce

Collaboratori

Rodolfo Maltese - chitarra acustica,
Silvana Aliotta - percussioni
Gaetano Ria - tecnico del suono
Gaetano Ria e Sandro Colombini - mix

1.Canto nomade per un prigioniero politico - 15:53
2.Non mi rompete - 5:03
3.La città sottile - 7:10
4.Dopo... niente è più lo stesso - 9:54
5.Traccia II - 2:39
Canto nomade per un prigioniero politico

La suite, il cui titolo ricorda una poesia del Leopardi, si sviluppa in due tempi: una parte cantata sul tema del golpe in Cile del 1973, l'altra è un lungo strumentale in cui la band sperimenta schemi tipici del progressive. A tutt'oggi è ritenuta una delle composizioni più celebri della band e del progressive italiano degli anni '70.

Non mi rompete

Brano Progressive folk, ha delle influenze nel testo di poeti come Ariosto e Boiardo. Il brano si sviluppa tra arpeggi e improvvise accelerazioni, culminando nell'assolo di Synth finale. è stato estratto come singolo nel 1973.

La città sottile

Il tema dell'alienazione nelle metropoli viene affrontato in questo brano in bilico tra Rock psichedelico, progressive e musica classica. È stato estratto come lato b di "Non mi rompete" nel 1973.

Dopo... niente è più lo stesso

Lungo brano contro la guerra con una struttura molto complessa come "Canto nomade per un prigioniero politico" ed echi letterari come "Non mi rompete".

Traccia II

Strumentale relativamente breve che si ricollega alla Traccia dell'album d'esordio eponimo.

Gustare!!!!!!!!!!

12 de jun de 2013

Might Could "Wood Knot"

O Som Mutante foi criado em agosto de 2008 por este animal que vos dedilha neste teclado de m.........; a idéia inicial nunca foi ser mais um blog entre tantos outros.

Calma!!!! explico e fácil ainda, como já disse nasci com duas paixões intrínsecas o rádio e a música.
Qdo pequeno e desde que me lembro o rádio sempre foi minha companhia e trocava como troco ainda por qqr coisa como tv, cinema, sei lá o quê, porque pra mim e vejam bem "pra mim" nada é mais mágico do que o rádio, apesar que infelizmente meus ídolos ou se foram, ou não trabalham mais por falta de emissoras!!!!!

É sim, tem centenas de emissoras no dial mas ou são religiosas ou tocam todo tipo de música ou e esse ou é o pior não falam o que precisam falar, denunciar o que precisa ser denunciado ou cobrar o que precisa ser cobrado e aí de vc se tentar fazer o contrário.

Primeiro são comandadas por ditos profissionais que apequenaram a comunicação e os âncoras, aqueles que ao dar a notícia que uma presidente ao brincar sobre o dólar fez o mercado oscilar tanto que quase quebrou e o governo gastou mais de 1 bi pra colocar as coisas em ordem em apenas um dia esses tem de tomar "cuidado" pra não ofender "a" ou "b" prq senão as verbas públicas que são os maiores investidores não vêm mais ou vcs acham mesmo que o comercial do carro pra copa com todos na rua vai pra todo mundo igualmente?

Uma porra prq a maior ganha mais e assim por diante e a oposição deixa de ganhar e ponto final vai reclamar com o bispo; então essa paixão aqui explicada apesar de ter conseguido viver nela e com ela desde 90 infelizmente não é mais meu caminho prq não vou comer na mão de politico nenhum e muito menos na mão de dono de rádio que herdou o negócio e mal sabe falar num microfone e vem querer ensinar como fazer.

A minha outra grande paixão sempre foi a música que vem atrelada ao rádio, mas tb independe dele, e me lembro ainda garoto ouvindo todo tipo nas ondas curtas, comprando compactos simples perto de casa e estreando minha eletrola phillips daquelas que a tampa era o falante e vc ligava puxando o braço dela pra traz ou desligava empurrando até o fim do disco, rs

Entre esses dois amores o primeiro veio depois e a música em primeiro, cheguei a ter uma coleção de vinyl que passava da casa dos 2 mil sossegado (atenção era um lobo sem muita verba como ainda sou) e de cassetes mais de 3 mil discos gravados e tudo isso foi se perdendo com o tempo, em trocas, em furtos, se gastando mesmo e qdo me vi adulto praticamente não tinha mais nada e a grande maioria eram discos originais ou edições limitadas.
Aqui só uma amostra do que restou, o pré lançamento de dois discos do Genesis que depois vieram em separado.
O Foxtrot e o Nursery Crime e essa edição já vi até no mercado livre mas datada e numerada só existem mil delas.

E assim qdo abri o Som Mutante sempre disse que foi por estar em busca da essência; e essa essência é a minha, a sua ou a nossa.

A essência de viver, a essência de ouvir algo que se gosta e não se tem a mão pra poder colocar no roadstar do carro, calçar com um papelzinho pros agudos se intensificarem e sentir o som fluindo como se aquela volta na caranga não tivesse mais fim.

Na realidade não era pra ser um blog, eu estava procurando os discos que perdi, eu queria e quero reaver aquilo que gostava e tinha pra ouvir e posso dizer que uma boa parte já consegui, outra como mostrado acima tenho e então trabalhando o hobby, era esse que na real era o objetivo travestido.

O Som Mutante nasceu para ser um mero rascunho do que eu postava em outro blog e pra treinar como usar essa parte da informática e não pra ser algum ponto de referência, formador de opinião ou bancada de debates políticos, musicais e sexuais.

Mas a criatura ficou maior que o criador e mesmo com críticas e conselhos destrutivos ou não, por dois anos seguidos um dos maiores blogs do país formado por nada mais nada menos que o criador da plim plim e outros especialistas em várias áreas, recebendo os votos dos participantes e a análise de especialistas elegeu esse blog entre os 100 melhores blogs do país no quesito "Música" e o Top Blog" tem apenas 3 anos eu acho, no primeiro ano participei como indicado pela Milu que sumiu mesmo (do Blog da Milu) e passamos pro 2ºturno onde nem imaginava entrar e não ficamos entre os 03 melhores mas entre os 100 o que se repetiu no ano seguinte já sendo convocado pelo próprio TP, e o resultado o mesmo.

Caraca!!!!!

Tem gente que diz que uso palavras de baixo calão, isso aqui não é um convento e eu não sou um santo, aliás tô é muito longe disso e garanto que a molecada na rua fala muito mais do que coloco aqui qdo to puto com alguma coisa (se algum pai ou mãe acha que seu bebezinho não vai falar se engana e se cresceu um pouquinho já tá falando e ponto) ou qdo não concordo com algo ou sei lá o que!!!!

Se desse jeito, passamos dos 2 milhões de acessos diretos ou seja cada página recebeu uma visita específica e não só entrada no blog e saída e se passamos dos 300 seguidores fiéis, aqueles que deixam estampados seus avatares fora os anônimos do bem (não os trolls duca não ok?) que sempre aparecem, estamos na base de mil a 2 mil/acessos dia, porque deveria mudar alguma coisa?

Tem um último comentário na obra de Dante postada abaixo que diz claramente (e creio com boa vontade) que se continuar assim.......:
 
Anônimo5:11 PM

este blog precisa mudar seu perfil urgentemente:

virou um "portal barraqueiro", onde apenas alguns poucos iniciados podem brigar a vontade........e a música......a música passa a ser um tópico secundário....

senhores e senhoras, lavem suas roupas sujas via email ou skype ou de
outra forma mais DISCRETA.

não interessa a nós nada, além da documentação envolvendo o álbum postado
mas a cada nova postagem, as divergências e a necessidade de aparecer criam
uma batalha de egos desorientados.

Amigo DOA: passe a filtrar melhor os comentários destituídos de razão ou pertinência com o material postado - como a maioria dos blogs o fazem..antes que DOA...passe a significar Dead On Arrival!!!!
 
Olha depois de tanta coisa que já passei na vida, de tanto murro em ponta de faca, de tanta porrada, o resultado de minhas pinceladas fosse eu um pintor de qualidade seria um quadro; se fosse um escultor uma estátua e se fosse um médico talvez o salvar vidas como muitos o fazem e os que mais valorizo os Bombeiros da PM, raça duca mesmo que expõem suas vidas pra salvar as de desconhecidos embriagados, abusando da velocidade, desrespeitando todos os limites enfim, bombeiro como disseram são as "andorinhas" da polícia, não andam armados e não fazem mau a ninguém só o bem (isso qdo aquela turma mandava e ainda manda matar pms aqui fora e mataram bombeiros tb.).
 
O Som Mutante é isso meu caro amigo anônimo (mais um) é tudo e é nada, sou cria de uma época totalmente em ebulição, ou vc acha mesmo que sou como diz o Anc um hippie fumando um, cheio de roupas floridas e o escambau ou um gêniozinho por tráz de uma biblioteca monstruosa decorando  sobre meus ídolos o que aprendi?
 
Claro que não, sou um lobo, um animal sem dono, uma alma livre e um espirito sonhador e pode ver se não percebeu entre os mais de 800 posts aqui feitos que continuo fiel a mim mesmo e se não for mais aí sim tenho de parar.
 
Os comentários existem pra isso mesmo, senão nem vc meu caro aqui estaria com su observação pertinente ou não , bastaria proibir comentários anônimos, mas não, publico até os que me ofendem e aí depois desço o pau mesmo, e se quiser continuar o debate mete o pau mas tenha argumentos senão se fode mesmo, debater comigo é difícil mas nunca vou tolher o direito de ninguém expor seu ponto de vista.
 
Só filtro o que não presta pra nada e nem acrescenta porra nenhuma, prq eu tava postando até uns americanos de blogs de vendas e tal que gostam daqui mas aí começou a entrar remédios e armas que pra eles é normal eu parei e marquei como spam, mas analiso e se for de boa vai pro ar.
 
Agradeço quem me odeia, me torna mais forte e persistente e como disse Shakespeare  “O ódio é uma taça de veneno que eu bebo tentando matar o outro”.

Aos que me amam e sei que existem tb agradeço prq me ajudam a curar minhas feridas das batalhas que não são poucas e aos que não tão nem aí comigo ou com nada daqui que sejam felizes e me deixem viver minha vida ou o que me resta dela.
 
Isso é o Som Mutante, um lugar onde posto um som desses aqui que poucos e raros mesmo conhecem prq são as garimpagens do Ricardo e logo após uma obra prima como a obra de Dante, mas junto a isso tem muito mais, e se perderem um pouco mais de tempo tem link caindo de posts muito bons e raros prq ng baixa, ficam só na capa esperando qual o próximo ou pra descer a lenha ou pra dar de ombros ou um ou outro dar um alô e deixar um abraço.
 
Sou um animal em mutação constante mas com objetivos e metas e uma delas é que cada um que aqui venha se sinta em volta de uma fogueira numa noite estrelada ouvindo discos e mais discos junto aos afins e que essa viagem seja a busca de cada um pela sua própria essência.
 
Enjoy!!!!!!!!!!!!!
Might Could creates and performs songs with rhythmically interesting, tight, and neatly interlocking parts.
We aim to serve as a contrast to guitar albums filled with endless soloing.
People have told us our songs seem to draw from influences ranging from heavy metal to progressive rock to jazz, and we've been compared to King Crimson, the California Guitar Trio, Steve Morse, Michael Hedges, and Béla Bartók.

The lineup consists of Andy Tillotson, Tim McCaskey, and Aaron Geller on guitar, with Luis Nasser on bass detail. We are based (mostly) in Chicago, IL.

The year was 2000.
Andy Tillotson and Tim McCaskey started grad school at the University of Maryland.
They listened to similar music to pass the time between homework assignments, but aside from casual jamming, did not play seriously.
Andy and Tim met Luis "Gordo" Nasser around that time, noticing that he looked like an escapee from a Brazilian death metal band.
All they knew was that Gordo was about to get his PhD, and he looked scary.
They didn't know Aaron Geller yet, but he was starting his undergrad life around the same time.
Around 2001, Andy was back home in South Carolina over break jamming with his friend Scott Phillips.

There, he became inspired to start writing instrumental acoustic guitar music.
Tim joined him in some Maryland open mic performances, and over the next year or two, they put together music for the first, cheaply-made Might Could CD.
That disc came out in November of 2003.

Around that same time, we met Aaron at an open mic and discovered there was more fun to be had musically.
He joined in on a set of Nintendo covers (which became our Motherbrain! alter ego), and soon, he was a full member of the band.
What was then two guitars became three, and we think that made everything at least 50% more interesting.
Between 2000 and 2003, we learned that Gordo got his PhD and was, in fact, not an escapee from a Brazilian death metal band, but a Mexican prog rock band (that lives on even now, in a slightly different form, as Sonus Umbra).
He also plays with Kurgan's Bane, and taught Aaron's physics class.

Once we offered him a pint of Guinness for his trouble, he agreed to lend some beefy bass assistance to our tunes.
Therefore, in the span of two years or so, the size of our band has doubled, and we're really excited about the new depth and fullness of our sound.
We've released one full length album. It's called All Intertwined, and it was finished in August of 2005.

WHY "Might Could"?

The name Might Could was suggested by our good friend Jonathan King. Why did we pick it?

Who knows?

We needed a name.
It is cumbersome to go as "Andy, Tim, Aaron and Gordo" forever. In the end, we decided that the name would be an homage to our Southern roots.
For those uninitiated, the phrase "might could" is common slang in the South. It's the kind of phrase that would make your English teacher cringe, but who gets along well with their English teacher anyway?

"Might could" is often used in place of either the word "might" or "could" in sentences like:
"I heard yer pickup got a flat, I might could help you fix it."

Line-up:
 Andy Tillotson – acoustic guitar
 Aaron Geller – acoustic guitar
 Tim McCaskey – acoustic guitar
 Luis Nasser – bass
Track listing:
 1. Dance of the Woodfires (5:50)
 2. Not Every Sequel Finds A Name (8:24)
 3. River of Crows (4:52)
 4. Synecdoche (7:35)
 5. Lágrimas de Cera (2:58)
 6. Vietato Fumare (4:07)
 7. Malice (6:05)
 8. All That Remains (9:26)
 

Enjoy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

7 de jun de 2013

VA – Dante’s Divine Comedy Part III – Paradiso (2010)


Obs: Lá vou eu com mais uma obs, aliás ainda vou fazer uma campanha contra as obs, prq já escrevo um eternidade e não contente ainda acho espaço pra colocar mais um pitaco.

Bem, essa é relativa ao final da odisséia que não é a de Homero mas a do Ricardo e a minha em achar, ouvir, detectar a falta de uma faixa; com bronca disse que iria subir só uma música, mas resolvi subir tudo again.

Então tanto nas anteriores como nessa não mudei e não quis atualizar nada, aí coube a tal da obs; é datada foi repostada duas vezes e espero agora dure um pouco mais e outros amigos que se disse amantes da música levem pra seus blogs prq o público é sim variado e tem gente que nem aqui chega perto mas vai e vários outros lugares e até eles merecem conhecer ou ter um material desse nível.

É isso,agora tratem de ler o resto (viu Anc!!!) e baixar logo.


Fechando a tríade do Musea Records relativo ao trabalho de Dante aqui está o que acho todos buscam, a saída do purgatório para o Paraíso.

Mas tenho uma histórinha com este post e creia quem quiser.

Qdo baixei com indicação do Ricardo LDR como já disse vieram 02 álbuns e faltava um deles que encontramos e ficou tudo certo; como não sou de preparar posts mesmo vou fazendo na hora como este prq gosto de me obrigar a fazer e não ficar colecionando posts por obrigação de colocá-los na vitrine, isso aqui não é loja!!!!

Qdo fui buscar este não o encontrei simplesmente.....é isso havia sumido do pc e tb do dvd de back up que fiz, simplesmente tinha outro trabalho que não o que baixei e sei que baixei prq confiro tudo que baixo e ouço tb, por exemplo, ng que baixou o primeiro disco e foram mais de 100 sequer reclamou que a faixa 08 do disco 02 está em branco.

Foi um defeito que não achei ainda a matriz original (eu acho sempre a cópia do original pra evitar problemas, sou assim e pronto) mas vou achar e postar só esta musica que vai ficar faltando, ou seja os vários amantes da música ainda nem tiveram tempo de ouvir ou não tiveram saco de reclamar prq pra reclamar é rapidinho,rs

Já tem gente reclamando que o fileserve não libera o disco II sendo que tem mais de 80 downs só do primeiro dia, então não pensei que vou pegar mais de 500 mbs e mudar de host prq não vou,rs (mas já repostei no mandamais).

Bem é assim que fecho minha participação com a Divina Comédia de Dante, entrando no inferno, passando pelo purgatório e chegando ao Paraíso (pelo menos no post) e garanto que notei uma infinidade de posts brotando relativo a este trabalho, sem nenhuma referência, só a capa e as músicas, mas já é alguma coisa e explico: tenho um analisador de palavras que me mostra a intensidade delas na blogosfera e subiu sim muito depois de postado aqui, coisa de 10 para 100 blogs, amém pra os que amam a música de verdade.

E o mistério continua, tenho certeza que o Poucodoido vai me dizer do bichinho que tá comendo mp3 (rs, os dele tão sumindo e ele me veio com essa, ai meu pai) só que o bichinho que comeu aqui deixou outro disco,rs...é mexer com céu e inferno não é fácil só não vê quem não quer....The Divine Comedy is composed of 14,233 lines that are divided into three canticas (Ital. pl. cantiche) — Inferno (Hell), Purgatorio (Purgatory), and Paradiso (Paradise) — each consisting of 33 cantos (Ital. pl. canti). An initial canto serves as an introduction to the poem and is generally considered to be part of the first cantica, bringing the total number of cantos to 100. The number three is prominent in the work, represented here by the length of each cantica. The verse scheme used, terza rima, is hendecasyllabic (lines of eleven syllables), with the lines composing tercets according to the rhyme scheme aba, bcb, cdc, ded, ....

The poem is written in the first person, and tells of Dante's journey through the three realms of the dead, lasting from the night before Good Friday to the Wednesday after Easter in the spring of 1300. The Roman poet Virgil guides him through Hell and Purgatory; Beatrice, Dante's ideal woman, guides him through Heaven. Beatrice was a Florentine woman whom he had met in childhood and admired from afar in the mode of the then-fashionable courtly love tradition which is highlighted in Dante's earlier work La Vita Nuova.

In central Italy's political struggle between Guelphs and Ghibellines, Dante was part of the Guelphs, who in general favored the Papacy over the Holy Roman Emperor. Florence's Guelphs split into factions around 1300, the White Guelphs, and the Black Guelphs. Dante was among the White Guelphs who were exiled in 1302 by the Lord-Mayor Cante de' Gabrielli di Gubbio, after troops under Charles of Valois entered the city, at the request of Pope Boniface VIII, who supported the Black Guelphs. This exile, which lasted the rest of Dante's life, shows its influence in many parts of the Comedy, from prophecies of Dante's exile to Dante's views of politics to the eternal damnation of some of his opponents.[citation needed]

In Hell and Purgatory, Dante shares in the sin and the penitence respectively. The last word in each of the three parts of the Divine Comedy is stelle, "stars."Inferno
Main article: Inferno (Dante)
The poem begins on the night before Good Friday in the year 1300, "halfway along our life's path" (Nel mezzo del cammin di nostra vita). Dante is thirty-five years old, half of the biblical life expectancy of 70 (Psalms 90:10), lost in a dark wood (understood as sin, assailed by beasts (a lion, a leopard, and a she-wolf) he cannot evade, and unable to find the "straight way" (diritta via) - also translatable as "right way" - to salvation (symbolized by the sun behind the mountain). Conscious that he is ruining himself and that he is falling into a "deep place" (basso loco) where the sun is silent ('l sol tace), Dante is at last rescued by Virgil, and the two of them begin their journey to the underworld. Each sin's punishment in Inferno is a contrapasso, a symbolic instance of poetic justice; for example, fortune-tellers have to walk with their heads on backwards, unable to see what is ahead, because that was what they had tried to do in life:

"they had their faces twisted toward their haunches
and found it necessary to walk backward,
because they could not see ahead of them.
…and since he wanted so to see ahead,
he looks behind and walks a backward path.

Allegorically, the Inferno represents the Christian soul seeing sin for what it really is, and the three beasts represent three types of sin: the self-indulgent, the violent, and the malicious. These three types of sin also provide the three main divisions of Dante's Hell: Upper Hell (the first 5 Circles) for the self-indulgent sins; Circles 6 and 7 for the violent sins; and Circles 8 and 9 for the malicious sins.Dante gazes at Mount Purgatory in an allegorical portrait by Agnolo Bronzino, painted circa 1530

Purgatorio
Main article: Purgatorio
Having survived the depths of Hell, Dante and Virgil ascend out of the undergloom, to the Mountain of Purgatory on the far side of the world. The Mountain is on an island, the only land in the Southern Hemisphere, created by the displacement of rock which resulted when Satan's fall created Hell (which Dante portrays as existing underneath Jerusalem). The mountain has seven terraces, corresponding to the seven deadly sins or "seven roots of sinfulness." The classification of sin here is more psychological than that of the Inferno, being based on motives, rather than actions. It is also drawn primarily from Christian theology, rather than from classical sources. However, Dante's illustrative examples of sin and virtue draw on classical sources as well as on the Bible and on contemporary events.

Allegorically, the Purgatorio represents the Christian life. Christian souls arrive escorted by an angel, singing in exitu Israel de Aegypto. In his Letter to Cangrande, Dante explains that this reference to Israel leaving Egypt refers both to the redemption of Christ and to "the conversion of the soul from the sorrow and misery of sin to the state of grace." Appropriately, therefore, it is Easter Sunday when Dante and Virgil arrive.

The Purgatorio is notable for demonstrating the medieval knowledge of a spherical Earth. During the poem, Dante discusses the different stars visible in the southern hemisphere, the altered position of the sun, and the various timezones of the Earth. At this stage it is, Dante says, sunset at Jerusalem, midnight on the River Ganges, and sunrise in Purgatory.Paradiso
Main article: Paradiso (Dante)

After an initial ascension, Beatrice guides Dante through the nine celestial spheres of Heaven. These are concentric and spherical, as in Aristotelian and Ptolemaic cosmology. While the structures of the Inferno and Purgatorio were based on different classifications of sin, the structure of the Paradiso is based on the four cardinal virtues and the three theological virtues.

Dante meets and converses with several great saints of the Church, including Thomas Aquinas, St Bonaventure, St Peter, and St John. The Paradiso is consequently more theological in nature than the Inferno and the Purgatorio. However, Dante admits the vision of heaven he receives is the one that his human eyes permit him to see, and the vision of heaven found in the Cantos is Dante's own personal one.

The Divine Comedy finishes with Dante seeing the Triune God. In a flash of understanding, which he cannot express, Dante finally understands the mystery of Christ's divinity and humanity, and his soul becomes aligned with God's love:

"But already my desire and my will
were being turned like a wheel, all at one speed,
by the Love which moves the sun and the other stars."Dante's personal involvement
In his allegorical description of sin (in the Inferno) and virtue (in the Purgatorio and Paradiso), Dante draws on real characters from ancient Greek and Roman myths and history, and from his own times. However, his own actions often also illustrate the concepts he is discussing. For example, Dante shares the fleshly sins of the damned at several points in the upper circles of Hell. At the first circle where the virtuous pagans who pursued honor above all else are punished by eternally knowing they have fallen short for their lack of faith, Dante shares with them their love of honor, as evidenced by the word “honor” being used repeatedly in the Canto. Similarly, at the third circle where Ciacco and other gluttons are punished for their appetites, Dante’s appetite for political information about his fellow Florentines appears equally gluttonous:

"And I to him: I wish thee still to teach me,
And make a gift to me of further speech.

Farinata and Tegghiaio, once so worthy,
Jacopo Rusticucci, Arrigo, and Mosca,
And others who on good deeds set their thoughts,

Say where they are, and cause that I may know them;
For great desire constraineth me to learn
If Heaven doth sweeten them, or Hell envenom."

Conversely, in the Purgatorio, after leaving the terrace of the proud, Dante has learned from the example set by Omberto and suppresses his own pride, declining to speak of his achievements:

"And I: Through midst of Tuscany there wanders
A streamlet that is born in Falterona,
And not a hundred miles of course suffice it;

From thereupon do I this body bring.
To tell you who I am were speech in vain,
Because my name as yet makes no great noiseTRACKLIST:

CD1:
01 – Kbridge – Canto XVIII
02 – Simon Says – The Needle’s Eye
03 – Colossus Project – In the Eye of the Eagle
04 – Ozone Player – Canto 21
05 – Jinetes Negros – A li occhi belli
06 – Blank Manuscript – Living Star
07 – Nemo – Sans Voix
08 – Daal – Static Stars
09 – Matthijs Herder – Sacratus

CD2:
01 – Posto Blocco 19 – L’Ultima Acqua
02 – Oracle – Kings of the Future Past
03 – Faveravola – Del Francescano Sole
04 – Armalite – Il Cerchio, la Luce e la Virtu
05 – Groovector – Houkutja Kuninkaat
06 – Roz Vitalis – Canto XIV
07 – De Rossi & Bordini – Dentro la Cerchia Antica
08 – Echoes – Nel Cerchio di Luce
09 – Jaime Rosas – Cruz del Sur

CD3:
01 – Kbridge – Canto XVIII
02 – Simon Says – The Needle’s Eye
03 – Colossus Project – In the Eye of the Eagle
04 – Ozone Player – Canto 21
05 – Jinetes Negros – A li occhi belli
06 – Blank Manuscript – Living Star
07 – Nemo – Sans Voix
08 – Daal – Static Stars
09 – Matthijs Herder – Sacratus

CD4:
01 – Mist Seasons – Defending Hands
02 – Kotebel – Canto XXVIII
03 – Tabula Smaragdina – Angyal
04 – Raimundo Rodulfo – El Sol de Sus Ojos
05 – Flamborough Head – Labyrinth of Light
06 – Lady Lake – Miserere Mei
07 – Yesterdays – 33
08 – Marco Lo Muscio – Outro – Towards the Stars
09 – Atlantis001 – Conclave Deorum

Part 01
Part 02

Enjoy!!!!!!!!!!

5 de jun de 2013

VA - Dante's Divine Comedy. Part II - Purgatorio (Canto XXIX) (4CD)

Como disse aqui está a segunda parte desta que considero uma das maiores obras feitas em cima de uma história já consagrada, prq escrever e compor sobre algo etéreo é uma coisa mas pegar uma obra de sucesso mundial é dar um tiro no escuro.

Ao meu ver no todo se não prestasse só pelo esforço desses caras já teria valido a pena, mas não é o que ouvi em cada um dos 12 discos e quem conhece a história melhor ainda prq pode comparar como fez com tantas outras obras desse estilo, mas como essa nessa proporção só vi em obras clássicas e a preços absurdos.

Músicos de todos os cantos se unindo em torno de algo tão grandioso só analisando cada um ao seu modo e nesse aqui tb vem com mais de 40 encartes com a história completa e a última será o Paraíso se conseguirmos chegar lá.The Finnish Progressive Music Association COLOSSUS together with Musea will release a concept album (3 CDs) based on the first cantica of the Italian Epic Poem “The Divine Comedy”.

The 34 “cantos” of the INFERNO will be assigned to 34 bands. Each band participating in the project has chosen one “canto” and will make their music inspired by it.

The maximum length of the songs can be 7 min and the songs can be either instrumental or with vocals.

All keyboards used on the songs will be original 70's instruments (Hammond, Mellotron, Minimoog, Clavinet, Fender Rhoades etc.) or be emulated with the best technology of today (no drum machines or programming is allowed!) and an early 70’s atmosphere is preferred (Genesis, Yes, EL&P, VDGG, etc.).

The bands participating in the project come from all around the world (for example, Europe, South America, U.S.A., Canada and Japan.).

Release date: early 2008


"Suite de « DANTE’S INFERNO - The Divine Comedy – Part One », sorti en 2009 et que j’ai chroniqué dans ces mêmes pages à l’époque, voici donc le second volet de ce triptyque sur l’œuvre la plus connue de DanteALIGHIERI, écrivain florentin du Moyen Age.

Cette « Divine Comédie » est encore une fois composée, comme son prédécesseur, d’un énorme boîtier contenant 4 CD et un méga livret, illustrant l’histoire et détaillant chaque groupe avec son historique et même les paroles des morceaux, s’il y a lieu.

On ne change pas une recette qui gagne, comme dirait l’autre !
Je rappelle que ces réalisations sont l’œuvre du magazine finlandais Colossus et du label français Musea, qui nous ont déjà donné moult « projets » de ce style sur un thème donné (le Western Spaghetti, le Colosse de Rhodes, l’Ile au Trésor, Star Wars, les Sept Samouraïs, le Giallo ou encore le rock progressif scandinave).


La « Divine Comédie » est une œuvre qui comporte cent actes, divisés en trois phases, l’enfer, le purgatoire et le paradis.

Ce coffret comporte donc les 36 « cantos » qui font partie du « Purgatoire ». Il va sans dire que maîtriser un tel « pavé » est quasiment impossible, même en n’écoutant que ça (ce qui n’est pas le cas du pauvre chroniqueur débordé que je suis !).

Ainsi, je vais vous donner quelques observations que j’ai faite sur le contenu de ce coffret.
Tout d’abord, je remarque que la moitié des groupes ont été renouvelé, ce qui nous fait quand même une moitié de « petits nouveaux » dans le projet (17 sur 35 groupes présents).
Un peu de sang neuf ne peut pas faire de mal, même si certains regretteront l’absence d’X ou Y.

Personnellement, mes groupes préférés du premier opus sont tous présents, à l’exception notable de WICKED MINDS et TEMPANO.

Mais ce n’est pas grave puisqu’ils sont remplacés par d’autres, tout aussi talentueux.A commencer par KEY BRIDGE qui délivre la seule « suite » du coffret (15’36 au compteur).
Il faut savoir que la majorité des groupes restent dans une moyenne de 5 à 9 minutes.
Je ne connaissais pas ce groupe mais c’est une découverte de taille ! Tout bonnement extraordinaire à tous les niveaux, avec un chanteur typique à l’accent traînant à la Peter GABRIEL… LA découverte de ce premier CD.

Au rayon des nouveaux (qui n’apparaissaient donc pas dans le premier opus), citons aussi TEN MIDNIGHT – SOUL ENGINE - SOPHYA BACCINI –SURVIVAL - PHIDEAUX – TOMMY ERIKSSON - MAXWELL’S DEMON – RAK - MAD CRAYON – TABULA SMARAGDINA – BLANK MANUSKRIPT – MIST SEASON - B612 – EQUILIBRIO VITAL – JINETES NEGROS - PASINI & RAGOZZA.


Il est impossible de détailler chaque réalisation, sachez qu’il n’y a aucune faute de goût et que tous les groupes font bien du progressif, chacun à sa manière certes, mais tous avec brio.

Comme pour le premier opus, c’est majoritairement les groupes de la péninsule italienne qui ont répondu présents, suivis par les scandinaves et les américains du sud.

Quelques groupes hollandais et le reste du monde a envoyé un seul représentant en général (USA, Grande-Bretagne, France, Russie, Hongrie, etc.).

Le cahier des charges a encore une fois été respecté (pas d’utilisation de boite à rythmes et autres machines dénuées d’âme et n’utiliser que des instruments analogiques issus des glorieuses seventies, sans parler de l’inspiration musicale qui doit aussi venir de ces années là) ce qui fait qu’il y a une impression d’homogénéité sur l’intégralité du coffret.

Les groupes ont été bien inspirés, cela s’entend et c’est un bonheur de tous les instants.
En résumé, une œuvre Colossale indispensable pour tous les amoureux du prog’ estampillé seventies… La troisième et dernière partie de ce projet est prévue pour l’année 2010, si tout va bien. Vivement demain !

NB : Je n’ai pas franchement compris l’intérêt d’un « bonus track » étant donné qu’il s’agit de la première édition (pour une réédition, je comprends mieux)."In 1996-98 I was the producer for an audio-book version of Dante's Divine Comedy, in a new English translation by Benedict Flynn. The reader was Heathcote Williams, and when we came to record Canto 33 of Inferno, I found myself transported by the power and emotion of his reading. It occurred to me that afternoon, that one day I would like to make a musical setting of these verses.

"The opportunity to realise this project came last year, when the Hilliard Ensemble invited me to compose something for them, and this was the project I proposed to them. Ugolino's monologue in Canto 33 is remarkable within the context of the Divine Comedy, in that it is the only time we are given a full account of a personal story: elsewhere we are given snippets or allusions, but Dante does not make time to re-iterate tales he believes we should know already. In this case, the scenario clearly took hold of his imagination: a traitor imprisoned with his entire family, and eventually condemned to starve to death together in their sealed tower. Dante has Ugolino tell his own story simply, calmly and in pathetic detail.

"I have begun the drama as Dante first encounters the frozen lake which lies at the bottom of the pit of Hell, cutting a few lines from time to time en route to Ugolino's story, which I have set complete. My primary concern has been to keep Dante's words clear at all times, and thus you will find in this 'contemporary' music many devices more usually encountered in music of much earlier times.I hope that I have been able to do this without wasting the incredible talents of the Hilliard Ensemble. The challenge for them is less in the notes they have to sing, than in the large number of words which I ask them to enunciate with expression, but also with maximum clarity. And that is my suggestion to you: that you do not close your eyes and let the sound of the music drift over you, but that you accompany Dante on this section of his journey, line by line."

Roger Marsh, 2008Tracklist:
CD 1
1 - SIMON SAYS (Swe) "Intro"
2 - NEMO (Fra) "Canto I"
3 - KEYBRIDGE (Ita) "Canto II"
4 - OZONE PLAYER (Fin) "Canto III"
5 - RAIMUNDO RODULFO (Ven) "Canto IV"
6 - TEN MIDNIGHT (Ita) "Canto V",
7 - SOULENGINE (Ita) "Canto VI"
8 - WILLOWGLASS (Uk) "Canto VII"
9 - ATLANTIS 1001 (Ita) "Canto VIII".

CD 2
1 - CONTRAPPUNTO PROJECT (Ita) "Canto IX"
2 - SOPHIA BACCINI (Ita) "Canto X"
3 - NEXUS (Arg) "Canto XI"
4 - NUOVA ERA (Ita) "Canto XII"
5 - SURVIVAL (Hol) "Canto XIII"
6 - LITTLE TRAGEDIES (Rus) "Canto XIV"
7 - ARMALITE (Ita) "Canto XV"
8 - PHIDEAUX (Usa) Canto XVI"
9 - TOMMY ERIKSSON (Fin) "Canto XVII".

CD 3
1 - ENTRANCE (Chi) "Canto XVIII"
2 - MAXWELL'S DEMON (Usa) "Canto XIX"
3 - RAK (Sui) "Canto XX"
4 - COLOSSUS PROJECT (Ita) "Canto XXI"
5 - MATTHIJS HERDER (Hol) "Canto XXII"
6 - MAD CRAYON (Ita) "Canto XXIII"
7 - TABULA SMARAGDINA (Hun) "Canto XXIV"
8 - BLANK MANUSKRIPT (Aut) "Canto XXV"
9 - LADY LAKE (Hol) "Canto XXVI".

CD - 4
1 - GROOVECTOR (Fin) "Canto XXVII"
2 - MIST SEASON (Fin) "Canto XVIII"
3 - FLAMBOROUGH HEAD (Hol) "Canto XXIX"
4 - YESTERDAYS (Hun) "Canto XXX"
5 - B612 (Ven) "Canto XXXI"
6 - EQUILIBRIO VITAL (Ven) "Canto XXXII"
7 - JINETES NEGROS (Arg) "Canto XXXIII"
8 - SIMON SAYS (Swe) "Outro"
Bonus Track
9 - PASINI & RAGOZZA (Ita) "Purgatorio

Obs: Jiraya tá chegando, vamos torcer pra dar certo ,mas qqr coisa me manda seu email que depois te mando o link,rs

Part 01
Part 02

Enjoy!!!!!!!!!!!!!